Faltam cerca de três mil professores nas escolas

Em 22 051 horários completos e incompletos, os concursos de mobilidade e de contratação inicial permitiram colocar 18899.

Faltam cerca de três mil professores nas escolas

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35 comentários

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  1. só faz falta quem não está, diz o povo!

    • Paulo on 16 de Agosto de 2025 at 12:02
    • Responder

    Essa aferição deve estar centrada nas zonas menos procuradas (Alentejo, Lisboa e Algarve). Ainda assim, há muitos horários por serem preenchidos e cuja razão por não terem sido lançados agora só poderá ser explicada quando houver recursos hierárquicos…

      • Horários on 16 de Agosto de 2025 at 12:54
      • Responder

      Tem a certeza que esses horários existiam no inicio de agosto?
      Por exemplo, sabe que no inicio de agosto não tem todas as turmas validadas?
      Se as turmas não estão validadas não podem ser incluídas em horários para irem a concurso.
      Outro exemplo, as mobilidades para as novas estruturas do MECI e para as CCDR que vão ficar com competências que eram da DGEstE, já foram (todas) aprovadas?
      Outro exemplo, as escolas sabem se os professores lá colocados na MPD são professores com incapacidade para o exercício de funções docentes e letivas?

        • Não vi ninguém em Santarém on 16 de Agosto de 2025 at 14:56
        • Responder

        Para não falar dos colagas não-profissionalizados que até agora, em grande parte, têm “tapado buracos” sucessivamente ao longo dos anos e que agora já se encontram nos quadros das escolas devido ao passado concurso extraordinário. Com toda a probabilidade, avizinha-se aí uma surpresa desagradável ao nível dos números de professores em falta.

          • Joana Matias on 16 de Agosto de 2025 at 16:27

          Pior é que muitos deles estão a dar aulas sem os devidos créditos estipulados ao abrigo do decreto nº80-A/2023, ou seja vincularam com qzps na completa ilegalidade. Existiram casos em que foram notificados pela DGAE para fazer prova dos créditos, mas mesmo assim taparam os olhos e agora já foram colocados.

          • Bluray on 18 de Agosto de 2025 at 0:48

          E por outro lado penalizam professores profissionalizados num determinado grupo que optaram por dar aulas num outro grupo de docência com diploma sem grau. A estes docentes qualificados e com idoneidade para ensinar com as competências pedagógicas necessárias, retiram-lhes todo o tempo de serviço e por isso e depois vários anos não conseguiram efetivar e muitos até se encontram no desemprego!!! E estes candidatos sem nenhuma formação pedagógica estão no quadro!!!Grande injustiça que a DGAE cometeu e espara-se que esta desapareça definitivamente para não cometer mais incompetências gerando injustiças com impactos devastadoras na vida de certos professores…

    • João on 16 de Agosto de 2025 at 13:01
    • Responder

    A falta de professores é um falso problema. A circulação de profissionais entre os países da CPLP resolveria facilmente qualquer escassez. Poder-se-iam recrutar docentes no Brasil, sobretudo. Ou será que os profissionais da CPLP só servem para a restauração e outros serviços com qualificações mais baixas? Fala-se muito na comunidade linguística, mas quando se trata de a aprofundar a sério não se faz nada.

      • Joana Matias on 16 de Agosto de 2025 at 13:13
      • Responder

      Os professores da comunidade da CPLP não são nem nunca serão a solução, dado que por exemplo a português a matriz linguística é diferente e existem inúmeros exemplos. Alguns colegas meus de português fazem mesmo queixa de que os colegas do brasil não sabem dar português e apontam dados concretos. O próprio desacordo ortográfico não veio resolver nada e apenas introduziu mais entropia no sistema, está na altura dos países da CPLP assumirem a sua independência e assim formarem uma língua própria derivada do português mas que possa incluir em si toda a diversidade de dialetos locais… Isso sim era uma forma de combater o malvado colonialismo.

      • John on 16 de Agosto de 2025 at 13:53
      • Responder

      Como são os resultados dos exames PISA nesses países comparativamente com Portugal???

      • Não vi ninguém em Santarém on 16 de Agosto de 2025 at 15:02
      • Responder

      Isso seria muito bonito se (para além do que já foi escrito) houvessem professores suficientes para as necessidades já nos países deles (que de forma alguma há), e se eles estivessem minimamente interessados em aturar putos que cada vez apresentam ser mais xenofóbicos.
      Já tive meia dúzia de colegas brasileiras que tinham conseguido as equivalências das licenciaturas delas e não me cabe avaliar o desempenho delas, mas nenhuma durou sequer um ano. As únicas duas com quem ainda mantinha contacto tornaram-se, respetivamente, esteticistas e cabeleireiras.

        • Café on 16 de Agosto de 2025 at 15:07
        • Responder

        E os profs vindos da áfrica?? Aqui nos arredores de Lisboa já tivemos 2 da Angola e da Guiné que foram suspensos por suspeitas de assédio sexual a miúdas do 3º ciclo!

          • Desilusão on 16 de Agosto de 2025 at 15:21

          Na escola onde leciono também já tivemos um caso desses este ano – também oriundo de África.
          A direção tentou abafar tudo para não parecer racista – suponho eu – mas como todos sabiamos o que se passava, inclusive os EEs, ele foi denunciado e ainda continuou a dar aulas até maio. Depois desapareceu do mapa.

          Esperemos que isto seja só mais um caso isolado.

      • Antonieta sem cabeça on 16 de Agosto de 2025 at 15:20
      • Responder

      Você deve estar louco. Os professores da CPLP não têm qualificações para lecionar em Portugal. No Brasil até os diplomas compram. Ou quem tem uma licenciatura pide obter uma segunda licenciatura em 6 meses. Já conheci alguns … deixam normalmrnte um rasto de incompetência e irresponsabilidade. Se for para acabar com o nosso sistema de ensino é deixá-los entrar.

        • Ventura on 18 de Agosto de 2025 at 10:20
        • Responder

        CPLP serve para uber, bolt e uber eats. Brasil serviu para ouro, novelas e musica. Somente Portugueses devem lecionar em Portugal. Portugueses que queiram lecionar em outro país também devem ser impedidos. Assim vamos resolver a falta de professores. Não tens mesmo cabeça Antonieta, nem um neurônio sequer. Xenofobia não é bem vinda em lugar algum. Pensamentos pequenos como o seu já estão ultrapassados. Talvez a senhora possa trabalhar em outra função. Educação precisa de pessoas novas 🙂

          • Joana Matias on 18 de Agosto de 2025 at 15:47

          Mas será que as pessoas percebem que o português europeu é diferente do português do brasil e só isso é mais do que suficiente para ser critério de exclusão dos professores da CPLP… Não é uma questão de racismo é mesmo uma questão de conteúdo programático.

          • Andre on 18 de Agosto de 2025 at 17:02

          Concordo com a colega Joana. No Brasil falam Espanhol. Dificulta muito a aprendizagem dos miúdos. Eles já consomem conteúdo brasileiro no youtube. Mas não são capazes de perceber Brasileiro em sala de aula. Os miúdos Portugueses precisam de ouvir fado ao invés de Anita. E nem os Professores Brasileiros conseguem perceber o conteúdo programático. Somente os professores Portugueses devem estar aptos a lecionar em outros países. Os Brasileiros aqui não tem capacitação nem mesmo os vários que estão no Doutoramento e não conseguem lecionar. Há quem defenda ser de esquerda, mas quando este tema é levantado não estão muito longe do Chega 🙂

    • TOP on 16 de Agosto de 2025 at 13:17
    • Responder

    Não faltam professores, em muitas escolas até se esbarram sem dar aulas… é so projetos e tretas que fazem com que não dêem aulas.
    Sempre a meter atestados….
    Bora a trabalhar manguelas!!!+

      • Paulo on 16 de Agosto de 2025 at 18:11
      • Responder

      Concordo. Agora nas escolas é mais importante do Show-off para “inglês” ver do que capacitar os alunos para a vida: ler, escrever, calcular, refletir, raciocinar, pensar, criticar, reformular, resumir, sintetizar, etc…. NADA DISTO INTERESSA, O IMPORTANTE É VER O NOME DA ESCOLAS NAS NOTÍCIAS, COM MAIS UM BAILARICO, EM PROL DO ENSINO DAS MAIS VARIADAS LITERACIAS….

    • Pelo direito on 16 de Agosto de 2025 at 14:03
    • Responder

    Ainda estão por colocar muitos docentes de Qzp, que optaram por colocar apenas as escolas da sua zona. Estes estão nas listas dos “não colocados”. Mobilizem esses docentes para as áreas limítrofes e já preenchem as vagas existentes. Vão ficar o ano letivo nas escolas sem horário? Enquanto os outros trabalham?

      • Joana Matias on 16 de Agosto de 2025 at 14:06
      • Responder

      Se calhar porque são docentes que apresentam uma vida estabelecida na sua área de residência… Já conheci uma colega que para trabalhar teve de deixar a filha de 7 anos com o marido para ir trabalhar a 120Km de casa. Postas de pescada é no mercado de peixe…

        • TOP on 16 de Agosto de 2025 at 15:41
        • Responder

        Esses maguelas têm de trabalhar, não é mamar a pala do estado… queram ficar perto ha outras profissões

          • Joana Matias on 16 de Agosto de 2025 at 16:28

          Usualmente é que a maioria faz… Ou seja opta por outras profissões para conseguir ter trabalho e continuar a construir uma família.

    • TOP on 16 de Agosto de 2025 at 15:41
    • Responder

    Esses maguelas têm de trabalhar, não é mamar a pala do estado… queram ficar perto ha outras profissões

      • Florbela on 18 de Agosto de 2025 at 8:58
      • Responder

      Oh senhor, mude o disco pf!!

    • xicom on 16 de Agosto de 2025 at 17:20
    • Responder

    Estes números são ERRADOS.
    Foram calculados pelo mesmo método de «n.º de alunos sem aulas a, pelo menos, uma disciplina»
    O Senhor Ministro é da Academia e sabe fazer os cálculos como ninguém, ouviram bem.

    • Zé das Couves on 16 de Agosto de 2025 at 17:40
    • Responder

    Se colocarem os professores apenas com alunos portugueses, não faltam professores! CHEGA

      • TOP on 16 de Agosto de 2025 at 18:03
      • Responder

      isso e bem verdade… até sobravam, já podiamos dispensar o povo de habilitação própria….

      • Andre on 18 de Agosto de 2025 at 17:06
      • Responder

      É verdade! Vamos barrar todos os miúdos estrangeiros! Em Portugal a natalidade é grande, não precisamos dos filhos nem famílias dos outros países! CHEGA de burrice!

    • prof on 16 de Agosto de 2025 at 21:19
    • Responder

    “Povo de habilitação própria”??? Povo esse, do qual certamente, também já fez parte!!!

      • TOP on 16 de Agosto de 2025 at 23:42
      • Responder

      Fui com 18 anos estudar para ser professor. (Licenciatura em ensino). É logo profissionalizado!

    • António on 17 de Agosto de 2025 at 18:29
    • Responder

    Por acaso não sabem que vocês cá tem o mesmo ? Não sabem o que significa ECTS ? Ah por acaso não devem ter lido o que ECTS podem inclusive ser considerado qualquer tempo de trabalho.
    Ora essa, não fale coisas das quais não tem conhecimento.

      • TOP on 17 de Agosto de 2025 at 20:38
      • Responder

      Esse português não se entende……

    • Juca on 17 de Agosto de 2025 at 22:00
    • Responder

    Não percebo nada disto, mas não faltavam 34 000 profs até daqui a 5 anos?
    Quer-se ver que a fenprof é aldrabona ou o ministério do nando fez o milagre da multiplicação dos profs?

    Pobre país.

    https://sicnoticias.pt/pais/2023-09-11-Faltarao-34.500-professores-ao-sistema-de-ensino-em-2030-f6e29559?utm_source=chatgpt.com

    • Maria on 18 de Agosto de 2025 at 11:53
    • Responder

    Sou caboverdeana, tenho naconalidade portuguesa. Sou professora e um mestrado em supervisão pelágica pela Uab. Queria conseguir uma destas vagas. Como faço?

    • Jose Manu on 18 de Agosto de 2025 at 13:21
    • Responder

    NAO HÁ FALTA DE PROFESSORES!
    Há sim una enorme falta de gestão de recursos!
    Desixem-se de ” projetos, projetinhos” clubes e clubinhos, gabinetes de apoio e toda uma panóplia de tretas que retiram horas a muitos professores ( principalmente alguns já com muitos anos) inutilmente. Exijam uma formação científica de qualidade a todos os professores e deixem-se da falsa e ilusória formação em pedagogia, que apenas disfarça quem não sabe nada do que deve lecionar. Aceitem de uma vez por todas profissionais de outras áreas com formação científica muitas vezes superior à dos srs. Professores profissionalizados.
    Deixem-se de uma vez por todas de papéis, papelinhos para tudo. Para quando a desmaterialização de toda essa inutilidade?
    Entreguem ao professor a tarefa de ” ensinar” que já caiu em desuso! Mas claro, que para ensinar tem primeiro que SABER!
    Como alternativa porque não contratar docentes dos CPLQP. ( comuni Paises língua quase portuguesa) e já agora umas centenas de madraças com professoras de burka, talvez ajudassem um pouco os outros que querem trabalhar com qualidade.
    Também uma ” quota” de professores ” que não mestruam” também iria ajudar seguramente…

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