Associações de diretores continuam a acreditar que falta valorizar carreiras, e veem a reestruturação do Ministério da Educação com um misto de otimismo e apreensão.
Ago 04 2025
“Falta de professores ainda é o maior problema”
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10 comentários
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Falta de professores! Deve ser piada!
Tenho um filho que quer ser professor de História do 3.º ciclo e secundário. A nível nacional abriram menos de 125 vagas para o mestrado em ensino nesta área, na Universidade do Porto abriram 25 vagas para o referido mestrado e ficaram 72 candidatos por colocar. Dizem que há falta de candidatos isso é mentira. Há falta de vagas para os mestrados em ensino. Para entrar nestes mestrados em ensino é necessário tirar outros mestrados sem interesse nenhum só para ganharem currículo para depois entrarem no mestrado em ensino. Isto é uma vergonha! Abram vagas e depois digam se existem ou não falta de candidatos?
Mas há mesmo falta de professores, que se vai agravar muito, nomeadamente no sul.
Não existem vagas suficientes para o número de candidatos.
falso, candidatei-me a 320 horários em 3 gr, ninguém me chamou, tendo eu habilitação própria para tal…pelo 2o ano consecutivo
E do que serve abrir mais vagas se depois uma considerável percentagem dos profissionalizados acabam por abandonar a profissão ao final do primeiro ou segundo ano?
Não há estudos feitos nem encomendados acerca disto, mas qualquer recém-profissionalizado pode conferir que este é um fenómeno comum, não só em Lisboa, mas também no Porto e Coimbra. Algo que também reforça esta teoria para além de ser um fenómeno observado no resto dos nossos países vizinhos europeus e estas observações (cuja generalização admito que possa ser falaciosa) é também a completa disparidade entre o número de recém-profissionalizados por GR conforme o lançado pela DGEEC, e o número dos mesmos que se candidataram nos últimos Concursos Externos e/ou Extraordinários.
Em suma, abrir mais vagas e facilitar a entrada de mais candidatos a estes mestrados é simplesmente fútil: já os anteriores Governos fizeram o mesmo para formar o maior número de licenciados na área da Saúde possível e os resultados estão à vista.
Não há falta de professores coisa nenhuma.
Essa treta deve acabar.
Acordem.
Não há falta de professores!
Isso é treta!
Os diretores querem continuar a ser pequenos “Vladimir Putins” das escolas. Os hipócritas e cínicos diretores gostam de ser vistos como “defensores dos valores de Abril” enquanto agem como ditadores que não prestam contas a ninguém. Continuam a abusar do poder e depois queixam-se que não há professores … Haja paciência !! Alguém tem que colocar esses tiranetes no seu lugar !