Para além de se terem encerrado escolas (em especial do 1.º ciclo) também nunca se conseguiu prever este fluxo de migração para a formação de novos professores.
Assim, a falta deste planeamento irá agudizar ainda mais a crise da falta de professores e em muitos locais a falta de espaço para estes novos alunos.
Metade dos estudantes emigrantes nas escolas públicas portuguesas são brasileiros
São já mais de 88 mil os alunos brasileiros matriculados nas escolas do Estado em Portugal, número que representa um crescimento de 5% face ao ano letivo de 2023/24. A notícia avançada pelo jornal “Público” revela ainda que um em cada dois estudantes imigrantes é brasileiro

O Ministério da Educação, Ciência e Inovação avançou este sábado, a pedido do jornal Público, que “no período letivo de 2024/2025, dos 178 133 alunos estrangeiros matriculados, 88 159 (49,5%) são filhos de cidadãos oriundos do Brasil”.
Além disso, no pré-escolar, os brasileiros já são maioritários entre os imigrantes: 51,2%. E representam cerca de metade (50,9%) dos alunos do 1.º ciclo (do 1.º ao 4.º ano). “No 2.º ciclo, que compreende o 5.º e o 6.º anos, são 48,2% dos alunos estrangeiros. No 3.º ciclo (7.º e 8.º anos), representam 48,5% e, no ensino secundário, 48,4%”, pode ler-se ainda.
As informações avançadas pelo ministério acrescentam também que o número de alunos imigrantes no ensino público português aumentou 10,85% em relação ao ano letivo de 2023/2024. Embora, no caso dos estudantes brasileiros, o ritmo de crescimento tenha sido inferior (5%).




14 comentários
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Brasil campeão!!! Só não domina o mundo porque não quer, hue!
Que venham mais, que ao menos mantemos o emprego – já que os nossos fogem todos as sete pés deste caixote do lixo em chamas.
continuem a ser idiotas uteis, qualquer dia estão todas de burca enfiada pela cabeça abaixo a rezar de kv para o ar!!!
Em tempos, como mulher, já me questionei acerca destas causas de justiça social e de postura moral (virtue signalling) feitos em particular por outras mulheres e por colegas que se encaixam no espetro LGBTQI(ataque de parkinson no teclado).
É que quer dizer, odeiam tudo o que o Chega supostamente simboliza e a nostalgia de alguns pelo passado salazarista deste país devido ao tratamento das mulheres, a falta de liberdade de expressão e do desrespeito pelos direitos humanos particularmente dos elementos mais fracos da sociedade (os próprios) e no entanto abraçam esta causa da importação de pessoas, maioritariamente homens na casa dos 20 e 30 (alguns dos quais depois trazem as suas famílias, claro), provenientes de culturas sociais muito semelhantes à de Portugal no tempo do Estado Novo. É claro que neste caso refiro-me mais especificamente aos imigrantes sul asiáticos e de países islâmicos que apesar de amplamente diferentes historica e culturalmente uns dos outros, continuam a ser regidos por teocracias com um corpo de leis comum extenso.
Enfim, para não falar das absurdidades das causas da palestina e de seja o que for que esta gente acha que devia defender para se sentir melhor acerca de si própria, apenas avanço a minha teoria de que a raíz deste apoio devoto à abolição de fronteiras e da “regularização” dos imigrantes “irregulares” (já que a maioria não concorda com o conceito do imigrante “ilegal”), tem a ver com uma profunda falta de caráter, excesso de tempo para pensar em porcaria, imaturidade, irresponsabilidade e desprezo para com o coletivo, o seja a nossa nação, com a qual a maioria não se identifica e clara falta de pensamento crítico.
É que é simples: se eles vêm de países absolutamente destruídos por guerras internas e consumidos por corrupção, doença, fome, completo desrespeito pelos direitos humanos mais básicos e tudo o resto que Portugal, como um todo, tem feito os possíveis para ultrapassar, não é importando centenas de milhar (ou milhões acumulados no futuro) que Portugal tornar-se-á um país melhor. Vai se tornar no mesmo que donde toda essa gente veio.
Não é o país que molda as pessoas – são as pessoas que moldam o país.
Como mulher quero continuar a exercer os meus presentes deveres na sociedade e usufruir dos meus direitos ganhos pelos homens e mulheres Portugueses nossos antepassados ao longo das décadas.
Se os/as nossos/as colegas pretendem passar a cidadãos de segunda, a servirem para cozinhar, limpar a casa e parir filhos, ou no outro caso, de imporem em si próprio o mesmo destino que gays e lésbicas têm em TODOS os países islâmicos por lei, enfim, isso já trata-se de um caso psiquiátrico.
Ainda bem que vamos ser uma colónia de brasileiros. Antes isso do que uma taifa do século XIII.
Um bocado exagerado.
Contudo concordo contigo num aspeto. Quem apoia a imigração em massa, mesmo que por princípios morais nobres a seu ver, é apenas um idiota útil. Todos os partidos querem imigrantes vindos de países desgraçados porque são bons para o nosso patronato continuar a pagar amendoins e maximizar os lucros já que os portugueses não querem trabalhar pelo salário mínimo, doze horas ao dia a recibos verdes na agricultura ou a servir mesas.
Interessa lá aos nossos políticos se são pretos, brancos, amarelos, ou se acreditam em Alá ou no acolá. Isso são problema para o povinho resolver entre si.
Até nos “Notes for an Undelivered Speech on Ireland” e no “Capital” (1867) do Karl Marx que os nossos socialistas caviar e esquerdas radicais deste país tanto idolatram – apesar de provavelmente nunca os terem lido – já vinha a preocupação do efeito da imigração em massa nas condições laborais dos habitantes nativos de um dado país. Contudo, também vinha implicita a ideia de que a melhor forma de governar um país é precisamente dividi-lo social e culturalmente para os trabalhadores não se unirem contra o patronato.
Agora, se tu não te dás bem com eles e, em virtude de tu seres mulher e ainda por cima infiél, eles não se darem bem contigo. Isso já é teu problema. As forças de segurança pública e o governo assobiam para o lado.
Já estou farto de mijar contra o vento. Olho para a Inglaterra onde cresci e vejo no que se tornou – não por culpa total dos imigrantes, sejam de onde forem, mas principalmente pelas elites e as suas decisões políticas que sempre lhes beneficiam financeiramente e, talvez mais importante, pela falta de valores cristãos e sentido de comunidade das pessoas. Não reconheço esse país de onde saí há 26 anos, mas vejo Portugal a caminhar no mesmo rumo com umas décadas de atraso.
Como Nietzsche outrora escreveu: “Deus morreu”.
Todavia agora podemos concluir o seu aforismo: mas Alá vive!
Se não nos podes derrotar junta-te a eles.
Vens de que país?
Portas escancaradas…
que nojo de fascistas nestes comentários se deviam matar
Queria ver se apoiavas a imigração se retirassem o teu lugar ou dos teus filhos no emprego….
Ou forçassem ao baixar de salario
É claro que apoia a imigração.
Basta ler o português dela, que até é pobre para uma brasileira.
Nem pontuação sabe utilizar, coitada.
Estes são os futuros professores deste país.
Ou não ensinam nada lá nada nas faculdades da terra deles, ou trocam um saco de farinha por um diploma universitário que depois as nossas instituições superiores reconhecem com toda a boa fé e vontade.
Se puder escrever em português, de maneira a que se perceba, agradeço.
Não sabe porque não aprendeu.
Cada vez há menos alunos a candidatarem-se no Ensino Superior já perceberam que ter qualificação superior deixou de ser sinónimo de elevador social basta ver o recrutamento de docrntes o que conta é tempo de serviço…Mais vale emigrar e fugir de um país cheio de trafulhas e incompetência demais corrupto para se sentir tranquilo e confiar nos serviços públicos e ter vontade de formar família. Venham brasileiros, venezuelanos e outros de africa ocupar este território, os portugueses estão em deficit e acabam por desaparecer muitos preferem emigrar do que queimar pestanas, a estudar anos, e depois estao no desemprego ou com vencimentos pouco acima do ordenado mínimo.
Os ciganos é que têm razão quando dizem que estudar não serve,de nada, o que é importante é a habilidade de enganar outrem sem ser apanhado. Muitos portugueses têm no seu adn ancestralidade cigana e isso explica muita coisa.