Concurso de contratação a termo resolutivo com um terço das vagas desertas

Com o início do ano letivo à porta, a falta de professores nos Açores volta a ensombrar as escolas da região e preocupa sindicatos que pedem incentivos e medidas urgentes para garantir a qualidade do ensino no arquipélago.

 

Concurso de contratação a termo resolutivo com um terço das vagas desertas

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9 comentários

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    • Sara on 31 de Agosto de 2025 at 13:23
    • Responder

    E os dinossauros do costume ainda nem começaram a meter a tradicional baixa médica anual.
    Vai ser bonito vai daqui a um mês.

      • Pedro on 31 de Agosto de 2025 at 17:47
      • Responder

      Concordo plenamente! A verdade tem de ser dita! É por aí que o Ministro da Educação tem de começar: todos os que colocam atestado pouco tempo depois de começar as aulas, e tem tido essa prática nos últimos tempos, deveriam ser convidados a sair da carreira e PONTO. Andam essas/esses dinossauros, anos consecutivos a prevaricar, no 10.º escalão a “fazer de conta que algum dia foram professores”… URGE INSPECIONAR ESSAS SITUAÇÕES QUE SÁO DO CONHECIMENTO DAS DIREÇÕES DAS ESCOLAS E DOS AGRUPAMENTOS, SIM, TORNO A REPETIR: SÃO SITUAÇÓES DO CONHECIMENTO DAS DO DIREÇÕES!
      RUA COM ESSA MALANDRAGEM! Eu, como professor, não me identifico com essas e esses lacaios!

      • tilas on 1 de Setembro de 2025 at 10:25
      • Responder

      LEIA COM A MENTE

      Não se pode estar doente?

      Vejo bastantes professores com perturbações de origem psicológico, então uma pouco mais de juizinho para com aqueles que trabalham com você diáriamente.

      Relativamente à questão de faltar professores , não é bem assim, eles acabam por ser colocados.
      Uma coisa tenho a certeza absoluta, professores não faltam, até há demais,

      Portanto alguma coisa está muito errado com o sistema de gestão de recursos humanos dos governos , por acaso até sei o que é mas nao me apetece falar disso.

        • Sara on 1 de Setembro de 2025 at 15:43
        • Responder

        Pois, a questão é que não trabalham.
        Nunco os vemos.
        Ano após ano.

        Quando temops situações assim, os colegas não deviam estar a lecionar nem ter carreira.
        São apenas um entrave burocrático e um desperdício de recursos.

        Ou seja, de forma muito simples para a mensagem chegar de forma certa: o meu problema não é com quem adoece.
        É com que está cronicamente doente demais para passar mais do que 2 semanas na escola, todos os santos anos seguidos, mas que contudo encontra-se bem para tudo o resto.
        E não, isto não é um caso isolado.

        É sistémico.

    • Camaleão on 31 de Agosto de 2025 at 13:53
    • Responder

    Não seja tão direta que ofende a classe 😂

      • tilas on 1 de Setembro de 2025 at 10:27
      • Responder

      Essa “classe” tem é falta de trabalho no lombo.

    • M. João on 1 de Setembro de 2025 at 11:01
    • Responder

    Que tratem melhor quem lá está.
    Há quem ande 10 anos a trabalhar e tenha de efetivar no continente.

      • M. João on 1 de Setembro de 2025 at 11:02
      • Responder

      *como contratado

    • Fernando on 1 de Setembro de 2025 at 18:49
    • Responder

    Não venho destilar ódio, mas não posso deixar de referir que, há uns anos, quando os professores eram em demasia, um docente que era natural dos Açores, com um dia de serviço, estava à minha frente, mesmo que eu tivesse 10 anos como contratado, no Continente. Tanta prioridade criavam para os de lá, dificultando a vida até a quem estava mesmo disposto a ir para lá, não sendo natural da região, que agora não têm. Nem lá, nem cá.

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