No sentido de proceder à informação do cabimento de verba aos AE/ENA relativa às alterações obrigatórias de posicionamento remuneratório do pessoal não docente o IGeFE publicou as seguintes orientações:
Nota Informativa n.º 09/IGeFE/2025
Alteração Obrigatória de Posicionamento Remuneratório – Pessoal Não Docente afeto ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação
Nota Informativa n.º 10/IGeFE/2025
Alteração de Posicionamento Remuneratório – Regime especial de aceleração do desenvolvimento das carreiras – Pessoal Não Docente afeto ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação
No sentido de proceder à informação do cabimento de verba aos AE/ENA relativa às alterações obrigatórias de posicionamento remuneratório do pessoal não docente o IGeFE publicou as seguintes orientações:
Nota Informativa n.º 09/IGeFE/2025
Nota Informativa n.º 10/IGeFE/2025
Alteração de Posicionamento Remuneratório – Regime especial de aceleração do desenvolvimento das carreiras – Pessoal Não Docente afeto ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação




4 comentários
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E o pessoal afeto às autarquias?
Esses são explorados para tudo, como formação nas interrupções quando deviam estar a fazer limpeza/manutenção nas escolas.
Nas interrupções letivas e férias os desgraçados são levados para as ocupações dos “meninos” para aqui e ali para glória dos autarcas que só eles pensam no bem estar das famílias quando as escolas não podem guardar os “meninos”.
Mas cobram isso muito alto às escolas com essa benesse. Tudo o que mexe numa escola tem que ir ver o Pai Natal, desfilar no corso de carnaval e posar para as belas fotos das redes sociais da autarquia (clara violação de proteção da imagem), mostrando o grande papel que fazem na comunidade!
O que fazem as direções? Batem palmas!
Nunca deviam ter saído da alçada do ministério da educação!
Mas só agora perceberam o que querem das pessoas com a municipalização?
Grandes otários!
Claro que é a escravatura total ao(à) burgesso(a) que governa a autarquia e aos seus apaniguados!
O trabalho faz bem à saúde!
Concordo. Vivemos mais do que nunca, uma era do “faz de conta”. O que importa é Parecer e não Ser. Vale tudo para obter votos e sustentar os que estão nos “tachos”.