30 de Dezembro de 2018 archive

E Os Professores Não Gostavam de Ter a Idade Para a Reforma Igual?

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Se estas classes querem ver reconhecida a solução que for encontrada para os professores também seria lógico que os professores gostassem de ver reconhecida a sua idade para aposentação aos 60 anos e 3 meses como a maioria dessas carreiras que exigem tratamento idêntico na recuperação do tempo de serviço na solução que for encontrada para os professores.

Se a idade legal da aposentação em 2019 vai ser aos 66 anos e 5 meses, existe já aqui uma diferença de 6 anos e 2 meses para com estas classes da Administração Pública.

E se fizer parte da imaginação que os professores se reformem também aos 60 anos e 3 meses para não haver qualquer exigência de diferença de tratamento então que siga também por aí o caminho da negociação dos 9A4M2D.

 

 

 

Administração Pública: Mais de 80 mil à espreita da solução dos professores

 

Em causa estão militares, polícias, funcionários judiciais, magistrados, inspetores e guardas

Os professores têm feito as manchetes, mas o problema da recuperação do tempo de serviço congelado na Administração Pública (AP) vai muito além dos docentes. Em causa estão mais de 80 mil outros trabalhadores, em que a progressão na carreira depende — ou dependia, na época —, sobretudo, de módulos de tempo. E, por isso, estão em situação análoga à dos professores (ver P&R).

Que carreiras são essas? O Expresso questionou o Ministério das Finanças, que respondeu que “tratam-se de carreiras maioritariamente associadas às áreas da Justiça, Administração Interna e Defesa Nacional”. Mas não concretizou quais são. Junto dos sindicatos da Administração Pública, o Expresso apurou, contudo, as principais carreiras que estão em causa no que toca à recuperação de tempo de serviço congelado. A começar pelas Forças Armadas e pela Guarda Nacio­nal Republicana. Em conjunto, estes dois grupos representam cerca de 49 mil pessoas, segundo os últimos dados da Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP).

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