Greve de 5€, por Agostinho Silva…

 

Uma intervenção séria, a tratar de um assunto sério e fazendo uma proposta de uma greve lowcost que poderia ter um resultado que outras não tiveram. Poderia, até, unir os trabalhadores da Educação em vez de tentar unir os trabalhadores do Ensino. É para ouvir, rir e levar a sério…

 

XII CONGRESSO FNE

(uma falta de/da/na educação)

Era uma vez um menino que, não se chamando Songoku, defendia RADICALMENTE os seus companheiros (defesa radical dos professores pelo Tiago Brandão).

Era uma vez um país, numa Alice das maravilhas em que um professor considerou os outros como os melhores do mundo (também diziam que a madre Teresa de Calcutá era a melhor mulher do mundo… mas eu mesmo na vida religiosa – onde estive 15 anos – sempre achei a Claúdia Shieffer bem melhor.

Marcelo, o professor, diria o mesmo dos técnicos e auxiliares: vocês, também são os melhores do mundo !

Na rábula da vida de Brian, até os reis magos se deixaram iludir por uma estrela que veio do oriente…

Num país das maravilhas, em que o sibilar da serpente, ou o melodiosa da flauta do encantador de serpentes que nos deixa inebriados…  (não digo que haja uma analogia entre este encantador e o nosso PRIMEIRO e responsável (leia-se e responsável e não IRRESPONSÁVEL) pela governação… ai como é bom assim acordar e …

Enquanto este governo, os anteriores e os próximos, numa presunção de genialidade a cada 4 anos, nos pedirem para darmos PASSOS… e nós continuarmos a dar COSTAS… quem sabe, nem daqui a 9 anos teremos direito a RETRO ACTIVOS (não confundir com outra actividade do mesmo campo semântico).

Era uma vez uma função que era pública, ou seria púbica.. ou púdica?

Era uma vez uma vaca que voava voava, asas de vento coração de mar… desculpem

Era uma vez um elefante que entrou  numa casa de porcelanas, (e partiu tudo em 942 milhões de cacos) no seu ritmo brandão, ao abrigo de uma Lei tão em voga nas histórias de encantar.

Era uma vez… e outra vez… mas nunca  mais chegou a vez

Deixemo-nos de histórias e de uma vez por todas, juntos FNE, juntos técnicos, auxiliares e docentes, façamos a luta (mesmo usando artimanhas e patranhas – ou seja as armas dos governos) façamos a luta que seja notória.

Se os sócios da FNE (docentes e técnicos) fizessem uma greve consertada… poderia muito bem fechar-se as escolas, e exigir conforme o nosso lema no XII Congresso: Por uma ESCOLA PRESTIGIADA, profissionais valorizados.

Além das lutas dos docentes, há aqui que valorizar a questão dos técnicos/auxiliares de acção educativa; como pedir responsabilidades de 1000€ a quem ganha 500?

(Agostinho da Silva, hoje congressista  da FNE, pelo SPZC)

 

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