FNE e FENPROF, Greve dia 21 de junho

 

Os dois maiores sindicatos da educação voltam a estar “lado a lado” na luta… Uma coisa podemos ter como certa, os docentes não estão satisfeitos com as condições de trabalho e querem ver ação da parte dos sindicatos.

 

FNE e Fenprof confirmam greve de professores para 21 de junho, dia de exames

A FNE e a Fenprof confirmaram esta terça-feira, 6 de junho, a marcação de uma greve nacional de professores para 21 de junho, em plena época de exames nacionais. O sindicato liderado por Mário Nogueira desconvocou, porém, a greve no ensino artístico que estava marcada para quarta-feira.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2017/06/fne-e-fenprof-greve-dia-21-de-junho/

54 comentários

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    • Do Contra on 6 de Junho de 2017 at 18:59
    • Responder

    “Tá” bem, abelha!
    O quê, estes dois? O do bigodinho e o daquele que disse “sim” à PACC?
    Vou já fazer greve! 🙂

      • Do Contra on 6 de Junho de 2017 at 18:59
      • Responder

      “Panis et circenses” – parte II

        • Do Contra on 6 de Junho de 2017 at 19:35
        • Responder

        Nós os Emplastros e Emplastras somos assim. somos Do Contra

        Eu Não Faço Greve…Sou um emplastro(a) e prefiro que os colegas façam por mim.

        Ficar sem o salário de um dia de trabalho!…Era só o que faltava…..Esta malta é louca…..

        Desculpem qualquer coisinha.

        http://3.bp.blogspot.com/-ObqKadVbB1o/UsGMBymR8aI/AAAAAAAAL6Y/2ePGXPHOFgk/s1600/Fernando+Alves+(2).JPG

          • Do Contra on 6 de Junho de 2017 at 21:44

          Obviamente!

          PS – O autorretrato está fixe!

          • Seringador on 7 de Junho de 2017 at 14:39

          ….é mesmo o auto-retrato perfeito de muitos e muitas palermas (palhaços e palhaças) que andam por aí e que fazem com que a nossa classe esteja como se encontra neste momento.

          Um dia mais tarde chorem lágrimas junto do Muro das Lamentações ou venham aqui ao Blogue chorar um bocadinho. Pode ser que o Arlindo vos dê umas palavras de consolação….

          • Do Contra on 7 de Junho de 2017 at 20:59

          Concordo com o 1º parágrafo.
          Quanto ao 2º parágrafo, acrescentaria “Um dia mais tarde chorem lágrimas junto do Muro das Lamentações ou venham aqui ao Blogue chorar um bocadinho… ou insultar os outros”

      1. Outra vinculação pela porta do cavalo? Devem estar a brincar. Os extraordinários que façam greve, este ano volto a ficar longe de casa porque colocam mais uns milhares em QZP num concurso ilegal e injusto feito à medida. Ganho mais em aproximar que com os descongelamentos e as reformas. Estes sindicatos deviam acabar de uma vez por todas, sorvem o dinheiro do orçamento de estado que deveria ser empregue nas subidas de escalão e em mais recursos humanos para a escola. Quem quer ter um sindicato que o pague do próprio bolso.

          • Do Contra on 7 de Junho de 2017 at 11:32

          Ó emplastro(a) um dia “os descongelamentos e as reformas” vão-te dizer respeito e nesse dia vai-te queixar e lamentar ao caxxxlho.

          Continua assim que vais longe.

          • Do Contra on 7 de Junho de 2017 at 13:09

          Vai, cromo, vai lutar por nós! Sim, tu que apelidas todos de “emplastro” só por pensarmos de forma diferente, fora da caixa… Segue a carneirada e vai! Nós beneficiaremos dos “descongelamentos e das reformas” graças a ti e aos teus pares! Força!
          Quiriquiriquiriquiriqui…

          • Do Contra on 7 de Junho de 2017 at 14:23

          Eu sou mesmo um palerma e um grande oportunista.

          Não sigam o meu triste exemplo. Fazer figuras tristes como eu é de uma enorme infelicidade.

          Sou um Triste, mas vivo feliz assim.

          • Do Contra on 7 de Junho de 2017 at 20:57

          Ao ler o seu comentário, pensei: “Quem é verdadeiramente triste?” F*da-se! Leia o que escreve e faça uma auto-análise: Você não precisa de insultar ninguém. Não precisa de se dirigir a mim. Não gostou do que leu?! Faça “scroll down”; ignore; faça com que isto lhe passe ao lado…

          • Seringador on 7 de Junho de 2017 at 14:32

          ohhhhhhh tu! Emplastro(a) ….

          ………..não sejas tão miserável…não é por um dia de vencimento que ficas pobre….mas mesmo que assim fosse, não existia problema, porque Pobre de Espírito já tu és meu grande FDP.

          • Do Contra on 7 de Junho de 2017 at 20:52

          Clap clap clap… Que nível!
          Não meta a sua mãe ao barulho! Não se olhe ao espelho! Mantenha a elevação! Com profs. assim estamos bem entregues.

          • Seringador on 8 de Junho de 2017 at 10:30

          naquilo que tu pensas sei eu…..meu menino….

          • Do Contra on 8 de Junho de 2017 at 17:51

          Menino? Que nível…

          • Do Contra on 7 de Junho de 2017 at 20:49

          Que nível! Clap clap clap…

          • Do Contra on 8 de Junho de 2017 at 10:28

          É este o (a)nível da classe de emplastros (digo, docente).

          Em trás-os-montes estão a colher a cereja.

          Tótós unidos jamais serão fxxxdos

          • Do Contra on 8 de Junho de 2017 at 12:43

          Que cromo, f*da-se!

          • Do Contra on 8 de Junho de 2017 at 17:53

          E em Alcobaça estão a colher maçãs.

    • Julia on 6 de Junho de 2017 at 19:38
    • Responder

    Passaram 2 anos do mandato deste Governo e o que se pode ver é que muito pouca coisa mudou. A BCE (concursos manhosos) acabaram e parece que vão vincular 3.000 desgraçados (já em idade avançada – alguns com mais de 60 anos).

    Além disto NADA FOI FEITO.

    O Governo com o seu discurso tem embrulhado os professores.

    Temos imensos problemas para resolver:

    – os Horários de Trabalho;

    – o Regime Especial de Aposentação Docente;

    – os 51.000 (desgraçados) professores contratados que andam ano após ano a tapar buracos;

    – o descongelamento das carreiras;

    – aumentos salariais;

    – (…)

    Passou mais um ano e NADA FOI FEITO. Porraaaaaaaaaaaaaaaaaa…..

    • Silvia on 6 de Junho de 2017 at 19:45
    • Responder

    Esta Greve só peca por tardia e devia ser por tempo indeterminado até serem obtidas as respostas necessárias.

    A Valorização do nosso Estatuto é fundamental. Não nos podemos calar perante tanta injustiça que nos fizeram.

    • Frederico on 6 de Junho de 2017 at 19:52
    • Responder

    Os professores tem sido espezinhados de forma continuada porque não se sabem dar ao respeito.

    Veja-se o caso dos “Juízes”, dos “Magistrados do Ministério Público”, dos “Médicos”, dos “Militares”, da “GNR”…… Os PROFESSORES tem que se unir em torno das forças que representam os interesses da sua classe que neste momento são os SINDICATOS.

    Andar a lamentar-se e a chorar pelos cantos não vale de nada nem altera coisa nenhuma.

    Ou se LUTA ou o melhor é estar caladinho e meter o rabinho entre as pernas.

      • Pedro on 6 de Junho de 2017 at 22:49
      • Responder

      Pois, e estas classes não existiriam se não fossem os professores. Parece que muita “gentinha” neste país se esquece disso… Façam uma reflexão sobre isto, nem que seja só por uns segundos…

      • Maria Santos on 7 de Junho de 2017 at 9:29
      • Responder

      O grande problema é achar-se que um professor, educador(a) de infância da educação pré-escolar, 1.º , 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e ensino secundário podem trabalhar em plenas faculdades até aos 66 anos e 3 meses. Ou há uma substancial exceção para os professores…ou isto passa a uma classe só de velhos, não há renovação de gerações na profissão…e a única coisa, de facto, a fazer, é uma greve por tempo indeterminado – um dia é folclore…por tempo indeterminado até o governo ceder numa posição intermédia…não cede…nem que se vá para as sopas do Sidónio.

    • Celeste on 6 de Junho de 2017 at 20:02
    • Responder

    Só unidos seremos capazes de lutar pela dignificação da nossa profissão que tão mal tratada tem sido e continua a ser.

    Eles fazem tudo para nos dividir.

    Eles fazem tudo para nos colocarmos uns contra os outros.

    NÃO PODEMOS DEIXAR QUE ISTO ACONTEÇA.

    1. não vão conseguir dividir mais.

      as pessoas estão fartas de levarem uma medalha de cortiça.

      não há reconhecimento nenhum de uma vida de trabalho.

      as pessoas estão longe de casa, fazem um sacrifício enorme para nada!

  1. Colegas

    Reafirmo a importância de ficar consignado um Regime Especial de Aposentação Docente o qual diz respeito a TODOS (aos mais novos e aos mais velhos)

    Aos mais novos porque importa libertar lugares para os colegas contratados e aos Jovens que se encontram a tirar Cursos Superiores na área da Educação.

    Aos mais velhos porque depois de uma vida de trabalho merecem sair com o mínimo de dignidade.

    No que diz respeito ao “Regime Especial de Aposentação” dos Docentes este MINISTRO Fez ZERO.

    Neste sentido é bom recordar que este Governo fez aprovar um Regime Especial de Aposentação para os Militares, GNR, PSP, Policia Marítima, Policia Judiciária, Juizes, Magistrados do Ministério Público………os quais aos 60 ANOS DE IDADE podem Aposentar-se sem qualquer tipo de penalização. No caso dos Militares e da GNR, aos 55 ANOS DE IDADE passam à RESERVA (isto é, vão para casa) e aguardam pelos 60 ANOS DE IDADE, momento a partir do qual passam à REFORMA/APOSENTAÇÃO.

    Acresce referir que os Militares e a GNR ainda tem UMA BONIFICAÇÃO DE TEMPO DE SERVIÇO, ou seja, inicialmente essa Bonificação correspondia a um acréscimo de 25% (por cada 4 anos o militar é como se tivesse feito 5 anos) e agora essa BONIFICAÇÃO DE TEMPO DE SERVIÇO passou para 15%

    Um Militar ou um guarda da GNR com a bonificação (actual) de 15% no Tempo de Serviço se lá permanecerem 35 ANOS significa 40,25 ANOS (35 anos + 15% de bonificação = 40,25 ANOS DE SERVIÇO

    Significa isto que estes GRUPOS PROFISSIONAIS são duplamente favorecidos.

    No Sector Privado também existem Regimes Especiais de Reforma de que são exemplo as “bordadeiras da madeira”, os “controladores de tráfego aéreo”….

      1. Neste momento a Idade Legal de Aposentação é a seguinte:

        Em 2016 = 66 ANOS e 2 MESES
        Em 2017 = 66 ANOS e 3 MESES
        Em 2018 = 66 ANOS e 4 MESES
        Em 2019 = 66 ANOS e 5 MESES
        (…)

        Ou seja qualquer dia já nem nos conseguimos arrastar para dar aulas.

        Qualquer colega a partir dos 50 anos começa a sentir e bem o desgaste acumulado.

        Os colegas que hoje são mais novos, um dia não muito tarde vão sentir e bem este desgaste acumulado.

          • B on 6 de Junho de 2017 at 23:09

          Está errado. Tenho colegas que com 37,38, 39….já se sentem esgotadas. Não sei como vão conseguir atingir essa idade de reforma. Aliás, qualquer dia está nos 67 anos de idade. Ou seja, os professores saem da escola directos para o cemitério.

        • Maria Santos on 7 de Junho de 2017 at 9:39
        • Responder

        Limite de tempo já nas dispensas sindicais! Há aqui sindicalistas que estão dispensados no Sindicato há vinte e trinta anos! Até há um que é construtor civil. Meteu-se no Sindicato para ter mais tempo livre para poder construir e vender prédios. Ou então, o tempo do Sindicato, para além de 4 anos, não conta para a reforma. Quem tem coragem de defender isso?

      • Maria Santos on 7 de Junho de 2017 at 9:32
      • Responder

      O grande problema – o busílis da questão – é achar-se que um professor, educador(a) de infância da educação pré-escolar, 1.º , 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e ensino secundário podem trabalhar em plenas faculdades até aos 66 anos e 3 meses. Ou há uma substancial exceção para os professores…ou isto passa a uma classe só de velhos, não há renovação de gerações na profissão…e a única coisa, de facto, a fazer, é uma greve por tempo indeterminado – um dia é folclore…por tempo indeterminado até o governo ceder numa posição intermédia…não cede…nem que se vá para as sopas do Sidónio.

    • António on 6 de Junho de 2017 at 21:43
    • Responder

    AS CAUSAS QUE NOS UNEM:

    – O descongelamento das carreiras docentes em janeiro de 2018;

    – A garantia de abertura de novos processos de vinculação extraordinária em 2018 e 2019, para além da resolução dos problemas que se mantêm, relacionados com os docentes de ensino artístico especializado e a abertura de vagas para este ano;

    – A negociação do despacho de Organização do Ano Letivo 2017/2018, com a definição clara dos conteúdos das componentes letiva e não letiva e a consideração, na componente letiva, dos intervalos do 1.º Ciclo;

    – A aprovação de um «regime especial de aposentação» e/ou a aprovação de medidas concretas que garantam o “reajustamento funcional” da atividade desenvolvida pelos professores com mais tempo de serviço;

    – A abertura de processos negociais específicos em torno de matérias como a gestão das escolas e o processo de descentralização / municipalização que o governo pretende levar por diante.

    • Do Contra on 6 de Junho de 2017 at 21:49
    • Responder

    Chiça, a esquerda caviar veio toda para aqui vomitar reivindicações…
    Que poeirada!

  2. Os colegas devem ter presente que se não formos nós a lutar pelos interesses da nossa classe profissional, não será mais ninguém a fazer isso por nós.

    Os professores tem sido sistematicamente espezinhados pelo poder politico e isso irá continuar. NÃO SE ILUDAM.

    Ou lutamos ou veremos o nosso estatuto cada vez mais degradado.

    Temos 2 GREVES marcadas – Dia 14 DE JUNHO e Dia 21 DE JUNHO

    Até deviam ser mais dias. Devia ser marcada uma GREVE por tempo INDETERMINADO até se obterem RESPOSTAS.

    Ou nos UNIMOS e LUTAMOS ou teremos uma CARREIRA DOCENTE cada vez mais DEGRADADA.

    1. Eu Faço as duas GREVES.

      Chegou a Hora de FAZER OUVIR A NOSSA VOZ.

      http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_10980/Destaque/_cartaz-greve-21-junho.JPG/cartaz-greve-21-junho_230.jpg

    • Steve on 6 de Junho de 2017 at 22:03
    • Responder

    Greve

    Não nos podemos demitir de lutar pela dignificação do Nosso Estatuto.

    Ninguém o fará por nós.

    Seja dia 14 e dia 21 de Junho. Isto só lá vai com posições de força.

  3. Ouvi agora na SIC que o Ministro não se comprometeu com o Descongelamento de Carreiras.

    Só pode estar a brincar!

    Eu ando desde 2004 congelado e este FDP diz que não se compromete,

    1. colega! nem descongelamento de carreira, nem aumentos salariaIs…NADA….. MAS NADA MESMO

      apenas CONVERSA DA TRETA

      como dizia o outro COM PAPAS E BOLOS SE ENGANAM OS TOLOS

  4. “A capacidade negocial/reivindicativa dos professores é zero. E é zero por muitas razões, mas a principal reside no encolhimento, no medo, no mais absoluto dos conformismos, na facilidade com que abdicamos de todos os nossos baluartes, de todos os nossos estandartes, para obedecer, para fazermos os que nos mandam… É por isso que os políticos impõem, não aceitam dialogar ou vão para a mesa das negociações com uma mão cheia de intransigências. Se o povo é sereno…” Luis Costa, no blog Eramá

      • Noemia on 6 de Junho de 2017 at 22:39
      • Responder

      A capacidade negocial dos professores só depende deles próprios.

      Os Sindicatos tem a força que os Professores lhes derem. Apenas isto.

      Se existir união e mobilização os Sindicatos tem toda a força do mundo.

      Só os Professores no seu conjunto podem fazer a diferença. Uma coisa é certa, se não forem unidos podem estar certos que o seu estatuto estará cada vez reduzido à mediocridade.

    • anonimo on 6 de Junho de 2017 at 22:37
    • Responder

    Então agora é que os Srs professores descobriram que não estão satisfeitos com as condições de trabalho? Que eu saiba as condições são as mesmas há anos e ninguém se queixava.
    O que vale é que muitos professores têm boa memória e sabem o que penaram nos últimos anos. Sobretudo os contratados.

      • Noemia on 6 de Junho de 2017 at 22:48
      • Responder

      se os professores no seu conjunto não lutarem por um estatuto digno, mais tarde não se podem queixar.

      Vir para blogues carpir mágoas de nada serve. É importante lutar para se ter um estatuto e uma carreira digna á semelhança do que fazem os Médicos, os Enfermeiros, os Magistrados do Ministério Público…….

    • Exemplo Prático on 6 de Junho de 2017 at 23:46
    • Responder

    Anabela Magalhães – Um Caso Prático

    Professora na Escola Pública desde os 24 anos, sem interrupções. Contratada quase até aos 40 anos. Vinculada a um agrupamento quase aos 50 e já com 55 anos de idade.
    A que eu não nomeio neste blogue “reorganizou” a carreira dos professores e deu nisto: há mais dez anos atrás estava eu no 7.º escalão, quase a passar para o 8.º, numa carreira de dez escalões. Hoje, mais de dez anos passados, estou no 4.º escalão, numa carreira de dez escalões… o que quer dizer que sairei reformada aí a meio da carreira! Mas o que é isto?!
    E para quê?! Para alimentar uma corrupção desatada, sem fim à vista?
    Por isso, chega! Basta!
    Chegou o tempo de dar aos nossos governantes agora da geringonça um enérgico não!
    Há mais gente por aí assim completamente lixada?

    http://anabelapmatias.blogspot.pt/2017/06/anabela-magalhaes-um-caso-pratico.html?spref=fb

      • Professor Contratado on 7 de Junho de 2017 at 0:02
      • Responder

      Infelizmente exemplos destes são aos milhares.

      Isto é simplesmente miserável. É brincar com a vida profissional dos professores.

    • Agnelo Figueiredo on 7 de Junho de 2017 at 2:29
    • Responder

    Estou banzado! Uma greve conjunta da FNE e da FENPROF!
    Então… mas ainda lá está o Nuno Crato ?

      • Do Contra on 7 de Junho de 2017 at 13:03
      • Responder

      Um vintém é um vintém…

  5. colocaram o estatuto da carreira docente pelas horas da amargura, trataram e continuam a tratar mal os docentes….temos um salário inferior ao de muitos electricistas, canalizadores, carpinteiros… (com todo o respeito por estas profissões) ….

    Enfim….chega de achincalhamento……

    Os professores tem que se unir e pôr cobro ao que se tem passado e CONTINUA A PASSAR.

    Tiago Brandão Rodrigues é um BLUFF…

    1. faço a greve de dia 14 e a de dia 21 de Junho com todo o gosto

      http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_10980/Destaque/_cartaz-greve-21-junho.JPG/cartaz-greve-21-junho_230.jpg

      1. Estou farta de ver mais de UMA DÉCADA PERDIDA na VIDA PROFISSIONAL.

        Tanto sacrifício para NADA

        Milhares de Quilómetros percorridos, milhares de litros de combustível queimado, milhares de horas no transito, milhares de horas a correr de casa para a escola e da escola para casa…..tudo isto, para quê?

        para quê????????????????????

          • Zita on 7 de Junho de 2017 at 12:16

          Qual é a recompensa do esforço?

          Qual é a recompensa da dedicação?

          Qual é a recompensa? Qual é o estimulo para continuar? Qual é o reconhecimento?

          Expliquem-me.

    • Célia on 7 de Junho de 2017 at 14:44
    • Responder

    Só unidos conseguiremos lutar contra mais esta afronta do Ministério. A dignificação da nossa condição enquanto docentes passa pela dignificação das condições de trabalho e por uma melhoria do nosso estatuto.

    Ontem o ministro não se mostrou disponível para negociar nada.

    Eu farei greve dia 14 e dia 21 de junho se até lá não existir uma demonstração clara de negociação por parte do ministro.

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