Conselho de Escolas sobre a descentralização – Parecer

 

Por solicitação do Senhor Ministro da Educação, foi apreciado o projeto de decreto-lei que estabelecerá o novo “quadro de competências das autarquias locais e entidades intermunicipais, em matéria de educação”, no âmbito da Lei-quadro da descentralização.

Foi aprovado o Parecer n.º 02/2017, o qual foi já remetido ao Senhor Ministro da Educação.

 

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7 comentários

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    • José Ramos on 24 de Junho de 2017 at 19:50
    • Responder

    .
    Muito interessante verificar que o “parecer”, dessas figuras antidemocráticas dos “diretores”, espelha uma posição contrária à descentralização. A fundamentação desta posição – contrária à descentralização – resume-se a um conjunto de “balelas” para esconder a verdadeira razão que tem a ver com o enfraquecimento das atribuições que estão atribuídas a este bando de incompetentes e de pequenos ditadores – os “diretores”.

    O processo de descentralização vai colocar dois serviços fundamentais – saúde e educação – mais próximos das populações que servem. Faz todo o sentido.

    Tanto os “centros de saúde” como as “escolas” destinam-se a prestar um serviço público ás populações locais. As autarquias são governadas pelos eleitos locais e são eles que melhor conhecem as necessidades das populações que servem.

    A legitimidade democrática dos eleitos autárquicos é muito superior à dos “diretores” dos agrupamentos escolares.

    Sou favorável ao processo de descentralização. Só peca por tardio.
    .

      • Alexandre on 24 de Junho de 2017 at 20:47
      • Responder

      propaganda PS.

        • José Ramos on 24 de Junho de 2017 at 22:30
        • Responder

        Olhe que não!…..olhe que não…..

        Explique-me (talvez por desenhos) qual a legitimidade democrática de eleição de um qualquer “diretor” de agrupamento escolar.

        Eu respondo: – Nenhuma. Existe é um conjunto de cambalachos que os colocam lá.

          • Alexandre on 24 de Junho de 2017 at 23:14

          Também preferiria uma eleição direta, cumprindo o principio democrático 1 pessoa = 1 voto, independentemente da sua condição, tal como são eleitos os autarcas e deputados. Mas convirá que numa escola/agrupamento é complicado por centenas de professores e funcionários e milhares de encarregados de educação a votar. O modelo atual de eleição, podendo ser melhorado (é semelhante ao usado no ensino superior), não é o principal problema das escolas.

          • José Ramos on 24 de Junho de 2017 at 23:42

          No fundo, deu-me razão.

          Os autarcas deste país são eleitos democraticamente e são os legítimos representantes das populações locais. Os serviços de saúde e de educação devem ser de proximidade e ninguém melhor colocado do que um Presidente de Camara para definir a rede e tutelar esses mesmos serviços.

      • António Fagundes on 25 de Junho de 2017 at 12:48
      • Responder

      Caro amigo josé “chuchalista” ramos.
      Tem toda a razão no que diz e eu até digo mais: estão todos a medo. A necessidade de aproximarmos o serviço de educação é fundamental e por mim até os professores eram descentralizados. Então vai tudo para as autarquias e os professores ficam de fora? Ninguém percebe esta borrada.

        • José Ramos on 25 de Junho de 2017 at 14:51
        • Responder

        Esta é apenas a primeira fase de um processo de descentralização. Depois, logo veremos.

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