“Chegaram uns mails”…

 

Parece que andam a “cair” uns mails do IAVE na “caixa dos mails”…

O que eu não sabia, não fui informado em tempo útil, era que para ser professor tinha que se ter uma conta de mail.

Será que também tenho que ter internet “super rápida”?

Isto não muda… Continua-se a presumir e a abusar da boa vontade…

 

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14 comentários

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    • Zé Augusto on 4 de Junho de 2017 at 10:14
    • Responder

    Mas nos dias de correm, quem é o prof. que não tem conta de mail?! E internet? Ter isto no séc XXI é quase como ter eletricidade. É uma necessidade básica. Bem diz o outro: profs do escolas do XIX, profs do séc. XX alunos do séc. XXI.
    Não exagerem na crítica.

      • SapinhoVerde on 4 de Junho de 2017 at 14:51
      • Responder

      Alunos do sec XXI? sim em especial no que toca a jogos … do resto quando é para procurar informação … a internet não serve. Escolas do SEC XIX, de acordo!

  1. E não é que também é preciso saber ler e escrever…

    Ainda por cima, vejam lá, abusam ao ponto de ser necessário ter que saber fazer contas de somar, médias e cálculos com percentagens.

    Que abuso, não me ensinaram nada de isso no Piaget.

    • Herberto Galiano on 4 de Junho de 2017 at 13:20
    • Responder

    Só peixe morto vai a favor da correnteza’

    • Carlos Manuel on 4 de Junho de 2017 at 18:46
    • Responder

    Num país mais avançado: http://pt.euronews.com/2017/01/02/franca-introduz-direito-de-ignorar-emails-fora-do-trabalho

    • Carlos on 4 de Junho de 2017 at 19:04
    • Responder

    Esperando que, PELA TERCEIRA VEZ O CENSOR DE SERVIÇO DO BLOG, NÃO APAGUE A MINHA PARTICIPAÇÃO, VOLTO A PERGUNTAR:
    Até que ponto é legal um Professor contratado, com um micro-horário, cuja entidade patronal é uma Escola ou agrupamento de Escolas, seja obrigado a trabalhar obrigado e de graça para uma organização como o IAVE que não é a sua entidade patronal, para a qual, essa sim, tem um micro-vinculo laboral?…

    • Pedro on 4 de Junho de 2017 at 22:20
    • Responder

    Não é obrigatório ter conta de email, mas devia ser…

    • Anónimo on 4 de Junho de 2017 at 23:11
    • Responder

    Vamos lá ver: quem é que não usa a conta de email diariamente, já que mais não seja para aceder aos manuais virtuais ou a aplicações como o Plickers ou o Socrartive. E porque não usá-la para aceder ao Moodle do IAVE, plataforma através da qual se vai desenrolar o processo de supervisão da classificação das provas que se avizinha. Ou será que também acha que não nosso dever profissional classificar provas, mesmo que delas se discorde?
    são estas e outras que denigrem ainda mais a nossa imagem perante a sociedade…

      • Carlos on 4 de Junho de 2017 at 23:26
      • Responder

      Pois, há é alguns problemas legais graves, apesar de não parecerem, quanto à subcontratação de Professores contratados, quando o seu contrato é com uma Escola ou com um Agrupamento de Escolas, para corrigir tais provas. Este problema nunca antes tinha surgido, pois como não é legal, nunca se tinha chamado Professores contratados a corrigir provas a nível nacional, numa entidade que é um Instituto e não a sua entidade patronal momentânea. Recordo que o IAVE é um Instituto. Se não havia nas Escolas Professores de Quadro, logo com o vinculo legalmente necessário, não se começava este processo de provas de Aferição contando com mão de obra ilegal, pois são Professores contratados juridicamente alocados a uma Escola ou Agrupamento de Escolas. Mais grave, muitos deles têm micro-horários, não tendo nem componente, nem remuneração por este trabalho para esse Instituto. Não estará aqui uma situação de trabalho forçado e mesmo de escravatura. Alguém que me prove que estou errado. Assim volto a colocar a questão:

      “té que ponto é legal um Professor contratado, com um micro-horário, cuja entidade patronal é uma Escola ou agrupamento de Escolas, seja obrigado a trabalhar obrigado e de graça para uma organização como o IAVE que não é a sua entidade patronal, para a qual, essa sim, tem um micro-vinculo laboral?…”

        • Carlos on 4 de Junho de 2017 at 23:30
        • Responder

        Tantos senhores e senhoras sindicalistas que frequentam este Blog e nenhum ou nenhuma saberá do que estou a falar? O silêncio sindical neste momento é verdadeiramente ensurdecedor…

          • Carlos on 4 de Junho de 2017 at 23:53

          Ai se fosse a PAF…
          Será que a horas do verdadeiro arranque das Provas de Aferição ninguém se lembrou de algo tão óbvio a nível laboral? Ou será que era um deitar o barro à parede a ver se pegava?…

        • Anónimo on 5 de Junho de 2017 at 0:00
        • Responder

        Fui contratado durante vários anos e SEMPRE corrigi provas nacionais. Aliás, na altura havia 2 chamadas na 1.ª fase e outra na 2.ª fase (em Setembro) e eu sempre – mas mesmo sempre – fui convocado para classificar provas (nunca menos de 40 de cada vez).
        Não consigo perceber bem o seu texto nem a sua argumentação, pelo que não me vou alongar. Mas se tiver razão fique descansado que eu não me importo de as classificar por si. Aliás, é um trabalho de que gosto e, sinceramente, prefiro-o mil vezes a ter que fazer inventários ou relatórios estéreis só porque sim…

          • Carlos on 5 de Junho de 2017 at 0:40

          O “colega” falha em alguns pormenores importantes na sua tentativa de argumentação, vejamos alguns:

          – Como é possível como Professor contratado ter corrigido provas nacionais em setembro se o seu vinculo profissional terminava, enquanto contratado, em 31 de agosto? Como não tendo vinculo laboral em setembro ia corrigir exames nacionai?
          – Como sabe, pela natureza do vinculo laboral, os Professores contratados sempre trabalharam apenas em provas de carácter local, nomedamente Exames Finais, Provas de Equivalência à Frequência, Módulos… incluindo os Juris de elaboração e de correção destas. A nível nacional apenas procediam à sua vigilância;
          – A máquina do Ministério, em termos de Exames era uma Secretaria do próprio Ministério da Educação e o vinculo laboral do Professor contratado era com o ´próprio Ministério da Educação e o seu vinculo laboral era de Agente do Estado, assim, até era possível tentar esse alçapão para colocar Professores contratados a corrigir Provas de carácter Nacional. No entanto, como mesmo assim havia sempre o risco de ilegalidade, que se saiba nenhum Ministério da Educação o tentou;
          – No presente momento os Exames de carácter Nacional, como as Provas de Aferição não são de uma Secretaria de Estado, mas sim de uma entidade que é um Instituto ( Instituto de Avaliação Educativa, IAVE, I.P.) e o vinculo laboral do Professor contratado já não é com o Ministério da Educação, como Agente do Estado, mas agora o vinculo laboral é com uma Escola ou um Agrupamento de Escolas e o contrato é Individual de trabalho e a termo… logo não é legal o que se pretende. Mais na maioria dos casos são Professores com micro.horários e não são sequer remunerados pelo seu possível trabalho para outra entidade com a qual não celebrou contrato de trabalho, o IAVE NÂO é a sua entidade patronal, mas sim a Escola. É crime, principalmente no Estado o subalugar mão de obra!!

          PORTANTO O “COLEGA” NÃO TENTE TAPAR O SOL COM A PENEIRA, POIS ESTE BARRO NÃO PEGA.
          O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MAIS UMA VEZ COMETEU ALGO DO QUAL DIFICILMENTE SE VAI SAIR BEM. SE NÃO TINHA MÃO DE OBRA LEGAL E JURIDICAMENTE DISPONÍVEL NÃO SE METIA EM PROVAS DE AFERIÇÃO. TODOS NÓS SABEMOS QUE HÁ MUITO POUCOS PROFESSORES DE QUADRO E QUE ESSE NÃO SERIAM SUFICIENTES PARA CORRIGIREM ESSAS PROVAS DE AFERIÇÃO…
          PORQUE SERÁ QUE O CRATO NUNCA O FEZ? NÃO FOI APENAS POR UMA QUESTÃO POLITICA, FOI ACIMA DE TUDO POR ESTE PROBLEMA JURIDICO, O QUAL NÃO É NEM PEQUENO, NEM IRRELEVANTE…

          • Carlos on 5 de Junho de 2017 at 1:31

          ADENDA:
          Mesmo os Professores do Quadro, no seu antigamente, eram pagos por cada Prova de Exame Nacional corrigida, pois isso constituia um acréscimo de trabalho que de outra forma, mesmo apesar do seu vinculo laboral de efetivos, com o Ministério da Educação, não eram legalmente obrigados a fazerem…

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