Porque como Nuno Crato afirmou hoje na audição no parlamento, até foi generoso em retroagir as colocações de 12 de Setembro ao dia 1 de Setembro de 2013.
E é tão simples quebrar um ciclo de contratos anuais e sucessivos.
Basta que falta a verba orçamental generosidade num determinado momento.
Ministro da Educação quer vinculação “semi-automática” de professores contratados
Norma está a ser negociada com os sindicatos e poderá entrar em vigor no ano lectivo 2015/2016, seguindo-se aos processos de vinculação extraordinários
Os professores que estejam contratados há vários anos no ensino público e que voltem a ser chamados para trabalhar no início do ano lectivo 2015/2016 vão passar para os quadros do Ministério da Educação (MEC). A intenção foi reafirmada nesta terça-feira pelo ministro da Educação, Nuno Crato, durante uma audição no Parlamento. A medida está a ser negociada com os sindicatos e será tomada depois dos recentes processos de vinculação extraordinários.




6 comentários
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Isso não passa de um tapa olhos! Mas o Sr. Ministro quer enganar quem!
Entāo quer dizer que ainda vamos ter que esperar até 2015-2016 para podermos efetivar, mesmo que neste momento já tenhamos cumprido uma serie interminável de contratos anuais e sucessivos, bonito! Sendo assim basta que o ministerio da educação se lembre de inventar alguma tramoia nos próximos anos para nos obrigar a interromper propositadamente a sucessão dos nossos contratos e voltamos à estaca ZERO!
Para variar, continuaremos a navegar ao sabor da sorte…
E também da boa vontade do Sr. Ministro…
O que é importante é a alteração das prioridades aquando do concurso/mobilidade interna. Como é possível manter os professores do quadro de zona pedagógica à frente dos professores do quadro que pretendam destacamento? Os professores do quadro de zona, sendo a maioria com menos graduação e por serem considerados DACL, são colocados mais perto de casa do que os professores do quadro que estão efetivos longe. NÃO PODE CONTINUAR ASSIM. Espero que os sindicatos sejam sensíveis a esta questão.
Quando há interesses a defender, esquece-se a graduação e inventa-se umas prioridades. Talvez algum sindicalista devesse uma prenda a uma afilhada qzp…
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