Sobre os Números de Ontem

Fica aqui notícia publicada no Diário Económico de hoje.

 

DE quatro colocações

Diário Económico (17-03-2014)

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24 comentários

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    • Maria José on 17 de Março de 2014 at 13:40
    • Responder

    Concordo em pleno com uma maior estabilidade dos docentes contratados. Mas, e os docentes com quase 30 anos de serviço que por força das circunstâncias, foram obrigados a concorrer e se efectivaram a vários Km de casa, e a quem tiraram o destacamento por aproximação à residência, que andam agora a fazer muitos hm diariamente,com a lancheira às costas, a sair de noite e a entrar de noite em casa. Quando já mereciam alguma estabilidade junto da família, porque já passaram por isto à vinte e muitos anos? Destes ninguém fala!. Estão colegas colocados com meia dúzia de anos de serviço, nos lugares em que podiam estar os efetivos! Os colegas não são culpados! Mas este governo, acha que como já têm uma escola, seu caso está arrumado! Já nem contam! Depois de darem uma “vida inteira de dedicação plena à escola”! Sinto-me triste e injustiçada! Só não estou na minha terra, porque sou efetiva! Infelizmente tenho anos a mais de serviço!!! Já não conta ter mais tempo de serviço, de nada conta ser avaliada e ter sempre uma avaliação de Excelente! É uma pena!Mas é com o que contamos!Não será por certo desta forma que os nossos governantes querem que haja sucesso educativo!!!!!
    BOA SORTE A TODOS OS COLEGAS PARA OS PRÓXIMOS CONCURSOS!!!

      • manuela on 17 de Março de 2014 at 16:14
      • Responder

      Tem razão…está tudo errado…e seria tão simples remediar a situação: uma única lista de graduação….sem prioridades.

        • Maria on 17 de Março de 2014 at 20:29
        • Responder

        Para que é que se anda a estragar o que tem funcionado sempre bem? Com uma unica lista de graduação e colocação de acordo com essa lista, não daria lugar a polémicas! Assim vão ficar de fora colegas com 20 anos de tempo de serviço que tiveram o azar de ter um ano incompleto nos últimos 4 anos ou que mudaram de grupo!…

    • carama on 17 de Março de 2014 at 13:43
    • Responder

    Andam para aqui a postar sempre as mesmas informações só que de forma diferente! Dão relevo a hipotéticas formas de vincular manhosas e injustas!
    Já que a maior fatia é de professores com 12 anos de serviço, aproveitavam esses dados e faziam a vinculação smi-automáticamente a quem tem mais de doze anos de serviço ou mais. Certamente não resolvia o problema, mas seriam evitadas injustiças.

    • Prof on 17 de Março de 2014 at 13:55
    • Responder

    Parabéns ao bloguer por este artigo, mas também devia publicar o artigo que vem hoje no Público online sobre a posição dos sindicatos para as negociações que estão a decorrer hoje. Fica a sugestão…

  1. Certo!
    Mas para quem tem 14 anos de serviço, sempre com horário completo e este ano ficou apenas com 15 horas (anual) é injusto ou não? Sinto que andei a servir este país e agora só porque tive o azar fico de fora! De salientar que concorro a dois grupos e no outro teria ficado com horário completo e anual. Ou seja tinha fiz a escolha errada. A nível profissional sinto que estou permanentemente a jogar e neste caso sempre a perder!

      • manuela on 17 de Março de 2014 at 16:12
      • Responder

      O propósito é mesmo esse…foi a forma que encontraram de vincular uma minoria.

    • Safira on 17 de Março de 2014 at 15:46
    • Responder

    Ao concretizar-se esta notícias irá praticar-se a maior injustiça que alguma vez foi permitida no mundo da educação.

    • manuela on 17 de Março de 2014 at 16:09
    • Responder

    Pois…continua a brincadeira. ..não seria este o momento de iniciarmos greves que realmente façam toda a diferença?? Digo eu…não sei. Já nada sei desta profissão que escolhi ter por vocação, deste país onde escolhi viver. Pronto, ok…a culpa é minha por ter iniciado o meu percurso profissional há 20 anos atrás e tê-lo feito neste país de vendidos, oportunistas e apáticos. ( recordo que tenho à vontade 18 anos de serviço completos mas tive o azar de ficar num incompleto de 19 horas este ano…nesta situação estão centenas de colegas meus…o que se passa com os sindicatos? Está tudo parado e os concursos não deverão tardar…digo eu, não sei, sou uma simples professora…por enquanto ).

      • Maria on 17 de Março de 2014 at 20:35
      • Responder

      Será a maior injustiça que alguma vez foi permitida nos concursos e já há 23 anos que concorro!…

    • fdoc on 17 de Março de 2014 at 16:20
    • Responder

    Cara colega, maior injustiça é vincular no extraordinario professores com apenas um par de anos de serviço no publico. Não acha?

      • fdoc on 17 de Março de 2014 at 16:22
      • Responder

      Era “resposta” à Safira

      • manuela on 17 de Março de 2014 at 20:07
      • Responder

      Claro que sim…é tudo tão injusto
      e tão ridículo que ainda não acredito que isto vá para a frente…mas se bem entendi neste extraordinário segue-se a lista de graduação.

    • anita on 17 de Março de 2014 at 16:45
    • Responder

    É muito injusto entrar para o quadro colegas que conseguiram, muitos deles, por cunhas, ter quatro contratos sucessivos renovados e muitos outros como eu, com mais de dez anos de serviço, ficarem excluídos. Se soubesse o que sei hoje, só tinha concorrido a contratos anuais, com possibilidade de renovação.

      • Correia on 17 de Março de 2014 at 17:38
      • Responder

      Enfim, Anita! Isto está cada vez mais injusto…

        • Correia on 17 de Março de 2014 at 17:44
        • Responder

        Ainda mais quando a maioria das pessoas que conseguiram esses 4 contratos se deveu a renovações, enquanto colegas mais bem graduados não tiveram essa sorte e acabaram por não ficar colocados num horário completo anual ou não conseguiram ficar logo na primeira colocação. Tenho uma amiga do grupo 300 que tem 7 anos completos de PALOPs + 5 anos completos cá (tudo contratos anuais e sucessivos) e que este ano teve a infelicidade de ficar num horário de 20h, anual, a 12 de setembro. Onde está a justiça disto?!

    • Ana Cláudia Cardoso on 17 de Março de 2014 at 20:11
    • Responder

    Eu tenho quase 17 anos de serviço no mesmo grupo de recrutamento (410), 16 contratos seguidos, será que vou vincular?

    • Eu e TU on 17 de Março de 2014 at 21:26
    • Responder

    Contratações por candidaturas presenciais nas escolas? ehehehe

    Retrocesso civilizacional à vista?

    • Patrícia Nunes on 17 de Março de 2014 at 23:04
    • Responder

    Arlindo, eu tenho 12 anos no grupo 220 (completos e sucessivos), mas o ano passado fiquei colocada no 910 e este ano também. Não posso concorrer ao concurso extraordinário?

    • maria on 17 de Março de 2014 at 23:51
    • Responder

    Retirar a obrigatoriedade de concorrer a dois QZP – penso ser uma excelente ideia. A queda do critério 50% de entrevista também penso ser um bom critério.
    não fazia sentido concorrer ao Alentejo e ao Algarve, assim como não faz sentido 50% de entrevista é mt subjetiva e os nossos maus diretores utilizavam-na para meter os amigos.

    • Alberto Miranda on 18 de Março de 2014 at 14:01
    • Responder

    E há o caso dos professores do grupo 240 que deixaram de ter horário com o fim do par pedagógico na antiga disciplina de Educação Visual e Tecnológica do 2ºCiclo…

    • D. Maria II on 18 de Março de 2014 at 16:13
    • Responder

    A contabilização que eu gostava de ver feita era a dos professores contratados que não cumprem este critério, mas que têm o mesmo, ou até mais tempo de serviço!
    Acho uma piada a este critério da renovação…só nos últimos anos surgiu esta possibilidade algumas vezes utilizada de forma duvidosa. Durante muitos, muitos anos, tudo girou em torno do tempo de serviço que agora quase NÃO SERVE PARA NADA.
    Todos aqueles que andaram anos a pensar que estavam a investir no futuro ao aceitar horários incompletos, muitas vezes quase pagavam para trabalhar, agora ficam para trás, a todos eles, onde me incluo deixo um conselho: NÃO ACEITEM MAIS HORÁRIOS INCOMPLETOS, se não conseguirem colocação mudem de profissão…queria ver como é que o ME descalçava esta bota! Em parte a culpa é nossa porque durante anos aceitamos estas migalhas…só tenho pena é que a maioria não tenha coragem para o fazer, mas…ainda sonho com o dia em que o ME vai querer professores e não vai ter.
    Já agora, não vejo ninguém, além dos visados, colocar esta questão, nem sindicatos, associações, ou administradores de blogs etc…enfim o conceito de justiça anda pelas ruas da amargura neste retângulo!

      • revoltado on 19 de Março de 2014 at 0:32
      • Responder

      Estou do teu lado, D. Maria II. Estou há mais de dez anos licenciada e por aceitar horários incompletos ao longo desses anos (tapar buracos em duas ou três escolas ao mesmo tempo e a fazer 1000 km por semana a troco de umas migalhas de ordenado) apenas reúno 5 anos efetivos de serviço e ainda por cima não posso concorrer para efetivar. É triste trabalhar num país corrupto onde todas as instituições públicas praticam a cunha e as escolas não são exceção. Muitos professores com menos tempo que eu conseguiram entrar em oferta de escola há 4 anos e foram vendo os seus contratos renovados quando colegas que tinham mais graduação ficaram de fora. Muitos outros colegas acumularam algum tempo no privado para onde entraram porque não tinham nota para entrar no público e agora tomam o lugar daqueles que ao longo dos últimos anos suaram a lecionar de escola em escola como escravos.
      Desculpem se magoei alguém mas isto é o que sinto quando vejo cada vez mais a hipótese de separação da minha família (ir trabalhar para o estrangeiro) porque tenho filhos para criar. Agora que devia ter alguma estabilidade vejo-me confrontado com dificuldades que nunca imaginei vir a ter.

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