Crónica de Santana Castilho

No jornal Público de hoje.

 

 

Santana Castilho

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17 comentários

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    • Joprge Costa on 12 de Março de 2014 at 11:31
    • Responder

    Pois é Arlindo, lê isto com muita atenção e vais ver que este discurso coincide com o que venho a dizer sobre concursos à medida dos professores do quadro, com todas as injustiças de priorização em relação aos professores contratados de longa duração. Reflete sobre isto e pensa bem se o que defendes é mesmo justo.

    1. Jorge, eu já reconheci que pode haver situações menos justas e estão quase todas identificadas na crónica de Santana Castilho.

    • tecas on 12 de Março de 2014 at 13:34
    • Responder

    Santana Castilho está perfeitamente inteirado das injustiças que os contratados de longa duração têm sido alvo desde 2001.
    De facto constato que, com amigos destes (sindicatos e afins) quem precisa de inimigos?!
    Afinal quando começa o concurso? Isto está a arrastar-se…
    Obrigada Santana Castilho!
    Obrigada Jorge Costa!

    1. A lei que se aplica desde 2001 aos contratos, aplicava-se também aos quadros que nessa altura eram contratos. Ou seja, é ridiculo afirmar que docentes com 3 anos de contrato devem ser efetivos porque muitos dos quadros tiveram também 7, 8, 9, 10 anos de contrato, acontece que concorreram para vagas que muitos colegas rejeitaram. Agora imaginem que a vaga em que o colega contratado está se manteve 4 anos e a dos colegas que estão à sua frente fecharam, o colega menos graduado é também o que ultrapassa tosos os outros, não faz sentido. E se o colega der por exemplo 1º ciclo dois anos, 2º ciclo outro ano e Ens Esp noutro, sempre no mesmo agrupamento, outro colega que está na graduação abaixo está no mesmo agrupamento mas sempre no Ens Esp, qual dos dois deve ficar? Ambos trabalham à 4 anos, ambos estão no último ano no Ens Esp, mas a única vaga que esteve aberta 4 anos foi a do seu colega, é tramado.
      É por isso que há concurso interno e seguidamente externo, com a disponibilização das vagas reais.

  1. Justo seria verificar quais são os docentes que desde 1999 foram “ultrapassado” por docentes com menor graduação e a razão de os segundos terem conseguido “ultrapassar” com vinculação em lugar de quadro, a análise deve ser engraçada de se fazer, o rezultado na maior parte dos casos certamente será sempre a mesma, as opções tomadas. É triste ver que na força da vida muita gente tenha preferido ficar perto de casa e efetivar e que após 10 e 20 anos sem se importarem com este facto considerem que os que arriscaram devem largar o lugar de quadro e serem prejudicados. Muitos dos docentes de quadro deveriam ter beneficiado da norma comunitária, efetivaram em 2007 ou em 2012, vão ser indeminizados pela ultrapassagem? E os que sendo dos quadros estiveram a 500 e 600 kms de casa, ou mais, nos Açores por exemplo, vão ser prejudicados por terem aceite vagas que abriram longe das suas casas enquanto os colegas ficavam à sombra da bananeira? Isto é o mesmo que dizer a um trabalhador que tem que dar o seu bónus de trabalho de horas extra a outro que não trabalhou mais horas porque preferiu gastar o seu tempo em festas e cerveja.

    1. “A”, só demonstra com as suas observações CONTRA a situação dos CONTRATADOS que desconhece a REALIDADE destes seus colegas ou então tenta MASCARÁ-LA para defender os seus interesses!!!

      1. Sem argumentos?

          • Carla on 13 de Março de 2014 at 0:00

          Argumento único: EU PRÓPRIA, contratada há mais de uma década e meia EM ESCOLAS PUBLICAS DO NORTE AO SUL DO PAÍS, acumulando 14 anos de serviço, sendo que 9 são contratos sucessivos.

          SEMPRE concorri a todos os concursos de vinculação A NÍVEL NACIONAL e NUNCA CONSEGUI VAGA!

          Tirei o meu curso de 5 ANOS numa Universidade de Letras e fui nesse ano a 3ª MELHOR DO MEU CURSO em termos de classificação académica e profissional, MAS sem INFLAÇÃO DE NOTA!!

          SE ESTE NÃO FOR SUFICIENTE, POSSO ENUMERAR MAIS ALGUNS ARGUMENTOS: mudanças diversas nas regras dos concursos, alterações constantes em/ com determinados grupos de recrutamento, alterações curriculares com eliminação de determinadas disciplinas, notas finais de curso completamente inflacionadas, MUITAS com licenciaturas de 3 anos,docentes do privado a vincular no público, cursos por internet de 6 meses que conferem habilitação profissional para a docência, mudanças nas formas de contagem de tempo de serviço, número insuficiente de vagas nos concursos de vinculação face às reais necessidades das escolas públicas, etc, etc, etc

          • Carla on 13 de Março de 2014 at 0:35

          RESTA REFERIR MAIS UM ARGUMENTO ( ESTE BEM ATUAL):

          Através do tão desejado concurso interno, os professores do QUADRO pretenderem uma espécie de “VINCULAÇÃO AUTOMÁTICA” noutros grupos de recrutamentos DIFERENTES daquele em que já vincularam, PASSANDO ASSIM A PERNA A UNS BONS MILHARES de contratados com mais EXPERIÊNCIA e GRADUAÇÃO PROFISSIONAIS nesses grupos!!!

          • Nuno on 13 de Março de 2014 at 1:45

          Pois, pois!!

          Se os COLEGAS do QUADRO querem mudar para/vincular NOUTRO GRUPO DE RECRUTAMENTO é legitimo, MAS que o façam em CONCURSOS NACIONAIS DE VINCULAÇÃO!!!

          Caso os grupos a que sejam opositores não façam parte da sua formação inicial, o tempo de serviço para esse grupo deverá contar apenas 0,5 tal e qual como os contratados!!

          COMO É OBVIO!!!

      • sandra s. on 12 de Março de 2014 at 18:22
      • Responder

      Os professores efetivos que dão erros ortográficos é que deviam indemnizar o estado Há muito tempo e teríamos outros reSultados .

  2. Sem argumentos?

  3. A falta de argumentos empobresse a discussão, assim ficamos bloqueados na acusação simple, sem lugar a debate e confronto de ideias.
    Já agora, desde quando é que defender os interesses dos docentes de quadro é um crime? Dá vontade de dizer… BOLAS ( que eu sou educado).
    Defendo os interesses dos contratados quando me explicarem:
    – o que é uma indemnização por caducidade? Quem a recebeu pode concorrer este ano ao externo como se não tivesse interrompido contrato com o estado? Why?
    – se há uma lei que proíbe o estado de vincular seja quem for sem que primeiro essas vagas sejam disponibilizadas aos docentes de quadro, qual o motivo de não haver um concurso interno e um externo ainda este ano se as vagas para vinculação forem 2000 como prometido?
    – qual o motivo que levou docentes que estão em contrato a não concorrerem às vagas em que se encontram colegas seus, com graduação inferior e que lhes deu lugar no quadro?
    – já que vamos subverter a lei, a graduação (sim, porque vão entrar docentes, como já entraram no externo anterior, com graduação inferior à de docentes de quadro que pretendem mudar de grupo, alguns com 25 anos de serviço), podemos subverter as colocações e colocar docentes pela cor partidária, etc, etc?

      • Maria on 12 de Março de 2014 at 20:11
      • Responder

      Que erros ortográficos vergonhosos, minha nossa!

        • Angela on 12 de Março de 2014 at 20:44
        • Responder

        Antes redigir com erros do que amontoar palavras cujo conteúdo é “ZERO”! O que mais há por aí são pessoas “pequeninas”, que evitam escrever muito com receio que lhes apontem os “erros ortográficos”. Boa estratégia para camuflar tanta ignorância…. Quem não tem espírito crítico, usando de um discurso com argumentos, não deveria ter direito ao voto, por se tratar de uma “ovelhinha mansa“ , um “assassino” da DEMOCRACIA” – VIVA O 25 DE ABRIL!!!!!!!

      • Angela on 12 de Março de 2014 at 20:34
      • Responder

      Subscrevo o seu raciocínio! O problema dessa “gentinha mediocre e acéfala” é não ter tido a ousadia de lutar por um lugar no quadro, no tempo das “vacas gordas” limitando-se a brincar com as vagas na sua zona de conforto…

  4. Espírito crítico???? Criticar, ofender colegas de profissão ( COM OS MESMOS DEVERES E OBRIGAÇÕES QUE VOCÊS) como se eles tivessem culpa de os “colegas do quadro” estarem longe das suas residências. Com este tipo de argumentos, quem se revela AFINAL DE CONTAS “gentinha medíocre e acéfala”??? Que tipo de debate ou espírito crítico que se referem?? Este? Troca de insultos? É isso que querem? NÃO, OBRIGADA!

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