Enfim… quando o próprio ministro tinha afirmado que seria uma medida para aplicar o mais rápido possível (com dotação orçamental alocada especificamente para o efeito) é triste que nem isso garantam que se concretize, desde já!
No fundo, o que sempre achei: estamos entregues a profissionais políticos que fingem ter algum interesse ou conhecimento da situação dos professores contratados.
A “3.ª PRIORIDADE” da versão final da vinculação extraordinária é sem dúvidas o primeiro facto forte destas negociações, e irá por muitos contratados do LITORAL NORTE e do LITORAL SUL entre a “espada e a parede”.
Interessará a um contratado da cidade do Porto ou da cidade de Lisboa efetivar num QZP de Tras-os-montes, Beiras, Alentejo ou Algarve, quando será impossível aproximar na mobilidade interna pela 3.ª prioridade…?
Segundo facto forte das negociações, que muitos aguardam com ansiedade, tem a ver com a ordem das prioridades da mobilidade interna entre QE/QA e QZP.
Se parece certo que o MEC não repetirá a extraordinária vantagem dada aos QZP em 2013, que atirou tantos QE/QA para colocações a dezenas ou centenas de quilómetros de casa, a dúvida estará na solução. Ou uma proridade comum, que parece ser esta a solução, ou uma vantagem mais lógica dada aos QE/QA, como acontecia antigamente.
E que tal o MEC pagar de acordo com o tempo de serviço tal como acontece no privado? e tal como o tribunal de Coimbra já veio decretar em provimento da ação ali interposta. Esperemos que os sindicatos não se deixem ficar pelo bombom.
Índice 167? Isto é alguma vitória???? Sabem que com os cortes actuais estamos a receber menos do que os que estão no 151? Palhaçada!!!!
…”ou uma vantagem mais lógica dada aos QE/QA, como acontecia antigamente.” João G., sabe que os QZP têm a mesma categoria que os QE/QA, apenas não têm escola afecta? Porque deveriam ter vantagem? Sinceramente…..
De facto já estou cansada de ouvir e ler os comentário dos colegas QE/QA. Parece que temem que os contratados lhes façam sombrae roubem as vagas. Afinal se entraram em QA é porque concorreram e sabiam bem as consequências de ficarem longe!Assumam os vossos actos! Se não quisessem que ficassem em qzp sem correr esses riscos. Estou a ver que este concurso extra vem criar mais uma vez docotomia entre efetivos e contratados!
Não deve ter lido assim tanta coisa. Caso contrário saberia que se alguns colegas entraram em QAs longínquos é porque foram obrigados a concorrer para lá. Não foi vontade própria. Qualquer pessoa que não tenha nascido ontem sabe disso.
E após andar por aí a conhecer terras e mais terras, com 10 anos de serviço prestado e a trabalhar há 15, cá estou eu aproximadamente na mesma situação em que estava quando acabei a licenciatura, há 15 anos atrás: as pessoas que estão a ser colocadas têm mais dez pontos de graduação do que eu!
7 comentários
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Enfim… quando o próprio ministro tinha afirmado que seria uma medida para aplicar o mais rápido possível (com dotação orçamental alocada especificamente para o efeito) é triste que nem isso garantam que se concretize, desde já!
No fundo, o que sempre achei: estamos entregues a profissionais políticos que fingem ter algum interesse ou conhecimento da situação dos professores contratados.
A “3.ª PRIORIDADE” da versão final da vinculação extraordinária é sem dúvidas o primeiro facto forte destas negociações, e irá por muitos contratados do LITORAL NORTE e do LITORAL SUL entre a “espada e a parede”.
Interessará a um contratado da cidade do Porto ou da cidade de Lisboa efetivar num QZP de Tras-os-montes, Beiras, Alentejo ou Algarve, quando será impossível aproximar na mobilidade interna pela 3.ª prioridade…?
Segundo facto forte das negociações, que muitos aguardam com ansiedade, tem a ver com a ordem das prioridades da mobilidade interna entre QE/QA e QZP.
Se parece certo que o MEC não repetirá a extraordinária vantagem dada aos QZP em 2013, que atirou tantos QE/QA para colocações a dezenas ou centenas de quilómetros de casa, a dúvida estará na solução. Ou uma proridade comum, que parece ser esta a solução, ou uma vantagem mais lógica dada aos QE/QA, como acontecia antigamente.
E que tal o MEC pagar de acordo com o tempo de serviço tal como acontece no privado? e tal como o tribunal de Coimbra já veio decretar em provimento da ação ali interposta. Esperemos que os sindicatos não se deixem ficar pelo bombom.
Índice 167? Isto é alguma vitória???? Sabem que com os cortes actuais estamos a receber menos do que os que estão no 151? Palhaçada!!!!
…”ou uma vantagem mais lógica dada aos QE/QA, como acontecia antigamente.” João G., sabe que os QZP têm a mesma categoria que os QE/QA, apenas não têm escola afecta? Porque deveriam ter vantagem? Sinceramente…..
De facto já estou cansada de ouvir e ler os comentário dos colegas QE/QA. Parece que temem que os contratados lhes façam sombrae roubem as vagas. Afinal se entraram em QA é porque concorreram e sabiam bem as consequências de ficarem longe!Assumam os vossos actos! Se não quisessem que ficassem em qzp sem correr esses riscos. Estou a ver que este concurso extra vem criar mais uma vez docotomia entre efetivos e contratados!
Não deve ter lido assim tanta coisa. Caso contrário saberia que se alguns colegas entraram em QAs longínquos é porque foram obrigados a concorrer para lá. Não foi vontade própria. Qualquer pessoa que não tenha nascido ontem sabe disso.
E após andar por aí a conhecer terras e mais terras, com 10 anos de serviço prestado e a trabalhar há 15, cá estou eu aproximadamente na mesma situação em que estava quando acabei a licenciatura, há 15 anos atrás: as pessoas que estão a ser colocadas têm mais dez pontos de graduação do que eu!