Já Tinha Alertado

… que as alterações ao cálculo da graduação profissional para a Educação Especial ia levar à inflação das notas dos cursos de especialização.

Está a acontecer.

 

 

Não sei se é do seu conhecimento, mas há entidades certificadoras que estão a emitir, neste momento, certificados de especialização em EE com avaliações de 20 valores. Todos sabemos porquê.  Há vários casos. E se for à lista de graduação do ano passado, confirmará que são os primeiros. Inclusive de colegas que na licenciatura não conseguiram ir além dos 12, 13 valores. Reconheço que não posso comparar 5 anos de trabalho com 5 meses de especialização… Não quero retirar mérito a quem está a desenvolver trabalho de tal qualidade, mas sublinho que em caso de vinculação de professores no grupo 910, serão estes colegas que vincularão, apesar de terem 0 dias de tempo de serviço neste grupo de recrutamento.
Não sei se pode contribuir para uma nova discussão acerca da graduação profissional neste grupo de recrutamento, mas acredito que seria oportuna e justa…
Cumprimentos,

 

E por isso fui contra a alteração que surgiu com a negociação suplementar da Fenprof às negociações do Decreto-Lei 132/2012 e mantenho a mesma posição da altura e que se encontra na proposta da FNE entregue hoje ao MEC.

A formação inicial devia ter uma ponderação obrigatória para o cálculo da graduação profissional para a Educação Especial sob pena de qualquer curso da educação especial ter como nota mínima 20 valores. E pelo menos assim seria ponderada a média do curso de especialização com o da formação inicial.

 

n.º 4 – Para efeitos da graduação profissional dos docentes com formação especializada em educação especial que tenham feito cursos ao abrigo do artigo 56.º do ECD, podem optar, para efeitos de graduação profissional, entre a classificação profissional relativa à formação ou a classificação conjunta da formação inicial e daquele curso.

 

No caso específico da educação especial, além da média ponderada entre a formação inicial e a especialização, a graduação devia ser feita tendo em conta o tempo de serviço prestado na Educação Especial com a ponderação de 1 valor por cada 365 dias de serviço e 0,5 valores para tempo de serviço prestado noutro grupo de recrutamento. Assim seria reposta alguma justiça a este grupo de recrutamento e à experiência dos professores na educação especial para efeitos de graduação profissional.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2014/03/ja-tinha-alertado/

57 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • Correia on 17 de Março de 2014 at 21:56
    • Responder

    Só seria reposta a justiça, se para além do que o colega Arlindo disse, o tempo de quem tirou a sua formação antes de completar os 5 anos de serviço como a lei o exigia, não contasse no 910, mesmo que as pessoas tivessem lecionado nesse grupo, pois legalmente, naquela data não tinham habilitação legal para exercerem nesse grupo. Porque isto de andar a tirar cursos à revelia da lei e contar o tempo de serviço como sendo após a profissionalização não é nada justo nem bonito!

      • NÃO SUSTENTOCHULOS on 17 de Março de 2014 at 22:42
      • Responder

      ESTA SITUAÇÃO SÓ SE DEVE AOS SINDICATOS DE PROFESSORES QUE SÃO NAZIS E CHULOS EM RELAÇÃO AOS PROFESSORES NA CARREIRA.OS ATUAIS SINDICALISTAS QUE SE SENTAM Á MESA COM O MINISTÉRIO SÓ SE PREOCUPAM COM OS CONTRATADOS.sÃO RELES ESCUMALHA QUE HÁ ANOS NÃO DÁ UMA AULA.ABAIXO ESTES CHULOS.

        • Prof on 17 de Março de 2014 at 22:52
        • Responder

        pois é colega, são uma cambada de chulos, andam só com manobras de diversão. Quem é que querem enganar???

          • NÃOSUSTENTOCHULOS on 17 de Março de 2014 at 23:44

          já repuseram a injustiça dos professores titulares impedidos de concorrer em 2009?Outros passaram à frente…O caso do ano passado de educação especial quem apoou? Eu não engano ninguém, tu é que és correligenário DELES.Que moral tens de dizer que eu engano?Tu deves ser sindicalista…

          • A. on 18 de Março de 2014 at 13:36

          Apoiado, desvinculem-se já, efetivem 2000 nos quadros à frente dos QE e QZPs com ou sem horário zero e percam os associados de quadro.

        • João Pestana on 18 de Março de 2014 at 7:13
        • Responder

        Colega…
        A média inicial depende do curso e da instituição onde se tira… E…AINDA DO ANO EM QUE O MESMO FOI TIRADO…
        A PARTIR DE DETERMINADA DATA (AÍ POR FINAIS DO SÉCULO PASSADO) AS NOTAS DOS CURSOS VIA ENSINO COMEÇARAM A SUBIR…
        Sendo assim… um professor do quadro que tire o curso agora mas que tenha acabado o estágio em 1995 acabará por sofrer na pele o facto de “NO SEU TEMPO” não haver essa SUBITA “ILUMINAGEM”…
        A média do 910 deverá corresponder a essa mesma e não outra como é obvio… até porque os moldes dos cursos do “século passado” em nada têm a ver com o que é feito agora nas universidades…
        Quer isto dizer simplesmente que não se pode comparar o incomparável.
        No século passado privilegiava-se a memorização… exames… em que a nota era a média desses mesmos exames…
        Agora não é bem a mesma coisa… logo esse mesmo docente vai ser “punido” por essa via???
        E ainda…
        Vamos comparar cursos de ensino de áreas tão diversas como as línguas as ciências e as educações físicas e as EVTS e EMRC????
        Pensem no que estão a dizer!

  1. Especializações com 20 valores?! Depois ainda acham estranho haver alguns comentários sobre as algumas instituições superiores … Seria interessante ver o pessoal de 20 valores nalgumas unidades com autistas … gente com tão grande capacidade deve ter os maiores desafios, não?!

      • NÃOSUSTENTOCHULOS on 17 de Março de 2014 at 22:50
      • Responder

      sOLUÇÃO ACERTADA, PARABÉNS PELA IDEIA COLEGA.

    1. Com autistas??? Deviam ir já para o governo, se o Poiares Maduro descobre estas inteligências manda o passos chama-los já para assessores do cRato, de onde acham que sairam ideias tão boas como
      -“concurso externo extraordinário” (no mesmo ano em que houve… concurso externo ordinário e antes do interno com milhares de horários zero),
      -“vagas para efetivação passados 4 anos” (seja a vaga de um colega que está temporariamente doente, destacado ou não),
      -“prioridade para concursos internos após as vagas serem ocupadas pelo externo” (sem comentários),
      -“efetivação de docentes que lecionam nos últimos quatro anos ininterruptamente” (com ações em tribunal solicitadas e ganhas pelos mesmos docentes para receberem indminização por caducidade de contrato. What???),
      -“concurso interno em 2015” (mas só para os grupos onde não entraram contratos e depois de os aconchegar com ULTRAPASSAGEM dos quadros).

      Mas não há um intelectualoide na FNE e no MEC que veja estas situações injustas e ilegais para a maioria dos contratos e todos os quadros ou há intenção de acabar já com a educação e com os professores em Portugal? Eu voto na segunda.

    • Prof on 17 de Março de 2014 at 22:25
    • Responder

    A questão das notas é uma falácia, só serve para desviar a atenção do essencial: a vinculação dos contratados!
    Isso (inflação das notas) existe desde que as privadas entraram em jogo, quantos não vincularam à custa dos piagetes,,,
    Concentrem-se no essencial: vincular contratados explorados!

      • NÃOSUSTENTOCHULOS on 17 de Março de 2014 at 22:45
      • Responder

      OLHA PÁ SE TE PROCUPASSES COM QUEM ESTÁ NO QUADRO MERECIAS RESPEITO, SE CALHAR OS PIAGETES FOI ONDE TU ANDASTE.

    1. Olhe que as notas foram sendo inflacionadas em todos os cursos, toda a gente sabe disso, dai a disparidade entre quem vinculou há mais anos estar na graduação em situação pior que quem acabou o curso três ou quatro anos depois.

    • on 17 de Março de 2014 at 22:44
    • Responder

    Sendo assim que desvinculem os que entraram no extraordinario do ano passado. Afinal de contas entraram com base no calculo da graduação feita com nota de especialização! Se fossemos a fazer meda ponderada muitos nem entravam…

      • NÃOSUSTENTOCHULOS on 17 de Março de 2014 at 22:46
      • Responder

      APOIADO BÉ DIZES A VERDADE.

    1. E entrararam com ULTRAPASSAGEM dos quadros, eu não tive oportunidade de concorrer para essas vagas. No interno mudaram de grupo 68 colegas, no externo extraordinário entraram 128, algo estevemal e olhe que continuo em horário zero.

    • Correia on 17 de Março de 2014 at 23:13
    • Responder

    Quando foi da negociação suplementar a FENPROF tramou uma grande parte dos colegas da educação especial, porque tinha alguns sócios que queria defender, não importando se a medida que propunha era justa ou injusta. E é óbvio que a média ponderada seria o mais justo, assim como, o cumprimento da lei, aquando os colegas tiraram os seus pseudo cursos de especialização, sem perfazerem o tempo de serviço para tal.

    • Leonor on 17 de Março de 2014 at 23:15
    • Responder

    Eu concordo com o Arlindo, acho que tem de se dizer um basta nesta questão das universidades inflacionarem as notas. Quando tirei a especialização em 2007 tive um ano a trabalhar no duro e saí com um 16, que já era uma boa nota para aquela altura e de formação inicial 14. Agora, colegas que tiram 11 e 12 de média final de curso de formação inicial fazem um curso de especialização de 3 meses ou presencial, ou via elerning e aparecem com 19 e 20.
    É claro que isto é um ouro para as universidades que fazem estes cursinhos.
    Acho que esta situação devia ser denunciada, ou então fazer o que diz o Arlindo, ou em alternativa colocar prioridades a quem trabalhou mais tempo na Educação Especial e tem anos de experiência nessa área.

      • Prof on 18 de Março de 2014 at 0:31
      • Responder

      E os que vincularam no ano passado com essas regras?
      Arlindo achas justo colocar esse assunto na mesa? usa as tuas influencias para vincular quem tem 3 anos , não deixes que usem manobras de diversão.

      • João Pestana on 18 de Março de 2014 at 7:13
      • Responder

      Colega…
      A média inicial depende do curso e da instituição onde se tira… E…AINDA DO ANO EM QUE O MESMO FOI TIRADO…
      A PARTIR DE DETERMINADA DATA (AÍ POR FINAIS DO SÉCULO PASSADO) AS NOTAS DOS CURSOS VIA ENSINO COMEÇARAM A SUBIR…
      Sendo assim… um professor do quadro que tire o curso agora mas que tenha acabado o estágio em 1995 acabará por sofrer na pele o facto de “NO SEU TEMPO” não haver essa SUBITA “ILUMINAGEM”…
      A média do 910 deverá corresponder a essa mesma e não outra como é obvio… até porque os moldes dos cursos do “século passado” em nada têm a ver com o que é feito agora nas universidades…
      Quer isto dizer simplesmente que não se pode comparar o incomparável.
      No século passado privilegiava-se a memorização… exames… em que a nota era a média desses mesmos exames…
      Agora não é bem a mesma coisa… logo esse mesmo docente vai ser “punido” por essa via???
      E ainda…
      Vamos comparar cursos de ensino de áreas tão diversas como as línguas as ciências e as educações físicas e as EVTS e EMRC????
      Pensem no que estão a dizer!

      1. Vai te tratar e rapidamente…

  2. Eu só estive 19 valores no curso, será que posso concorrer a efectivação

    • Parabénsgénio on 17 de Março de 2014 at 23:52
    • Responder

    Em que curso? No da formação inicial ou na especialização?Quem tem 19 pode ter a certeza que fica ligado à investigação numa Universidade.Aqui há gato:quer ser professor do básico ou secundário? Teve 19 a todas as cadeiras? Em que instituição? Se realmente tem média 19 numa instituição credível,nunca teve um convite para ser investigador?

    • João Pestana on 18 de Março de 2014 at 6:58
    • Responder

    Isto é o fim da picada…
    A mudança sucessiva de regras é uma PARVOÍCE pegada.
    Voltando aos concursos…. PORQUE CARGA DE ÁGUA HÁ CONCURSOS EXTERNOS EXTRA ORDINÁRIOS????? FAÇA-SE O LEVANTAMENTO DE VAGAS E REAJUSTE-SE O QUADRO DE FORMA DECENTE.
    O ano passado foi o que foi… e este ano será a mesma palhaçada…
    PORQUE DIABO NÃO PODEM OS PROFESSORES DO QUADRO PARTICIPAR NESTE CONCURSO PARA MUDAR DE GRUPO DE RECRUTAMENTO?
    E quanto ao 910…
    Porque diabo não pode um professor do quadro tirar o curso e utilizar o tempo de serviço que já possui?

      • João Pestana on 18 de Março de 2014 at 7:03
      • Responder

      E respondendo a mim próprio…
      O que são afinal concursos EXTRA ORDINÁRIOS seguidos???
      Uma ordinarice…

      SOBRETUDO PORQUE NÃO SE PONDERARÁ OS ANOS DE SERVIÇO NO ENSINO PÚBLICO MAS SIM OS ANOS DE SERVIÇO…
      TEM DE HAVER PONDERAÇÃO DIFERENCIADA… PORQUE OS PROFESSORES QUE ANDARAM A PENAR NO PÚBLICO SERÃO ULTRAPASSADOS PELOS DO PRIVADO.
      Mais do que isso…
      O PESSOAL DO QUADRO ULTRAPASSADO NO ANO PASSADO SERÁ ULTRAPASSADO ESTE ANO SIMPLESMENTE POR ALTERAÇÕES SUCESSIVAS E ALDRABICES NOS CONCURSOS!

        • PARVOETOLO on 18 de Março de 2014 at 9:29
        • Responder

        OS SINDICATOS ALÉM DA MÁXIMA PROTEÇÃO DADA AOS CONTRATADOS ESTENDE A “EQUIDADE”(PALAVRA TÃO EM VOGA) DESSES MARAVILHOSOS CUIDADOS AOS PROFESSORES DO PARTICULAR.O PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES CONTRATADOS É UM INFLUENTE JUDEU, COMO TAL USA OS MÉTODOS DOS JUDEUS PARA CONSEGUIR O QUE QUER.NÃO ME ADMIRARIA NADA QUE FOSSE ALGUÉM AO SERVIÇO DA MOSSAD ..O ATUAL SERVIÇO DE INFORMAÇÃO SECRETA ..PORTUGUESA SIS TEM INFORMADORES COLOCADOS EM VÁRIAS ESCOLAS(COLEGAS NOSSOS QUE SÃO DO QUADRO OU CONTRATADOS).NÃO É IMAGINAÇÃO É A PURA VERDADE, QUE MUITO POUCOS SABEM..OS QUE SABEM E NÃO QUEREM COMPLICAÇÕES CALAM-SE.

          • A. on 18 de Março de 2014 at 18:34

          Bem… escrito, concordo.

        • ginbras on 18 de Março de 2014 at 12:08
        • Responder

        Só estás a olhar pelo teu umbigo. Sindicatos defendem os profs contratados..mas estás louco ou quê? Quem paga as quotas sindicais em larga escala..são os contratados se calhar? Ganha juízo. Olha, o despacho 866 qd saiu foi pressão de colegas do quadro para poderem utilizar a grande fatia do seu tempo de serviço na graduação para a educação especial, tirando o lugar a mts contratados. Faz-se um concurso externo cai logo o carmo e a trindade. Fazem um concurso interno extraordinário. Em que ficamos afinal???

    • ZECA on 18 de Março de 2014 at 8:41
    • Responder

    Aproveito este assunto do ensino especial, que muito recentemente passou a grupo de recrutamento para perguntar ao Arlindo se as bibliotecas escolares também vão passar a ser um grupo de recrutamento?

    • Paulo on 18 de Março de 2014 at 9:21
    • Responder

    Bom dia,

    Justiça seria não permitir no concurso de vinculação extraordinária concorrer para determinado grupo sem um mínimo de tempo de serviço nesse grupo. Os tais 365 dias nos últimos 3 anos deviam ser para o grupo que pretende vincular… Tem algum cabimento poder vincular com 0 dias de serviço ???????!!!!! nesse grupo?!

      • Paulo on 18 de Março de 2014 at 9:23
      • Responder

      Atenção às generalizações… Um 13 numa determinada licenciatura pode representar mais do que um 17 em algumas outras… se me fiz entender…

        • on 18 de Março de 2014 at 12:47
        • Responder

        Sem duvida Paulo. Alguns 14 e 13 valem ouro e equivalem e muitos 17 e 16 dos piagets e companhias….

          • sorim on 18 de Março de 2014 at 23:27

          Concordo perfeitamente e depois acham escandalosas as palavras do ministro. Neste aspeto não achei muito

    • nini_santos on 18 de Março de 2014 at 10:06
    • Responder

    Aqui está, dividir para reinar (o MEC, claro)!
    É bom lembrar que tudo começou no cumprimento da diretiva. Faça-se cumprir a lei! Quem tem os 3 anos vincula. Segue-se um concurso interno para quem quiser mudar de grupo, escola…Respeitando a graduação!!Depois façam o concurso extraordinário ou o raio que o MEC lhe queira chamar.
    Claro que esta questão da Educação Especial deve ser clarificada. Parece-me mais justo se se fizer segundo esta proposta, ou nota da formação inicial, ou média ponderada. Mas o que me parece bastante urgente, e penso que não é a lei que está errada, mas sim a interpretação, é o conceito de antes e após a profissionalização. Os colegas que fizeram o curso antes de terem 5 anos, fizeram uma pós graduação, mas segundo me foi dito pelo sindicato, é permitido após perfazerem os 5 anos (1886 dias) pedirem para serem especializados. Pergunto é porque é que o tempo de serviço antes de terem os 5 anos é contado como após a especialização, se só são especializados quando completam esses 5 anos?? O tempo deveria contar com 0,5 antes da especialização para os 1886 dia e o tempo após esse tempo de serviço com 1 valor!
    Agradeço que o Arlindo me dê a sua opinião!

      • on 18 de Março de 2014 at 12:51
      • Responder

      Tens toda a razão. Esse tempo ANTES de ter obtido os 5 anos NUNCA devia ser contado APÓS profissioalização..mas sabes NINI…dá jeito a muitos sócios de alguns sindicatos que negoceiam estas andanças. O Despacho 866 deu jeito a alguns que neste momento estão bem colocados à porta de casa com hipotese de renovação. As negociatas são feitas não com vista a defesa de TODOS mas de alguns. O PROF tem td a razão quando diz que é apenas para desviar atenções!

      1. Concordo com o Bé, afinal de contas deviam era ver quem teve subsidio por caducidade de contrato, as pessoas quando surgiu esta hipótese receberam o dinheirinho e agora dizem que não houve caducidade? As negociatas dos sindicatos prejudicam todos os anos os professores de quadro, tenham vergonha e se pediram por vossa iniciativa este subsidio, foram para tribunal e já há jurisprudência que diz que houve caducidade, não mexam mais na …coisa que começa a cheirar mal.

    • Prof on 18 de Março de 2014 at 10:43
    • Responder

    isto é tudo uma conversa da treta para desviar a atenção do essencial: efetivação dos contratados explorados.
    Se existe uma inflação das notas é para todos, certo?
    Já o mesmo não se passa comparando uma nota de uma licenciatura do publico com uma do privado, e nisso o Crato tem toda a razão.
    Os sindicatos da treta e os especialista da educação deviam-se focalizar no que verdadeiramente interessa, acabar com a precariedade e exploração dos “colegas”.

    • luis torre on 18 de Março de 2014 at 11:28
    • Responder

    E que tal a Inspecção Geral da Educação analisar esses diplomas. Se o do Relvas e do Sócrates foram investigados, estes 20 valores deviam ter o mesmo tratamento. Por isso a Inspecção que entre em acção . E é fácil ver que são: basta ir às listas de candidatos.

    • RELVAS on 18 de Março de 2014 at 12:03
    • Responder

    No ISCIA tiras 20……… FACILMENTE!!!!!!!!!!!! Sei de 12 casos………

      • Jorge Magalhães on 18 de Março de 2014 at 12:51
      • Responder

      Concordo plenamente com o colega Luís Torres, Ar Lindo. ”
      E que tal a Inspecção Geral da Educação analisar esses diplomas. Se o do Relvas e do Sócrates foram investigados, estes 20 valores deviam ter o mesmo tratamento. Por isso a Inspecção que entre em acção . E é fácil ver que são: basta ir às listas de candidatos.”

      • sandra s. on 18 de Março de 2014 at 18:00
      • Responder

      Conheces???? Ora diz lá quem são!
      “Botar faladura” é fácil, agora provar…. é o caraças.
      Desculpem a linguagem, mas a conversa já cansa.

      • aldinha on 18 de Março de 2014 at 23:20
      • Responder

      O Iscia é muito bom e aconselho a quem necessite de uma pós-graduação em 4 meses em plataforma e 4 ou 5 fins de semana com apresentação de trabalhos de 3 páginas em grupo.Custa dinheiro mas vale a pena,Quem quiser pode pagar uma sobretaxa de 1000 euros e tira outro domínio suplementar.Consultem o site Iscia nas pós-graduações e inscrevam-se.Por favor aproveitem esta oportunidade.

    • NUNO on 18 de Março de 2014 at 12:57
    • Responder

    Mais uma vez…. estou a levar no corpo….. quando tirei a especialização eram 10 meses, tive que me desunhar para o concluir…. exigiram 5 anos de serviço para me poder matricular….. agora com uns 5 meses tira-se a especialização e com altas notas….. …dá-se….

      • nini_santos on 18 de Março de 2014 at 13:51
      • Responder

      Pois é Nuno! Por isso, a proposta da opção entre a média dos dois ou a nota da formação inicial parece-me uma medida para minimizar esta injustiça. Para além disto deveriam ver com atenção dos 5 anos, conforme referi num post anterior!

    • Infelizmente... on 18 de Março de 2014 at 14:18
    • Responder

    … todos sabemos e conhecemos que existem especializações com duração ridícula de 3 ou 6 meses, com notas oferecidas desde que se pague uma bela propina… E infelizmente também sabemos que as instituições particulares é que as praticam… Especializações sérias, como antigamente se realizavam com possibilidade de prática, já são raríssimas… Era com estas que o Sr. Ministro deveria preocupar-se e não com outros “quinhentos” de pieguices…

    • Sílvia on 18 de Março de 2014 at 17:47
    • Responder

    Deveriam dar prioridade a quem já tivesse experiência na Educação Especial.

      • João on 18 de Março de 2014 at 21:27
      • Responder

      Corretíssimo. As famílias e estes alunos merecem respeito.

    • Zé Manel on 18 de Março de 2014 at 18:22
    • Responder

    Acabem com essa merd@ da educação especial. Mas especial em quê? Peguem em alguns professores com horário zero e proporcionem-lhes uma formação adequada e exigente e fica o assunto resolvido. A EE apenas serve para dar dinheiro a ISCIAS e quejandos. Analisem bem os curricula desses ditos cursos especializados em EE, façam uma avaliação séria dos pseudo-professores e pseudo-alunos de tais cursos e ficarão pasmados com a ignorância que por lá vai. Não obstante, essa genialidade bacoca é plasmada em paletes de notas 20 compradas com notas de 500.
    Ah!, esquecime de uma coisa: mas alguém quer saber da qualidade do ensino neste país? Só se for o Relvas!
    PS: vou inscrever o meu cão numa especialização em EE e garanto-vos que acaba com 20, mesmo sem saber ladrar! (Rex, estou a mangar contigo, é claro que hás-de ser presidente da república, afinal até sabes ladrar em lá maior e não tens pulgas)

    1. Excelente proposta….

      • Áurea on 19 de Março de 2014 at 16:52
      • Responder

      Através do seu discurso imagino que seja um grande especialista em Educação Especial…

    • Zé Manel on 18 de Março de 2014 at 18:23
    • Responder

    esqueci-me*

      • dulce on 18 de Março de 2014 at 23:24
      • Responder

      uma boa proposta colega, bem haja.

    • Maria on 18 de Março de 2014 at 21:18
    • Responder

    As escolas secundárias onde nós trabalhamos inflacionam, as Universidades e ESE fazem exatamente a mesma coisa. Precisam de arranjar alunos, senão os colegas que lá estão vêm para a rua. Não percebo qual é o espanto…

    • Zé Manel on 18 de Março de 2014 at 21:41
    • Responder

    Qual é o espanto? Roma está arder, Nero está louco e os bombeiros dormem!

      • Maria on 19 de Março de 2014 at 21:52
      • Responder

      Hahahahaha! 🙂

    • Parbo on 18 de Março de 2014 at 22:01
    • Responder

    Havia necessidade de “plantar” um post para justificar o favor que a FNE quer fazer a alguns amiguinhos, em vez de ir ao que interessa: TRATAR DA VINCULAÇÃO e da AUTONOMIA, mas isso não interessa aos doutores….

  3. Ainda vai muita gente chorar o dinheiro que deitou fora com estas pós graduações.

    • ZECA on 19 de Março de 2014 at 9:33
    • Responder

    Gostava de perguntar ao Zé Manel se em vez de ser professores de horário zero, porque não pessoas que tenham apenas o 12 º ano, mão de obra mais barata e também podem ser excelentes profissionais, uma vez que segundo o colega (não sei se é professor), entende que uma especialização não é necessário, parece -me que uma licenciatura também pode não ser necessária.

Deixe um comentário

Your email address will not be published.

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Discover more from Blog DeAr Lindo

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading