Tag: Blogosfera

Blogosfera – Portalmath

Porque se aproximam as provas finais do 9º ano de Matemática
 

9Ano – Preparação Prova Final Matemática

 

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Blogosfera – Professores ao Infinito

Providência Cautelar ao CEE – Comunicado à Comunicação Social

 

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Blogosfera – Professores ao Infinito

Agora o MEC já deve conhecer a intenção de um pequeno grupo de professores de colocar uma providência cautelar sobre o Concurso Externo Extraordinário de forma a permitir que os docentes dos quadros também possam ser candidatos ao concurso.

Se seguirem o link já ficam a saber quem é o Prof. Infinito.

A Providência Cautelar na RTP

 

 

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A Grande Diferença Que Verifico no Novo DOAL

… é não permitir que os docentes que tenham pedido a aposentação até determinada altura do ano (no DOAL de 2013 foi até 30 de Junho de 2013) pudessem ficar dispensados de ter turma atribuída para 2014/2015.

 

Seria uma medida justa que iria permitir que todas as turmas tivessem assegurado o mesmo docente desde o início do ano letivo até ao fim, sem que a meio do ano por motivo de aposentação existisse uma mudança forçada de docente.

 

O ProfInfinito analisa no post seguinte algumas diferenças entre o DOAL de 2013/2014 e o de 2014/2015 e na análise que faz diz que praticamente nada mudou.

 

 

As reais diferenças entre o DOAL 2013/14 e o DOAL 2014/15

 

Mudam-se artigos de posição, retira-se o que estava escrito em artigos para passar para anexo, escreve-se umas frases com um palavreado bonito que não dizem quase nada, e está feito!

 

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Blogosfera – Olhe Que Não

DA DESEDUCAÇÃO EM PORTUGAL

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Blogosfera – Assistente Técnico

Pessoal Docente Contratado – Cessação de Contrato – Prescindir/Renúncia de Férias

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Blogosfera – Portalmath

12Ano – Preparação Teste Intermédio Matemática A (30 abril 2014)

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Blogosfera – Professores ao Infinito

E agora?…

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Mais Um

Qualquer dia o meu blogroll desaparece.

 

Suspensão do Projeto (Blog) por motivos de Mobilidade

 

 

É com tristeza que partilho o término das minhas intervenções neste espaço. Por motivo de mobilidade para outro ministério, em que aceitei uma proposta, que me permite uma aproximação da família e residência (ao mesmo tempo baixar os custos inerentes à deslocação). Esta movimentação ainda é como assistente técnico. Espero que se consolide esta mobilidade e siga outro rumo, tal como este espaço com enorme potencial. Caso não surjam propostas para dar continuação a este Projeto , deixarei de postar mais conteúdos. Espero num futuro próximo, ter um outro espaço dedicado a outra área se me for permitido.

Um Agradecimento enorme a todos os participantes! Foram centenas de emails respondidos, com questões, partilha de situações de colegas que vivem nos seus locais de trabalho cenários “irreais”, troca de ideias que fomentam sempre o conhecimento e apenas envolve quem aprecia e privilegia o Serviço Público.
Milhares de visitas, partilhas com várias personalidades, blogs e até escolas. Demonstra a necessidade contínua que todos necessitamos e devemos exigir na uniformização de procedimentos.

O Ministério da Educação e Ciência não vai melhorar enquanto não apostar em manuais de procedimentos atualizados!

Aguarda-me outra “luta”.
Até um dia.

 

Espero que tenha sido brincadeira de 1 de Abril.

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Blogosfera – Professores ao Infinito

Mais um esclarecimento de algumas dúvidas sobre as prioridades dos concursos.

Entretanto vou tentar sintetizar as principais dúvidas do post anterior e responder em breve numa nova publicação.

Prioridades nos diversos Concursos

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Blogosfera – Visto da Província

 

Levo sopa ou apanham-se moscas?

 

 

O requerimento abaixo seguiu hoje para vários agrupamentos de escolas que, nos últimos dias, publicaram resultados de concursos de oferta de escola.

 

Das 3, uma.
Respondem enviando os requisitos na devida forma e, em alguns casos, ficaremos a saber que muitas barbaridades dos concursos tem a cumplicidade dos membros dos Conselhos Pedagógicos que as deixam passar, sendo sua responsabilidade legal (e moral como professores) evitá-las mesmo se forem propostas por alguém.

 

Não respondem e não ligam e voltarei à carga com meios mais incisivos (talvez apresentando a alguns o interessante artigo 36º, nº1, c) e seus conexos do CPTA com quem alguns membros do governo da área de educação tomaram recentemente contacto e que considero vale a pena conhecer e estimar).

 

Desconversam: alegam que o pedido não pode ser feito assim e tem de ser assado ou que vão pedir orientações (o refúgio da malvadez administrativa) ou mais divertido que tem de perguntar se podem dar os documentos, etc. E lá recomeçará….

 

Uma coisa digo desde já atingi o ponto de não recuo nesta matéria. Os papéis que peço vou mesmo lê-los se existirem ou vai haver consequências se não for o caso.
O governo quer manter o espaço às vilanias dos critérios dos concursos?! Não vai mudar nada….Pois muito bem … Requerer documentos e verificar o processo de decisão pode ajudar muito a basear contestação e a mudar alguma coisa nos casos concretos.
Por exemplo, nas escolas em que usam critérios imorais, para lá de ilegais, o que disseram os colegas professores que estão no conselho Pedagógico?
A culpa do que se passa pode ser da acção de alguns diretores mas bem pior é a abstenção de quem pode atuar e se cala.
É banal dizer isso mas para que o mal triunfe, basta que as pessoas de bem se calem.
E tendo consciência dos limites graves da minha imperfeição moral não quero adicionar-lhes ficar calado.
Portanto, aqui fica o primeiro passo para se apurar qual o grau de culpa dos órgãos da autonomia pedagógica no que se passa com os critérios das ofertas de escola.

 

Texto de Requerimento enviado a diretores de escola

 

Ex.mo Senhor Director/ Presidente de CAP

 

No seu artigo 33º (alínea l) o decreto-lei 137/2012 de 2 de Julho estipula entre as competências do Conselho Pedagógico (das escolas ou agrupamentos de escolas) “definir os requisitos para contratação de pessoal docente, de acordo com o disposto na legislação aplicável”.
Esta competência não é meramente consultiva, é prévia à realização de processos de contratação ao nível de escola, é obrigatória e resulta claramente da lei referida que os requisitos definidos pelo Conselho Pedagógico subordinam a si os critérios que sejam operacionalizados em concursos concretos.

 

O exercício desta competência deve ser realizado nos termos legais em reunião do Conselho Pedagógico com registo da votação e transcrição em acta da votação.
Esse acto não pode ser substituído nem é suprido por documentos de definição de critérios emanados apenas do diretor/CAP ou dos júris, que são nulos se não fundados no documento do Conselho Pedagógico. Por maioria de razão, o facto de o diretor ser presidente do CP não contende com a necessidade de a definição dos requisitos ser feita pelo órgão em reunião, com registo da respetiva deliberação, não podendo o presidente substituir-se individualmente ao órgão a que preside.
Assim sendo, quer a ausência de definição de requisitos pelo órgão detentor da competência, quer a falta de adequação dos requisitos, que tenha definido, aos critérios concretos em uso na escola afecta gravemente a legalidade dos concursos realizados, num caso, por preterição de formalidade essencial e, no outro, por divergência material entre requisitos e sua concretização nos concursos.

 

A constatação dessas deficiências na aplicação do artigo 33º, l) resulta assim em potencial nulidade de seleções de pessoal efetuadas dessa forma, com graves consequências previsíveis em sede de impugnação.

 

Assim, estando a realizar um estudo sobre os processos de contratação de escola e da adequação das práticas nele implementadas à legislação e garantias por ela criadas, é importante verificar em que moldes os Conselhos Pedagógicos vem exercendo essa sua competência (quer na forma, quer no conteúdo e, mais ainda, se efectivamente a exercem).
Tal ainda se torna mais pertinente, sabendo de alguns casos em que o absurdo legal e moral de alguns critérios é bem patente, o que faz estranhar que tenham chegado a ser aprovados em órgãos com a massa crítica de conhecimento e capacidade de juízo autónomo que se sabe existir nos Conselhos Pedagógicos.

 

Assim, solicito a V. Exa. nos termos conjugados do Código Procedimento Administrativo e da Lei de Acesso aos documentos administrativos, o seguinte:

 

– que indique em que data o Conselho Pedagógico dessa unidade de gestão exerceu essa competência com efeitos para o ano lectivo de 2013/14 e se existe documento relativo ao exercício dessa competência;

 

– que faculte a consulta do documento em papel ou cópia em suporte eletrónico (acta de reunião e eventuais anexos) que traduza essa deliberação;

 

– ou indique a data e local em que possa ser consultado;

 

Por agora prescinde-se da consulta dos critérios operacionalizados nos concursos (subordinados, como se explicou, aos requisitos aprovados pelo Conselho Pedagógico), quer por serem nulos até se evidenciar a existência da definição dos referidos requisitos, quer porque, se existirem com base legal, devem poder ser obtidos no site do agrupamento/escola nos termos legais.
O presente pedido é formulado por via eletrónica, dado ser esse o meio legal estipulado para a candidatura aos concursos aqui em causa e não se entender qual possa ser o fundamento para a administração exigir a um cidadão, que pede acesso a documentos, um meio de formulação de pedido diferente, daquele que ela própria define, para os concursos em que esse documento se inclui.

 

Seja como for, mesmo que o presente pedido seja indeferido deve ser respondido na medida em que é formulado nos termos da legislação que garante transparência administrativa e o direito de acesso a qualquer documento relativo a um acto administrativo, tanto mais que nenhum dos pedidos solicitados abrange documentos excepcionados desse princípio (nenhum deles tem a natureza nominativa que impeça acesso ao signatário).

 

Pede deferimento e apresenta a V.Exa os melhores cumprimentos disponibilizando-se por este meio para qualquer esclarecimento adicional

 

Luís Miguel Sottomaior Braga

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O Receio Com o Fim dos Concursos Aumenta

Não só com as experiências piloto quanto à municipalização, mas também por haver um maior número de opiniões contra a utilização da graduação profissional para a colocação dos docentes.

Se é bastante conhecida a posição do atual presidente do CNE, também se verifica que algumas peças de xadrez começam a ser colocadas no CNE em defesa dessa posição.

Hoje foi publicado em diário da república a designação de Ramiro Marques para conselheiro do órgão do CNE, indicado pelo MEC.

Depois de abandonar o Profblog, o Ramiro Marques continua a escrever no Base de Dados do Ramiro e nos posts de ontem e de hoje verifica-se da sua parte uma crítica ao atual modelo de seleção de professores.

Discordo profundamente das suas opiniões e acho que este vai ser um tema bastante polémico para um futuro próximo.

Por isso, mais importante que conseguir-se uma ou outra mudança num diploma de concursos é assegurar o princípio de um concurso com regras claras e justas e que continue a ser universal para o futuro.

 

 

 

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Blogosfera – Visto da Província

Texto de Luís Braga sobre a proposta de alterações ao DL 132/2012 no que respeita ao regime de contratações.

 

 

Bolsa de contratação: Mudar o nome à m…… para agradar às moscas que se deleitam nela….

 

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Concordo com a Clareza do Prof. Infinito

Na identificação dos pontos bons e dos pontos maus da proposta de alteração ao Decreto-Lei 132/2012.

 

As BOAS notícias da proposta de alteração do DL 132/2012

 

As MÁS notícias da proposta de alteração do DL 132/2012

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Blogosfera – Professores ao Infinito

Um breve resumo com perguntas e respostas sobre a proposta de alteração ao DL 132/2012, elaboradas pelo Professor Infinito.

Aconselho a leitura.

 

Alterações: Perguntas e respostas para professores contratados

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Novidade Blogosférica

É sempre bom ver aparecer novos blogues sobre educação quando nos últimos tempos tem acontecido algumas baixas.

Este novo blogue nascido ontem de nome Professores ao Infinito é editado pelo Prof. Infinito e aconselho a colocarem-no nos vossos marcadores/favoritos.

 

O início…

 

 

Aconselho também a leitura deste post de hoje que questiona a legalidade da existência de um concurso externo sem que exista procedimento idêntico, em primeiro lugar para quem já é do quadro.

 

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Blogosfera – Educar a Educação

“That’s all Folks!”

As publicações neste blogue estão suspensas por tempo indeterminado.  Sim, por tempo indeterminado, nada a termo, nem certo, nem incerto!

 

E aos poucos se vão perdendo mais referências blogosféricas na área da educação.

É pena que assim seja.

 

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Blogosfera – Educar Portugal

Porque hoje é dia de negociações entre MEC e sindicatos sobre a vinculação extraordinária.

 

25 – o número da ESPERANÇA – Professores contratados à espera de serem só PROFESSORES!

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Blogosfera – Professor Contratado nos Açores

A novela nos Açores parece que ainda não terminou. Agora fala-se em repetir a votação do concurso extraordinário.

Mas o melhor mesmo, é seguirem os links do seguinte post.

 

Concurso Extraordinário – sobre a repetição da votação

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Blogosfera – Educar & Portugal

UMA VÃ TENTATIVA DE CONTINUAR A ESCRAVIZAR OS PROFESSORES CONTRATADOS

 

 

Portanto devem ser vinculados todos os professores que desde 2001 tenham acumulado quatro anos de contratos anuais, mesmo que com horário incompleto (não deixa de ser um contrato anual!), com a mesma entidade patronal, no caso o ME (e não com entidades externas).

 

Tudo o que for menos que estes termos é inaceitável!

 

 

 

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E Para Quem Tem de Entregar o BIC/SWIFT à Escola

… fica a saber neste post do Assistente Técnico de onde vem esse pedido.

 

 

Nota Informativa – GPV – Versão 5.3.87 de janeiro 2014 – Orientação para Fevereiro 2014

 

 

Chamamos pois a V/ especial atenção para a recolha antecipada da seguinte informação, para posterior introdução na nova versão do programa.
a) A partir de 1 de fevereiro de 2014, os ficheiros a enviar ao banco para crédito em conta das remunerações a liquidar, passam a adotar uma nova estrutura (SEPA).
Devem solicitar a todos os trabalhadores abonados pelo agrupamento/escola o código BIC/SWIFT correspondente ao banco/agência onde é creditado o seu vencimento.

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Blogosfera – educar a Educação

Aqui está mais uma prova do método expedito das contratações de escola.

Como o candidato só pode aceitar um horário as outras duas escolas vão ter de aguardar o fim do prazo para passarem ao candidato seguinte. Se o mesmo acontecer com o próximo candidato vamos andar nisto mais de uma semana para os alunos terem o professor na sala de aula.

Já para não falar no prazo em que esteve aberto o concurso (3 dias) e que houve a selecção dos candidatos (variável).

 

A produtividade do concurso de contratação de escola: 3 horários aguardam a decisão do mesmo candidato!

 

 

3 colocações

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Blogosfera – Educar Portugal

OS PROFESSORES CONTRATADOS NÃO ACEITAM SER MARIONETAS – A DESMONTAGEM DE UMA FRAUDE MONTADA DE FORMA APRESSADA!

 

 

Esta forma como o MEC vem impor a vinculação dos professores é absolutamente um conjunto de pedregulhos atirado aos olhos da opinião pública e, porventura ainda pior, à Comissão Europeia.
 Senão vejamos:
Crato e a sua equipa quer que aceitemos que docentes. com 10, 15 ou 20 anos de serviço sejam excluídos de uma vinculação só por não terem tido a sorte de cair numa escola TEIP ou outra equivalente na benevolência, inquinada pelos amiguismos em concursos à medida do parente próximo ou do amigo do amigo, onde lhes tivessem sido renovados contratos sucessivos.
Crato e a sua equipa querem que estes professores, muitos com duas décadas de ensino cumpridos na angústia da precariedade e de horários incompletos (muitos longe de casa sabe Deus Nosso Senhor onde), que não possam vincular por falta dessa sorte das renovações aleatórias tal como aleatórias foram as colocações em concursos idos.
Escalpelizando o teor da sacanagem do processo de vinculação decidido para os não vinculáveis no corrente ano e que fiquem à espera de 2015, da história dos cinco contratos anuais seguidos e completos exigidos para tal, suponhamos o seguinte cenário absolutamente possível:
Um professor (seja o José) que tenha três contratos ou até quatro com horários completos e seguidos mas tenha intercalados outros incompletos e novamente volte a ter mais 3 contratos seguidos completos e anuais, acrescendo ao facto de este ano não ter tido a sorte de ficar com horário completo, apesar de vergado pelos seus 20 anos de serviço ficará excluído da vinculação, melhor dizendo, torna-se numa sombra do que já foi porque deixará de ter lugar pelo mérito da velhice!
Pelo método de seleção agora imposto, haverá sempre um(a) colega (seja a Maria) com menos anos de serviço e menor graduação profissional, que vinculará só pelo facto de ter tido a sorte de cair numa escola com uma Direção “simpática ou amiga, muito!…”, e que assim viu renovados os contratos necessários, ano após ano. O Zé, o tal dos 20 anos de serviço, não vinculará, a Maria sim!

Com as regras corruptas que estiveram em vigor nas contratações de escola fabricadas a preceito pela tutela e gulosamente aproveitadas por muitas Direções das escolas para dar emprego aos afilhados, tudo pode acontecer agora como se vê!
A Maria até pode efetivar, mas o Zé TEM DE EFETIVAR, senão o mundo estará virado às avessas!
Outra questão que se coloca prende-se com o facto de a Diretiva 1999/70-CE impor a vinculação do trabalhador ao fim de quatro anos sucessivos a contrato, que deveria ter sido aplicada em Portugal a partir de 2001. Em lado algum se exige que o trabalhador tenha que ter tido horário completo, isso é uma invenção à boa maneira portuguesa para fugir às responsabilidades. Ora, há também centenas senão milhares de professores que apesar de nunca terem tido horários completos trabalham há mais de quatro anos para a mesma entidade patronal, ou seja, o MEC, e muitos há nestas condições há mais de dez anos. Então estes professores vão ser excluídos? Não podem!
Crato acha mesmo que os professores como o Zé, os Zés, se vão calar com estas aberrações legislativas que os vão atirar para o desemprego?!
 Não sabe Crato que muitos destes professores têm filhos para criar, que são professores que estão na casa dos 40-50 anos de idade e já perderam a paciência para lhes tirarem o emprego, enfim uma parte imprescindível da sua dignidade?!
Quer Crato vincular todos aqueles docentes que têm mais de quatro anos de serviço, ou prefere que comecemos já a falar das indemnizações devidas a todos os milhares de professores que estiveram a contrato desde 2001 apesar de terem mais de quatro anos de serviço docente? Sim, este aspeto não está esquecido, como é óbvio!
Enfim, enquanto autor da petição apresentada quer no parlamento nacional e que deu origem à Resolução 35/2010, quer da apresentada no Parlamento Europeu em 2009 que deu origem a este processo de vinculação extraordinária de professores, não aceitarei que os professores contratados sejam ludibriados por um processo armadilhado que lhes rebentará nas mãos ao longo dos próximos anos. Sim, porque da maneira que Crato quer, é isso que se verificará, pois só excecionalmente os professores cumprirão os requisitos da malha apertada deste processo de vinculação imposto.
Já se percebeu que ao chutar para a frente a vinculação dos que vêm depois da vinculação extraordinária que se avizinha, impondo 5 contratos anuais em horário completo, Crato e sua equipa querem claramente de forma velada excluir o máximo de professores do sistema, mesmo tendo mais de quatro anos de serviço.
 A receita é simples: “se não queremos que esses professores entrem nos quadros, vamos continuar a política de cortes a direito nos currículos, de agregações de escolas, de aumento de alunos por turma, etc, enfim a receita habitual, para evitarmos que haja emprego para estes professores na calha da vinculação. E deixámos-los cair por essa via como folhas secas em tarde ventosa de outono, ponto final!”
Crato e sua equipa estão profundamente equivocados. Os professores contratados estão com os olhos bem abertos e ouvidos alerta mais que nunca, porque agora trata-se mesmo de sobrevivência profissional e parte da outra.
Corrija-se Crato e conversamos a seguir!

 

Jorge Costa (Ex-Professor Contratado, Professor do Quadro há vinte anos, que efetivou num tempo em que os professores ainda eram respeitados!)

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E O Que Tem a Dizer Jorge Costa Sobre Esta Vinculação?

Para quem não sabe, foi o Jorge Costa que apresentou a queixa a Bruxelas contra o Estado Português que foi amplamente difundida aqui no blog.

O EMBUSTE DE UMA VINCULAÇÃO POBRE DE VAGAS CIRURGICAMENTE ANUNCIADA: O PRETO NO BRANCO.

 

 

A vinculação proposta por Crato não é razoável porque contorna a lei, é descabida por deixar de fora 13000 que no imediato deveriam entrar nos quadros, cheira a embuste, é irrisória considerando o universo vinculável, tem cheiro a mofo por ser mais do mesmo do que se passou no passado, não respeita quem fez quatro anos de serviço a partir de 2001, cinco anos consecutivos é o mesmo que dizer a pelo menos dez mil professores “esqueçam a estabilidade profissional, agora emigrem!”. Como responsável pela petição apresentada à CE em 2009, não aceito isto, não posso aceitar que os meus colegas contratados inelegíveis por esta arquitetura sejam excluídos do processo de Crato.

Não, não posso aceitar em consciência que o que fiz serviu só para alguns e não para todos os que merecem o fim da injustiça.

Não, não contem comigo para estar calado. Informarei a Comissão Europeia desta enesima afronta à dignidade dos professores contratados.

É o que me resta, em consciência!

Jorge Costa (Professor do Quadro há vinte anos, que efetivou num tempo em que os professores ainda eram respeitados!)

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Vencimentos 2014

Quadros e texto elaborados pelo José Marques do blogue Pé-Ante-Pé.

Vencimento dos professores em 2014 (2)

 

Com a publicação do orçamento de estado para 2014 (Lei n.º 83-C/2013. D.R. n.º 253, Suplemento, Série I de 2013-12-31) a fórmula de cálculo da taxa de redução remuneratória, art.º 33.º, foi alterada. Assim, os vencimentos ilíquidos dos professores para 2014 (valores que já confirmei na secretaria da minha escola) são:

 

Salario_iliquido_professores_2014
Fica também aqui um exemplo do valor líquido dos vencimentos dos professores em 2014 (usando as tabelas de retenção de IRS de 2013):

salario_liquido_professores_2014_NSF

 

Aos valores apresentados acrescem aos cortes de 2013.

Adenda (15/1/2014): As tabelas de retenção na fonte para 2014 foram publicadas hoje (como os valores não sofrem alterações relativamente a 2013 a tabela dos valores líquidos já é definitiva). Foi também atualizada a taxa de redução do vencimento de 2014 (índice 235).

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Blogosfera – Assistente Técnico

Um dos motivos que gera dificuldade em comunicar com a Administração Pública – 55% das Escolas não têm email

 

 

Dos 836 Agrupamentos, fiz o seguinte teste;

 

(46%)    385 Agrupamentos sem email na base de dados da DGESTE
(53%)    451 emails enviados (Constantes na base de dados da DGESTE)
(44%)    373 enviados com sucesso
(  9%)      78  envio sem sucesso ;
                                           –  45  Emails devolvidos por já não existirem – apenas duas escolas enviaram resposta automática a alertar email atual (Pedrouços e Carregado)
                                          –  33  Institucionais – [email protected] – não receciona emails externo, só dentro da rede MEC

 

Link para a Base de dados da DGESTE com a identificação das escolas

 

Base de dados da DGESTE em excel

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Blogosfera – ad duo

Com a atualização do Simulador para Cálculo de Percentis.

 

 

ADD – Simulador para cálculo dos percentis atualizado

 

 

 

 

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Blogosfera – Educar Portugal

Prova de Avaliação de Competências – A PROVA DA MONTAGEM DE UMA MENTIRA – O MEC está a mentir aos professores, ao país e à Comissão Europeia

 

O súbito interesse do MEC em colocar no terreno uma prova que merece todos os adjetivos que a tornam tão repugnante deve-se a fatores desconhecidos para os professores e a população em geral.

Não se trata de assegurar qualidade do pessoal docente, não! Trata-se de algo mais profundo que não é de todo fácil de vislumbrar para os professores que são chamados à exterminação, assim, sem mais nem menos.

 

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Blogosfera – Crónicas do Cão

A manifestação de hoje no Porto…

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A Prova na Blogosfera

E o ministro da Educação não se demite?

 

PACC – modelo – componente comum. Um incidente crítico?

 

Exemplos de questões que vão integrar a  PACC do dia 18:

 

A propósito do exame que os professores não efetivos vão fazer

 

Prova de Avaliação dos “Profes”: radiografia seletiva…

 

Um agradecimento ao Prof Luso por alguns links enviados.

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Blogosfera – Olhe Que Não

IAVE CESAR?

 

Os flibusteiros que tomaram o governo de Portugal reuniram-se e tomaram mais uma daquelas sinuosas medidas tanto a seu gosto. Uma importantíssima medida. Tomaram-na sem sequer consultar alguém que não os amigos. E ficou ali resolvido o esquema: resolveram instituir o IAVE, passando responsabilidades do Ministério da Educação para as mãos de amigos do ministro, amigos que praticamente ninguém conhece. O IAVE substitui o Gave e é considerada uma “entidade independente”, com amplas competências e a tão desejada e tranquilizadora liberdade de ação. A “independência”, essa, é seletiva: por exemplo, esta entidade “independente” usa, sem dar cavaco a ninguém, os sites governamentais, nomeadamente o do antigo Gave, o que seria considerado ilegal em qualquer outro país. Ao IAVE, entidade criada por um grupo de pessoas numa reunião, foi dado enorme poder: pode, por exemplo, ANULAR as habilitações conferidas pelas universidades portuguesas (se quiserem, podem amanhã dizer que TODOS os cursos superiores tirados em Portugal valem menos que zero). O IAVE é “independente” mas cobra dinheiro através do Estado e mexe com dinheiro, que entra pelo ministério e se dissipa por meandros obscuros.

Não há nada de ilegal aqui? Tudo isto é, no mínimo, muuuuito estranho, não é?

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Obrigado, Assistente Técnico

… por me ires poupando algum tempo no tratamento de dados estatísticos. 😉

 

No Desemprego 4186 Professores Sem Colocação Com Mais de 10 Anos de Tempo de Serviço – (Docentes)

 

 

 

Por TEMPO DE SERVIÇO – N.º Docentes Não Colocados com + 7 anos de tempo de serviço

 

 

Por IDADE – N.º Docentes Não Colocados com + 7 anos de tempo de serviço

 

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Blogosfera – A Educação do meu Umbigo

com uma nova forma de analisar os Rankings.

As explicações nos links apresentados.

 

E Se Usarmos Outra Forma De Ver Os Rankings Que Não A Oposição Público/Privado…

 

  • Do 1º ao 10º lugar – 65 provas
  • Do 11º ao 20º lugar – 113 provas
  • Do 21º ao 30º lugar – 99 provas
  • Do 31º ao 40º lugar – 142 provas
  • Do 41º lugar ao 50º lugar – 148 provas

 

Vejamos O Caso Do Ensino Secundário

 

  • Do 1º ao 10º lugar – 219 provas.
  • Do 11º ao 20º lugar – 281 provas.
  • Do 21º ao 30º lugar – 384 provas.

 

Voltemos Ao 9º Ano, Cruzando Dados Das Melhores 20 Escolas Públicas E Privadas

 

  • Média de provas feitas pelas melhores 10 escolas privadas: 66.
  • Média de provas feitas pelas melhores 10 escolas públicas: 180.
  • Média de provas feitas pelas escolas privadas entre o 11º e 20º lugar: 122.
  • Média de provas feitas pelas escolas públicas entre o 11º e 20º lugar: 197
  • Média de provas realizadas pelo top 20 das privadas: 94.
  • Média de provas realizadas pelo top 20 das públicas: 189.

 

E Para O Secundário, Acham Que É Diferente?

 

  • Média de provas feitas pelas melhores 10 escolas privadas: 272.
  • Média de provas feitas pelas melhores 10 escolas públicas: 515.
  • Média de provas feitas pelas escolas privadas entre o 11º e 20º lugar: 461.
  • Média de provas feitas pelas escolas públicas entre o 11º e 20º lugar: 648
  • Média de provas realizadas pelo top 20 das privadas: 367.
  • Média de provas realizadas pelo top 20 das públicas: 582.

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Blogosfera – Terrear

10 Notas sobre os Rankings das escolas

 

  1.  Um sistema educativo doente. O ranking das escolas (sobretudo se for conjugado com a análise dos contextos, da progressão dos resultados, do valor esperado face ao contexto – como foi mais uma vez feito pela Católica Porto) veicula uma informação útil que nos deve mobilizar para compreender os múltiplos factores que geram estes resultados. E estes factores têm necessariamente a ver com as políticas educativas, com os modos de governo das escolas, com a gramática escolar, com o contexto escolar, com as práticas pedagógicas, com o efeito professor… Não obstante estes múltiplo factores, o ranking é um termómetro. Diz-nos que o sistema está doente. Não nos diz é porque é que está tão doente.
  2. Um sistema educativo excessivamente focado na medida dos resultados. Embora diga a doença, é preciso, neste particular, ter presente que estes não todos os resultados da ação educativa. As escolas produzem muitos resultados que os exames não podem avaliar nem medir. Por isso, é sempre muito recomendável ter presente que há resultados certamente obtidos – e que são essenciais para a vida pessoal e social – e que são ignorados por esta medição.  Daqui se conclui que não podemos julgar as escolas apenas por estes indicadores.
  3. Um sistema promotor de mais igualdade de sucesso. Estes dados confirmam o que já sabemos. O sistema educativa reproduz desigualdades sociais e pode até reforçá-las. Revelam um país a várias velocidades. Denuncia um grave atentado ao direito à igualdade de oportunidades de sucesso.  O ‘efeito Mateus’ é aqui revelado em todo o seu esplendor: quem tem mais e melhores condições (de organização, de gestão, de recursos, de públicos….) tem mais e melhores resultados. Quem tem menos, menos tem. Precisamos de inverter este ciclo através de políticas e práticas mais eficazes de discriminação positiva.
  4. Mudar de paradigma de governo da educação. As notas anteriores indiciam a imperiosa necessidade de mudanças (positivas). Desde logo o modo de governar a educação portuguesa. Enquanto  o paradigma for fundado na lógica centralista do “comando e do controlo” estaremos sempre perdidos neste mundo de enganos e de faz de conta. Precisamos, decididamente, de um sistema mais adulto, mais radicalmente descentralizado,  mais livre, mais autónomo, mais responsável, mais inscrito nos territórios sociais, culturais, económicos onde as escolas estão inseridas. Isto é uma condição “sine qua non” para sairmos deste pântano. E neste quadro, exigir do Estado uma atenção particular no apoio a quem mais precisa.
  5. Mudar de paradigma profissional. Os professores têm vindo a ser reféns de uma política que os menoriza e desautoriza quase todos os dias. E também têm – devemos reconhecê-lo – contribuído para isso. Em nome de outros patamares de qualidade dos processos e resultados, precisamos de proporcionar aos professores condições para que queiram ser mais autores da sua prática profissional, mais criadores de oportunidades, mais decisores pedagógicos e organizacionais de modo a adequar o ensino aos muitos públicos que habitam as nossas escolas. E este eixo de ação é mesmo uma condição de sobrevivência profissional, um modo de não abandonar uma profissão cada vez mais impossível.
  6. Mudar o experimentalismo constante através do Diário da República. Pensar que os processos e os resultados educativos se obtêm através de novas leis, de novos programas, de novos regulamentos, de novos despachos é uma ruinosa ilusão. Pelo contrário, poderíamos até definir como axioma: quando mais mudanças, mais experiências forem decretadas através do diário de república e seus apêndices normativos, mais difícil será elevar os padrões de qualidade educativa. A estabilidade de referenciais  e estímulo determinado à ousadia e invenção nas próprias escolas é o caminho a seguir.
  7. Mudar as crenças do “bode expiatório”. Face às doenças do sistema, recorremos quase sempre ao “bode expiatório”. A culpa é sempre dos outros: do ministério, do sistema, do contexto socioeconómico, dos alunos (que não querem estudar), dos programas, das famílias, dos professores, das escolas, variando a causa em função do autor da visão. Temos de admitir que a responsabilidade (em graus variáveis, evidentemente) é todos. E cada uma das partes tem de se determinar a procurar a sua quota-parte na cura necessária. Ninguém já fez tudo o que poderia fazer para melhorar os resultados escolares. Precisamos de avançar numa aposta decisiva numa contratualização entre as partes que têm uma palavra (substantiva) a dizer na elevação das oportunidades de sucesso.
  8. Mudar o paradigma da avaliação dos professores. A avaliação dos docentes, tal como está, só serve para destruir a profissão, para dificultar (ou mesmo impedir) a emergência de uma cultura profissional mais colaborativa e exigente, mais apta a melhorar os modos de ensino. Quanto mais depressa acabarmos com este mito melhor. E colocar a avaliação efetivamente ao serviço do desenvolvimento profissional e organizacional.
  9. Mudar o paradigma da formação contínua dos professores. O último ECD quase destruiu o direito e a responsabilidade individual da formação contínua dos docentes. Precisamos de re-introduzir dispositivos de incentivo à auto-formação e acabar de vez com o mito do presencismo nas escolas. Porque o saber e o saber fazer são os ingredientes essenciais numa profissão cada vez mais exigente. A valorização da procura individual da formação e a parceria ministério-universidades no incremento desta aposta é um caminho essencial.
  10. Ver para além da montanha. Por fim, como síntese, é preciso não ficarmos por aqui, por estas análise de glorificação e de miséria. É preciso ver para além dos resultados. É preciso dar meios à escolas para elas poderem sair, pelos próprios pés, do estado em que se encontram. Não precisamos de grandes programas ministeriais. Precisamos apenas que o MEC confie nas inteligências e nas vontades dos professores e das escolas e as acenda. E a missão maior não é tanto ensinar a construir os barcos que podem levar a outras paisagens. O essencial é uma política que faça escolas (professores, pais, alunos) quererem ter o desejo do mar. Com um PS para o “Conselho de Escolas” Que é um voto para que protagonizem estas mudanças e esta visão.

 

José Matias Alves

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Blogosfera – Assistente Técnico

9536 Docentes Colocados em Horários com Duração Anual – Apenas nas Reservas de Recrutamento até RR08

 

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Blogosfera – Crónicas do Cão

Devemos obedecer cegamente quando sabemos que é errado? Ou desobedecer?

 

 

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A Ver Mais Logo

“verdade inconveniente”, grande reportagem na tvi – dia 4 de Novembro às 20h00

 

 

Reportagem de Janeiro deste ano.

 

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A Confirmação dos Meus Números

… já indicados neste post.

 

 

Estatísticas – Desde 2011 o MEC ficou mais pequeno 8% em número de Funcionários 19.847

 

 

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Uma Tabela de Cortes

Retirada daqui.

No post vem tudo explicadinho.

 

tabela_cortes2_inforprod

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Salários dos Professores em 2014

Quadro elaborado pelo José Marques, do Blog pé-ante-pé.

 

salarios_2014_v2

 

 

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