Rui Cardoso

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Orientações às Escolas para a elaboração do Plano de Contingência

 

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Aprovado D.L. da esmola de aumento de 0,3%

 

“Foi ainda aprovado o decreto-lei que atualiza a base remuneratória da Administração Pública e o valor das remunerações base mensais nela existentes.

Em cumprimento do Programa do Governo, que aponta para um aumento anual da massa salarial em torno dos 3%, as despesas com pessoal são reforçadas em 854 M€, em 2020, o equivalente a um aumento de 3,8% face a 2019. O referido acréscimo resultará, numa primeira fase, do impacto das medidas relativas ao descongelamento das carreiras, que se sentirá de forma significativa até 2020, do aumento do emprego público promovido nos últimos anos e do efeito extraordinário da reposição do tempo em algumas carreiras, que se concluirá em 2021.
Deste modo, os trabalhadores que aufiram a base remuneratória da Administração Pública ou cujo valor da remuneração base mensal se situe até ao valor do montante pecuniário do nível 5 da Tabela Remuneratória Única (TRU) terão, em 2020, uma atualização salarial de €10,00, sendo a remuneração dos trabalhadores que não se encontrem nesta condição atualizada em 0,3%. Estas atualizações são retroativas a 1 de janeiro.
Ao proporcionar melhores e mais dignas condições de trabalho e de vida aos trabalhadores de todas as carreiras e categorias que auferem remunerações mais baixas, o Governo está a contribuir para o reforço da coesão social e do combate à pobreza.”
Conselho de Ministros de 5 de março de 2020

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Comunicado – Governo cria concursos especiais de ingresso no ensino superior através de vias profissionalizantes e especializadas

Governo cria concursos especiais de ingresso no ensino superior através de vias profissionalizantes e especializadas

O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira, dia 5 de março, o Decreto-Lei que cria os concursos especiais de ingresso no ensino superior para os estudantes que tenham concluído o ensino secundário através das vias profissionalizantes e de cursos artísticos especializados.
O Decreto-Lei tem por objetivo a criação de uma nova via de ingresso para os estudantes que concluam o ensino secundário através de ofertas educativas e formativas profissionalizantes e de cursos artísticos especializados e que queiram frequentar o ensino superior, reduzindo, desta forma, as desigualdades que ainda persistem relativamente a estes estudantes no momento de ingressarem no ensino superior.
O Decreto-Lei prevê que os estudantes façam exames nas próprias instituições de ensino superior às quais se candidatam, tendo em vista avaliar se dispõem dos conhecimentos e competências consideradas indispensáveis ao ingresso e progressão no ciclo de estudos aos quais apresentem candidatura.
Atualmente 45% dos estudantes do ensino secundário frequentam as vias profissionalizantes e é propósito do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior valorizar a especificidade e identidade do ensino profissional, reequilibrando a igualdade de oportunidades no acesso ao ensino superior.
A medida agora proposta vem no seguimento dos desígnios do Governo, inscritos no Contrato de Legislatura, e que passam por alargar a base social de participação no ensino superior garantindo que até ao fim da Legislatura cerca de 40% dos estudantes do ensino profissional prossigam estudos no ensino superior, o que representa cerca de 10 mil inscritos até 2023. Isto significa mais do que duplicar o número de inscritos registado em 2017-18, altura em que o número se fixava em 4500.
O Decreto-Lei segue em linha com uma recomendação da OCDE aquando da avaliação aos sistemas de ensino superior, ciência, tecnologia e inovação, concluída em 2018, na qual aquela organização sugeriu que o sistema de acesso ao Ensino Superior se adaptasse à diversidade de estudantes provenientes do ensino secundário e ao tipo de competências dos mesmos, eliminando a desigualdade que atualmente se verifica entre os estudantes que realizam o ensino secundário na via científico-humanística e aqueles que o concluem através das vias profissionalizantes e de cursos artísticos especializados.

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SNS 24 mandou professora infetada ir trabalhar, diz diretor da escola da Amadora

Pelo que conheço deste diretor, ele não é de falar por falar…

SNS 24 mandou professora infetada ir trabalhar, diz diretor da escola da Amadora

“Foi-lhe aconselhado a vir trabalhar quinta e sexta-feira [dias 27 e 28], na segunda-feira de manhã a professora ligou para a escola a questionar o que faria [uma vez que só lecionava à tarde]. Eu assumi o risco de dizer à professora para não vir trabalhar enquanto não tivesse o resultado e ela a partir de segunda-feira não voltou a lecionar nesta escola”, afirmou o diretor da escola da Amadora tendo esta quarta-feira vindo-se a confirmar que esta estava infetada.”

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Escola da Amadora onde trabalha professora com coronavírus foi evacuada e encerrada

Mais virão?

Escola da Amadora onde trabalha professora com coronavírus foi evacuada e encerrada

Uma professora da Escola Básica 2/3 Roque Gameiro, na Amadora, está infetada com coronavírus. A escola foi evacuada e encerrada esta quinta-feira.

A TSF avança que a mulher foi hospitalizada esta quarta-feira, que leciona a disciplina de Fisico-Química aos alunos do 7.º ano e que esteve de férias em Itália durante o Carnaval.

O blogue sabe de fonte segura que a escola se mantém aberta e em funcionamento.

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Funcionários das escolas estão desmotivados

 

Funcionários das escolas estão desmotivados mas sentem que trabalho é respeitado, diz estudo

Resultado: os trabalhadores sentem-se desmotivados. De norte a sul do país, 36,6% admitiram estar completamente desmotivados ou ter um nível motivacional baixo, enquanto 43,4% disseram estar mediamente motivados. “Apenas 19% apontou um nível motivacional elevado”, disse Lúcia Miranda.

Apesar da pouca motivação e salários baixos, a maioria sente que o seu trabalho é reconhecido por alunos, pais, professores e diretores. No entanto, “há 30% que considera que o seu trabalho não é respeitado por ninguém”, disse a autora do estudo e vice-presidente do STAEE da zona norte.

Para os investigadores, o perfil identificado no estudo apresenta um grupo de trabalhadores – mulheres, já com alguma idade e sobrecarga e desgaste profissional – que tendencialmente poderão vir a usufruir de baixas médicas e a necessitar de apoio médico e psicológico.

Os funcionários queixam-se também de não serem chamados a participar nas decisões que dizem respeito a alterações ao seu local de trabalho.

Lúcia Miranda deu como exemplos as mudanças de horário de trabalho, a mobilidade dentro da própria escola ou quando as autarquias decidem mudar um funcionário de uma escola para outra.

No total, “72,7% dizem não participar nas decisões. É uma percentagem muito elevado”, criticou a investigadora em declarações à Lusa.

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Medidas para acautelar a proteção dos trabalhadores da SS devido ao perigo do COVID 19

 

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Os efeitos da municipalização perto de ti…

 

As escolas que já estão sob a alçada da gestão municipal, começaram a sentir os efeitos negativos da dependência decisória do executivo camarário. A aquisição de materiais e serviços estão condicionados pela vontade da autarquia, limitando o trabalho escolar. Um exemplo: o pedido para aquisição de produtos de desinfecção para mitigar a epidemia que está a decorrer, está a ser ignorado em várias autarquias sem justificação, ficando as escolas reféns da decisão politica de cada autarca. E não é só neste tipo de produtos mas em muitas outras necessidades para desenvolver o trabalho exigido no modelo curricular da flexibilidade e inclusão.

Se alguém ainda não tinha percebido os efeitos da descentralização/municipalização, então basta conhecer o que se está a passar nos concelhos em que as câmaras municipais assumiram a descentralização/municipalização da educação…

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Susana Amador? Quem é? (O ministério dos desaparecidos…)

 

Alguém tem visto, ou ouvido a secretária de estado? Além de uma fugaz intervenção a 28 de novembro de 2019, nunca mais apareceu. Que andará a preparar? Parece que ninguém sente a sua falta…

Nem no seu blog tem aparecido…

 

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Cartoon do dia – O Espirro – Paulo Serra

 

 

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Mãe condenada a prisão por estalo a professora

Mais exemplos deviam vir a público…

Mãe condenada um ano e seis meses de prisão por estalada a professora

Uma mulher de 32 anos foi condenada a um ano e seis meses de prisão, suspensa na execução por três anos, por ter agredido uma professora primária na escola Ressano Garcia, em Lisboa.

A 5 de fevereiro deste ano a mãe de um aluno de 10 anos foi à escola, em Campo de Ourique, tirar satisfações por o filho apresentar um arranhão na face. Já no interior do estabelecimento, a mulher confrontou uma professora, de 54 anos que acusou de ter agredido a criança. A docente explicou que apenas tinha intervindo para separar dois alunos.

In JN

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Professor/a de Língua Portuguesa para Timor-Leste

A Coutinho, Neto & Orey no âmbito da sua atividade de recrutamento encontra-se a desenvolver um processo de seleção para o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. (Camões, I.P.)

Prazo limite de candidatura: 13/03/2020 (novo prazo)

I – Enquadramento da ação

O Projeto PRO-Português, a implementar na República Democrática de Timor-Leste (RDTL), tem como objetivo global “contribuir para a consolidação do sistema educativo de Timor-Leste, através do apoio ao setor da formação profissional e contínua do pessoal docente do sistema educativo do Ensino Não Superior” e, como objetivos específicos, “i) constituir uma Bolsa de Formadores Nacionais, a nível de Posto Administrativo, e consolidar as suas competências técnico-científicas, didático-pedagógicas e linguístico-comunicativas para ministrarem Cursos de Língua Portuguesa (Níveis A2, B1 e B2); ii) reforçar as competências linguístico-comunicativas em Língua Portuguesa de docentes de todos os níveis de ensino (Educação Pré-Escolar, Ensino Básico e Secundário) do sistema educativo do Ensino Não Superior de Timor-Leste”.

 

II – Enquadramento da função

As atividades dos Professores de Língua Portuguesa visam cumprir os seguintes objetivos:

  • No quadro das responsabilidades do INFORDEPE, incrementar a qualidade do ensino nacional em Timor‐Leste, visando, essencialmente, a proficiência linguística, com vista à capacitação do universo de professores em exercício no domínio da Língua Portuguesa;
  • Reforçar a proficiência em Língua Portuguesa do quadro docente de todos os ciclos de ensino (Educação Pré-Escolar, Ensino Básico e Secundário) do sistema educativo do ensino não superior timorense, de escolas dos 65 Postos Administrativos, em regime presencial e b-learning;
  • Contribuir para o cumprimento e monitorização das metas definidas nos indicadores do Projeto, de acordo com o sistema de Monitoria e Avaliação com base em Resultados;
  • Executar todas as tarefas relevantes no âmbito das suas competências atribuídas pelo Camões, I.P.

 

III – Principais Responsabilidades

Reportando, organizacionalmente, ao/à Coordenador/a Geral e ao Camões, I.P., e funcionalmente, ao Coordenador-Adjunto para a área científico-pedagógica e ao Coordenador-Adjunto para as áreas de administração, finanças e logística, o/a Agente da cooperação na categoria de Técnico para exercer funções de Professor/a de Língua Portuguesa terá como principais responsabilidades:

  • Ministrar cursos de formação no âmbito da Língua Portuguesa (Níveis A2, B1 e B2), de acordo com a estratégia e o programa de formação definidos;
  • Elaborar a respetiva programação anual/mensal (cronogramas de formação para as atividades a implementar) e proceder à monitorização dos objetivos, atividades e resultados, conforme previsto no Documento de Projeto e respetivo Quadro Lógico;
  • Conceber os modelos pedagógicos e elaborar os documentos programáticos e operacionais/planos de formação e de intervenção dirigidos aos formadores e aos diferentes públicos-alvo, de acordo com o previsto no Documento de Projeto;
  • Elaborar manuais de formação e/ou outros materiais didático-pedagógicos especializados de suporte a cada curso/atividade, tanto para a modalidade presencial como para o regime b-learning;
  • Garantir a qualidade do processo educativo/formativo, ao nível da implementação e afirmação da Língua Portuguesa;
  • Apoiar e orientar o processo de planeamento das sessões de formação com os formadores, nomeadamente no que respeita a bibliografia para consulta e materiais didático-pedagógicos;
  • Identificar necessidades de formação específicas dos formadores e formandos sob a sua supervisão, dentro do contexto dos objetivos do Projeto;
  • Apoiar na conceção dos instrumentos necessários à realização das atividades, ao levantamento de necessidades, à recolha de dados quantitativos e qualitativos do Projeto e outras informações solicitadas, assim como à definição de modelos de acompanhamento, monitorização e avaliação dos indicadores constantes no Quadro Lógico;
  • Organizar e apresentar mensalmente pontos de situação/relatórios e cronogramas das atividades pelas quais é responsável, incluindo do grupo de formadores que coordena, de acordo com modelos previamente estabelecidos;
  • Garantir e ser responsável pela boa organização dos Dossiês Técnicos e Pedagógicos relativos às atividades por si desenvolvidas, incluindo do grupo de formadores que coordena, para que seja possível a consulta rápida de todo e qualquer documento físico ou digital produzido no âmbito da intervenção;
  • Dinamizar atividades de promoção e divulgação da língua portuguesa, dirigidas a diferentes públicos;
  • Participar em reuniões institucionais e de natureza técnica convocadas pela Coordenação;
  • Participar nos processos reflexivos e troca de experiências/ideias sobre a intervenção, facilitando a disseminação das melhores práticas e lições aprendidas;
  • Todas as demais responsabilidades e atividades compatíveis com a natureza e âmbito do cargo e das suas competências.

 

IV – Requisitos

A – Obrigatórios:

  • Licenciatura Pré-Bolonha ou Mestrado Bolonha que confira habilitações profissionais para a docência da disciplina de Português no 3.º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário, numa das seguintes áreas:
    • Ensino de Língua e Cultura Portuguesas (Língua Segunda/ Língua Estrangeira);
    • Ensino de Línguas Modernas com componente de Língua Portuguesa;
    • Linguística Portuguesa.
  • Mínimo de 5 anos de experiência comprovada no ensino de Língua Portuguesa em contextos multilingues e multiculturais.
  • Fluência oral e escrita em Língua Portuguesa;
  • Excelentes conhecimentos de informática na ótica do utilizador.

 

B – Preferenciais:

  • Experiência de trabalho em formação de adultos;
  • Experiência de trabalho no setor da educação, preferencialmente na área da formação de formadores/professores;
  • Participação em projetos no âmbito da Cooperação para o Desenvolvimento;
  • Experiência na elaboração e publicação de materiais didáticos para o ensino do Português Língua Não Materna;
  • Bons conhecimentos de Inglês e Francês;
  • Conhecimentos de Tétum.

 

V – Competências Minímas: 

  • Capacidade para trabalhar em contexto internacional e intercultural e em contexto de países em desenvolvimento;
  • Excelente capacidade de comunicação e relacionamento interpessoal, bem como capacidade de adaptação a contextos complexos de tomada de decisão;
  • Capacidade demonstrada na gestão de conflitos;
  • Capacidade de organização, definição de prioridades e de gestão do tempo;
  • Boa capacidade de análise de problemas e de formulação de estratégias;
  • Orientado/a para a obtenção quotidiana de resultados;
  • Capacidade de automotivação e autoaprendizagem;
  • Capacidade para trabalhar sob pressão e autonomamente;
  • Flexível no desempenho das suas funções e fácil adaptação em contextos de mudança permanente;
  • Seriedade e ritmo de trabalho forte com postura e comportamento pessoal exemplar adequado à posição oferecida;
  • Capacidade para aceitar e cumprir instruções superiores, bem como ensinar e transmitir conhecimentos a outros colaboradores locais, ajudando à sua capacitação técnica e profissional com autonomia.

 

VI – Outras Aptidões: 

  • Aptidão psicológica e física para trabalhar num clima semitropical;
  • Disponibilidade para residir em Timor-Leste e respeitar a cultura local.

 

 

VII – Horário e Local de Trabalho

35 horas semanais, a exercer numa das capitais dos 12 Municípios ou Região Administrativa Especial de Oecusse-Ambeno.

 

VIII – Condições Contratuais

Os contratos, a celebrar de forma tripartida (Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal/Camões, I.P., MEJD/INFORDEPE e o professor contratado), terão a duração prevista até 31 de dezembro de 2020, podendo ser renovados, por mais duas vezes, por períodos sucessivos de 12 meses, dentro do prazo de vigência do projeto.

 

IX – Prazo limite de candidatura: 13/03/2020

O processo de candidatura deverá ser feito através do registo no site www.cnorey.com (https://www.cnorey.com/pt/areas-actuacao/recrutamento-e-seleccao/)

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DGEstE – Plano de Contingência e orientações às Escolas

 

Assunto: Plano de Contingência e orientações às Escolas

Senhores(as) Diretores(as) / Presidentes de CAP

Tendo tomado conhecimento de um email emitido pela senhora Diretora-Geral da DGAE sobre o cancelamento de reuniões agendadas por aquela Direção-Geral acompanhado de outras indicações, informo que apenas deverão tomar a devida nota relativamente a esses cancelamentos.

O Plano de Contingência – com as respetivas Orientações às Escolas – está a ser ultimado pela DGEstE e será enviado com a maior celeridade possível.

Com os melhores cumprimentos,

Maria Manuela Pastor Faria

Diretora-Geral dos Estabelecimentos Escolares

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DGAE (des)suspende reuniões

Será que alguém sabe o que anda a fazer?

 

Exmos. Senhores Diretores de AE e ENA e Presidentes de CAP

Perante a última comunicação da Direção Geral da Saúde e face às medidas apresentadas, comunica-se que cumprindo os procedimentos de segurança definidos, estarão asseguradas as condições para manter o agendamento das Sessões de Esclarecimento Progressão na Carreira, agendadas para o Porto, para

os dias 5 e 6 de março.

Certos da melhor compreensão,

Com os melhores cumprimentos,

A Diretora-Geral da Administração Escolar

Susana Castanheira Lopes

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Oeiras inaugura casa temporária para professores deslocados

Prometeu e cumpriu. Pelo menos numa casa… o certo é que está empenhado em dar solução a um problema que o governo chuta para canto. Enquanto isso, os deputados que foram desmascarados com moradas falsas nem o subsidio devolveram…

Professores de Oeiras recebem nova casa

O Presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Isaltino Morais, vai inaugurar a primeira Casa Temporária para Professores na próxima quarta-feira, dia 4 de março pelas 14h30, na Rua da Figueirinha (Edifício Ferro de Engomar), n.º 20.
Verificando-se a conclusão das obras de recuperação do imóvel, as instalações foram completamente equipadas com todo o mobiliário necessário. Esta residência está preparada para receber 3 professores.

Atento à problemática da colocação de professores, muitas vezes longe da sua área de residência e que enfrentam preços de arrendamento privado demasiado altos para os seus rendimentos, o Município de Oeiras está a desenvolver um plano de apoio no alojamento dos docentes, bem como de outros profissionais que enfrentem as mesmas dificuldades, como é o caso dos polícias.
Dos vários projetos que estão já em curso, destaca-se a residência que está a ser projetada para a Fábrica da Pólvora, em Barcarena, que se estima que fique concluída dentro de dois anos e meio e que terá uma quota de 40 quartos destinados a professores deslocados.

No Município de Oeiras há, em média, aproximadamente 100 docentes deslocados anualmente, provenientes maioritariamente do Norte do país, existindo poucas alternativas de alojamento, o que faz subir o valor das casas e/ou quartos.
Este Novo Ciclo de Desenvolvimento continua firmemente apostado na criação de todas as condições necessárias para que todos os alunos do concelho possam ter desempenhos de excelência.

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O pior é que ninguém faz nada! – Santana Castilho

 

A frase que dá título a esta crónica é do jornalista Hernâni Carvalho e abriu uma edição especial do programa “Linha Aberta”, da SIC, emitido no passado dia 24 de Fevereiro. A Escola Básica e Secundária de Salvaterra de Magos foi aí apresentada como um local violento e inseguro. No programa é dito que dentro do estabelecimento de ensino se consome e trafica droga. É narrada uma tentativa de violação de uma aluna de dez anos e descrita uma situação encobridora do facto. Com efeito, disse a mãe da vítima, no programa, que a filha acabou referenciada como se tivesse ficcionado o sucedido, quando a violação não se consumou apenas porque alguns alunos acudiram aos gritos da menor e a socorreram, logo existindo testemunhas do crime tentado. A criança veio a sofrer longamente de ataques de pânico e foi internada para tratamento. Mais dois casos arrepiantes são descritos no programa: um de bullying grave exercido sobre uma aluna do 8.º ano, que culminou com uma tentativa de suicídio (evitado por intervenção hospitalar), e outro de alunos ameaçados com arma branca por socorrerem uma criança que estava a ser sufocada por marginais. Recorde-se que eram desta escola os dois alunos envolvidos, há cinco anos, num incidente, fora do estabelecimento escolar, que terminou com o homicídio de um deles.

Tudo visto, parecia legítimo esperar uma reacção imediata de quem de direito, designadamente do tosco ministro da Educação. Tanto mais que no programa foi dito, por um técnico da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens, que situações idênticas são recorrentes noutras escolas. Mas, aparentemente, nada aconteceu, como lamentou (e bem) Hernâni Carvalho.

Como é isto possível? Tenho para mim que as proclamações idílicas para o século XXI e a aura de modernidade com que o PS mascarou ideias pedagógicas do século passado (cuja aplicação resultou em desastre aqui e lá fora) são responsáveis pela normalidade perversa em que está mergulhado o sistema de ensino. O respeitinho burocrático imposto a uma classe docente proletarizada e precarizada mergulhou-a num torpor que a incapacita para reagir eficazmente à permanente erosão das condições de trabalho nas escolas e ao lento desmoronar dos valores fundacionais da educação personalista. Estamos a afastar os nossos jovens do mundo perceptível aos sentidos, permitindo paulatinamente a sua substituição pelo mundo virtual das redes sociais e do lixo televisivo. E, face a isto, os políticos não têm a coragem de promover medidas práticas eficazes.

O ordenamento disciplinar vigente nas escolas é caracterizado pelo sentimento de impunidade relativamente aos pequenos delinquentes. A carência de cuidados parentais, que muitas vezes os caracteriza, não pode ser motivo de segregação. Mas não justifica que os dispensemos do cumprimento de regras de comportamento básico ou lhes confiramos “direitos” particulares, que prejudiquem os outros.

Em matéria de incidentes disciplinares, demasiados órgãos directivos optam por abordagens branqueadoras, protectoras da sua própria imagem e do ME, chegando, no limite, a omiti-los. No dizer do ministério (casos “isolados” e “residuais”), a violência há muito que deveria inexistir, já que “diminui” de ano para ano. O pior é que a realidade desmente as graças obtidas com a administração contínua do sacramento da “escola inclusiva” e as homilias imbecis de frei Tiago no “5 para a Meia-Noite”. Basta estar atento às manchetes dos jornais e às rotinas hospitalares, onde chegam os que levam “no focinho”.

Fonte: Público

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Afinal quem diz verdade? Quem assume a responsabilidade?

Chegou-nos por email este desabafo… depois da ministra Temido ter afirmado que está disposta a ultrapassar a linha ténue e decretar quarentena obrigatória…

Ministra da Saúde esteve no Parlamento a explicar aos deputados o que está a ser feito – e o que pode ser feito – para combater o covid-19. Marta Temido diz que o quadro legal não é totalmente claro, mas que se for preciso decretar medidas de isolamento obrigatório não fugirá às responsabilidades.

Segue-se o desabafo:

“A campanha política continua! Ouvimos na TV os ministros em uníssono a pregar que os trabalhadores do público ou privado, que estiveram em zonas de risco do coronavírus/COVID-19, não serão penalizados em caso de quarentena a nível de vencimento. No entanto existem algumas dificuldades em passar esta mensagem. A Saúde 24 continua a ler a cartilha e nada diz nem ninguém assume. Já a Delegação de Saúde diz que se deve ir trabalhar, pois o despacho agora saído sobre o assunto, segundo o Delegado de Saúde, só em caso de ida ao hospital é que passa a vigorar. Até lá nada feito!

Claro que o trabalhador deve fazer prova do local onde esteve. Até porque há sempre quem se aproveite da desgraça alheia.

A quarentena é feita para salvaguarda de todos e funciona como prevenção. A interrupção da mesma e a deslocação para o trabalho (mas promovendo o distanciamento social e evitando o contacto físico!!) pode funcionar como um eventual meio de propagação e a ser assim quem assume? O Delegado de Saúde? Bem sei que para o Governo seria muito melhor todos os trabalhadores nesta situação meterem baixa médica, mas será racional. Quem querem enganar? Sejam honestos, não brinquem com as palavras e de forma clara e transparente esclareçam a sociedade.”

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Mais atento que isto, Tiago? “Contingênciando”…

De cada vez que um aluno se queixa de dor de cabeça, lá saco eu do termómetro… caso ultrapasse os 37ºC, telefono ao enc. de educação para o vir buscar à escola.

Preparadíssimo para “contingênciar”… 

Sem luvas, sem máscara, sem fato de proteção, sem garrafão de água (vazio) na cabeça, sem medo, sem nada… de corpo feito e queixo erguido…

 

 

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Uma reunião Professor/Enc. de Educação que esclarece qualquer um…

Esta reunião entre o professor e os encarregados de educação dos seus alunos é bastante esclarecedor do que se passa na nossas escolas, sociedade e salas de aula. É também uma boa aprendizagem para qualquer um. Vale a pena ver…

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A mensagem, clara, de Alexandra Leitão

 

Recuperar 10 anos de perda de poder de compra seria “reescrever a história”

Ministra Alexandra Leitão diz que é “impossível” recuperar o poder de compra perdido pelos trabalhadores da função pública na última década.

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Elaboração de um Plano de Contingência. As escolas têm de o elaborar?

O que diz o Despacho que pode ser interpretado como sendo passível de aplicação nas escolas:

A elaboração deste plano de contingência “não deve impedir a adoção de medidas imediatas constantes da referida orientação da DGS”, o despacho determina que o documento “deve conter ainda os procedimentos alternativos que permitam garantir o normal funcionamento de cada serviço ou estabelecimento, que sejam considerados os mais adequados face à respetiva natureza, atribuições e caracterização de postos de trabalho”.

“Os serviços desconcentrados ou os serviços que apresentem dispersão geográfica podem elaborar vários planos de contingência, sempre que o dirigente máximo o considere mais adequado”, e “cada secretaria-geral deve promover a articulação que se revele necessária ao planeamento e à execução dos planos de contingência dos serviços das respetivas áreas governativas”.

Devem ser equacionadas “a redução ou suspensão do período de atendimento, consoante o caso”; a “suspensão de eventos ou iniciativas públicas, realizados quer em locais fechados quer em locais abertos ao público”; e a “suspensão de atividades de formação presencial, dando preferência a formações à distância”.

Agora fica na consciência de cada diretor. Depois não se queixem…

Se me calhar na pele ou a um dos meus filhos, vou fazer a vida negra a alguém…

O Filinto Lima diz que sim…

Escolas preparam planos de contingência para casos suspeitos de coronavírus

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Como se proteger do Novo Coronavírus COVID-19

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Dezenas de pessoas solidárias com professora vítima de agressão em Argivai

 

Dezenas de pessoas solidárias com professora vítima de agressão em Argivai

Pais, alunos, professores, auxiliares, autarcas e sindicato dos professores concentraram-se na tarde desta segunda-feira em frente à escola da Pedreira, em Argivai, numa manifestação contra o ato de agressão de uma mãe a uma educadora, na passada sexta-feira, à entrada do recinto do estabelecimento de ensino. https://maissemanario.pt/professora-agredida-por-mae-no-recreio-da-escola-em-argivai/

Arlindo Ferreira, diretor do Agrupamento Cego do Maio, que integra a escola argivaiense, Ana Paula Correia, presidente da Associação de Pais, e Ricardo Silva, presidente da Junta da Póvoa, Beiriz e Argivai, dirigiram-se aos presentes, enaltecendo a presença de todos na corrente humana solidária contra a violência.

“Não podemos esconder o que se passou aqui e não posso permitir o que se passou aqui”, disse Arlindo Ferreira, que acrescentou que “estamos unidos contra a violência nas escolas” e adiantou também que “queremos travar esta situação”.

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Ligar os pontos, por Maria do Rosário Pedreira

Às vezes sinto-me como o professor de Música… frustrado com tanta falta de cultura de vida, há quem lhe chame ignorância, eu prefiro falta de experiência…

 

Ligar os pontos

iz uma parte significativa da minha formação sem poder escolher canetas, lápis ou cadernos, não porque na minha escola exigissem um material específico, mas porque o mercado era então tremendamente escasso. Vendiam-se uns cadernos pautados ou quadriculados com capa lisa e, para os rascunhos, umas sebentas que ficavam mesmo sebentas num instante, pois eram feitas de um papel tão mau como o que absorvia o óleo das batatas fritas lá em casa. As borrachas com cheiro a morango não passavam de um sonho, os afia-lápis eram todos de alumínio; e, às costas, em lugar das mochilas leves e coloridas de hoje, carregávamos umas pastas duras que levavam meses a perder o cheiro a couro. Até os passatempos nos suplementos juvenis dos jornais eram sensaborões: ligar os pontos para encontrar uma figura, pintar de acordo com o modelo, sair de um labirinto… Sem hipótese, porém, de saber o que o futuro traria – marmitas lindas para substituir aqueles termos de xadrez que davam sempre um ar de pudim à comida -, andávamos satisfeitos com o presente.

Já quanto ao passado, nem tanto, porque os livros de História apresentavam a matéria em unidades estanques, sem qualquer relação entre elas, criando equívocos que os professores também não ajudavam muito a dissipar. Ao estudarmos as civilizações antigas, por exemplo – ao longo de três anos e com três livros diferentes -, ficávamos com a ideia de que o Egipto era riscado do mapa quando a Grécia emergia, mergulhando esta na escuridão quando chegava a hora do Império Romano. Parecia a história daquele velho peão do interior do Brasil que, ao ouvir o escritor Alçada Baptista dizer que era português, confessou que achava que Portugal já não existia, que era coisa da história. Assim andávamos nós – e foi preciso Elizabeth Taylor pôr uma franja, ler hieróglifos e beijar Marco António para concluirmos que, afinal, muitas coisas eram coetâneas.

Com uma educação mais aberta e novas possibilidades de pesquisar e cruzar informação, julgava que os jovens de hoje estivessem livres destas confusões. Um professor de Música do Conservatório aconselhou-me, mesmo assim, a não ter ilusões. Pôs a tocar numa aula um CD com peças de Bach, debruçando-se a seguir sobre a música barroca em geral e aquele compositor em particular. Foi então que uma aluna o interpelou para lhe pedir que, por favor, parasse de gozar: como raio podiam ter acabado de ouvir uma peça tão antiga se nesse tempo não havia gravadores? Adeus, futuro.

 

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O Despacho do Coronavírus (COVID-19) para a Função Pública

 

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Percentagem de “reprovações” diminuem substancialmente

Aos alunos e professores se deve…

Há um “aumento substancial” de alunos que concluem o 12.º ano sem ter reprovado nos anos anteriores

É o melhor resultado dos alunos do ensino secundário desde que o Ministério da Educação (ME) começou também a avaliar o desempenho das escolas em função da percentagem de chumbos dos seus estudantes – o que aconteceu a partir de 2015/2016.

Segundo dados divulgados nesta segunda-feira pelo ministério, no ano lectivo passado 44% dos alunos conseguiram concluir o ensino secundário sem terem reprovado nem no 10.º, nem no 11.º ano e tendo depois positiva nos dois exames finais. O ME destaca que se trata de um “aumento substancial”, já que em 2017/2018 a percentagem dos chamados percursos directos de sucesso no ensino secundário tinha-se ficado pelos 37%.

Este foi também o valor alcançado no ano de estreia do novo indicador (2015/2016).

No 3.º ciclo também se regista um aumento dos percursos de sucesso, que passam de 45% para 47%. Este nível de escolaridade estreou o novo indicador com 40% de alunos que cumpriam as duas condições de sucesso: não ter chumbado nem no 7.º ano, nem no 8.º ano e concluir o 9.º ano com positiva nas duas provas finais.

Desigualdades persistem

Mas como estes dados também mostram, mais de metade dos alunos do 3.º ciclo e do secundário continuam a reprovar pelo caminho. Uma proporção que aumenta exponencialmente quando se analisa o percurso escolar tendo em conta o contexto socioeconómico dos agregados familiares dos alunos, que aqui é retratado por via da Acção Social Escolar (ASE).

Os apoios do Estado são dados aos alunos cujas famílias têm um rendimento mensal igual ou inferior ao salário mínimo nacional. Existem dois escalões: A e B, abrangendo o primeiro os agregados mais carenciados.

Em 2018/2019, só 29% dos alunos no escalão A conseguiram ter um percurso directo de sucesso, enquanto entre os seus colegas que não precisavam de apoios do Estado esta proporção subia para 45%. No 3.º ciclo a diferença é ainda maior: de 21% para 56%. 

Portugal tem sido apontado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) como um dos países em que existe uma maior marca de classe no desempenho escolar. Ou, dito de outro modo, onde a associação entre retenções e pobreza é mais significativa. Apesar das taxas de retenção estarem em queda nos últimos anos, o fosso entre alunos carenciados e os que vêem de meios mais favorecidos tem-se mantido quase inalterável no que respeita à possibilidade de concluírem a escola sem chumbos pelo caminho. 

Olhando para os percursos directos de sucesso constata-se que, entre 2015/2016 e 2018/2019, a sua proporção entre os alunos com escalão A da ASE oscilou, no 3.º ciclo, entre 18% e 22%. E no ensino secundário entre 23% e 29%. A este respeito, o secretário de Estado Adjunto e da Educação, João Costa, revelou nesta segunda-feira que estão a ser preparados novos instrumentos que ajudem as escolas a reflectir sobre os resultados, de modo a que a avaliação se torne numa “ferramenta de combate às desigualdades”.

A distribuição dos percursos de sucesso mostra ainda que as desigualdades são também vincadas entre regiões. No ensino secundário a percentagem daqueles percursos ficou acima dos 50% nos distritos de Coimbra, Viseu e Viana do Castelo, enquanto em Bragança e Portalegre os valores foram de 31% e 33%.  No 3.º ciclo, também acima dos 50% ficaram os distritos de Coimbra, Braga e Viana do Castelo. Já Beja ficou nos 34% e Setúbal nos 39%.

In Público

 

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Contributo da ANPRI para a falta de professores de Informatica

Estes contributos poder-se-ão aplicar a mais grupos de docência…

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Violência aqui Não!

A Associação de Pais da Escola EB1/JI de Argivai convoca TODOS os Pais e Familiares para um cordão humano contra a violência, na próxima segunda feira às 17h na nossa Escola.

Vamos dar as mãos aos nossos Professores, Assistentes Operacionais, Alunos, Diretores de Agrupamento, Responsáveis locais e autárquicos!!

Todos Juntos Contra a Violência!

Se quer proteger o seu filho, se se preocupa com a sua educação, compareça!!

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Funcionários públicos em quarentena não perdem nos salários

Funcionários públicos em quarentena não perdem nos salários

Os funcionários públicos que ficarem em quarentena devido ao novo coronavírus não vão ter cortes no salário. É a garantia da ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública.

Alexandra Leitão assinou um despacho, publicado em Diário da República, no qual defende que os serviços públicos elaborem planos de contingência, para o surto do novo vírus da pneumonia.

Para casos suspeitos a ministra admite também o trabalho a partir de casa.

Alexandra Leitão garante que os salários serão pagos por inteiro, mesmo para os funcionários públicos em quarentena ou a exercer funções a partir de casa.

São planos preventivos, já que nesta altura Portugal continua sem qualquer registo de infeção, pelo novo vírus.

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Declaração de consciência de um docente regressado de uma zona de risco

Exmo Sr. Diretor do
Agrupamento de Escolas xxxxxxxxxxx

Eu, xxxxxxxxxxxxx, docente na escola sede do Agrupamento de Escolas xxxxxxxxx, venho por este meio informar que irei fazer quarentena voluntária durante 14 dias, uma vez que estive no Norte de Itália, de 21 de fevereiro a 1 de março.
Não ficaria de consciência tranquila se não o fizesse, apesar das diretrizes da DGS e da linha de Saúde 24.
Não pode o país usar critérios diferentes perante a mesma situação.
Enquanto pai e Encarregado de Educação contactei as direções dos agrupamentos onde os meus filhos estudam. Tendo conhecimento do local donde vínhamos, e tendo sido já alertadas e questionadas por outros EE que demonstraram a sua preocupação, aconselharam a que os meus filhos fizessem quarentena para que as escolas continuem a funcionar normalmente e sem qualquer alarmismo. Compreendo e aceito a situação.
No entanto, no meu caso, a DGS refere na informação 005/2020 que não existe necessidade de evitar trabalhar ou isolamento, mas nos 14 dias após o regresso devo promover o distanciamento social (exceto atividades letivas). Volto a relembrar, sou Professor!
Eu sei que os professores em Portugal são diferentes. Somos resistentes, resilientes e à prova de tudo ou quase. Mas aviso que não tenho superpoderes, não uso capa, no máximo e dadas as contingências, usarei máscara! Sim, porque a linha de apoio Saúde 24 informou à minha chegada de Milão que podia ir trabalhar, mas de máscara e afastando-me de pessoas com problemas respiratórios. Também acham que tenho superpoderes e deteto isso a olho nu.
Informo, também, que não são apenas os agrupamentos dos meus filhos que estão preocupados. Tenho recebido telefonemas de colegas a saber se irei trabalhar, preocupados comigo, mas também consigo próprios, tendo em conta os relatos sobre o coronavírus/COVID-19 que têm vindo a público.
E os pais/EE dos meus alunos? Só tenho cerca de 150 alunos com idades entre os 10 e 12 anos. Coisa pouca e nada que o “distanciamento social” não resolva. Afinal, fica, de acordo com a DGS “à nossa consciência”.
Mas agora pergunto – E se acontecer algo, quem se responsabilizará?
Bem sei que neste momento não existe enquadramento legal para esta situação, nomeadamente para justificação das faltas a não ser por baixa médica. Não será esta uma medida de exceção? A Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, Lei nº35/2014; artigo 134º, nº2, alínea j) prevê a justificação de faltas motivadas por isolamento profilático. Não será esta situação enquadrada aqui? O termo profilático define-se com um conjunto de medidas que visam impedir ou reduzir o risco de transmissão de uma doença, protegendo a população da ocorrência ou evolução de um fenómeno desfavorável à saúde.
Solicito que a minha ausência às atividades letivas seja enquadrada segundo a legislação apresentada, pois não irei comparecer nos próximos 14 dias. Faço-o por mim e para salvaguarda do meu agrupamento, para que continue as atividades letivas de forma normal e sem qualquer alarido ou foco desestabilizador.
Deste modo fico de consciência tranquila e deixo à consideração das entidades responsáveis e competentes a tomada de medidas e esclarecimento da situação.

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Hoje abandonei a sala de aula – Blog de Ana Paula Costa

No Blog de Ana Paula Costa, lemos um testemunho de uma professora, ela mesma, sobre uma aula onde disse “Chega”. Este desabafo é o de quase todos os professores…

 

Hoje abandonei a sala de aula

Hoje abandonei a sala de aula pela primeira vez em dezasseis anos de profissão. Hoje eu abandonei a sala de aula onde estava há cerca de dez minutos com a minha direcção de turma, alunos do décimo segundo ano.
Pensei muito antes de escrever este texto. Pensei nas palavras que ia usar, no que descrever mas, uma sensação se sobrepõe inevitavelmente a todas as outras… A de quase impotência, a de frustração e a necessidade de desabafar.
Não, não há vítimas numa sala de aula, nem alunos, nem professores (salvo, lá está, naqueles tristes casos em que alguém é vítima de agressão). Não, não sou vítima mas, abandonei a sala. Abandonei a sala por raiva, por frustração, porque a ingratidão dói, por sentir o meu corpo todo a tremer e ter uma sensação de quase desmaio, por sentir uma lágrima a começar a rolar pela minha face… e… Raios me partam se eu os deixo verem-me chorar, nem que seja um choro de raiva. Não! Por isso abandonei a sala.
Não é uma escolha fácil a de abandonar uma sala de aula, nem a de expulsar um aluno da sala. Vejo muitos a defenderem que não se devem expulsar alunos da sala; leio muitas teorias, muitas técnicas supostamente pedagógicas… Mas nada disso é importante! Chega!!!
Vão para o terreno, vão tentar dar aulas a quem não quer lá estar; vão tentar falar com alguém que repetidamente não levanta sequer os olhos do telemóvel para olhar para a vossa cara, nem deixa de escrever a mensagem que está a mandar para o namorado/a. Sabem para onde vai toda a pedagogia nestas alturas? Pois… Pois é! O que falta nas salas de aulas é empatia, é formação cívica de qualidade! Menos papel meus senhores! Nós não precisamos de tanto papel na nossa profissão. Mais respeito!
Curiosamente ou não, muitos professores há que faltam ao respeito à sua profissão, seja por cederem finalmente ao cansaço e os deixarem fazer o que querem dentro da sala, ou seja, por os passarem a todos só para se verem livres deles… ou porque alguém lhes diz para não se preocuparem, eles vão ter que passar mesmo!!!
Não! Eu digo não, grito que não. Se for para ceder desta maneira mais vale mudar de profissão. Se for para passar toda a gente mais vale deixar de dar aulas e dedicar-me à jardinagem ou a alguma actividade onde pelo menos apanhe sol e ar!!
Pois meus caros, por isso abandonei a sala de aula, porque não cedo, se eles não me respeitam, se eles, pela primeira vez se recusaram a sair quando eu pedi e/ou me viraram as costas quando eu estava a falar, se me desrespeitaram com palavras e atitudes então saí eu. Acabou-se a aula!
Antes de sair fiz questão de lhes dizer que não ia ceder aos meus princípios nem admitir aquele comportamento e saí.
Cheguei à sala dos professores e desabei. Desta vez foi a minha vez, aquela vez que eu nunca pensei chegar. Valeu-me o apoio dos meus colegas e a sua cabeça fria. Fiquei devastada, mas hoje, passadas algumas horas do acontecimento entendo que não desisti. Foi uma marcação de posição, uma retirada estratégica para me tornar mais forte, mas não posso ceder-lhes o meu poder.
Não, eles não entendem a gravidade da situação. Os pais estão envergonhados eles não têm vergonha nenhuma.
Eu também tenho vergonha, muita vergonha. Respiro fundo e penso na próxima ideia, na próxima estratégia. Não sei até quando vou aguentar e não julgo nenhum colega meu por abandonar a profissão, por abandonar a sala por resolver pensar em si primeiro.
O processo de ensino-aprendizagem precisa mudar urgentemente, pois se a educação e o respeito começam em casa e a escola é a segunda casa todos somos responsáveis. Peço que mudem as leis, mudem o processo, mudem… ouçam os professores, ouçam os alunos. Precisamos de condições, precisamos de formação! Acabem com os rankings de uma vez, isso só gera lixo varrido para baixo do tapete, nada mais. Lixo!
Acima de tudo “tomem vergonha na cara” pelo que estão a fazer aos professores e aos alunos. Sem educação não há futuro.

Por Ana Paula Costa

 

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O Mário não tentou invadir o C. de Ministros. É mentira…

Pela verdade dos factos. Ficam por saber as intenções das notícias…

O Comando Distrital de BRAGANÇA da Polícia de Segurança Pública, em razão das notícias de que o dirigente da FENPROF tentou invadir o local onde decorria o Conselho de Ministros, esclarece:

1. Ontem, na cidade de Bragança teve lugar o Conselho de Ministros, que decorreu com normalidade e sem qualquer registo de incidentes;
2. A entrada e saída dos membros do governo não sofreu qualquer alteração ou constrangimento causado pela presença de um conjunto de manifestantes afectos à FENPROF;
3. Os manifestantes mantiveram um comportamento, que se pautou pelo respeito pela ordem e legalidade democrática, que não indiciava qualquer preocupação especial de segurança, após o Conselho de Ministros ter terminado;
4. Manteve-se no entanto o efectivo da PSP necessário a garantir a segurança física ao espaço do evento, porquanto ainda decorria a conferência de imprensa;
5. Enquanto decorria a conferência de imprensa o líder da FENPROF aproximou-se de uma das portas de acesso, questionando o comandante do policiamento quanto à possibilidade de efectuar a entrega de umas caixas, tendo-lhe sido comunicado que tal não era possível
6. Não existiu, em momento algum, qualquer atitude hostil por parte deste dirigente sindical que, apesar de aludir algumas palavras de ordem, abandonou o local, sem registo de qualquer incidente

 

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Desrespeito dos alunos e ameaças aos professores aumentam e agressões parentais por Espanha

Muito mais à frente aqui ao lado. Em Espanha há dados para serem trabalhados e tornados públicos sobre a violência nas escolas. Não há vergonhas, não há omissões, não há diretores a empurrar para debaixo do tapete ou a fazer pressão para se manter o silêncio, pois só assim se pode combater o problema e ataca-lo de frente.

Por cá, continuem a esconder a realidade. Continuem com os falsos moralismos e com a cultura de imagem de fachada. (Como se na rua nada se soubesse e de nada se falasse. Só na cabeça de alguns “diretores” é que tal ideia faz sentido.) Continuem com o argumento da “residualidade” do fenómeno. Continuem com a hipocrisia na ponta da língua…

Desrespeito dos alunos e ameaças aos professores aumentam e agressões parentais

As ameaças e desrespeito dos alunos aos seus professores têm crescido nas aulas, nos corredores ou fora das escolas, onde os professores recebem insultos e têm de ouvir frases como “Vou arruinar a tua vida”, “Vou acabar com a tua profissão” “És inútil, não vales nada.”

“São humilhações, abusos, ameaças e desrespeito”, disse Laura Sequera, coordenadora do serviço da Provedoria de Justiça do sindicato independente ANPE, que apresentou os dados para o ano letivo 2018-19 deste serviço. ajuda os professores.

Explica que estas situações respondem a “uma falta de valores” que se exemplifica no “filho imperador”, ao qual os pais não lhe colocaram ou não conseguiram impor limites e normalizar comportamentos que vão contra a coexistência, e ao “pai do helicóptero”, aquele que defende o seu filho “por direito sim ou sim a tudo.”

“Quando um professor tenta estabelecer padrões este aluno, empoderado nas suas famílias, não resiste a limites e não tolera ter de respeitar o professor”, disse Sequera, que acrescentou que “a primeira coisa que lhe sai é a raiva”.

No passado, o Advogado do Professor do Estado atendeu 2.174 professores, contra 2.179 no ano anterior (99% dos casos são oriundos de escolas públicas, onde existem cerca de 480 mil professores).

“Há um impasse preocupante no número de agressões e assédio” e “um agravamento” como nas ameaças dos estudantes, insistiu o presidente nacional da ANPE, Nicolás Fernández Guisado, para quem situações de conflito “estão longe de ser erradicados nos centros.”

A taxa de ameaças de estudantes a professores aumentou de 22% dos casos no ano letivo de 2017-18 para 23% no ano passado, ou seja, aumentou um ponto.

Em dados de ciberbullying, também dos alunos aos professores, permanecem em 10% das queixas geridas; os problemas com o ensino estão novamente nos 21% (o professor às vezes demora mais de 10 minutos a iniciar a aula) e as agressões aos professores mantêm-se nos 6%.

Em particular, o estudo inclui 504 casos de desrespeito de alunos a professores, 465 problemas para lecionar, 241 de bullying, 212 ameaças, 128 por agressões e 47 por danos materiais, entre outros.

Os problemas relacionados com os pais mantiveram-se a taxas semelhantes às de 2017-18, mas aumentaram as agressões físicas aos professores (de 2% para 3%), situações de assédio (28% para 29%), acusações sem fundamento. 25% a 26%) e o ciberbullying dos pais (1% a 2%).

As denuncias dos pais passaram de 19% para 21%; e as faltas de respeito de familiares (de 26% para 25%) tem, ligeiramente, baixado e a pressão para modificar as notas (8% a 7%).

O relatório inclui 642 casos de bullying entre pais e pais, 584 acusações sem fundamento, 546 de desrespeito, 455 queixas, 148 pressões de mudança de notas e 59 agressões.

O Provedor de Justiça, que desde 2005 já ajudou mais de 37.000 professores (o ano com mais queixas foi 2009-2010, com 3.998 professores servidos), aborda também problemas relacionados com o ambiente de trabalho e salienta desta vez que as incidências com equipas de gestão baixaram (31-27%) mas os problemas aumentaram por falta de aplicação dos regulamentos das escolas (de 14% para 15% foram aplicados).

Fernández Guisado lamentou a situação na Catalunha dos “professores constitucionalistas”, que nos últimos tempos “se sentem abandonados”.

No ano passado, 16 professores foram obrigados a abandonar a profissão devido a situações de conflito, destacou este relatório, que acrescenta que em 70% dos casos denunciados o professor apresentava elevados níveis de ansiedade, 10% apresentava sintomas depressivos e 10% estavam de licença.

Do total das chamadas recebidas no ano passado, 44,4% são de professores primários, 40,4% para o secundário, 3,7% para FP, 7,4% para crianças e os restantes 3,9% para outros graus de ensino (Escolas de Educação Infantil, Conservatórios e Educação de Adultos).

Pelas comunidades, o Provedor de Justiça lida com mais casos de professores em Madrid, 52,8% das queixas (no ano letivo 2018-19 1.148 professores pediram ajuda); Segue-se a Andaluzia (198), as Ilhas Canárias (168) e a Múrcia (118). As Ilhas Baleares e a Galiza são as autonomias que menos se encontram neste flagelo.

O presidente da ANPE Madrid, Andrés Cebrián, explicou que o elevado número de Madrid se deve ao telefone “mais usado” nesta comunidade.

 

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Faltas por isolamento profiláctico

No caso de ter viajado para uma área onde esteja ativo o COVID19 pode sempre recorrer a esta modalidade de falta.

 

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Professores portugueses em Milão irão colocar-se em quarentena voluntária após regresso

Um testemunho claro e objetivo do que se passa por Itália. Um ato consciente de defesa da saúde pública que ninguém vai agradecer. Ainda há professores que dão o exemplo…

 

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Alunos assistem a combate de rua no final das aulas (como qualquer bom cidadão)

 

É preocupante ver o ponto a que chegou a sociedade. No Pinhal Novo foi marcado um confronto entre dois grupos de jovens, em idade escolar, para se degladiarem por algum motivo da idade que atravessam. Nas imagens veem-se dezenas de outros jovens, com a mochila escolar às costas, a assistir ao confronto entre dois desses jovens, arrastando-se pelo chão enquanto se agridem. A passividade da assistência só é quebrada pelo aparecimento dos militares da GNR que os faz partir em debandada. A área de Cidadania necessita de ser trabalhada, mas esse papel não pode ser exclusivo da escola, tem de partir de casa, da família. Que terão dito estes jovens aos pais ao chegar a casa?

– Mãe, pai, fui ver um combate de rua. Foi bué da nice! só foi pena ter aparecido a bófia antes de ser declarado um vencedor e do INEM ter sido chamado…

O encontro juntou mais de 100 jovens, o que levou escolas e lojas a encerrar. Está tudo dito…

https://twitter.com/arvoredefruto1/status/1233406701962964992?s=20

 

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Informação da DGS para os cidadãos regressados de uma área com transmissão comunitária ativa do novo coronavírus

 

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CARTA ABERTA AO MINISTRO DA EDUCAÇÃO

 

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A quem não aparece o “Recenseamento 2020” na área SIGRHE

 

Sabemos que existe docentes a quem não aparece o “Recenseamento 2020” na área SIGRHE. A estes docentes, aconselhamos que contactem a sua secretaria, ou direção, para pedir esclarecimentos.

 

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Reserva de recrutamento n.º 23

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 23.ª Reserva de Recrutamento 2019/2020.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 2 de março, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 3 de março de 2020 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

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