Depois de escutar as intervenções da 1.ª e das 3.ª deputadas, a conclusão impõe-se quase de forma inevitável: “Tudo como dantes, quartel-general em Abrantes!” As professoras mostravam-se visivelmente nervosas, embora plenamente conscientes do cenário que as aguardava. Nota-se que a 1.ª deputada chegou a este cargo por mero acaso, enquanto a 3.ª confessa manifesta sentir saudades da Milú. Que nostalgia daqueles tempos em que nos revíamos, com algum orgulho, nos deputados da nação!
Para que fique devidamente registado, importa lembrar que, na última semana de aulas do ano letivo transato, Portugal foi assolado por uma intensa onda de calor. No dia 27 de junho, último dia de aulas, o termómetro da sala marcava 33 °C às 14h15. Um verdadeiro exemplo de “qualidade de vida”. Ao longo de toda a semana, o ar condicionado manteve-se ligado — naturalmente, são as janelas abertas. São precisamente estas as condições que, ao que parece, se deveriam garantir também aos deputados da nação. Para sentirem na pele o que passam as nossas crianças no mês de junho nas escolas portuguesas. Enfim… É só restolho!
Concordo plenamente com os argumentos contra o calendário diferenciado, pois como professor vivi o caos do calor nas salas no fim de junho passado, gravando um vídeo da reunião escolar para sensibilizar pais e deputados sobre as condições reais das aulas a 33°C. Para otimizar e partilhar esse conteúdo no YouTube sem perder qualidade, usei o redimensionador de video . A ferramenta facilitou o ajuste rápido do tamanho, tornando a divulgação mais acessível e impactante. Assim, mais vozes se uniram à causa, ajudando a pressionar por mudanças positivas no sistema educacional.
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Depois de escutar as intervenções da 1.ª e das 3.ª deputadas, a conclusão impõe-se quase de forma inevitável: “Tudo como dantes, quartel-general em Abrantes!” As professoras mostravam-se visivelmente nervosas, embora plenamente conscientes do cenário que as aguardava. Nota-se que a 1.ª deputada chegou a este cargo por mero acaso, enquanto a 3.ª confessa manifesta sentir saudades da Milú. Que nostalgia daqueles tempos em que nos revíamos, com algum orgulho, nos deputados da nação!
Para que fique devidamente registado, importa lembrar que, na última semana de aulas do ano letivo transato, Portugal foi assolado por uma intensa onda de calor. No dia 27 de junho, último dia de aulas, o termómetro da sala marcava 33 °C às 14h15. Um verdadeiro exemplo de “qualidade de vida”. Ao longo de toda a semana, o ar condicionado manteve-se ligado — naturalmente, são as janelas abertas. São precisamente estas as condições que, ao que parece, se deveriam garantir também aos deputados da nação. Para sentirem na pele o que passam as nossas crianças no mês de junho nas escolas portuguesas. Enfim… É só restolho!
Concordo plenamente com os argumentos contra o calendário diferenciado, pois como professor vivi o caos do calor nas salas no fim de junho passado, gravando um vídeo da reunião escolar para sensibilizar pais e deputados sobre as condições reais das aulas a 33°C. Para otimizar e partilhar esse conteúdo no YouTube sem perder qualidade, usei o redimensionador de video . A ferramenta facilitou o ajuste rápido do tamanho, tornando a divulgação mais acessível e impactante. Assim, mais vozes se uniram à causa, ajudando a pressionar por mudanças positivas no sistema educacional.