Os míopes dirão que é “cortar nas gorduras” e os raivosos que “são menos 500 tachos na Educação”, os vingativos gritarão que é “defenestrar socialistas” e os que perdem (salário, subsídio ou poder) que será a ruína da ciência. Mas estas mudanças no Ministério da Educação já fazem deste o governo mais reformista dos últimos dez anos. Enfim, se mudasse uma cadeira de sítio também já o seria




5 comentários
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Não é por mudar que se ganha.
É por mudar … bem!
A ver vamos no que isto vai dar. Mas o que parece é dar mais poder a quem tem demais, e tirar a outros. Isto pode dar muito mau resultado.
É, sem dúvida, uma mudança ousada mas só vai ser possível vislumbrar a sua eficácia quando se souber quem vão ser os dirigentes!
Há muita gente que sabe muito nas estruturas do ME mas os dirigentes são fracos e não querem ouvir quem sabe mais que eles. Os dirigentes destas novas estruturas vão ser a chave!
Pelo menos o extermínio da FCT é fácil de perceber – desvia todo dinheiro da ciência e investigação para os “unicórnios” dos emprenhadores bate-punho. Quanto ao resto é só retirar competências e supervisão ao ministério para atribuir a entidades opacas governadas por laranjas de “prestígio”. Ainda estou para ver as jarras que vão arranjar para a posição de sub-ministro da educação das CCR.
Estas mudanças feitas às escondidas e de surpresa não auguram nada de bom, como sempre.
A desonestidade intelectual de cartas pessoas nunca me deixa de espantar… Ou então é mesmo ignorância…
Reforma? Isto é uma reforma onde?
O que agora se viu para a educação, uma mudança cosmética em cidadania e desenvolvimento, achar que a falta de professores se resolve com reformados e uma estrutura que tornará as escolas ainda mais subservientes…
fdx até têm um ministro da reforma.