A Quem Se Aplica a Mudança ao Índice 188?

A estes!

 

No fundo são aqueles que reúnem as condições para obter o 5º contrato anual, completo e consecutivo em 2014/2015.

Mas com a obrigação da renovação ser apenas para quem obtém a avaliação de muito bom já imaginam o que as quotas podem fazer a estes 1371 docentes, não já?

 

Quase a terminarem as negociações de dois diplomas de concursos fica-se com a certeza que o primeiro coloca grande parte dos professores dos quadros contra o concurso externo extraordinário (pela ocupação de 2000 vagas de QZP sem que possam a elas concorrer) e o novo diploma de concursos coloca docentes contratados contra docentes contratados, pela necessidade de obtenção de contratos anuais, completos e consecutivos para essa vinculação deixando docentes com mais tempo de serviço “impossibilitados” de ocupar vagas de quadro, coloca novamente docentes contratados contra docentes contratados porque apenas permite que os que estão próximos das condições para a vinculação de receberem pelo índice 188, enquanto outros com mais tempo de serviço ficam no índice 167.

Até neste diploma de concurso os docentes dos quadros se insurgem contra, pelo seguinte:

  • O concurso externo passa a anual com ocupação de vagas de QZP sem que a eles seja dada possibilidade de concorrerem;
  • Uns largos milhares de docentes dos quadros com 10 ou 12 anos de serviço que ainda se encontram no índice 167 serão ultrapassados por docentes contratados que podem ter apenas 4 anos de serviço (segundo as minhas tabelas existem 5 docentes contratados nestas condições);
  • A contabilização do tempo de serviço congelado afinal pode ser considerada para uns e não para outros.

 

Com todas estas injustiças não me admira que o MEC tenha cumprido o seu papel perante o tribunal europeu e que agora um elevado conjunto de professores impugnem estes dois concursos.

E não será isto que o MEC pretende?

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2014/03/a-quem-se-aplica-a-mudanca-ao-indice-188/

33 comentários

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    • CIF on 19 de Março de 2014 at 21:34
    • Responder

    E esta novidade? A alínea a) do ponto 3, artigo 10º da 3ª proposta do MEC aplica-se já em 2014, para quem está no 5º ano, anual e sucessivo?

    • Marques on 19 de Março de 2014 at 21:50
    • Responder

    No Tribunal Europeu não andam a dormir, eles estão bem informados do que se passa cá através da Associação Nacional de Professores Contratados, ainda muita água vai correr debaixo dessas pontes e talvez mais depressa do que se pensa.

    • Judeususurários on 19 de Março de 2014 at 22:13
    • Responder

    O judeu que está à frente da associação nacional de professores contratados deve ser sefardita, mas safadito tenho a certeza.Onde estes tipos se instalam há sempre usura.Não será possível à Inspeção das Finanças fazer umas investigações ao património adquirido nos últimos anos pelos familiares do Israel? Não sei porquê mas…

    • on 19 de Março de 2014 at 22:18
    • Responder

    Continuam a tentar atirar umas areiazinhas para fugir da diretiva comunitária…Espero que os sindicatos não se vendam! Estes MEC muito inventa e muitas voltas dá para fugirrrrrrrrrrrrrrrrrr das suas obrigações! Ratos podres!

    • trocatintas on 19 de Março de 2014 at 23:02
    • Responder

    Quanto mais se mexe na m… pior é o cheiro!

    • isabel on 19 de Março de 2014 at 23:35
    • Responder

    A desfaçatez deste mec causa-me repulsa…execráveis, reles…

  1. Muito bem explicado Arlijndo, parabéns. O concurso extra nunca vai deixar contente nem quadros nem grande parte dos contratos, esta gente é mesmo tantan.

  2. Já me tinha ocorrido o mesmo Arlindo. Estes fulanos não brincam. Não procuram melhores condições de trabalho para os profissionais mas antes a pura poupança. São administradores que possuem todos os dados (momento da atribuição da reforma, momento das rescisões, tipologia dos contratos anteriores dos candidatos, etc). Tudo foi pensado ao pormenor. Melhoram por um lado de forma a satisfazer as exigências europeias e tiram por outro. Repare-se na poupança que vai ser obtida pelo facto dos contratos após contratação inicial serem todos de perfil temporário. E quantos contratos terão este perfil evocando-se depois com maestria, por exemplo, que a resposta a um pedido de reforma só foi lançada em tempo que permitiu a necessidade ser lançada em setembro. Tudo operado com a anuência dos carrascos silenciosos das associações de diretores de escola e dos seus associados no lançamento tardio de horários. Não se vai dar nada, apenas tirar. Irão os vinculados menos graduados trabalhar a 50, 100, 200 ou 300km de casa, satisfazendo as exigências europeias. Será utilizado o argumento da reorganização curricular para não vincular colegas que viram reduzida a carga horária dos seus grupos de recrutamento ou será utilizado o argumento de existirem umas quantas vinculações anuais por contratação sucessiva as quais evitam assim os abusos. Um desastre.

    • nini_santos on 20 de Março de 2014 at 8:52
    • Responder

    Uma vez que estamos em fase de negociações e para além de continuar a afirmar que devemos lutar para que se cumpra a diretiva. Não deixa de ser importante passar a pente fino esta legislação dos concursos, pois é com ela que vamos ter de viver nos próximos anos.
    Importa negociar a questão dos horários temporários, ou dos falsos temporários, para nos salvaguardarmos. O docente pode entrar num horário temporário, porque a escola não sabe quando o titular do horário pode voltar, no entanto, na minha opinião, se até ao 1º dia do 3º período não voltar, esse horário devia converter-se em anual. Isto para evitar os falsos temporários, em que mandam para casa o docente quando acabam as aulas (avaliações), e o docente titular do horário não volta.
    Uma outra questão será a eliminação das quotas para Muito Bom, pois esta é apenas mais uma medida travão à vinculação semi-automática.

      • on 20 de Março de 2014 at 13:43
      • Responder

      Nini, acrescento que é muito importante, na minha opinião, garantir intervalos de horário, ou pelo menos, nº mínimo de horas (abaixo das quais não seremos colocados) quando concorremos às Bolsas de CE. Se não houver intervalos de horário, nem nº mínimo de horas, um docente ao candidatar-se a uma Bolsa fica habilitado a um horário entre 2 e 22 horas, anual e temporário!! Isto é um problema muito grave, a maior parte de nós continuará a ser contratado!

        • vascomrviana75 on 21 de Março de 2014 at 1:57
        • Responder

        O que disse a nini e o só é de extrema importância.

    • Verónica on 20 de Março de 2014 at 9:33
    • Responder

    Eliminar as quotas para muito bom NAO… temos é que eliminar isso do MUITO BOM. Ou então quem não é caozinho dos superiores está bem frito.

      • nini_santos on 20 de Março de 2014 at 9:46
      • Responder

      Verónica, está frito à mesma… o diretor é que decide se renova! As quotas ainda vão aumentar ainda mais a “cãozice” pois só os muito cãezinhos é que vão ter o Muito Bom!Se acabassem as quotas, dava para renovar os cãezinhos e os realmente competentes. Para acabar, acabava-se com as renovações.

    • isabel on 20 de Março de 2014 at 10:37
    • Responder

    mais uma vez tantas horas de reunioes para nao se resolver nada,ainda por cima não se percebe essa historia dos contratos anuais, são ou nao sao considerados contratos anuais até 31 de agosto? O mec filtra bem o que lhe dá mais lucro e nós, um objeto nas suas mãos…

    • Moony on 20 de Março de 2014 at 11:27
    • Responder

    Estou sem palavras… Sinto que fiquei sem chão…

      • Moony on 20 de Março de 2014 at 12:08
      • Responder

      A minha avaliador já disse que não dará Muito Bom a ninguém…

        • Moony on 20 de Março de 2014 at 12:20
        • Responder

        *avaliadora

    • ana on 20 de Março de 2014 at 11:44
    • Responder

    Eu acho que decididamente os nossos sindicatos deveriam pegar na matéria o mais rápido possível,estuda-la de raiz, relativamente ao que diz o “recado” vindo de fora referente á queixa realizada e deixarem-se de merdas porque só havia um único objetivo nessa queixa…o que foi posto para trás das costas…deveriam ir para tribunais a sério…e defender o que é defendível! Porque caso contrário teremos que andar todos a dormir com os diretores e passar na prova oral para renovar!Nunca se vai pelo mais justo…Então vamos entrar no concurso vale tudo!

      • vascomrviana75 on 21 de Março de 2014 at 2:10
      • Responder

      Concordo Ana, devem começar as ações judiciais. Os requisitos de acesso ao trabalho público devem ser criteriosos. Exigir rigor no cálculo de necessidades, amplitude de horários na manifestação de preferências e o fim do abuso de converter horários anuais em temporários. Chega de denúncias e de redes sociais. Está na hora dos sindicatos e seus associados se fecharem aos pseudo negociadores e definirem estratégias internas de denúncia a fraudes nos concursos por parte de diretores de escola e do mec. Estamos sozinhos. Já percebemos que o mec e as associações de diretores de escola não pretendem rigor e justiça. Está na hora dos sindicatos defenderem verdadeiramente os seus associados.

    • Alexandre Henriques on 20 de Março de 2014 at 13:03
    • Responder

    Sou professor desde 2002 e de quadro desde 2006. Desde que entrei para o quadro que recebo pelo índice 167 (1º escalão da carreira). Então os professores contratados vão passar a ganhar mais do que um professor de quadro??? Eu fico contente por eles, mas também quero passar para o índice 188…

      • sorim on 20 de Março de 2014 at 14:17
      • Responder

      Alexandre é só para enganar a CEE. Ninguém vai estar em condições de vencer pelo 188.

      • Jorge on 20 de Março de 2014 at 16:02
      • Responder

      contenta-te com o facto de que tu com esses pouquinhos anos de serviço, teres trabalho e já pertenceres ao quadro. A inveja é muito má e não te preocupes que os que irão usufruir desse salário serão uma minoria que certamente não passarão de uma dúzia….

        • Alexandre Henriques on 20 de Março de 2014 at 18:41
        • Responder

        Mas inveja o quê????? Uma pessoa que se sente ultrapassada não pode mostrar indignação que é logo acusada de inveja. Se eu sou invejoso então o Jorge tem o complexo da perseguição. Eu até escrevi que ficava contente por eles, mas essa parte não convém referir…
        E o facto de já ter entrado no quadro teve um preço, que foi ficar a 400 km de casa… Mas o colega pelos vistos ficou incomodado com a minha vinculação ou então ficou com… como é que se chama a palavra… Inveja!!!

          • Jorge on 20 de Março de 2014 at 21:20

          Não Alexandre, não fiquei incomodado com a tua vinculação, tanto mais que a minha já ocorreu há muitos anos e há alguns a entrada para QE. Muito poderia dizer com o que me incomoda naqueles que só acham que outros podem ser beneficiados nalguma coisa se nos beneficiarem ainda mais a nós. Tu não vais ser ultrapassado coisa nenhuma, porque este concurso não passará de um embuste em que uma pequena minoria poderá ver a sua situação a melhorar, e se calhar, mais ultrapassados que tu se sentiram milhares de contratados, que não vendo a lei da já tão falada diretiva europeia a ser aplicada, foram e voltarão a ser ultrapassados por docentes como tu que vincula(ra)m com menos tempo de serviço. Esses sim, professores com 5, 10, 15 e mais anos de serviço é que mesmo tendo a lei do seu lado se sentem ultrapassados e outros tantos adjetivos que aqui poderiamos escrever.
          Cumprimentos e boa sorte para todos nós.

          Nota: Em relação aos quilómetros, deve ser do teu conhecimentos que somos muitos milhares de professores a trabalharem a centenas de kms da sua área de residência, sejam professores Qzp, QE ou contratados

          • Alexandre Henriques on 21 de Março de 2014 at 16:28

          Jorge, eu sou o primeiro a defender que os colegas contratatos são mal pagos e é uma injustiça tremenda andarem ano após ano sem terem vaga, apesar de alguns também não terem entrado para quadro por “opção”, isto se é legitimo considerar “opção” ficar longe de tudo e de todos. Eu fiz essa opção, foi o preço que paguei.
          Agora não enfio a carapuça quando dizes que quero ser beneficiado se os colegas contratados ganharem mais que eu. Atualmente existe uma hierarquia nas escolas, uma hierarquia em que o tempo de docência e o seu vinculo com o ME afeta diretamente os nossos vencimentos. Não vou abordar se deveria ser assim ou não, pois teriamos que falar certamente sobre a competência de cada um, mas não quero entrar por aí. Essa hierarquia existe e abrir exceções simplesmente porque sim, e quando as vagas são residuais, para mim não faz sentido. Como também não faria sentido eu agora ficar a ganhar mais que um colega de 3º escalão só pq tive a sorte de ter a componente letiva completa durante 4 anos e de ter cotas para tirar “muito bom”. É uma vergonha!!!
          Os colegas que usufruirem desse salto financeiro, não têm culpa nenhuma, a culpa é de quem inventa estas palhaçadas.
          É como a vinculação extraordinária. Há 6 meses não havia vagas e agora há 2000…

      • Lili on 20 de Março de 2014 at 18:42
      • Responder

      (Não é nada contra os colegas contratados, somente um desabafo)
      Eu trabalho há 18 anos e sou qzp desde 98. Recebo pelo 188 e encontro-me congelada desde 2004. 🙁 🙁 🙁

      • Moony on 20 de Março de 2014 at 18:46
      • Responder

      Eu tb sou professora desde 2002 mas continuo a ser contratada e tive sempre horário completo e anual excepto no ano passado e por isso não vincularei semi automaticamente…
      No entanto nunca ninguém pensou que ao longo destes anos, fazia o mesmo número de horas de trabalho que os colegas do quadro (sem reduções) e recebia menos!!

    • Silva on 20 de Março de 2014 at 15:11
    • Responder

    Isto é uma aberração! A vinculação e o vencimento fazer-se depender somente pelo fator sorte, cunha ou que lhe queiram chamar. Perplexidade!!!

      • Tiago on 20 de Março de 2014 at 15:55
      • Responder

      O que daqui podemos retirar é que a diretiva continuará a não ser cumprida com estas novas regras. É continuar com as queixas à CE.

    • Ana M. on 21 de Março de 2014 at 12:48
    • Responder

    “Quase a terminarem as negociações de dois diplomas de concursos fica-se com a certeza que o primeiro coloca grande parte dos professores dos quadros contra o concurso externo extraordinário (pela ocupação de 2000 vagas de QZP sem que possam a elas concorrer) e o novo diploma de concursos coloca docentes contratados contra docentes contratados, pela necessidade de obtenção de contratos anuais, completos e consecutivos para essa vinculação deixando docentes com mais tempo de serviço “impossibilitados” de ocupar vagas de quadro, coloca novamente docentes contratados contra docentes contratados porque apenas permite que os que estão próximos das condições para a vinculação de receberem pelo índice 188, enquanto outros com mais tempo de serviço ficam no índice 167.” Basicamente é isto que se tem vindo a fazer, desde que foi para lá uma senhora ministra da educação, e têm-no feito com sucesso. Isto servirá somente para provocar um cataclismo na escola pública, levando ao seu fim. Já sinto no ar o cheiro da iniciativa privada e a sua mão pesada sobre os mais velhos, aqueles que melhor ganham. Finalizado o prazo para as tais rescisões amigáveis, e depois destes últimos reformados irem gozar as suas reformazinhas, eles vão tratar de pôr na rua os do último escalão e todos aqueles que estão por ali abaixo na tabela de salários. Descongelam a malta em 2015 para escalões mais baixos (ou “reformam” a tabela de salários, pois a ministra das finanças já veio dizer que não vamos voltar aos salários de 2011) e de repente começaremos a ver os colegas mais novos de 5 anos de serviço a entrar nos quadros. Os outros, desistirão, sob pena de enlouquecer. Quem estiver perto de casa, segure-se bem ao seu lugar, e de preferência, que se dêm muito bem com os diretores de escola designados para essa função; serão eles os carrascos. No fim, lembrem-se todos muito bem que quem provocou tudo isto foram os próprios professores, que nunca se defenderam enquanto classe, e têm olhado sempre para o seu umbigo. Quem é que ficou contente com as renovações? Quem é que ficou contente com as sucessivas ultrapassagens e aldrabices nas graduações profissionais? Como é que um professor de quadro pode achar que um colega com mais tempo de serviço, ainda que contratado, não deva auferir mais do que ele?? As invejas e os umbiguismos e os poleiros têm tirado lucidez e visão à grande maioria dos professores. Portanto, não sei se não será melhor darem duma vez toda a autonomia às escolas e o MEC passar a uma mera Secretaria que apenas legisla, mas não governa, que é coisa que estão a deixar de fazer há muito tempo.

      • cristina M. on 11 de Setembro de 2014 at 13:52
      • Responder

      Atenção
      colegas: Não estou nesta situação, mas também fui afetado no concurso
      da MI embora de certo modo os resultados não sejam graves- contudo,
      continuo alerta e solidária convosco! Não podem ficar parados e sem
      esperança… Não se esqueçam de para além de envolver os sindicatos (que
      em abono da verdade nem sempre são céleres nas situações e veem como os
      olhos dos contratados) não se esqueçam do provedor de justiça! No que
      diz respeito ao processo do CEE em meu entender foi o que teve mais
      peso! Peguem na base da minuta e adaptem.na à situação atual de cada um!
      Força e não baixem os braços!

    • cristina M. on 11 de Setembro de 2014 at 13:54
    • Responder

    Atenção
    colegas: Não estou nesta situação, mas também fui afetada pelos erros no concurso
    da MI, embora, de certo modo, os resultados não sejam graves. Contudo,
    continuo alerta e solidária convosco! Não podem ficar parados e sem
    esperança… Não se esqueçam de para além de envolver os sindicatos (que
    em abono da verdade nem sempre são céleres nas situações e veem como os
    olhos dos contratados) não se esqueçam do provedor de justiça! No que
    diz respeito ao processo do CEE em meu entender foi o que teve mais
    peso! Peguem na base da minuta e adaptem-na à situação atual de cada um!
    Força e não baixem os braços!

    • Miriam Mills Mascarenhas on 21 de Junho de 2015 at 21:14
    • Responder

    Eu sou uma dessas professoras, que está no grupo 550 desde 2000, sempre com horário completo e sem interrupções. Apesar de eu estar no quadro desde 2005 ainda só estou no 1º escalão -167. Estou muito bem posicionada nos concursos relativamente a um colega, ele está no 188 desde 2009. O problema não está com ele. Está é nas injustiças que estas leis provocam.

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