De manhã estará a FNE reunida com o MEC e da parte da tarde será a vez da Fenprof.
O que perspectiva para estas reuniões?
O MEC deve querer efetuar alterações pontuais relativamente à vinculação “semi-automatica”, às disposições transitórias para o concurso interno extraordinário de 2015 e ao reforço da autonomia na contratação de docentes das escolas com Autonomia.
De acordo com recentes declarações do ministro da educação é possível que nestas reuniões seja alterado o índice de vencimento dos professores contratados para o 167.
As organizações sindicais pretendem mais do que alterações pontuais e querem terminar com as contratações de escola, mantendo-se as colocações centralizadas pelo MEC ao longo de todo o ano letivo. Também é consensual em todas as organizações sindicais que a periodicidade dos concursos é demasiado extensa.
Haverá vontade do MEC de se aproximar das posições dos sindicatos?
Mais logo ficamos a saber.




3 comentários
Arlindo,
Atrevo-me a dizer TRETAS! Os sindicatos não conseguem, não querem mudar e exigir mudanças radicais nestes procedimentos! São uns Mansos!
Admite-se Contratações lançadas em Janeiro e ainda se encontrarem a notificar candidatos da 10ª e 20ª tranche ??!?? e os alunos ?!?!?
E não esquecer de tabelar as TEIP’s
Colega, se fosse a graduação o único critério não se andava com tranches e entrevistas…Depois da lista de graduação publicada telefonava-se para os candidatos até algum aceitar o horário. Numa manhã ficava o assunto arrumado!
Arlindo, como faz parte de um sindicato, por favor transmita. Eu já fiz chegar por escrito e também já o disse pessoalmente ao “meu” sindicato. Mesmo que não se consiga acabar com as Contratações de escola, se as mesmas tivessem como único critério a Graduação Profissional já era um grande avanço. É urgente acabar com entrevistas e outras artimanhas, com critérios que não lembra a ninguém, que só servem os interesses de alguns e atrasam o processo de seleção, prejudicando muito os alunos. Se o único critério for a graduação e assim que as listas ordenadas chegarem às escolas se contactar os professores via telefone (como era antes) até encontrar um candidato que queira aceitar o horário. Se o MEC disser que pode haver professores menos graduados com melhor capacidade para exercer a função docente, então perguntemos-lhe para que serve a ADD. Se somos avaliados pelo processo aprovado pelo sr. ministro e temos avaliação mínima de Bom, somos capazes de exercer a nossa profissão.
Não sei o que pensam os outros colegas, mas parece-me que a larga maioria partilha da minha opinião.