Julgo não ser descabido afirmar que em 2024, pela primeira vez em muitos anos, a esperança voltou a entrar nas escolas. Cabe ao Governo e a este ministério não a desperdiçar.
Tempo de renovar a confiança na escola pública
Há muito que a classe docente esperava por sinais claros de que a sua dignidade não seria eternamente adiada por decisores políticos. Desde os tempos de José Sócrates e Maria de Lurdes Rodrigues, que iniciaram um vergonhoso processo de desvalorização do prestígio social e profissional dos professores, passando por Passos Coelho e Nuno Crato, que em nada contribuíram para a sua reversão, pelo contrário, e mais recentemente por António Costa com Tiago Brandão Rodrigues e João Costa, que não se impuseram perante as cativantes intransigências de Mário Centeno, a classe docente atravessou uma triste e angustiante travessia de quase duas décadas.




3 comentários
Não estou a perceber.!
Mas não estavam aqui uns comentários à tarde?
Para onde foram?
SE PINAM BIBA.
Enquanto esteve na Direção da Secundária de Ponte de Lima a humilhar professores, não escrevia artigos desta natureza! Só depois de a Inspeção o pôr de lá pr’a fora é que se lembrou de exaltar a escola pública e os professores. A falsidade tem limites!!!