MINISTRO QUER PROFESSORES SOCIALMENTE VALORIZADOS

Fernando Alexandre pretende acabar com quotas no 5.º e no 7.º escalão da carreira docente, sendo esta apenas uma das medidas no sentido de garantir “qualidade” no ensino público em Portugal

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14 comentários

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    • Cenoura on 17 de Setembro de 2025 at 11:26
    • Responder

    Ainda há quem critique este ministro?

      • Lúcio on 17 de Setembro de 2025 at 21:32
      • Responder

      Se não são valorizados na carreira, acham que serão valorizados fora dela?
      Se há professores que insistem em rebaixar os outros diante dos alunos, acham que os professores se dão ao respeito?
      Se qualquer um entra na profissão com um curso “da treta” e um mestradozinho saído na farinha Amparo, acham que são credíveis?

      De uma vez por todas percebam uma coisa. O que aí vem não é melhor do que aquilo a que fomos sujeitos, de forma ordinária pelos xuxalistas.

      Este ministro diz querer acabar com as cotas para progressão em certos escalões. Mas acabar com as cotas não isenta as pessoas de terem de ter determinadas notas. Logo, a festa nojenta vai continuar.

      Na minha escola conheço vários que trabalham loucamente e nunca têm mais do que bom e, num dos casos, muito bom. No entanto, não conheço ninguém em nenhuma profissão que trabalhe tão dedicadamente como eles(a).

      E digo-o à vontade porque eu não sou assim, nem serei.

      Bem os aviso que as avaliações são para dar notas aos amigos. E isso vai continuar com o fim das cotas, porque o fim das cotas não é o fim de ter de se ter avaliações altas para progredir.

      Esta falácia que este ministro nos impinge é a mesma que os outros antes dele nos impingiram com a melhoria das condições nas escolas. Tudo treta.

      Não acredito em nenhum. São todos mentirosos e aldrabões.

    • Juca on 17 de Setembro de 2025 at 11:35
    • Responder

    eu também quero traçar a mariana mortágua…pronto,declarei intenções,não significa que vá ocorrer

    • Zé Preto on 17 de Setembro de 2025 at 11:59
    • Responder

    Vamos esperar para ver. Sigamos o exemo de S
    Tomé. Não nos esqueçamos de que há eleições em breve e na política vale tudo para caçar votos. Não seria de esperar que em campanha eleitoral as promessas não surgissem para resolver TODOS os problemas do país. Sejamos cautelosos. Depois de se instalarem no poleiro, costumam passar a sofrer deAlzheimer. Oxalá ninguém seja contagiado pelo Ricardo Salgado…

    • Zabka on 17 de Setembro de 2025 at 12:41
    • Responder

    Este ministro também acha que os professores perdem a sua “aura” (seja lá o que isso é) quando se manifestam…

    • Zabka on 17 de Setembro de 2025 at 12:46
    • Responder

    O corte do 13.º e 14.º mês para os funcionários públicos deve ser temporário?
    Um dos salários deveria ser cortado de forma definitiva. Quando houver condições, os aumentos na função pública deveriam ser feitos com base no mérito. No entanto, o corte de dois meses, para muitas famílias, vai ser brutal.

    O corte do 14.º mês ajudava a quebrar as expectativas de que o rendimento na reforma está garantido?
    Fazia as pessoas aterrar. Ajudava as a perceberem que, de facto, muita coisa mudou.

    Fernando Alexandre

    Publico, 21 de novembro de 2011

      • Mainada on 17 de Setembro de 2025 at 12:56
      • Responder

      Dou-lhe o benefício da dúvida de que as pessoas mudam, nem que seja em resultado das circunstâncias. Mas esse relambório Passista é muito grave e ele bem poderia ter ficado caladinho. Mesmo.

      • Lúcio on 17 de Setembro de 2025 at 21:34
      • Responder

      Se dúvidas houvesse.
      Quando percebem que a cartilha ultraliberal está mais do que presente neste governo?!
      Este PSD não é o PPD/PSD. E esta AD não é a AD de Sá Carneiro, esse sim um verdadeiro Social-Democrata.

    • Mainada on 17 de Setembro de 2025 at 12:52
    • Responder

    O ministro quer os professores socialmente valorizados? Calha bem, eu também! Só que isso não acontece por um pequeno passe de magia, nomeadamente depois de décadas de desvalorização. A sociologia mais simples ensina-nos que o estatuto anda de mãos dadas com os rendimentos e a perceção geral, nomeadamente os aluninhos teriam que andar na linha e perceber que queriam resultados e não os tinham de borla. Só que têm. E agora?

    • Doutor Fausto on 17 de Setembro de 2025 at 13:02
    • Responder

    E que tal começar pelos Srs. Diretores, essencialmente aqueles, que tanto desvalorizam a classe docente e que nunca mais deixaram o “tacho” depois de vestirem o “fato de gala”.
    Enfim…

    • Mainada on 17 de Setembro de 2025 at 13:26
    • Responder

    Já li (mea culpa que não tinha lido antes). Na verdade, o ministro não acrescenta nada (exceto no título do blog). Grave, mas muito grave, é essa ideia neoliberal (que nunca desfavorece os ricos porque têm bastante ao longo da vida e só um rico burro e fraco fica pobre) de que os jovens se devem habituar à ideia de poupar para a reforma. Os jovens de um país onde é chapa ganha, chapa gasta! Um país que não é nenhuma Suíça nem nenhum Luxemburgo! O ministro não pondera (ou sabe lá como são realmente as escolas…) se os alunos já de si desmotivados irão ganhar algum tipo de motivação ao perceberem que não há futuro? Não gostei e não gosto. Não tinha este ministro como alguém que anda a pairar no éter, mas se calhar anda…

    • PS on 17 de Setembro de 2025 at 16:59
    • Responder

    E os professores que perderam tempo de espera para entrar na lista de meados de janeiro de um ano até ao início do ano seguinte e que perderam cumulativamente uma tranche ainda dos 2 anos 9 meses e 18 dias, tempo total de perda praticamente 2 anos e que nunca os viram recuperados. O que esse grande número de professores viu foi serem ultrapassados por muitos outros com menos tempo de serviço. É urgente resolver o problema das ultrapassagens, pois a desmotivação reina para os milhares que foram ultrapassados.

    • nba on 17 de Setembro de 2025 at 20:54
    • Responder

    Isto das ultrapassagens custa a engolir. Sou prejudicado por ter efetivado antes de 2011. Injusto e desmotivador. No mínimo são 3 anos de serviço deitados ao lixo enquanto outros são reposicionados tendo em conta todos os anos de carreira. Mas que raio de país é este que promove a desigualdade entre pares? Colegas com menos tempo de serviço e que levam para casa mais dinheiro do que outros com mais tempo de serviço.
    Vamos lutar para que haja justiça e que acabem estas ultrapassagens e que nos coloquem no escalão devido tendo em conta todos os anos de serviço.

      • Merícia on 17 de Setembro de 2025 at 21:37
      • Responder

      Tem toda a razão.
      Entrei e fui logo congelada.
      Depois fui posicionada num escalão que já não existia e durante 3 anos assim permaneci. Eu e milhares de outros que estavam no 151 quando este já tinha sido substituído pelo 167. Isto levou a 3 anos de perda mensal de cerca de 60 euros líquidos por mês. Só porque a vaca miludesca não punha cá fora a lei necessária para o efeito.
      E depois voltei a ser congelada.
      Mais tarde fui ultrapassada.
      E agora fala-se em valorizar quem entra. Claro que quem vai pagar isto é quem lá está.
      Se soubesse disto nunca teria vindo para a Educação!

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