Fev 25 2016
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Fev 25 2016
A Fundação Calouste Gulbenkian abriu, até 4 de Março 2016, as candidaturas a apoio, a atividades e ações destinadas a promover a educação, no âmbito da intervenção precoce, reabilitação e integração escolar e social de crianças e jovens com necessidades educativas especiais.
Estão abertas de 1 de Fevereiro a 4 de Março 2016 as candidaturas de apoio a atividades e ações destinadas a promover a educação, no âmbito da intervenção precoce, reabilitação e integração escolar e social de crianças e jovens com necessidades educativas especiais, contemplando, especialmente, as seguintes iniciativas:
a) Ações de formação para professores, educadores e outros profissionais ligados à educação;
b) Ações de formação para pais e encarregados de educação de crianças e jovens com necessidades educativas especiais, promovidas por Associações de Pais, ou outras instituições, preferencialmente ligadas a instituições de ensino.
c) Aquisição de equipamentos para melhoria da qualidade do atendimento e da aprendizagem do público-alvo.
As candidaturas devem ser apresentadas por instituições públicas ou privadas, individualmente ou em associação, considerando-se Entidade Beneficiária do financiamento, a instituição que apresenta a candidatura e que fica responsável pela execução do projeto.
Apenas são admitidas a concurso, as candidaturas apresentadas em formulário próprio, devidamente preenchido, que reúnam os requisitos exigidos no Regulamento do concurso.
Só são aceites candidaturas on line.
A Entidade Beneficiária deverá:
- preencher o formulário abaixo disponível on line, correspondente ao concurso aberto,
- registar e guardar o número de processo que lhe foi atribuído.
- Para completar a sua candidatura deverá, de seguida, aceder a my-file e
- proceder à anexação dos documentos obrigatórios ou necessários e, se tiver dúvidas, fazer um pedido de informação.
Os documentos a anexar ao formulário da candidatura deverão ter o formato PDF ou JPG (o tamanho máximo recomendável é de 2MB). De forma a prevenir dificuldades no envio dos processos, solicita-se que se evite a sua apresentação nos últimos dias do prazo.
As candidaturas ao presente concurso devem ser enviadas para a Fundação Calouste Gulbenkian, até ao dia 4 de março de 2016.
(clicar na imagem)
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Fev 25 2016
A FENPROF avança com cinco propostas para discussão em sede de especialidade, defendendo que estas “não terão qualquer custo” ou terão “impacto reduzido” nas contas públicas.
“A FENPROF avalia como globalmente positivo o Orçamento do Estado (OE) para 2016 aprovado na generalidade, fundamentalmente por não insistir no caminho de crescente sufoco que vinha a ser percorrido, em particular na última legislatura. Não obstante, seria desejável que o orçamento fosse mais benéfico para os trabalhadores e desse início a um ciclo de investimento nos serviços públicos que dão corpo às funções sociais do Estado.
Neste OE, há a relevar um conjunto de medidas que indiciam a inversão do ciclo de empobrecimento que PSD e CDS vinham promovendo e prometiam continuar. No entanto, o OE é tímido, muito em resultado do estado em que o anterior governo deixou o país, bem como pelo facto de, em Bruxelas, dirigentes do PSD terem agido, já com o OE de 2016 em discussão, como adversários de Portugal, denegrindo a atual situação política e dificultando a concretização de políticas socialmente mais justas.
É de assinalar que este OE prevê a reposição integral dos salários na administração pública em 2016, acabando com o corte que se manteve ao longo de toda a anterior Legislatura. Também a redução, este ano, da sobretaxa de IRS e a sua eliminação no próximo, o retorno às 35 horas de trabalho em 2016, o fim do sistema de requalificação ou o retorno dos feriados – dias acrescidos de trabalho sem remuneração – são aspetos que a FENPROF destaca no Orçamento aprovado há dois dias.
E se é verdade que, no que concerne à Educação, relativamente à dotação inicial de 2015, há um aumento na ordem dos 5%, se tivermos em conta o que se prevê ser o executado naquele ano (portanto, a despesa efetivamente feita) deparamo-nos com um corte de 1,4% (-82 milhões), conforme assinala o Relatório do OE. Este indicador gera legítimas preocupações, pois esperava-se, no mínimo, que o ciclo de corte fosse estancado, para, a partir de 2017, se iniciar o crescimento. Um crescimento imprescindível depois de a direita, responsável pelos últimos quatro OE, ter ido muito além do que a própria troika impunha. Fê-lo na sua sanha de eliminar direitos e fragilizar a Escola Pública, retirando-lhe qualidade e capacidade de resposta às necessidades educativas e formativas das populações. Para a atual Legislatura, como constava no guião da reforma do Estado, previa mesmo uma profunda alteração da matriz democrática da Escola Pública, prosseguindo o objetivo de a privatizar ou de reservar o serviço público para os cidadãos de mais baixos rendimentos, designadamente através da desqualificação das ofertas formativas.
O OE aprovado na generalidade pode (e deve), ainda, ser melhorado. Neste sentido, a FENPROF enviará, hoje mesmo, a todos os grupos parlamentares, incluindo ao que anunciou não ir apresentar qualquer proposta, um conjunto de medidas que pretende ver incluídas, em sede de especialidade, na Lei do Orçamento do Estado para 2016. Recorda-se que, ao contrário de outros setores da vida nacional, na Educação, o ano escolar não coincide com o ano civil e económico: inicia-se em setembro, pelo que medidas que nele incidam terão de ser previstas ainda neste OE.
As medidas que a FENPROF proporá a todos os grupos parlamentares para que sejam consideradas na Lei do OE a aprovar definitivamente em 16 de março, organizam-se em 5 grandes conjuntos:
– Condições de trabalho: redução do número de alunos por turma, repondo, transitoriamente, o que vigorava até ao aumento imposto por PSD/CDS; rigorosa excecionalidade da constituição de turmas do 1.º Ciclo com dois anos de escolaridade sequenciais e proibição de turmas com mais de dois anos; clarificação dos conteúdos das componentes letiva e não letiva de estabelecimento; início do processo de desagregação dos mega-agrupamentos;
– Rejuvenescimento do corpo docente: aposentação, em 2016, dos docentes com 40 ou mais anos de vida contributiva, independentemente da idade, sem penalização no cálculo da pensão;
– Combate à precariedade: alargamento do período transitório previsto no estatuto de carreira dos docentes do ensino superior, com respeito por condições legais estabelecidas; transposição da diretiva comunitária 1999/70/CE, de 28 de junho, para os docentes do ensino superior e para os das escolas públicas de ensino; fim dos falsos recibos verdes, designadamente nas AEC, nas escolas profissionais, no ensino superior e na contratação de docentes pelo IEFP;
– Reposição da legalidade: devolução de verbas pagas pelos docentes para realização da PACC e reparação dos prejuízos comprovados pela exclusão de docentes dos concursos com base nesse requisito; reposicionamento na carreira dos docentes dos quadros ilegalmente mantidos no escalão de ingresso; fim da retenção dos professores nos 4.º e 6.º escalões que decorre da não publicação da portaria de publicação de vagas prevista no ECD; reposicionamento remuneratório na respetiva carreira dos professores e dos investigadores que tenham obtido o título de agregação, assegurando assim o respeito pelo princípio da igualdade;
– Ação social escolar: gratuitidade dos manuais escolares na escolaridade obrigatória; redução do valor das propinas no ensino superior.
Algumas destas medidas não têm qualquer custo e, de entre as que o têm, a maioria terá impacto reduzido no OE em aprovação, uma vez que apenas se aplicarão em 1/3 do ano económico. Quanto às ilegalidades… tratando-se de ilegalidades, deverão ser corrigidas, porque esse é princípio essencial de qualquer Estado de direito democrático.
PROPOSTAS PARA A OBTENÇÃO DE VERBAS
Quanto a verbas para suportar as despesas necessárias à satisfação destas propostas, o governo tem alguma margem, para a qual contribuirá, de forma muito significativa, a realização de uma avaliação rigorosa, no final do presente ano letivo, dos contratos de associação celebrados com operadores privados e a denúncia de todos os que são desnecessários, por existir, nas localidades em causa, resposta pública adequada.
Outra fonte de poupança passa por aligeirar a estrutura administrativa. O governo anterior acabou com as direções regionais de educação, mas substituiu-as por delegações regionais da DGEstE que são praticamente a mesma coisa, até no peso financeiro que representam para o Estado. Estas estruturas deverão ser simplificadas.
Por último, há que ter em conta a despesa que deixa de haver com a eliminação da PACC, do PET/Cambridge e dos exames de 4.º e 6.º anos. Relativamente à PACC e ao PET, nunca o anterior governo revelou, apesar de instado a isso, os respetivos custos, para que não se conhecesse o seu peso para os cofres do Estado.
O Secretariado Nacional da FENPROF 25/02/2016″
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Fev 25 2016
O SPZC vai intentar uma ação judicial na perspectiva de repor justiça aos docentes que integraram a carreira…
O Sindicato dos Professores da Zona Centro (SPZC) entende que é da mais elementar justiça o reposicionamento dos docentes de acordo com o tempo de serviço prestado.
O SPZC constata que esta situação de impasse decorrente da não publicação da Portaria a que se refere o n.º 3 do art.º 36.º do ECD ultrapassou todos os limites temporais admissíveis. (…).”
O SPZC reconhece que face ao Orçamento do Estado (OE) para 2016 se impõe uma tomada de posição rápida que salvaguarde os direitos dos docentes.
Com efeito, não se conforma com um OE que contenha um comando semelhante ao constante no artigo 42.º do do ano transato, aprovado pela Lei nº 82-B/2014, de 31 de dezembro. Aliás como também já advinha dos orçamentos de 2013 e 2014, que determinavam o posicionamento dos docentes detentores de lugar de quadro no 1.º escalão, índice 167, independentemente do tempo de serviço. (…)
(clicar na imagem)
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Fev 25 2016
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Fev 25 2016
Este relatório é quase premonitório do que pode resultar da municipalização… atrasos, irregularidades… e isto num simples programa.
Foi identificado um conjunto significativo de erros no apuramento das ajudas que conduziu a pagamentos incorretos em 23 (82%) dos 28 pagamentos analisados, apesar da materialidade do erro na amostra se situar abaixo do limiar de 2%. Dos erros associados aos pagamentos, salienta-se a aplicação não uniforme de critérios na análise da elegibilidade dos produtos, o registo incorreto de valores nas folhas de cálculo, erros nas fórmulas de apuramento das ajudas e a incorreta parametrização do arredondamento do preço unitário dos produtos.
A sua execução também é posta em causa:
A baixa taxa de execução registada no ano letivo 2013/2014 colocou Portugal em penúltimo lugar a nível da União Europeia, no conjunto de 25 Estados-Membros aderentes. Já em 2012/2013 se verificou o seu posicionamento em antepenúltimo lugar, de entre os 24 Estados que então participaram no Regime
Face à fraca execução, não se encontra justificação para os vários pedidos de reforço da dotação comunitária, solicitados pelas autoridades portuguesas, os quais cessaram a partir do ano letivo 2013/2014, por força do Regulamento de execução (UE) n.° 30/2013, que limitou a redistribuição da ajuda aos Estados-Membros com um nível de execução superior a 50% da dotação final no ano letivo anterior, condição que Portugal não cumpria
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