Porque continua a haver quem ache que uma medida má deve ser aplicada a todos, como que se fosse aplicada a todos deixava de ser má.
Obviamente que não vou usar informação privada daqueles que pessoalmente ou por mail me disseram que a dispensa da PACC foi algo de positivo. Ou daqueles que assinariam de cruz uma dispensa desse género antes mesmo dela ter ocorrido.
Porque é mais fácil a exposição em comentários criticando essa dispensa do que vir afirmar publicamente que foi algo de bom.
Arrumando de vez o assunto, reafirmo que sou contra a PACC e enterro definitivamente este tema com este pequeno vídeo do Porto Canal no dia da realização da PACC na sua componente comum.
Podem-me criticar pela minha opção de ter concordado com essa dispensa, mas não me vão ver criticar por dizer uma coisa e fazer outra.
Manuela Mendonça (Fenprof) – Porto Canal (18-12-2013)




39 comentários
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Quantas vezes ouvimos: Têm ADSE, têm CGD, “mil e um” dias de férias por ano, FP é um espetáculo, professores então… Arlindo, faz parte do povo português, da nossa génese, do que nos foi incutido e embu… tido, puxar para baixo e não para cima. Como sou do 420, julgo que… deverá estar relacionado com as constantes (de)pressões nórdicas.(?)
Arlindo tem toda a razão. A falta de coerência e verticalidade neste país é assustadora. Há sindicatos (ainda por cima um deles é onde estou sindicalizada, mas vou deixar de o ser) que parecem alguma oposição que por aí anda… têm de ser sempre do contra. Como agora, fala-se, que o governo vai baixar sobretaxa do IRS, para o ano, já vêm dizer que são medidas eleitoralistas…!
Enfim, e esclareço que não simpatizo nada com este governo, nem com o PS… mas considero que as pessoas mudam de convicções e de princípios como lhes dá jeito… E eu até nem sou a favor da descida de impostos para já, porque vai nos sair ainda mais caro em 2016/17…
Obrigada pelo trabalho que tens feito pelos contratados e, como tenho algum sentido de humor, apesar de este ano passar o tempo desempregada (após 16 anos) até me ri com a mentira do dia 1 de abril!
Colocando a politiquice de parte, coisa que não me seduz, pelos vistos concordaria que o governo isentasse os impostos apenas aos cidadãos que têm os olhos azuis.
E, perante alguém que clamasse pela injustiça da medida, sempre responderia:
– É melhor isentar alguns, que pagarem todos.
Ora bolas!
É melhor isentar uns do que pagarem todos. Eu, que tenho uns belos olhos castanhos, pagaria o mesmo que pago agora, mas a minha irmã que tem os olhos azuis pagaria menos. E ficava contente por ela. Porque eu não seria prejudicada, ela é que era beneficiada! Seria melhor do que ficarmos as duas mal. Entendeu?
Não, não entendi.
E eu, que tenho uns olhos nada bonitos? E os cegos? Que se lixem, não é?
É a teoria de que somos todos iguais só que uns são mais iguais…coiso e tal, não é?
De qualquer das formas, parabéns pelos seus “belos olhos castanhos”. Encantos tamanhos, como diria o cantor….
Então, segundo a sua lógica, nesta situação, eu deveria pedir para que a minha irmã fosse tão prejudicada quanto eu! Isso sim, fazia-me feliz!
Falando mais a sério, claro que a prova não deve ser aplicada a ninguém. Disso ninguém dúvida e ninguém contesta. Mas se é algo mau é preferível minimizar os danos causados do que prejudicar um número maior de pessoas. O JCP está a pensar no singular. Eu estou a pensar no coletivo. E, nos entretantos, continuar a boicotar a realização da prova até que o governo mude de cor e a moda passe. Estas coisas são passageiras… não envolvem dinheiro pelo que não são para levar a sério… É só mudar o governo que os “novos” têm outra ideia peregrina que substitui esta.
Ó Ana e eu…eu tenho olhos castanhos…acha que ficava contente por pagar impostos e ver a sua irmãzinha, só porque tem olhos azuis, a usufruir deles sem nada contribuir???
É uma questão de justiça! Compreende??
DESISTO! Não, não compreendo e ninguém com um mínimo de bom senso ou maturidade compreende.
Em frases curtas:
Devem ficar tristes porque a vão fazer prova.
Devem lutar, juntamente com os mais velhos, contra a prova.
Devem tentar impugná-la.
Devem interpor petições.
Devem incitar os colegas à greve ou outras formas de luta.
Devem manifestar-se
Devem organizarem-se
Não devem ficar tristes por os outros não a fazerem.
Não devem tentar arrastar os outros todos para a prova.
Não devem dizer que se têm de fazer os outros também.
Não devem dizer que os mais velhos não a conseguiam fazer.
Não devem dizer que era difícil porque aos olhos da maioria vão parecer tolos e ainda convencem as pessoas de que a precisam de fazer.
Não devem agir imaturamente como os miúdos quando dizem “o João também estava a falar!ele também devia ter ido para a rua!não sou só eu! “-Parece mal.
E foi a ultima tentativa. Parece que estou a falar com a minha direção de turma do 9º!!!
…e a Ana já alguma vez pensou que o problema poderá não ser apenas da turma do 9º ?????
Já me aconteceu. Reformulei, alterei práticas e a coisa melhorou.
Com esse raciocínio que demostra, mais a imbecilidade que tem, uma coisa lhe garanto, se a minha filha fosse sua aluna, retirava-a dessa escola.
Não Diogo, não tirava. Infelizmente… E mesmo que o fizesse, em que é que isso alteraria a minha vida? E o que esse comentário tem a ver com o assunto tratado? Acha errado ensinar aos alunos que se é posto fora da sala de aula por estar a conversar, não se deve desculpar dizendo que não foi o único? Acha mal que lhes diga que em vez de criticar os colegas e invejar a sorte alheia deverá refletir no seu comportamento? Acha mal que lhes diga que não devem tratar mal os professores por uma questão de respeito e porque, em ultima análise, são os alunos que precisam de aprovação e não o inverso? Se acha mal isto tudo garanto que eu era a primeira a sugerir que mudasse de escola a sua filha. Embora me pareça que o ensino doméstico iria mais de encontro ao que procura…
Já agora qual é a sua posição sobre o assunto em discussão? É que sobre isso nada… Tirando o insulto o resto é um total vazio. Onde é que errei?
Ó Ana a inveja é feia, embora seja humano. A minha posição é que ninguém devia de esta prova humilhante, ainda o é mais se só é feita aos que estão fora do sistema de ensino. Os colegas invejam ter emprego, um local de trabalho, algo que lhes é negado; os colegas insurgem-se contra si, porque a Ana fala com imensa ligeireza, tipo: ” mesmo que reprovem não há mal porque não têm emprego e não”; é de uma IMENSA insensibilidade, a mesma que leva o MEC a fazer um exame e cobrar 20 euros, a desempregados, a alguém que não terá emprego, a alguém que mesmo que passe com distinção não terá direito a exercer a profissão, é profundamente desumano. Os colegas contratados não querem que os do quadro façam exame, agora é de elementar justiça que se uns fazem, outros teriam que o fazer, até porque como disse anteriormente, imagine que colegas com 100% no exame, altamente preparados, ficam de fora? Consegue ver a loucura que isto é? Consegue discernir a insanidade? Para mim alguém defenser que isto é melhorar o ensino, só o posso chamar louco. O Ministro é um louco. Fazer exames a desempregados e dizer que vai melhorar o sistema de ensino. Assim como é cobarde essa FNE. Tirou tudo aos fracos, aos indefesos. Ao ler os seus argumentos Ana, acho-a uma tacanha. Uma fnezinha.
Sou insensível, tacanha e imbecil. Deve ser por isso que concordo com grande parte do que escreveu, excepto quando distorce as minhas palavras. Que não têm trabalho é factual. Nem tem discussão. Não sei porque se insurgem contra mim por o verbalizar. É novidade???? As pessoas não sabem que não têm trabalho? E que vai ser cada vez mais difícil porque a natalidade em queda só se vai notar em todo o seu esplendor daqui a 6 anos? É falso que para os colegas com menos de 5 anos de serviço (tirando situações pontuais) o panorama não vai mudar nos próximos anos e que até serem colocados já esta PAC desapareceu ou foi substituída ou reformada ou outra coisa qualquer? Quanto à ligeireza com que me exprimi, teria saído melhor se em vez de um texto banal escrevesse um poema sobre o assunto. Mas sabe, a minha área são os nºs, não me dou muito bem com floreados.
Pois é Ana, a minha área também é os números, sou do 500. As pessoas sabem que não têm trabalho. Verdade. Agora diga se é justo, fazer acordos à custa de pessoas que não trabalham; que vão ter que desembolsar 20 euros, que para muitos como deve saber, é dinheiro que faz falta; para cúmulo se tiverem uma nota exelente vão continuar no desemprego. Não pensa que a FNE anda a brincar com esses colegas? Lembra-me como correu a PACC? Muito mal….Imagine se a tivessem feito todos os que têm mais de 5 anos, a PACC tinha implodido. Teria sido um fiasco absoluto. Teria sido a mãe de todos os fiascos. Graças à FNE não o foi. A mim dói-me muito a alma quando vejo o ministro afirmar que esta medida é para melhorar o sistema de ensino. Uma prova feita a desempregados. Dói-me muito a alma ver um sindicato fazer um acordo vergonhoso, para vir dizer que salvou uns quantos. Não se fazem acordos assim. Acredite Ana, isto é profundamente injusto.
É mesmo!
Poderias começar como começaste, apenas com uma pequena diferença:
– Porque continua a haver quem ache que uma medida má deve ser aplicada apenas a alguns.
E aí tinhas o tiro no pé que a FNE deu, e tu continuas a aplaudir.
Com todo o respeito que tu e o teu trabalho me merecem.
Ninguém acha que deve ser aplicada a alguns! Apenas se defende que é melhor que seja aplicada a alguns do que a todos.
E com esta conversinha da treta conseguiu-se dividir todos…que é afinal o propósito destas diferenciações!
Só os inocentinhos ou os que estão ligados ao sistema é que vão na cantiga e, pior, levam inocentes “genuínos” com eles, acabando toda a gente na mesma mer** de situação.
Não há divisões relativamente a esse assunto. É consensual que a prova não deverá ser para ninguém. Quem quebra o consenso é quem diz que terá de ser para todos. E quem não faz está disposto e com vontade de lutar para que não se realize até que o governo mude e a moda passe.
Mas realmente estes comentários bebés não ajudam muito… Quem leia este tipo de coisas o que é que vai pensar? Estes querem que todos façamos prova, chamam-nos estúpidos, desatualizados, e se estão mal querem ver os outros mal também. O que se faz a pessoas assim? Dá vontade de estar ao lado delas? Não.
Bolas, no mínimo poderiam pensar todas essas tretas e estarem caladinhos. Era bem mais inteligente. Vão precisar dos outros se quiserem que isto não vá avante. Vão precisar do Arlindo. Vão precisar que os vigilantes façam greve. E estão sempre a cuspir no prato onde vão comer. Parece que têm um problema qualquer mal resolvido com quem está no quadro. É de bradar aos céus!
O comentário da Ana, às 1:09, está correto. Perdem energias a discutir o que não é essencial. A prova só não irá avante caso todos “remem” para o mesmo lado. Penso que já se percebeu que quase ninguém é a favor da prova.
Ó Ana, mas temos que pedir aos colegas do quadro que não vigiem provas? Ó Ana, mas as pessoas não pensam por si? Vamos também pedir aos colegas do quadro esmola… Que nos imolem à vontade. Vamos também pedir ao Arlindo que não escreva tamanha verborreia porque fica mal, já bastou o acordo da FNE. Ó Ana, mas temos que ficar caladinhos? Não, Ana, não temos. A prova, sendo assim tão fácil, que se aplique a TODOS, quem está a leccionar não são os colegas do quadro? Como se vai elevar o nível do ensino? Ó Ana, já não chega de hipocrisia? Ó Ana, somos todos professores. Você é que pensa que não, mas somos. O aparecimento de uma frase infeliz como a do Arlindo demonstra bem como pensam. Não é querer mal para alguém, vocês é que concordam com o mal, afinal, o mal está em vós.
E Ana, a prova faz falta, muita falta faz na escola pública. Todos sabemos. O mal é não haver equidade. Mas sossegue, antes que venha com suposições, com certeza, não invejo ninguém, nem pretendo subir para qualquer poleiro. Haja honestidade, fartos de esperteza saloia, inautenticidade visível, parolice e puritanismo andamos todos.
Para a Lucrécia: não têm de pedir. Mas hostilizar as pessoas não me parece que faça bem à causa. Mas a sua causa não é a mesma dos restantes colegas. A Lucrécia é favorável à realização da prova. Respeito, mas não concordo. Até porque a prova aplicada era tal e qual aqueles exames de 4ª classe que se fazia no tempo da velha senhora ou os testes de QI dos anos 80. Não me parece que ninguém reprove naquilo, pelo que não tem a mínima serventia.
E a prova da componente específica é fazer o 12º ano outra vez. Também não é nada de muito transcendente, pelo menos para as pessoas que conheço. Mas requer mais tempo de preparação para quem nunca deu secundário.
A maior parte dos professores sabe muito mais do que quer parecer… As pessoas já perceberam que se estão numa escola há mais de 10 anos que a única maneira de não lhes calhar tudo em cima é dizerem que não sabem… mas a maior parte das vezes isso não é verdade. Quando somos novos queremos parecer competentes, inteligentes e muito dinâmicos. Tem a ver com a nossa própria insegurança. A partir de uma certa altura, como estamos nas tintas para o que pensam de nós, já não há essa necessidade e compreendemos finalmente que parecer muito competente atrai mais trabalho pelo mesmo dinheiro. Daí as pessoas parecerem menos capazes. Conheço muitas assim… Ponham-lhes um teste à frente e têm uma surpresa….
Outra coisa que normalmente os mais novos se esquecem: no ano que eu entrei para a universidade, apenas 3% dos jovens conseguiu aceder ao ensino superior. Anos antes seriam menos. As vagas eram poucas, os cursos eram poucos, o 12 ano ou o antigo propedêutico, ou equivalente, tinha um grau de exigência muito alto, o insucesso escolar era altíssimo. Por isso, pode faltar alguma coisa aos mais velhos (e falta… motivação!!! aos montes!!!) mas o problema não é a competência cientifica. Não se resolve com provas.
Ana, ser mais novo ou ser mais velho é subjectivo. Nem sempre os mais novos se comportam dessa forma, nem é preciso querer parecer competente, é preciso ser, isso basta. E muito respeito tenho pelos professores mais velhos, com eles aprendi, não com todos, obviamente. Não sou a favor da prova, não fui eu que a inventei. Seria, todavia, desonesta se afirmasse que não há problemas na formação de professores, há. Eu já vi, a Ana, com certeza, já viu, todos nós já vimos. A culpa é de quem? Do Ministério que deixou instituições duvidosas proliferar e muitos Doutores saem com o canudo. Nós somos um país de Doutores… Não é de hoje, sempre foi assim. Portanto, aplicar uma prova a pessoas mais novas com o pretexto de que se elevará o nível de proficiência dos professores, é desconcertante. A maioria destas pessoas nem lugar têm na escola pública. É para lhes elevar o ego? É para nos fazerem gastar 20 euros? Pois nem me inscrevi, não inscrevo, nem inscreverei, em suma, “não façarei”.
Continuo a afirmar que a frase do Arlindo é infeliz, muito! Se concordam com o facto de ser apenas para alguns, então, eu defendo prova para TODOS. A FNE é que criou o slogan: “Todos contra a prova” e deixou alguns pelo caminho, os mais novos, esses que, dizem vocês, nem têm oportunidade de obter colocação. Mas ser mais jovem, é óptimo! Quando somos conscientes, quando temos a capacidade de observar o que nos rodeia, quando aprendemos a pensar, quando, apesar de todas as dificuldades, motivação não falta! Até podia ter já os 5 anos completos de serviço, mas quando fiz o estágio, esse tempo não contou, também era mais nova. E nem foi na altura das licenciaturas à moda bolonhesa. Começo a sentir-me velha de ser nova…
Lucrécia, os doutores antigos (pouco mais velhos do que eu) são mesmo doutores…. Não havia instituições duvidosas. Essas deram os primeiros passos nos anos 80.
Claro que há problemas mas não se resolvem com a prova.
O que a Lucrécia ainda não percebeu é que ninguém concorda que a prova seja para alguns. Mas se isto é uma guerra, isentar milhares foi ganhar uma batalha. O que penso é: já só faltam alguns.
E parece que é aqui que discordamos. Enquanto que a Lucrécia quer colocar-nos na situação inicial ou, melhor ainda, obrigar a que um funcionário já admitido preste prova de admissão, (é uma ideia uma bocado ridícula, tem de concordar…) eu quero que os restantes que ainda têm de a fazer também sejam isentados.
E se pensar bem, agora há ainda mais razões para que tal aconteça. Estão a fazer provas os docentes que não ficam colocados em necessidades permanentes. É argumento mais do que sobra para ridicularizar a eficiência da PAC. Com a isenção da maioria ganharam argumentos, ganharam apoio e solidariedade dos colegas mais velhos, e insistem em deitar isso tudo por terra recorrendo ao mesmo argumento que o MEC usa de que a prova serviria para mostrar quem são os bons professores. Ou seja, apoiam o MEC.
E o pior é que explico, vezes sem conta, de todas as formas possíveis, que estão a fazer grossa asneira, na vã tentativa de vos ajudar, e, não percebem o óbvio!
Acha mesmo que os professores são uma classe desunida???? Acha que deixaríamos os colegas novos abandonados??? Se acha é porque nasceu ontem. Os professores são a classe mais corporativista de que há memória em Portugal. Aliás somos acusados disso todos os dias. Conseguimos as melhores condições de trabalho de toda a função pública com exceção feita aos médicos. O problema não de classe. A classe e a união está viva e recomenda-se. Não viram as taxas de adesão às greves? Sabe porque é que agora não conseguimos ter tanto poder? O problema é o excesso de oferta face à procura, o que leva à desvalorização da mão de obra, com pessoas a admitir que aceitariam trabalhar por 500 euros!!!!! Assim é impossível. Assim não somos professores, somos operários da educação. E perdemos força porque se não aceitarmos as tretas que eles nos impõe há sempre outros que aceitam tudo. Na calha, prontos para entrar. Mas disso ninguém tem culpa.
E pensa que estou aqui a escrever porque estou a puxar a brasinha à minha sardinha? Eu devo ser a pessoa que aqui fala, que menos interesses pessoais tem em jogo. Vou rescindir. A minha intenção é apenas tentar ajudar. O meu desespero é ver que não possuem a maturidade para perceber que as vossas atitudes os estão a prejudicar. Que retiram o peso que os professores têm como classe e valorizam uma treta de uma prova que não vai distinguir ninguém de ninguém. Se ela se tivesse mesmo de realizar, não percebe que os nossos colegas vigilantes nos dariam as respostas? Mesmo que fossem do superior? Sabe o que significa a palavra corporativismo? Sabe como é a ADD? Sabe porque ninguém tem insuficiente? Acha que eu alguma vez iria avaliar alguém com insuficiente na vida? Nem que fosse atrasado mental! Os professores protegem-se! Não atiram colegas para a fogueira. Os que o fazem são proscritos na escola a que pertencem. Os contratados que estão lá pouco tempo não apercebem dos bastidores, mas é assim que funciona em todo o lado. Somos como os médicos, como os enfermeiros e como os polícias. E temos de ser cada vez mais.
Tenho dito.
Ana, “A realização da prova de avaliação de professores na escola Eça de Queiroz, em Lisboa, está a ser marcada por muita tensão entre os professores vigilantes e quem está a realizar a prova.” http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=3594211 Corporatismo? Está a brincar comigo? Se houvesse corporativismo, a prova tinha caído, estava quase ganha a guerra, quase, faltou o essencial: dignidade por parte de quem negoceia. Para mim e outros, nada ficou ganho.
E, desculpe, mas muitos que se formaram antes de 80, não são doutores, não, basta olhar com atenção, se quiser, todos também já sabem, não é segredo. Quanto a isto: “Enquanto que a Lucrécia quer colocar-nos na situação inicial ou, melhor ainda, obrigar a que um funcionário já admitido preste prova de admissão”, não quero obrigar ninguém a nada, quero que não sejam hipócritas, se defendem algo, não façam o oposto. A vossa máxima é: “Olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço”. Perderam a razão há muito, compactuam, usando argumentos trôpegos, na tentativa de tapar a mediocridade que cercou esta classe. Está tudo à mostra, a sociedade também já percebeu. Houve movimentações de alguns professores, aquando da realização da PACC, que revelam o mal-estar. Mas foi graças a essas pessoas que houve boicote, muitos vigilantes lá apareceram. Não me fale em corporativismo, a frase do Arlindo, a esse respeito, não deixa qualquer dúvida.
Concordo que exista alguma falta de coragem negocial. Também não faço ideia das condições em que ocorrem essas negociações pelo que sei se poderia ter sido feito mais. A tutela atira para todos os lados, deve ser um trabalho difícil negociar tantos diplomas… não sei. Também discordo de n coisas que os sindicato já assinou ao longo do tempo. Só quero dizer com isto que ainda existe o corporativismo de outrora e que o sinto bem vivo entre os colegas. Só noto que algo vai mal quando consulto este blog. Na minha escola não se passa nada do que muitas vezes aqui é descrito e os professores contratados são bem vindos e muito acarinhados. Ainda hoje conseguimos prolongar um contrato a uma colega até praticamente ao final do ano, mesmo depois do colega que ela substituiu já ter voltado. Andamos de roda de legislação para arranjar forma de o fazer. E conseguimos.
Relativamente à vigilância da PAC, esses vigilantes que fizeram as figuras tristes também foram escolhidos a dedo… Isto é como a greve aos exames, basta uma pequeníssima minoria não fazer greve e acontece que a prova se realiza em algumas escolas. Principalmente se foram em refeitórios e com o diretor a vigiar. E cromos há em todo o lado… Mas não são a regra, são a exceção.
A PAC vai cair. Porque perdeu a sua, alegada, principal função. O governo muda e a PAC é substituída por algo. Sempre foi assim. Até lá vamos tentando atrasar a sua implementação e prejudicar o menor número de pessoas possível. Há planos piores.
O argumento “ou é pra todos ou não é pra ninguém”, é pateta de todo e mostra que nem sequer tem estaleca para estar na profissão que está (ou que pretende).
O argumento é só um: NÃO DEVE SER PARA NINGUÉM. Ponto final.
Devolvo o pateta à sua tia. Quanto a estaleca, não sabia que o meu caro amigo é avaliador de docentes….à distância. Chama-se a isso…ter olho pedagógico. E o meu caro, parece que (não) tem.
o olho pedagógico dos professores portugueses(não todos ) deve ser o olho do cú.Preguiçosos arrogentes e com mais direitos que os outros funcionários estatais ou do privadoNunca foram a concursos e as contratações de escola é um faz de conta (basta ofercer uma cesta de ovos e uma garrafa de vinho ao diretor).Os professores infelizmente são maus exemplos de cidadanios, trapaceiros, ordinários enfim gentalha.
Hoje deu-te para te veres ao espelho e, ainda por cima, vomitares ódio e ignorância. Os teus comentários inspiram-me uma profunda pena. Por certo, deves sofrer com a vida, como muitos dos portugueses. Foi pena teres decidido dar corpo a esse sofrimento destilando inveja, ódio e má educação. A vida não está fácil. Por isso, mesmo dizendo-te que estás profundamente errado, és mal formado, invejoso e grosseiro, acredita que estás perdoado. Nota-se que és um infeliz! Apenas tens que encontrar outras formas de te afirmar e mostrar a tua revolta e sofrimento. os professores estão aqui para te ajudar. Esforço que a tua professora do 1º CEB, pelos visto, não viu da tua parte compensado.
Olha pá graças ao meu pai nem sequer nasci em Portugal, se aprendi português foi por culpa da minha mãe.Se sei dum país de merda chamado Portugal é por causa da minha mãe me ter obrigado a instalar um canal português.Em respeito à minha mãe é que se fala português cá em casa.Infelizmente tenho uma irmã que por motivos familiares está em Portugal.Vejo é que os meus sobrinhos se continuarem nesse sistema educativo, quando vierem para cá tem um grande sofrimento.Se fui à escola portuguesa foi porque a minha mãe me obrigou.Os meus filhos falam português de ouvir a avó e de conviver com os primos.Escrevo fluentementente português como escrevo outras línguas.Só vejo com o agrado o vosso caminho para a extinção.Os meus parabéns aos vossos governantes que vos vendem aos chineses.
Xiiiiii….
Manda a história da tua vida para a TVI que eles aproveitem para fazer uma telenovela do género das mexicanas.
Vai ser chorar até o Belenenses ganhar o campeonato….
professor chulo candida-te a Oxford ou Cambridge, ou MIT, Universidadede Heidelberg ou Katholiek Leuven Universitat para deslumbrares os académicos.Se fosses bom em qualquer profissão não eras um reles professor ou educador.Só fica nesse país a escumalha ou aqueles que por motivos muito fortes, não podem deixar e esse país onde proliferam humanoídes …
Para acabar (e sou eu quem decide quando acabo!) lamento que não tenhas ido à consulta de psiquiatria. Ou, por esses lados, o sistema de saúde não comparticipa?
Nesse caso, faz um seguro. Mas sem testes prévios, para não dares a perceber a gravidade da coisa e espantares as seguradoras.
Banalidades…
Não se trata de uma medida má ser aplicada a todos, trata-se apenas e só de existir uma postura sólida e forte do corpo docente. Tenho 12 anos de serviço no grupo 620 e entendo que é uma medida discriminatória isentar uns professores e outros não, pertencendo ambos à mesma categoria docente. Obviamente que o manifesto de opinião de qualquer professor deveria passar por condenar a PACC e garantir a sua não realização, tal como foi conseguido em algumas escolas aquando da primeira chamada da prova. A pretenderem aplicar a dita, tal como foi referido por agentes do ensino superior, deveria ser iniciada em momento futuro bem definido após conclusão da formação. Podendo aparentemente se compreender que um docente após 5 anos de serviço já prestou minimamente provas de capacidade, o impacto de uma dupla penalização de realizar uma prova a desempregados, seria mais que motivo para emergir uma solidariedade, moral. Até poderia o MEC tomar outras decisões, mas a nossa voz seria apenas uma. Não se tratam de falsos moralismos, trata-se de verdadeiro moralismo. Tal como a visão tecnocrata, ou melhor pseudo-tecnocrata, postada à tempos de se compreender a distribuição por grupos disciplinares de acesso ao vínculo calculada apenas e só com base nas necessidades. Uma classe sólida obviamente que condenaria essa distribuição, discriminatória de docentes com 15 e mais anos de serviço de grupos disciplinaresque sofreram redução de carga horária. A moralidade não se faz de falsos moralismos mas também não se faz de imoralidade ou de tecnicismos de fraca qualidade.
A primeira Ana, nada tem a ver com a outra Ana… é melhor mudar de nome…
Agradeço a atenção.
O Sócrates só tinha dispensado um determinado número de professores em 2010.Se ele tivesse ficado no Governo iam todos fazer a prova e acabou.O Crato ainda propôs a dispensa dessses 3000 e tal professores.Essa cambada de sindicalistas, disse que não Á última hora o Crato dispensa a maioria.Os professores que rasgaram as provas ficaram impunes.Não haverá tribunais capazes de julgar estes bandidos e dar.lhes pena de prisão efetiva?Os alunos agora nos exames haviam de fazer o mesmo, era para baixarem a crista aos prevadicadores.Agora há concursos extraordinários todos os anos por causa dos contratados.Até se pode aceitar se aqueles que andaram 10 e 15 anos sempre com contratos no estado fossem concorrer em primeira prioridade.Os sindicatos nem se importa com eles.Os tipos vindos do privado passam à frente de quem andou a calcorrear o país de norte a Sul .Uns são filhos outros enteados.Sim à prova para todos os que não seriam dispensados em 2010 e ainda para todos os espertalhaços vindos do privado(onde estiveram no bem bom ao pé de casa).Os sindicalistas docentes metem-me nojo servem-se das suas posições para não trabalhar.HAJA JUSTIÇA PARA OS CONTRATADOS QUE APENAS SERVIRAM O ESTADO, E AQUELES QUE SERIAM DISPENSADOS EM 2010.Com o Sócrates ninguém chiava.AOS SINDICALISTAS NEM FILHOS DA P… LHES CHAMO, PORQUE NEM A DIGNIDADE DE UMA P…TEM(AS MÃES DELES DEVIAM ERA TER FEITO ABORTO).AOS SINDICALISTAS NO ATIVO DEVIAM SER DEPORTADOS PARA A REPÚBLICA CENTRO-AFRICANA E IR VIVER COM OS GORILAS(de certo os bichos davam conta desta porcaria de gente).VINCULAÇÃO EXTRAORDINÁRIA APENAS PARA OS CONTRATADOS QUE SERVIRAM SEMPRE O SETOR PÚBLICO.
São uns tristes…