No jornal Público de dia 10/03/2014.
Há um sindicalismo que anda bastante “aflito” e em alguns casos até precisam de “técnicos” de outras organizações sindicais para terem mais uma ou duas horas de reunião.
Mas pior, é que esses “técnicos” gostam de ficar nessas fotografias e pelos vistos não se importam de serem assim tratados.
E depois tudo isso transmite-se cada vez mais para opiniões muito parecidas com a de João Miguel Tavares.
Urge reinventar um novo sindicalismo.
Aceito sugestões para este debate, antes que o sindicalismo acabe por falta de casas de banho.





6 comentários
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Os militantes do PC que não têm lugar cativo nas televisões, como é o caso do ex-cabeça de lista por Coimbra e da Àvoila, são useiros e vezeiros a armarem este género de confusões, pois é uma forma de terem muito tempo de antena nos diretos televisivos e assim darem ao País a sensação de que são mais representativos, mas de facto não são.
Não li a crónica deste fulano João Tavares..fiquei me pelo seu título de opinião. E penso que estes posts não são apropriados para este blogue que deveria centrar-se em análises sérias sobre a educação, dispensando comentários de quem pouco ou nada percebe do assunto. Este senhor que vá trabalhar, pois de facto o seu sucesso apenas está proporcional à falta de cultura onde está integrado.
Se pelas piadas que manda e pelas crónicas vazias que faz recebesse 500€ com certeza este pseudo moderno também recorreria ao “perpétuo queixume”
Pois é Vasco Viana 1975… mas o homem tem ou não tem razão? Acha que devemos fazer cesura neste blog? Então não é o “viva o 25 de abril” que tanto defende?
Não posso deixar de concordar com a crónica. São situações hilariantes as que são criadas nas manifestações. Por vezes não faria mal um pouco de dignidade e menos de paródia e de circo.
Por exemplo: porque é que nas manifestações se têm de entoar cânticos com 40 anos de existência? Porque é que as palavras de ordem (se têm mesmo de existir…) são ofensivas, mal educadas e descontextualizadas? Quando vou a uma manifestação é para reivindicar direitos que penso que tenho, não me interessa chamar nomes a ninguém, nem que o ministro seja demitido, nem que o governo caia, nem fazer nenhuma intervenção politica. Para isso existem as manifestações das forças politicas. Mas ninguém separa as águas.
Depois para que é necessário tanto grito e barulho? Não havia forma de fazer as coisas com um bocadinho de mais dignidade? Aquilo não é vender peixe no mercado nem é terapia catártica, é só uma manifestação! Se quiser chamar nomes ao ministro faço-o em casa…
As greves têm dignidade, mas as manifestações (embora tenha ido a praticamente todas deste que o Sócrates foi eleito…) teriam mais efeito e mais apoiantes se fossem mais sóbrias.
Olhe..a censura faz parte da optmização das organizações, pelo que dispenso as suas banalidades. Quanto à sua observação sobre abril também dispenso, pois o dogma ideológico pós abril está demasiado integrado nas análises efetuadas na nossa sociedade. Apenas defendo uma sociedade na qual o trabalho e a produção seja valorizado (a), e inverter um pouco o excesso de valorização dada a comediantes, figuras públicas dos mídia, consultores, empresas produtoras de serviços por exemplo de telecomunicações, etc. Passe bem.