Sobre o Aumento do Horário de Trabalho

Sindicatos querem clareza sobre possibilidade de aumento da carga lectiva dos professores

 

O ministro da Educação não desmentiu a possibilidade de aumentar o número de horas que os professores têm de dar por semana, algo que as federações rejeitam liminarmente.

 

 

 

 

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31 comentários

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    • Maria on 11 de Dezembro de 2012 at 18:41
    • Responder

    Nem pensar! Vamos para uma greve de semanas se for preciso. Mas estamos a brincar ou quê?

    • Vítor Agostinho on 11 de Dezembro de 2012 at 19:22
    • Responder

    Está aqui a ultima oportunidade da nossa classe se unir e tomar uma posição de força. Temos passado os últimos meses a cair na armadilha do “Dividir para Reinar”, sabiamente aplicada por Nuno Crato. Nos últimos tempos, temos assistido a lutas entre professores do quadro, professores contratados, professores do privado, etc. De uma forma apartidária, temos aqui uma grande hipótese de nos unirmos perante o maior atentado jamais feito aos docentes portugueses, com consequências inimagináveis para todo o sistema de ensino.

    • ze on 11 de Dezembro de 2012 at 19:37
    • Responder

    Os professores vão aceitar mais esta? Estão distraídos, ainda???

    • Maria on 11 de Dezembro de 2012 at 21:13
    • Responder

    Temos de impedir que isto aconteça. Se aumentarem a carga horária vai aumentar o número de depressões entre a classe docente. Que tal greve às avaliações? Basta fazer greve um professor por conselho de turma.

    • Chega on 11 de Dezembro de 2012 at 21:21
    • Responder

    Estamos nos limites das nossas forças físicas e psíquicas – falo por mim.

    • zaratrusta on 11 de Dezembro de 2012 at 21:27
    • Responder

    Isto é engraçadao!
    Reparem nestes últimos comentários: o “dividir para reinar” e o aumento das “depressões”. Minha cara Maria, vá falar em depressões aos milhares de contratados que já estão e vão estar no desemprego. Isto é que é solidariedade.

      • Vítor Agostinho on 12 de Dezembro de 2012 at 7:46
      • Responder

      No caso do “dividir para reinar” que é o que me diz respeito, só não percebe se não quiser. Quanto aos colegas que estão no desemprego, sei perfeitamente o isso é, pois já passei pelo mesmo. Com esta medida a avançar, mais alguns milhares se juntarão aos que refere. Tenho muitos amigos que estão desempregados com filhos para criar. Tenho bem a noção que eu, bem como outros com mais de 15 anos de serviço poderemos estar nessa situação a curto prazo!

    • Lili Verde on 11 de Dezembro de 2012 at 21:37
    • Responder

    Mas o Arlindo está fresco como um” Pêro” .Este ano ainda não teve tempo para passar na minha escola.

    • Tata on 11 de Dezembro de 2012 at 21:42
    • Responder

    Mesmo que os professores tenham 50 horas, o Arlindo comemora em Bragança com uma “posta”.

      • Nuno on 12 de Dezembro de 2012 at 11:42
      • Responder

      Tata isso é demagogia. O Arlindo tem feito mais por nós neste blogue que a maioria dos colegas que agora se dizem afectados.

      • maria on 13 de Dezembro de 2012 at 0:14
      • Responder

      O que o arlindo tem feito pela educção não tem palavras. Detesto estes comentários reacionários e sem fundamento.

    • Lya on 11 de Dezembro de 2012 at 21:44
    • Responder

    Força, mais uma grande medida!!!!! O trabalho regenera a mente

    • ML on 11 de Dezembro de 2012 at 21:46
    • Responder

    Deixem de ser ridículos!! Não há nenhum professor que possa ficar indiferente, quanto mas contente com esta hipótese de aumentar a carga horária de um professor. Temos mesmo de nos unir e dizer para irem brincar com a classe deles..

    • Ana Guedes on 11 de Dezembro de 2012 at 21:54
    • Responder

    Greve por tempo indeterminado! Os sindicatos que a decretem!

    • Eumesma on 11 de Dezembro de 2012 at 22:25
    • Responder

    Isto é muito grave! Os sindicatos que acordem e deixem de brincar à lutazinhas!

    • Cristina on 11 de Dezembro de 2012 at 22:27
    • Responder

    POR favor façam circular esta notícia na assembleia da republica : http://www.profblog.org/2010/01/professores-portugueses-passam-mais.html

    Os professores portugueses passam mais tempo na escola do que a média da UE.

    É um Crime o que estão a fazer à nossa classe. Arlindo divulga isto num post! É urgente tomarmos medidas sérias, medidas objetivas, medidas eficazes. Divulgar nos sites e na comunicação social. Os professores que mal fizeram à sociedade? Porque somos CONSTANTEMENTE bombardeados com ares de desconfiança!

    • Cristina on 11 de Dezembro de 2012 at 22:40
    • Responder

    Senhores dos sindicatos….VENHAM ÀS ESCOLAS! Venham ver a alma dos colegas…eles andam abalados, desesperados sem vontade de serem os reais professores que sempre foram outrora.
    VENHAM, Ajudem a preparar uma luta real, sentida…. sem uma luta nada se conquistará e para todo o sempre a classe docente será a eterna sofredora e a mais pura masoquista.

  1. Como marido de uma professora contratada e com 3 filhos, logo encarregado de educação, tenho a dizer que não concordo com esta possibilidade, dado que não tenho esposa para reuniões em horas impróprias (19h às 22h)… perde imensas horas em casa a corrigir testes e trabalhos, a preparar em casa dezenas de aulas. É vergonhoso ter um vencimento de 800 euros, deslocada 1h30m de casa durante 10 anos.

    Aviso que qualquer dia revolto-me, tenho é pena dos meus filhos. Estes gajos vão destruir a minha família.

    • C3PO on 11 de Dezembro de 2012 at 22:59
    • Responder

    Como Contratado apenas peço ao Arlindo por favor, por favor não deixem (os Sindicatos) passar isto!
    Se isto passa vai ser uma razia completa dos contratados.

    E por favor não vão para a TV falar em excesso de horas e tal, apenas estão a dar lenha para se queimarem, pois a única coisa que alguém tem de dizer é “Mas eles só trabalham 22 horas” se querem dar força a isto peguem pelo lado dos contratados…

    Se com a brincadeira das 22 horas = 1100 minutos fez milhares de professores irem para o desemprego nem que seja 2-3 hora a mais a todos os professores vão ser muito mais mas muito mais…

    • Girassol on 11 de Dezembro de 2012 at 23:33
    • Responder

    Eu já não sei o que diga…..a minha fé,perseverança,crença e sobretudo a minha paixão pelo ensino estão a desmoronar dia-a-dia….após quase 13 anos de serviço e depois de ter passado por muitas e muitas escolas longe de casa e depois ter feito tantos sacrificios por “amor à camisola” só me resta dizer que ….terei de procurar outra solução profissional pois ainda estou desempregada!!! É simplesmente vergonhoso o que querem fazer do ensino em Portugal!!!!

    • Girassol on 11 de Dezembro de 2012 at 23:40
    • Responder

    Acho que está na hora de todos “dar-mos as mãos” e gritar bem alto um BASTA!!!!! que esta voz chegue o mais longe possível…será que todos os membros da comissão europeia têm noção do que se passa no ensino em Portugal ??????

    • oleg on 12 de Dezembro de 2012 at 10:06
    • Responder

    Proponho greve de zelo ao trabalho que se prolonga para além das 35 horas semanais. Devíamos todos a partir de janeiro apontar e cronometrar todo o trabalho para a escola (fazer e corrigir testes, telefonemas a pais, preparação de reuniões e de aulas, …) e chegando às 35 horas ACABOU. E deixar de ter pena das criancinhas. Porque a longo prazo o seu prejuízo será maior se nos aumentarem a carga horária para níveis impossíveis de suportar.

    • Maria Inês Clímaco on 12 de Dezembro de 2012 at 10:41
    • Responder

    Há muito que penso que não são as demonstrações feitas na rua que vão parar o governo de nos estrangularem. Creio que a única solução será uma greve, mas uma greve geral, sem divisões. Essa greve deverá ser feita numa altura crucial, ou seja, nas avaliações ou inicio de um período. Acreditem, que se os professores e educadores não aparecerem nas escolas ( TODOS) o Ministério vai tremer!

    • Nuno on 12 de Dezembro de 2012 at 11:37
    • Responder

    É agora ou nunca. Ou nos unimos de uma vez por todas e lutamos ou seremos cilindrados por esta e outras medidas. Aos colegas peço o mesmo grau de indignação e disponibilidade revelado perante a ADD no tempo de Maria Lurdes Rodrigues, aos Sindicatos a mesma combatividade demonstrada nos governos Sócrates por questões que comparadas com o que está a acontecer parecem “menores”. Cento e tal mil professores na rua e em greve farão certamente ouvir-se e abanar qualquer ministro e governo. Vamos usar argumentos válidos e nãos queixumes que para a sociedade em geral soa a preguiça.

      • Maria on 13 de Dezembro de 2012 at 23:52
      • Responder

      A união e combatividade demonstrada nas mega-manifs nos tempos da MLR acabaram por não dar em nada na prática, a partir daí foi sempre a descer. Manifs ou greves esporádicas de um dia em momentos do ano letivo de aulas regulares, são iguais ao litro. Afetam tanto como as faltas esporádicas que os docentes, por variados motivos (doença, imprevistos, etc) vão dando ao longo do ano, ou seja, o impacto real é zero (minto – é bom para o estado, que amealha uns bons trocos nesse dia, uma vez que ao contrário das outras faltas, estas não são pagas). Por isso mentalizemo-nos que só mesmo com greves a sério, que desestabilizem a sério o sistema, como sejam greves às avaliações e exames (estas seriam as mais efetivas), ou com alguma duração no tempo, assumindo depois as consequências de não cumprimento de programas e afins, mesmo que nos doesse bem nos bolsos (antes doer agora um mês como grevista, do que futuramente por tempo indefinido como desempregado), só assim poderíamos eventualmente criar condições que obstassem a esta espiral destrutiva do sistema educativo a que vimos assistindo.
      Mas obviamente que não acredito que venhamos a fazer isto. Não temos o estofo (para não dizer mais) para isso. Vamos lá dar o salto final para o abismo.

    • Primeiro Ministro on 12 de Dezembro de 2012 at 18:00
    • Responder

    Carregam a mula e esta não diz nada. Das duas uma, ou a mula arreia ou dá o coice. Eu quero dar o coice.
    Penso que é um tema que une a classe. Não podemos deixar que nos façam mais de mulas de carga.
    Já carrego nos meus quadris mais de 180 alunos divididos por 9 turmas.
    AINDA NÃO SEI O NOME DELES SEM TER QUE VER A FOTO NO LIVRO DE PONTO.

    • josé on 12 de Dezembro de 2012 at 18:59
    • Responder

    um!!!!!!!!!!!111 não acredito que perante esta pouca vergonha de que fale exista um só professor que não faça greve às avaliações!!!

    • josé on 12 de Dezembro de 2012 at 19:02
    • Responder

    eu estou disposto a abdicar de um salário em dias de greve se for preciso… tenham vergonha!!! existe gente com 12 turmas… planificar, avaliar e tudo o demais… estes gajos devem estar é parvos!!!

    • joão on 12 de Dezembro de 2012 at 19:03
    • Responder

    ora nem mais…

  2. Gostava de saber porque na minha escola não há reuniões sindicais.
    Fazem muita falta, Arlindo!
    Bjs

    • Maria on 13 de Dezembro de 2012 at 21:11
    • Responder

    Greve por tempo indeterminado, aos exames, às avaliações, às reuniões, aos testes…. Nã conhecem a escola pública. mais horas na escola pública implica maior disciplina dentro a sala de aula, maior rigor nas aplicação das sançõs disciplinares e maior respeito pela classe dos professores. A escola pública tornou-se um instituições com muitas funções: um larode os pai depositam os filho; um espaço “total” de recreio o dia todo; um lugar de desabafo dos pais ….

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