Educação e Segurança Social valem 85% dos cortes
Vítor Gaspar pediu corte de mil milhões de euros na Educação e 2.700 milhões na Segurança Social.
Segurança Social e Educação são as funções sociais do Estado que vão suportar a maior fatia do corte de 4,4 mil milhões de euros que o Governo tem de fazer no âmbito da reforma do Estado. Ao que o Diário Económico apurou, só nestas duas áreas, o Ministério das Finanças definiu uma redução de cerca de 3.700 milhões de euros, o que corresponde a 85% do total do corte na despesa.
A Saúde também será chamada a contribuir, mas apenas com um corte de cerca de 180 milhões. Às áreas da Justiça, Defesa e Administração Interna caberá uma fatia de 500 milhões de euros, como tinha já sido confirmado publicamente pela ministra Paula Teixeira da Cruz. No total, chegar-se-á a cerca de 4,4 mil milhões de euros, um valor ligeiramente superior aos quatro mil milhões inicialmente anunciados pelo primeiro-ministro. O grosso destas reduções está previsto para 2014, mas uma parte (832 milhões de euros) poderá avançar já no próximo ano
E depois vem esta notícia.
“Há margem para explorar co-financiamento das famílias” na educação




4 comentários
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Neste aspeto, Arlindo, concordo contigo. De todas as opções que estiveram em cima da mesa, eu tenho a certeza que a que criaria menos disparidades sociais entre alunos de diferentes escolas,e dentro da mesma escola, conservando o princípio da comparticipação nas famílias REALMENTE desfavorecidas e não nessas mas tb naquelas que fazem parte dos 25% da economia paralela que não paga um cara****, seria a propina. Não tenho dúvidas que as outras opções que estão a ser debatidas vão ter custos sociais e profissionais para nós muito mais graves do que a propina. é a minha convicção.
Quanto ao corte de 1k milhões….a mais dos já parece que conseguidos 600 milhões ( + 400 milhões) ou ainda 1000 milhões a somar aos já 600 milhões? Já nem falo da empregabilidade dos contratados de médio, curto ou longo prazo. Falo do futuro escolar do meu filho mais novo- que será sempre protegido, nem que tenha que ceder de uma x por todas e mete-lo num privado-privado. Mas, e os filhos dos outros?
De acordo com estes políticos de merd@, há sempre margem para cortar nos mesmos; mas cortar a sério nas PPP, nas fundações dos amigos, etc, isso nunca. Talvez a única solução eficaz seja acabar de vez com estes fdp, nem que seja a tiro.
É melhor que sejam eles os neo-liberais reptilianos do que nós a morrerem…