Tema: Vinculação: Ordinária ou Extraordinária.
Mesa: Helena Mendes (TT), Arlindo, César Israel Paulo e Jorge Costa (ordem da imagem)
Curiosamente os convidados da mesa foram todos defensores de uma vinculação extraordinária ao contrário de alguns participantes no encontro que foram mais favoráveis a uma vinculação ordinária.





9 comentários
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Cheguei ao debate como existência apenas virtual. Só conhecia o Luís Braga, que nem sequer tinha ligado o nome que aparecia no cartaz à minha pessoa.
Levava uma grande curiosidade em conhecer pessoalmente alguns bloggers. O Arlindo era, natudalmente, um deles.
Encontreio-o logo à chegada. O cigarrito antes de entrar, proporcionou esse contacto. Uma primeira impressão muito positiva e, talvez, o primeiro momento de simultâneo espanto e apreensão do Arlindo: afinal, a desconhecida que fazia parte do seu painel era “o” incómodo tt! Riu-se. Foi muito simpático.
Imagino que, desconhecendo de todo o teor da. Minha comunicação, deve ter ficado um nadinha em pânico. 🙂 🙂
Notei alguma apreensão quando me sentei ao seu lado na mesa. Compreendo, eu também a sentiria… pedi-lhe então que instalasse no seu pc o pp de suporte à minha intervenção. Fi-lo propositadamente.
O painel correu muito bem. O Arlindo ainda me confidenciou que gostaria de ter na mesa alguém que discordasse da vinculação extraordinária. Louvo-o por também apreciar o contraditorio, mas compreendo que os argumentos contra são tão frágeis e tão questionaveis do ponto de vista moral, que ninguém de bom senso ousaria dar a cara por eles em público.
O Arlindo foi uma das minhas maiores e melhores surpresas.
A alguns meses de uma vinculação ordinária será que faz sentido uma vinculação extraordinária? Em que moldes se debruçará esta? Quais os requisitos para a mesma? Criarão vagas “fantasma” para certos grupos de recrutamento que têm centenas de candidatos com décadas de experiência? E no ano a seguir esses colegas que vincularam porque reuniam certo requisito são candidatos a dacl? Sim Porque ser-se vinculado ou quadro de agrupamento já não é garantia a ter-se trabalho no ano seguinte, antes pelo contrário, se bem me lembro no tempo de MLR, em 2006 muitos colegas pertencentes a quadros do interior do país ficaram anos a fio sem colocação porque só podiam concorrer ao QZP em que o seu lugar de quadro pertencia.
E a quantidade de colegas que se sentirão injustiçados porque durante anos a fio percorreram o país de “lés a lés”, mas porque em determinado momento, até estavam perto do requisito para vincularem mas não o conseguiram. Sim porque ninguém sabe quais os critérios.
Será que os sindicatos mais uma vez, não andam a defender o que a maioria dos colegas não quer? Eu também não sei, mas eles também não. Todos temos uma opinião pessoal e porque a defendemos achamos que todos os que nos rodeiam também a defendem. Até porque às vezes falamos e há apenas quem se limite a abanar a cabeça, pelos mais variados motivos.
Tendo em conta que este blogue é um espaço de visita diária de muitos colegas desafiava (não sei se posso, lool) o Arlindo a fazer um referendo por uma semana para vermos qual a real vontade dos colegas: se uma vinculação extraordinária com determinado(s) requisito(s) ou se uma vinculação ordinária com o número real de vagas e posterior recuperação das que são deixadas livres.
Fica o desafio ao Arlindo!
Saudações
Quando o´único argumento é a sondagem, estamos conversados.
Se não há argumento válido, faz-se sondagem para quê? Isto agora é a gosto dos vários fregueses?
Helena, como verificou no proprio encontro, há quem não tenha medo de dar a cara contra a vinculação extraordinária.
Já o tinha feito no “Professores Lusos” e fi-lo no proprio encontro. E os meus argumentos não são moralmente questionáveis. Pode não concordar com eles, mas não acho que seja moralmente correto dizer que eles não são mortalmetne corretos.
Ok, Nuno, por favor apresente argumentos que não sejam na base do “eu”, para podermos discutir com sensatez. O seu contra baseia-se em que normativos?
Sabe, eu sou do tempo em argumentos do tipo dos que apresenta levaram os sindicatos a inaugurar o chorrilho de inconstitucionalidades de que os contratados têm sido vítimas e não estou disposta a calar.
Já conhece o suporte dos meus argumentos, agora, por favor, fundamente os seus para que eu os possa rebarer.
Cara colega TT, no meu caso pessoal não argumento com o “eu”, até porque independentemente dos critérios para vinculação extraordinária concerteza não reunirei nenhum deles. Agora enquanto à colega não sei até porque a não conheço! Muito sinceramente a colega acha que ficar-se vinculado sem haver vagas em determinados grupos de recrutamento e no ano a seguir ser candidato obrigatório a dacl não é um argumento válido? Para mim, só este critério é mais que suficiente.
Será que a colega tem medo de descobrir que a maioria não defende o mesmo que a colega? Eu pessoalmente não tenho medo que os outros pensem de forma diferente a mim, até porque não me identifiquei atrás de um nick…
De facto, isto não será a gosto de nenhum dos fregueses, mas sim ao sabor do MEC! Até porque eu sei o por que de haver quem defenda com unhas e dentes a vinculação extra. Esses sim, pensam no “eu”. Quando se é orador do que quer que seja deve-se estar aberto a opiniões bem distintas, só assim é que se evolui.
Será que têm medo de saber a opinião dos colegas? Salazar também queria manter o povo inculto para que seria???
Saudações
Caro Rui Gerardo,
Já passei a fase das opiniões, que essas são como diz o Herman.
Traga-me argumentos concretos, que eu agradeço-os.
Quanto a vincular e ir a seguir para dacl é coisa risivel. Sabe que antes da vinculação tem que haver apuramento de vagas, número que depende das necessidades das escolas, mas também da lei. Se nao compreender isso, posso explicar com mais detalhe.
O meu ponto é o cumprimento da lei, não passa pelos “eus”.
Mais uma razão tt, para haver apuramento de vagas não sei para quê a vinculação extraordinária…para isso teremos a ordinária passados uns meses. Vincular e ir para dacl no ano a seguir é uma coisa tão risível que foi o que aconteceu em 2005 e 2006. Se em 2005 milhares de colegas do 110 vincularam em 2006 ficaram desempregados anos a fio…
Pelo seu último comentário quase que vejo os argumentos necessários para defender uma ordinária e não uma extra…enfim…pontos de vista diferentes!
Ó Rui, francamente, a vinculação extraordinária SÓ se justifica pelo facto de permitir que sejam os professores das escolas estatais a ocupar as poucas vagas que vierem a ser apuradas e não os profs que vêm directos do privado. No concurso ordinário, esses profs já estão na mesma prioridade que os contratados pelo mec e têm muito mais tempo de serviço. Por favor, ordene por graduação as listas de ordencao deste ultimo concurso que o Arlindo fez e veja o que acontece.
Defendo o seguinte: apuramento de vagas, concurso nacional para admissão do numero de contratados das escolas estatais correspondentes a essas vagas. Logo a seguir, esses admitidos são obrigados a ir a concurso nacional regular, para afectacao a um agrupamento.
Onde é que encontra aqui alguma ponta de injustica, diga la?