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Reserva de Recrutamento 4 a 17 de Setembro

Tal como suspeitava a mudança de rostos da DGAE para a AGSE mudou procedimentos.

Deixou de haver uma Nota Informativa assinada pela Subdiretora da DGAE, Joana Gião para passar a haver um simples e-mail do novo Presidente da AGSE.

 

Exmo./a. Sr./a. Diretor/a / Presidente da CAP,

 

Informamos que em cumprimento do disposto nos artigos 37.º e 38.º do Decreto-Lei n.º 32-A/2023, de 8 de maio, na sua redação atual, encontram-se disponíveis na página eletrónica da Direção-Geral da Administração Escolar as listas de colocação da Reserva de Recrutamento 3.

Segue calendarização para a RR4:

  • Pedido de horários (AE/ENA) – Disponível após publicação da RR3
  • Validação (DGEstE) – Disponível após publicação da RR3 até às 10.00 horas de dia 17 de setembro de 2025;
  • RR 04 – 17 de setembro de 2025.

 

Com os melhores cumprimentos,

O Presidente da Agência para a Gestão do Sistema Educativo

Raúl Capaz Coelho

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Procura de cursos de professores foi três vezes superior às vagas existentes

Os cursos de formação de professores foram procurados como primeira opção por três vezes mais alunos do que as vagas disponibilizadas pelas instituições na 2.ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior (CNAES).

Todas as 305 vagas abertas para cursos de formação de professores, de formadores e de ciências da educação ficaram preenchidas na 2.ª fase do CNAES, cujos resultados foram divulgados este fim-de-semana pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES).

Procura de cursos de professores foi três vezes superior às vagas existentes

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Os cavalos também se abatem…

No nosso país é preciso morrer para serem reconhecidas todas as virtudes de alguém… Após a morte, abrem-se quase sempre “processos de beatificação”, ainda que em vida não se tivesse, efectivamente, valorizado nenhuma das qualidades daquele que acabou de falecer

Ou seja, as pessoas só se tornam boas depois de morrerem,curiosamente quando já não precisam de qualquer reconhecimento ou empatia… E até o maior dos sacanas em vida terá forte probabilidade de lhe verem reconhecidas certas virtudes que, na realidade, não tinha…

Mas, depois de morto, ninguém precisará de “lágrimas de crocodilo”, nem de carpideiras ocasionais, sobretudo se em vida não tiver sido, como devia, respeitado e valorizado… Por onde terá andado o respeito pela dignidade em vida?

E a propósito da falta de empatia e de solidariedade que vão sendo referidas em alguns contextos escolares, entre os vivos que por lá pontuam, lembrei-me da história do livro “Os cavalos também se abatem (Horace McCoy), vá lá saber-se porquê… Na verdade, parece-me que sei porquê, mas um pouco de sarcasmo nunca fez mal a ninguém…

A referida história pode resumir-se, mais ou menos, assim:

“A narrativa gira em torno de Robert Syverten e Gloria Beatty, dois jovens desesperados que se inscrevem numa maratona de dança em Los Angeles, na esperança de ganhar um prémio monetário que poderia mudar as suas vidas ou, pelo menos, despertar a atenção de qualquer personalidade do mundo do cinema que lhe dê uma chance de entrar nesse mundo de sonho. O concurso, porém, revela-se uma metáfora viva do desespero coletivo: centenas de participantes, exaustos fisicamente e destruídos psicologicamente, dançam até ao esgotamento total, sob o olhar impiedoso de um público ávido de entretenimento e completamente alheado do sofrimento daquelas pessoas.” (in“Os Meus Nobel”)…

Metaforicamente, em contexto escolar, quantas vezes se observam também “centenas de participantes, exaustos fisicamente e destruídos psicologicamente, dançam até ao esgotamento total”?

Ao que tudo indica, a resposta à pergunta anterior não poderá deixar de ser esta: Muitas vezes…

Novamente recorrendo à metáfora, quanto a isto: sob o olhar impiedoso de um público ávido de entretenimento e completamente alheado do sofrimento daquelas pessoas.”, talvez se possam colocar algumas dúvidas:

– O “público”, caracterizado da forma descrita, também existirá dentro do próprio contexto escolar ou apenas no exterior do mesmo?

– A perspectiva “voyeurista”, típica dos que frequentemente ficam a “olhar de fora”, dominados pela atitude “pode arder, desde que não seja comigo”, prevalece ou não em contexto escolar?

– O silêncio típico dos que se abstêm, subjugando-se à cobardia da inacção e do conformismo, manifestando, muitas vezes, uma gritante ausência de solidariedade e de empatia, prevalece ou não em contexto escolar?

As escolas transformaram-se em “máquinas trituradoras de pessoas”, onde ninguém se poderá considerar como insubstituível e onde muitas vezes se observa um certo alheamento face ao sofrimento do outro…

Quando alguém morre, ou adoece física e/ou mentalmente, o “período de luto” em relação a essa perda, quer seja permanente ou transitória, costuma ser curto; rapidamente outro tomará o seu lugar, seguindo-se sempre na perspectiva do the show mustgo on

Infalíveis e imortais “Super-Mulheres” ou “Super-Homens” só existem na ficção…

A maioria dos profissionais de Educação encontra-se em “modo de sobrevivência”, sentindo-se irremediavelmente estafada, asfixiada e agoniada com tanta escola fictícia, postiça e travestida…

Não se adivinhando alterações significativas nesse estado de coisas, o que resta?

Continuar a aceitar exigências, e mais exigências, em cima de exigências?

Seremos todos “cavalos a abater”, putativos descartáveis, facilmente substituíveis?

Este tema não será propriamente o mais agradável, de resto, já o aflorei noutras ocasiões, mas no início de um novo Ano Lectivo, talvez não faça mal a ninguém reflectir um pouco sobre a desumanidade e o desrespeito pela dignidade em vida,que vão grassando um pouco por aí

Até porque de nada adianta fazer de conta que o Mundo é fantástico, maravilhoso e cheio de esperança, sobretudo quando a realidade observada nega cabalmente essa ilusão…

E, sim, sabemos bem que negar as evidências provindas da realidade também é uma forma de apelar ao conformismo e à aceitação de muitas desumanas ignomínias…

Paula Dias 

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Há mais 1800 professores que foram colocados nas escolas

Há mais 1800 professores que foram colocados nas escolas
Na terceira reserva de recrutamento do ano, foram colocados nas escolas mais 1452 professores contratados e mais 432 docentes de carreira. Os dados são compilados no blog sobre educação “DeArLindo”, do professor Arlindo Ferreira, que analisou as listas publicadas pela Direcção-Geral de Administração Escolar (DGAE) na sexta-feira. São menos cerca de 700 docentes do que os colocados na reserva de recrutamento da semana passada, quando 1460 professores contratados e 1122 de carreira conseguiram um lugar numa escola.

Há mais 1800 professores que foram colocados nas escolas

 

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Pela Primeira Vez em Muitos Anos Não Saiu a Nota Informativa

A Reserva de Recrutamento 3 trouxe uma novidade. Ao fim de largos anos da minha experiência em retirar as listas das reservas de recrutamento, pela primeira vez não foi publicada a respetiva nota informativa.

Na minha perespectiva esta ausência pode dever-se a um motivo: à restruturação dos serviços da DGAE e à possível falta de competências atribuídas nesta área.

Muitos dos serviços do MECI parecem estar a funcionar sem orientação e com reduzida escassez de pessoal para as novas funções da nova Agência para a Gestão do Sistema Educativo que passa a integrar a DGAE, DGEstE e o IGeFE.

Acredito que a motivação de muitos dos elementos das anteriores direções gerais não seja a melhor e que alguns processos andem meio encravados ou até sem rumo.

Mas não é só nesta nova agência que isto parece estar a acontecer e que a reestruturação do MECI esteja a afetar outros serviços como a DGE a RBE e outros tantos reestruturados.

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431 DOcentes de Carreira Colocados na RR03

Na Reserva de Recrutamento 3 foram colocados 432 docentes de carreira, sendo que 387 tiveram uma colocação em horário temporário.

 

 

Neste quadro é possível ver em que grupos de recrutamento e QZP estes docentes foram colocados.

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1452 Contratados Colocados na RR03

Foram colocados 1452 docentes contratados na RR03 de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do horário e número de horas.

Acredito que esta reserva seja a que mais colocações irá ter ao longo de todo o ano letivo.

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Reserva de Recrutamento 03

Reserva de Recrutamento 03

 

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Reclamação do procedimento da mobilidade de docentes por motivo de doença 2025/2026

Informa-se V. Exa. de que estão disponíveis, na plataforma SIGRHE, os resultados relativos à Reclamação do procedimento da mobilidade de docentes por motivo de doença 2025/2026, regulado pelo Decreto-Lei n.º 41/2022, de 17 de junho, na sua redação atual, pelo que poderá consultar no separador Situação Profissional > Movimentação de docentes, os dados relativos aos docentes que obtiveram colocação através desta forma de mobilidade.

Esclarecemos que, salvaguardando-se o interesse dos alunos, os docentes agora colocados em MPD deverão aguardar pela sua substituição no AE/ENA em que se encontram a exercer funções, caso tenham serviço letivo atribuído, tendo em vista evitar constrangimentos no processo ensino aprendizagem e contribuir para um ambiente educativo estável e de qualidade.

 

Mais se informa que, caso o docente tenha obtido colocação — na sequência da simulação efetuada após a reclamação — no mesmo Agrupamento de Escolas ou Escola não Agrupada (AE/EnA) onde se encontra atualmente a exercer funções, a colocação agora atribuída ao abrigo do Decreto-Lei n.º 41/2022, de 17 de junho, na redação em vigor, prevalece sobre a colocação anterior.

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Criado o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação, I. P.

Cria o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação, I. P., e aprova a respetiva orgânica e extingue o Instituto de Avaliação Educativa, I. P., a Direção-Geral da Educação, a Estrutura de Missão do Plano Nacional de Leitura e o Gabinete Coordenador da Rede de Bibliotecas Escolares.

Decreto-Lei n.º 105/2025

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O Grito

O Grito, protagonizada por Sara Matos e Daniela Ruah, explora os desafios da vida familiar e os segredos que se escondem por detrás de uma tragédia.

O Grito

A história acompanha Vitória Neves (Daniela Ruah), professora dedicada e determinada, cujo compromisso com os alunos e colegas a leva a negligenciar a vida pessoal e familiar. As consequências são sentidas pelo filho adolescente, Pedro, que enfrenta a adolescência com impulsividade e curiosidade, e pelo marido Salvador, enfermeiro de longa data, apático e absorvido pela rotina.

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Proibição de telemóveis a professores… – Luís Sottomaior Braga

 

Recebi mensagens de colegas a dizer que, nas suas escolas, anunciaram que querem proibir telemóveis a professores no intervalo…. com o argumento de que “está no RI” e “è para dar o exemplo”.

Os “mais papistas”, como eu previ, não resistiram.

O “rigulamento” não é uma lei e tem de ser constitucional, mas “os diáconos dos smatphones” não querem saber.

As suas previsões tem de ter base numa lei habilitante e tem de ser sujeito a consulta pública.

No intervalo, os professores estão no intervalo. Não estão a trabalhar.

E as proibições aos alunos nos intervalos fundam-se na protecção de menores de idade dos “malefìcios” do nefando objeto, janela sobre o mundo.

Além do apetite de alguns diretores, qual é o fundamento de interesse pùblico dessa proibição?

Os adultos precisam de ser protegidos de algo (que não afeta o trabalho)?

Qual é a lei expressa (aqui não há lacunas ou analogias) que diz, que permite, que um RI pode proibir telemóveis a adultos?

E às ameaças de confisco a adultos, deixava confiscar e depois queixa à polícia….e não estou a brincar.

E ameaças de processo disciplinar…..abuso de poder…..

Queixa à PSP ou à GNR é o que se faz quando ilegjitimamente nos privam da nossa propriedade ou atacam em abuso os nossos direitos.

Se me mostrarem a leizinha eu calo-me.

O problema é que sei que não existe e não pode existir.

E o governo não a fez quando proibiu aos alunos até 12 anos.

Quer dizer, para alunos crianças faz-se uma lei para dar cobertura, para adultos, maiores e vacinados, basta o “rigulamento”?

Pois, os pais estrebucham, mas os profs são “como a massa esparguete, com calor amolecem” (lembram-se?)

Aos adultos, afetados por essa decisão de Diretores sem tino, digo para impugnarem o RI por inconstitucional (nâo tem prazo, pode ser a qualquer altura).

Aos diretores que tal pensam digo o que a minha avó diria “Quem nâo tem competência não se estabelece”.

Aos sindicatos, apelo a que escrevam algo sobre isso e expliquem o ponto.

A lei não permite proibir telemóveis na escola em geral. É especìfica: só permite proibir a menores de 12 anos e a mais ninguém.

(A LTFP permite proibir no tempo de trabalho, mas para professores isso é estúpido….com a net das escolas? Mas não é disso que estou a falar, é do intervalo).

E digam aos colegas e diretores para irem estudar.

É mesmo esse o problema. Falta de estudo.

Ps: e quem tiver dùvidas e tiver sentido de humor vá ao E72 e pergunte “Qual a norma legal que habilita uma escola a proibir no RI o uso privado de telemóveis por professores no seu tempo de intervalo?”

Quem fizer a pergunta, partilha depois a resposta….vamos ver o que dizem?

Vai sempre ter graça: ou inventam ou dizem asneiras ou nos dão razão. O que acham que vai ser?

Luís Sottomaior Braga

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Reflexão sobre o início do ano letivo – Paulo Prudêncio

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Presidente da República promulga diploma diploma sobre Concurso Extraordinário de Professores

O Presidente da República promulgou o diploma do Governo, ontem entrado em Belém, que estabelece o regime aplicável ao concurso externo extraordinário de seleção e de recrutamento do pessoal docente, a realizar no ano letivo de 2025-2026, e melhora os regimes do apoio à deslocação para docentes e de outras medidas excecionais e temporárias na área da educação.

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“Estou aqui para fazer. Se não, volto para Braga”

Em entrevista, Fernando Alexandre fala sobre o arranque do ano letivo, defende-se das críticas dos agentes do setor e deixa uma garantia: se não conseguir reformar a Educação volta para Braga.

Fernando Alexandre: “Estou aqui para fazer. Se não, volto para Braga”

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Número de alunos sem aulas…

Se cruzarem a Sinaget com o pedido de horários no SIGRHE, será possível chegar a um número muito, mas muito aproximado.

Só não será exacto pelas variações momentâneas. Atualizem a SINAGET mensalmente e resolvem o problema.

Ministro diz que ainda não é possível contabilizar alunos sem aulas, mas fala em arranque tranquilo

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“Este será um ano letivo marcado por desafios particularmente exigentes

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E Fica Fechada a Trilogia das Cartas

Com a carta aos Técnicos Especializados, Assistentes e Auxiliares.

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A Carta Aos Diretores

… que surrupiei ao Paulo Guinote.

Porque os mails de trabalho só os leio no local de trabalho. 😛

Mas o Rui ainda hoje de manhã fez um artigo com o que foi anunciado nesta carta pelo Ministro.

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A Carta do Ministro da Educação

Enviada hoje a todos os professores.

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2025/09/carta.pdf”]

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A Antecipar a RR3 no QZP9

Hoje perguntaram-se da Comunicação Social quantos alunos estariam sem aulas neste arranque do ano letivo.

Ao certo não consigo dizer porque na RR3 muitos docentes irão ser colocados e esta reserva será aquela em que mais professores serão colocados neste ano letivo.

Só no QZP9 vão estar em concurso 544 horários na RR3, a maioria deles de duração temporária e apenas 93 horários com duração até 31/08/2026.

Podemos partir do princípio que no QZP9 os 159 horários de 25 horas (grupos 100 e 110) tendo em média 22 alunos cada turma poderão existir 3500 alunos que só vão conhecer @ seu professor@ titular na próxima semana.

O mesmo se poderá passar com os restantes 385 horários para os restantes grupos de recrutamento. Se fizer uma média de 20 alunos por cada um destes professores (uma média muito baixa) serão mais de 7700 alunos sem um professor numa destas disciplinas.

Por alto, cerca de 10 mil alunos na sexta feira no QZP9 ainda não terão professor, mas na segunda ou terça-feira estes números poderão passar a poucas centenas.

O QZP9 irá safar-se em breve, ao contrário de outros QZP no sul do País, que não terão a mesma sorte.

 

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O Estatuto do Diretor vai mesmo ser uma realidade

 Em 2026, avançaremos, definitivamente, com a proposta de criação do Estatuto do Diretor, figura central e determinante para a qualidade e para o sucesso de um projeto educativo.

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Homologação das Aprendizagens Essenciais da componente curricular/disciplina de Cidadania e Desenvolvimento.

 

Homologa as Aprendizagens Essenciais da componente curricular/disciplina de Cidadania e Desenvolvimento.

Despacho n.º 10637-A/2025

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Calendário Escolar – 2025/26 – Portalmath

Calendário Escolar – 2025/26

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Calendário Escolar – 2025/26 + Calendário Escolar – 2025/26 (Mapas) de acordo com o Despacho n.º 8368/2024.  

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– Calendário Escolar 2025/26 (Versão colorida – Períodos) – Disponível
– Calendário Escolar 2025/26 (Mapa Anual – Períodos) – Disponível
– Calendário Escolar 2025/26 (Mapas por período – versão 1) – Mapa – 1P – disponível
– Calendário Escolar 2025/26 (Mapas por período – versão 2) – Mapa – 1P – disponível

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Tal como a nação, o professor é valente – Carlos Grosso

O trabalho do professor, em grande parte dos casos, fica para a vida, mesmo que não se dê por isso. Dêmos-lhe o devido valor. O Professor é um valente. E mortal.

Tal como a nação, o professor é valente

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Horários em Concurso Até às 21:00 de Hoje

Hoje é o dia do mês em que menos horários terminam a candidatura.

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Resultados das Provas ModA

No dia de hoje também foram enviadas às escolas os relatórios individuais dos alunos.

De acordo com informação do IAVE cada escola recebe o código de acesso ao relatório individual para entregar aos Encarregados de Educação para aceder ao seu relatório.

Se o IAVE acha que as escolas nesta fase do ano têm pouco a fazer aconselho que o próprio IAVE pesquise na base do MISI os e-mails dos Encarregados de Educação e as envie diretamente aos Encarregados de Educação.

Credenciais de encarregado de educação para acesso aos relatórios das provas ModA 2025

Exmos. Srs.

No âmbito da sua missão, o IAVE, I.P., divulga hoje, dia 9 de setembro, o Relatório Individual de Aluno das Provas ModA, com os resultados das Provas de Monitorização da Aprendizagem (ModA), realizadas pelos alunos dos 4.º e 6.º anos do ensino básico, no ano letivo 2024/2025.

Para que os encarregados de educação possam aceder aos relatórios individuais das Provas ModA dos seus educandos, deverão ser utilizadas credenciais específicas de acesso à Plataforma de Relatórios do IAVE, a qual se encontra acessível em https://relatorios.iave.pt/entrar.

As credenciais específicas para cada Encarregado de Educação são disponibilizadas como anexo neste conteúdo.

 

 

Comunicado do Relatório dos Resultados das Provas ModA

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2025/09/Comunicacao-Resultados_ProvasModA_2025_Final.pdf”]

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Calendário Escolar – 2025/26

Do PortalMath.

Calendário Escolar – 2025/26

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Calendário Escolar – 2025/26 + Calendário Escolar – 2025/26 (Mapas) de acordo com o Despacho n.º 8368/2024.   


– Calendário Escolar 2025/26 (Versão colorida – Períodos) – Disponível
– Calendário Escolar 2025/26 (Mapa Anual – Períodos) – Disponível
– Calendário Escolar 2025/26 (Mapas por período – versão 1) – Mapa – 1P – disponível
– Calendário Escolar 2025/26 (Mapas por período – versão 2) – Mapa – 1P – disponível

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A OCDE volta a recomendar a valorização da carreira docente

A OCDE alerta novamente para a falta crescente de professores, problema que afeta a maioria dos países membros e também Portugal. Entre 2018 e 2022, aumentou em mais de 30 pontos percentuais o número de diretores que consideram o ensino prejudicado pela carência de docentes, situação agravada pelo envelhecimento da classe.

Em Portugal, a resposta tem passado pela contratação de professores com habilitação própria, sem mestrado em ensino, cuja percentagem cresceu de 1,6% em 2014/2015 para 6,5% em 2022/2023. A OCDE reitera que a valorização da carreira e salários mais competitivos são essenciais para tornar a profissão atrativa e combater a escassez.

As causas estão à vista de todos, os salários reais dos professores têm vindo a perder poder de compra. Em 2023, um docente com 15 anos de experiência ganhava menos 4% do que em 2015, enquanto os professores em início de carreira perderam 10% em nove anos. No mesmo período, o salário médio docente aumentou 14,6% na OCDE, mas em Portugal caiu 1,8%.

Há um ano, a OCDE já recomendava a valorização da carreira e dos salários dos professores para fazer face à falta de profissionais. Volta agora a insistir: “Salários competitivos podem tornar a profissão docente mais atrativa”.

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Professora alemã de baixa médica há mais de 15 anos

E se por cá isto também fosse prática?

É uma minoria dentro de uma minoria, mas eu já o vi acontecer duas vezes…

As autoridades educativas da cidade de Düsseldorf, no oeste da Alemanha, iniciaram um processo disciplinar contra uma professora que se encontra de baixa médica desde 2009.

A agência noticiosa alemã DPA citou um porta-voz do Ministério da Educação, que confirmou que as autoridades municipais deram início ao processo contra a docente.

O caso tornou-se público quando a professora contestou uma decisão judicial que a obrigava a ser examinada por um perito médico, recurso que acabou por perder.

De acordo com os primeiros atestados médicos apresentados, a professora sofreria de problemas psicológicos. Ao longo dos anos, foi entregando sucessivos atestados sem que tivessem sido tomadas medidas para apurar a verdadeira natureza da situação.

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Criada a Direção-Geral de Estudos, Planeamento e Avaliação (DGEPA

O decreto-lei que cria a Direção-Geral de Estudos, Planeamento e Avaliação (DGEPA) foi publicado hoje em Diário da República e define a missão e competências do novo organismo, no âmbito da reforma do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI).

Decreto-Lei n.º 101/2025

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Quase um quarto dos educadores tem 60 anos

Faltam, pelo menos, 12 mil vagas de Pré-Escolar. O Governo quer expandir a rede, mas há educadores suficientes? Na lista, por colocar, estavam esta semana mais de cinco mil. Um número que até pode salvaguardar, para já, a rede pública, mas não assegura um crescimento da oferta, alerta o presidente da Associação de Profissionais de Educadores de Infância (APEI). O grupo é dos mais envelhecidos da classe docente: em 2023-2024, quase um quarto dos educadores tinha 60 ou mais anos. O número aumentou mais de 1000% numa década.

Quase um quarto dos educadores tem 60 anos

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PSP encontrou 52 armas nas escolas portuguesas no último ano letivo

Segundo as autoridades, a maioria das ocorrências reportadas à polícia aconteceram no interior do recinto escolar (2.719).

PSP encontrou 52 armas nas escolas portuguesas no último ano letivo

A PSP encontrou 52 armas nas escolas portuguesas no último ano letivo e registou 3.887 ocorrências no âmbito do Programa Escola Segura, uma ligeira diminuição face ao ano anterior.

Os dados provisórios do Programa Escola Segura (PES), enviados à Lusa, são divulgados no dia em que a Polícia de Segurança Pública inicia uma operação para assinalar o início do ano letivo 2025/2026 nas escolas do país que estão na área de responsabilidade desta polícia, os centros urbanos.

A PSP salienta também que o número de casos que envolveram posse ou uso de armas foi de 52, tendo sido detetadas e apreendidas 43 armas brancas e duas armas de fogo nas escolas.

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Valorizar a profissão docente é a melhor forma de combater a falta de professores.

Todos os anos, quando se inicia um novo ano letivo, regressa também um tema que há demasiado tempo marca a agenda educativa: a falta de professores. O problema repete-se, agrava-se e parece não encontrar resposta estrutural. Não se trata de uma surpresa ou de uma realidade súbita. Há mais de duas décadas que a FNE alerta para os riscos de uma profissão desvalorizada, marcada pela estagnação salarial, pela ausência de perspetivas de carreira e pela falta de atratividade para os mais jovens.

Valorizar a profissão docente é a melhor forma de combater a falta de professores.

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Hoje estamos vivos, amanhã logo se vê…

Perante a tragédia desta semana, no Elevador da Glória em Lisboa, a primeira reacção que me ocorreu foi esta: Puta de Vida!

Morreram dezasseis pessoas, de forma absolutamente estúpida, algumas em trabalho, outras em lazer, sem hipótese de voltar atrás e não apanhar aquele Elevador… Mas se não fossem as que lá estavam, teriam, com certeza, ido outras, em seu lugar…

Puta de Vida!, que não nos dá sequer hipótese de escolha Que não nos permite prever tragédias como esta, deixando-nos impotentes para as evitar… Que nos deixa à mercê da morte, sem qualquer hipótese de lhe fugir…

Quem decidiu os que morreriam e os que sobreviveriam e com que critérios? Não sabemos… Sabemos apenas que alguns tiveram uma segunda oportunidade e que outros não gozaram dessa prerrogativa…

Haverá quem chame “Destino” ao anterior, eu não sei o que lhe hei-de chamarComo às vezes digo, prefiro chamar-lhe Putade Vida! porque isso me ajuda a aliviar a alma e a zanga interior

Como fatalmente acontece depois de tragédias como esta, lembramo-nos que, afinal, a vida é efémera e passageira… Ninguém vive para sempre, a imortalidade física é uma quimera…

Os sinos haverão de dobrar por cada um de nós é essa a nossa única certeza, só não sabemos quando, nem em que circunstâncias

Todos somos iguais perante a morte, independentemente da pessoa que fomos e das experiências que vivemos… Perante a morte física inevitável, perante a transitoriedade e a fragilidade da vida, de nada valerão a vaidade, a ostentação, o narcisismo, a frivolidade ou a soberba…

Ah, pois é, mas daqui a algum tempo já ninguém se recordará do anterior…

Se calhar ainda bem… Esquecer o anterior e voltar à fossangada vida, talvez nem seja assim tão mau… No fundo, todos queremos esquecer que a morte espera inexoravelmente por cada um de nós e que pode estar ali mesmo ao virar da esquina… Ainda bem que não sabemos se está ou não…

Detesto despedidas, sempre detestei… Evito qualquer coisa que me soe a despedida, nas mais variadas circunstâncias…

Prefiro pensar que hoje estamos vivos, amanhã logo se vê…

Não é possível fugir à morte por acidente, por doença ou por outra qualquer inevitabilidade, portanto só nos resta Viver a Vida enquanto pudermos…

E não adianta martirizar-nos com pensamentos que nos levem a cogitar sobre o que se poderia ter feito para evitar a morte em certas circunstâncias Implacavelmente, na verdade, nada a poderia evitar…

Paula Dias 

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Aprovada alteração ao regulamento de concurso nos Açores

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A universidade britânica como motor de desigualdade social

 

E não mobilidade social, entenda-se. Isto apesar de o Reino Unido precisar de licenciados como de pão para boca desde enfermeiros a médicos, passando por engenheiros e assistentes sociais, sem esquecer professores, investigadores entre tantos outros.

Se a falta destes profissionais era colmatada pelo fomento à imigração, a saída do Reino Unido da União Europeia veio diminuir drasticamente o número de profissionais, aos quais apenas é permitida a entrada caso o emprego esteja garantido à partida.

Ou seja, a entrada em terras de Sua Majestade passa a estar condicionada pelas necessidades da mesma Majestade e respectivos súbditos.

Desenganem-se, no entanto, se pensam ser esta uma oportunidade de mobilidade social para os súbditos de Sua Majestade se a raiz feudal da sociedade é a mesma de sempre.

Isto porque o valor das propinas universitárias no Reino Unido mantém-se proibitivo e na casa das 9000 libras anuais num total de mais de 27000 libras ao fim de um curso de três anos.

Acrescentemos a isto as costumeiras despesas de alojamento, alimentação, transportes, livros e material académico e facilmente um estudante despende outras 12000 libras anuais.

Façamos as contas de somar e o resultado são 60000 libras, contas redondas, de dívida para quem ainda nem começou a vida e anda à procura de emprego uma vez terminado o curso superior.

Apesar de tudo, os bancos procuram ser “generosos”, promovendo o ensino universitário através de empréstimos com juros a rondar os 3%.

O reembolso não começa de imediato. Os licenciados só começam a pagar quando o rendimento anual ultrapassa as 27.295 libras. A partir desse patamar, o graduado devolve 9% de todo o rendimento acima desse valor.

Por exemplo: um jovem com um salário de 30000 libras por ano terá de devolver cerca de 243 libras anuais (30.000-27.295=2.705; 9% de 2.705=243). Se o salário for de 40000 libras, o reembolso anual sobe para cerca de 1.143 libras. Assim, a progressão na carreira é em si perniciosa se a contribuição ao banco está indexada ao aumento salarial. E na prática a dívida raramente diminui de forma significativa quando os juros comem grande parte do pagamento, factor responsável por levar um sem número de estudantes a passar 20 a 30 anos até finalmente saldar a dívida na meia-idade, vivendo um encargo constante mais o condicionar de escolhas de vida como comprar casa, constituir família ou investir num negócio próprio.
Dirão vocês ser esta uma verdadeira pescadinha de rabo na boca quando um país carente de licenciados não facilita a formação dos mesmos.

E têm razão diante deste contra-senso, um verdadeiro tiro no pé de uma sociedade incapaz de ver o outro como uma mais valia e ao invés uma ameaça à minoria detentora de mais de 70% da terra e pouco ou nada interessada em partilhar.

Ergo, o filho de pedreiro continuará a ser pedreiro enquanto as classes média e alta de maior capital económico não só financiam os cursos superiores sem recurso a empréstimos como garantem aos descendentes o início de uma vida profissional sem dívidas e com a capacidade de poupar e investir desde cedo, alargando o fosso social uma geração após a outra.

E isto quando os filhos das ditas classes média e alta não têm outra solução senão trabalhar num mundo onde os verdadeiramente afortunados não conhecem o sabor do trabalho, vivendo dos rendimentos da terra e das propriedades na terra inseridas.

E não obstante a quantidade obscena de dinheiro em certas e determinadas contas bancárias a certeza da não gratuitidade do ensino superior num país suficientemente rico para permitir a existência deste elevador social.

Se o Brexit foi um clamor por melhores condições de vida, tais anseios e sonhos conseguem estar hoje ainda mais distantes e inalcançáveis num país onde a habitação, saúde e educação são presa fácil de uma privatização crescente e apenas acessível aos mesmos e poucos de sempre.

Sim, em parte por culpa de quem decidiu votar pela saída da União, sendo a restante culpa de classes tão dirigentes como nobiliárquicas e portanto atreitas à própria causa e nem por isso à causa das populações.

O egoísmo prevalece e é inversamente proporcional à capacidade do comum dos mortais para continuar a estudar.

O resultado é uma sociedade iletrada, frustrada e facilmente manipulável, incapaz de questionar e apresentar espírito crítico e por conseguinte presa fácil da extrema-direita em ascensão no Reino Unido.

Já vi este filme e conheço-lhe o fim.

João André Costa

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O Que Ainda Falta Corrigir na Carreira

Professores denunciam que reposicionamento de carreiras de 2011 ainda está sem efeitos

 

Está marcada para esta tarde uma concentração de professores junto ao Ministério da Educação para denunciar o que consideram ser uma injustiça. Em causa, está o reposicionamento na carreira que se alterou em 2011, mas continua a ter efeitos em cerca de 20 mil professores.

 

Professores escrevem ao ministro da Educação a pedir correção de injustiças na carreira

 

Um grupo de professores entregou esta sexta-feira no Ministério da Educação uma carta aberta a pedir a correção de injustiças na carreira, sublinhando a situação de milhares de professores que aguardam há vários anos o reposicionamento.

 

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1.460 Docentes Contratados Colocados na RR2

Na Reserva de Recrutamento 2 foram colocados 1460 docentes.

O primeiro quadro apresenta as colocações por grupo de recrutamento e número de horas. O segundo a distribuição das colocações nos QZP correspondentes das escolas e grupo de recrutamento.

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1.122 Docentes de Carreira Colocados na RR2

Foram colocados 1.122 docentes de carreira na Reserva de Recrutamento 2.

O primeiro quadro mostra o número por grupo de recrutamento e número de horas.

Este segundo quadro mostra em QZP os docentes foram colocados por grupo de recrutamento.

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