Category: Arlindovsky

Hoje Saíram Dois Ofícios Sob o Tema dos Influencers nas Escolas

Este primeiro da IGEC , feito com base neste parecer e este segundo do Conselho das Escolas.

Parece-me que se anda a perder demasiado tempo com este tema e que o enfoque dos problemas nas escolas deviam ser outros e não estes.

Um dos problemas nesta altura do ano letivo é a entrada no nosso sistema de ensino de muitos alunos provenientes do estrangeiro, que segundo as leis de quem as fazem, têm direito a estar matriculados numa escola e muitas vezes são colocados administrativamente em salas onde nem lugares para se sentarem têm. E as novas regras da portaria 29/2025/1 que alteram a Portaria n.º 223-A/2018 colocam os alunos numa posição mais vantajosa para transitarem de ano com um ou dois meses de aulas e coloca todo o trabalho nos professores e nas escolas para criar este sucesso artificial.

Vejamos:

A Portaria 223-A/2018 dizia:

Artigo 34.º

Situações especiais de classificação

11 – Sempre que, por ingresso tardio no sistema de ensino português, apenas existirem em qualquer disciplina não sujeita a prova final do ensino básico elementos de avaliação respeitantes ao terceiro período letivo, o professor titular, ouvido o conselho de docentes, no 2.º, 3.º e 4.º anos do 1.º ciclo, e o conselho de turma, nos 2.º e 3.º ciclos, decide pela:

a) Retenção do aluno;

b) Atribuição de classificação e realização da PEA.

 

Agora a Portaria 29/2025/1 diz:

 

Artigo 34.º

Situações especiais de classificação

12 – Sempre que, por ingresso tardio no sistema de ensino português, apenas existirem em qualquer disciplina não sujeita a prova final do ensino básico elementos de avaliação respeitantes ao terceiro período letivo, o professor titular, ouvido o conselho de docentes, no 2.º, no 3.º e no 4.º anos do 1.º ciclo, e o conselho de turma, no 2.º e no 3.º ciclos, decide pela:

a) Atribuição de classificação e realização da PEA;

b) Transição do aluno, nos anos intermédios de ciclo, desde que este revele competências e capacidades que lhe permitam a continuidade do seu percurso educativo, devendo a escola diligenciar no sentido de implementar respostas adequadas para que os alunos possam desenvolver as aprendizagens não realizadas.

 

Se até aqui o conselho de turma retia o aluno que tivesse um ou dois meses de aulas agora para o reter quase é preciso justificar o injustificável e se calhar fazer uma PEA a todas as disciplinas que comprove que o aluno não tem condições para transitar.

 

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Interpretações

De acordo com esta notícia a Fenprof receia que o recrutamento passe a ser feito por entrevistas. ao que parece a Fenprof tem esta interpretação, mesmo não tendo estado presente na segunda reunião com o MECI onde poderia ter colocado esta questão se tivesse estado presente.

 

Fenprof receia que recrutamento passe a ser feito por entrevistas

 

Mas é fácil perceber de onde vem este sentido interpretativo numa notícia mais ao lado. “a Fenprof vai endurecer a contestação no 3.º período, avisa José Feliciano Costa. “Com todas as formas de luta que a lei permita, nada fica excluído”, assegura.”

Será que temos os professores disponíveis para endurecer esta luta?

Pois eu tenho dúvidas que se volte massivamente à rua.

 

 

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Datas dos Concursos Desde 2015

Este quadro apresenta as datas principais dos concursos de professores desde o ano 2015.

Em relação aos quadros anteriores coloquei na primeira linha (a amarelo) as datas em que abriu a fase de apuramento de vagas.

Com exceção dos anos 2017 e 2019 em mais nenhum ano o período entre o apuramento das vagas e a candidatura demorou menos de 30 dias.

Mantendo-se a norma o concurso deve abrir apenas na segunda quinzena de abril.

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209 Milhões

…a dividir por todos aqueles que comentarem aqui no blog ou no FB do Blog.

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Formulário Sobre as VAGAS do Concurso Interno 2026

Amanhã termina o apuramento de vagas ao concurso interno de 2026 e para poder antecipar as vagas que serão abertas para este concurso criei este formulário para que sejam indicadas pelas escolas as vagas solicitadas na plataforma SIGRHE.

Bem sei que não terei a totalidade de vagas de todas as escolas, mas se a amostra for suficiente já sou capaz de perceber por aproximação o número de vagas em concurso.

Agradeço a vossa ajuda na divulgação deste formulário.

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162 Docentes Aposentados em Abril de 2026

São 162 docentes que viram o seu nome publicado na listagem mensal de aposentados da CGA, da rede pública do MECI.

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São Muitos Milhões

…a distribuir por todos os que aqui comentarem.

Mais precisamente 194.

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Renovar com 53,4 anos

Começou com a leitura de um artigo do Diário de Notícias, daqueles que se lê com café na mão e um suspiro de incredulidade. No último concurso extraordinário de professores, a idade média dos colocados no pré-escolar foi de 53,4 anos. Li outra vez, cinquenta e três vírgula quatro! No pré-escolar, ou seja, estamos a renovar o sistema com pessoas que já sabem quantos anos faltam para a reforma, como se trocássemos uma lâmpada fundida por outra que já pisca, tecnicamente nova, mas com sinais de fadiga.
Depois fui ver o resto, a idade média dos professores em Portugal ronda os 51 anos e, mais de metade tem 50 ou mais. Até ao final da década, uma fatia enorme poderá reformar-se. Não é dramatização, é matemática cruel, aquela que não deixa espaço para optimismo desmedido.
O curioso é que isto não acontece de um dia para o outro. Primeiro, deixa-se a profissão envelhecer devagar, depois torna-se pouco apelativa para quem está a começar, e por fim olha-se para os números com surpresa genuína, como se eles tivessem caído do céu enquanto todos dormiam.
Nas escolas, a modernização tem o seu próprio sentido de humor, a internet faz pausas dramáticas, cai em aulas importantes, desaparece em reuniões, suspende plataformas a meio das tarefas, como se estivesse a ensaiar para um retiro espiritual. Os computadores, alguns com idade suficiente para votar, continuam a resistir.
Mas não é só digital, faltam professores. Horários inteiros ficam por preencher, turmas esperam semanas por alguém que chegue, e, quando chega, muitas vezes já vem sobrecarregado, porque os que cá estão acumulam o que podem… e o que não podem. Depois há a disciplina nacional, a burocracia. Ensinar é uma parte da profissão, a outra é provar que se ensinou, justificar que se planeou, evidenciar que se avaliou, documentar que se reuniu e, se possível, anexar em triplicado. Se cada relatório desse um ano de vida, estávamos todos muito rejuvenescidos.
Dentro da sala, a realidade é ainda mais absurda. Há alunos brilhantes, há alunos perdidos, há turmas onde manter a concentração exige mais energia do que correr uma maratona, há carências constantes que baralham qualquer planeamento, contextos sociais difíceis que entram pela porta antes mesmo do professor, e no meio disto tudo ainda se fala em inovação: inovação com horários incompletos, equipas reduzidas e professores que fazem de psicólogos, mediadores, técnicos administrativos e, nos intervalos, docentes
Depois perguntam porque é que os jovens não entram na profissão. Talvez porque olham para professores experientes, competentes, dedicados, apaixonados, e os ouvem dizer, com um sorriso já não totalmente leve: “Se pudesse, reformava-me já.” Não é falta de vocação, é desgaste acumulado de anos a segurar um sistema que se mantém de pé muito mais por teimosia profissional do que por estratégia, um sistema que sobrevive de improvisos como quem constrói um avião em voo com fita-cola e esperança
O paradoxo é este: apesar de tudo, as aulas continuam a acontecer, os alunos aprendem, os projetos nascem, as escolas funcionam. Funcionam porque há uma geração inteira a segurá-las com heroísmo discreto, professores que fazem muito com pouco, às vezes com quase nada, transformam limitações em soluções e ainda encontram energia para perguntar no final do dia: “Correu bem?”
Mas heróis também envelhecem, e quando essa geração sair quase em bloco, não vai faltar apenas um docente aqui ou ali, vai faltar gente. Talvez nesse dia descubramos que modernizar não era anunciar plataformas nem multiplicar relatórios. Era investir seriamente nas condições, ouvir quem está no terreno, tornar a profissão desejável antes de a tornar desesperadamente necessária
Ou talvez façamos o que sabemos fazer melhor: abrir mais um concurso extraordinário, com média de idades de 60,1 e um cartaz optimista à porta das escolas: “Procura-se professor. Experiência valorizada. Juventude opcional”.
Entretanto amanhã de manhã a campainha vai tocar, nós estaremos lá, não porque o sistema seja exemplar, mas porque os alunos ainda merecem. Só que convinha alguém perceber uma coisa simples: a escola pública não é eterna, os professores também não, e quando todos desaparecerem, talvez a próxima geração descubra que o plano de modernização consistia essencialmente em computadores que respiram poeira, redes que entram em greve por capricho próprio, relatórios que se multiplicam sozinhos, e que os milagres eram sempre improvisados com paciência, coragem e uma capacidade de fazer parecer normal o que claramente não é! “
(Por Pedro Alexandre Franco, docente de Educação Musical no 2.º ciclo do Ensino Básico)

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Ensinar Não É Substituir o Sistema: Professora no Seu Limite…

 

Os professores encontram-se, de forma generalizada, num estado profundo de cansaço físico, emocional e profissional. A exaustão acumulada resulta de um sistema educativo que, progressivamente, tem vindo a desvirtuar a essência da função docente, impondo aos professores responsabilidades que extravasam claramente o âmbito da sua formação e das suas competências profissionais.

Urge proceder a uma revisão séria, responsável e urgente do Estatuto da Carreira Docente. Os professores não podem continuar a ser chamados a desempenhar, em simultâneo, o papel de educadores, pais, mães, avós, psicólogos, assistentes sociais, secretárias e técnicos administrativos. A nossa missão central é ensinar, planear, avaliar e promover aprendizagens significativas — não substituir falhas estruturais de um sistema que insiste em transferir responsabilidades para quem já se encontra no limite.

A realidade das salas de aula é cada vez mais complexa. Não é humanamente sustentável exigir a um único professor a gestão pedagógica e emocional de turmas com 23 alunos, incluindo crianças com Perturbações do Espectro do Autismo e outras necessidades educativas específicas, sem os recursos humanos, técnicos e especializados adequados. A inclusão não se decreta; constrói-se com meios, com equipas multidisciplinares e com respeito pelo trabalho docente.

Escolhi esta profissão por vocação. Frequentei um curso superior para ser professora, não para assumir tarefas administrativas que não me competem, nem para desempenhar funções para as quais não fui formada. Se o sistema entende que estas tarefas fazem parte do nosso dever profissional, então devem ser claramente definidas, reconhecidas e devidamente remuneradas.

É igualmente inaceitável que se normalize a observação de aulas entre pares como instrumento de controlo e desconfiança. Não fui formada para fiscalizar o trabalho de outros docentes, nem me considero legitimada para interferir na prática pedagógica de colegas. Esta lógica fere a ética profissional, fragiliza as relações nas escolas e desrespeita a autonomia docente.

Se este caminho persistir, os senhores diretores e o próprio sistema educativo enfrentarão um problema gravíssimo: a ausência de professores. Ninguém aguenta indefinidamente um modelo assente na sobrecarga, na desvalorização e na falta de escuta. Os professores estão cansados de dizer sempre “ámen” a decisões que não os respeitam e que ignoram a realidade do terreno.

Este desabafo não nasce da falta de profissionalismo, mas do excesso dele. Nasce da indignação de quem dá tudo à escola e aos alunos e, ainda assim, sente que a sua voz é sistematicamente silenciada. É tempo de ouvir os professores. É tempo de agir.

Exausta

Sandra Porto Ferreira

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Ouvi o Ministro Dizer…

Ouvi o Ministro da Educação, Fernando Alexandre, anunciar o reforço da segurança nas escolas com a contratação de quase 600 novos vigilantes (aprox. 588) para o próximo ano letivo (ESTE), visando combater o aumento da criminalidade e violência no ambiente escolar;

Ouvi o Ministro da Educação, Fernando Alexandre, anunciar que a revisão dos rácios dos assistentes operacionais nas escolas só ficará definida após as eleições autárquicas, remetendo para o início de 2026 a definição das linhas dessa reforma.

Mas nada disto ainda foi feito.

Mas hoje, o Ministro da Educação, Fernando Alexandre, anunciou que mandou investigar diretores após influenciadores nas escolas. E disto ninguém tem dúvidas que será feito.

E uma escola em Lisboa com 620 alunos vai parar porque os únicos 10 Assistentes Operacionais resolveram fazer greve para exigir um reforço das equipas e alertar para os perigos que correm os alunos. “Na altura éramos 20, hoje somos 10”, contou à Lusa a assistente operacional que vai fazer greve “pelos direitos dos alunos e dos trabalhadores”.

Se o Ministro da Educação, Fernando Alexandre, passasse à ação e cumprisse aquilo que prometeu este problema já estaria resolvido.

As eleições autárquicas já terminaram há algum tempinho, Fernando Alexandre.

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É o Chamado 12 em 2

Só resta saber se do outro lado quem abre o email é uma única pessoa.

Caros Diretores,

No âmbito da constituição da AGSE – Agência para a Gestão do Sistema Educativo, I. P. (AGSE), foram criados os novos canais de contacto com o objetivo de facilitar e centralizar todos os pedidos, garantindo assim que vos conseguimos prestar o apoio necessário e responder de forma atempada e célere.

[email protected]

[email protected]

Embora tenhamos em vista uma solução futura integrada, solicitamos que, a partir deste momento, todas as questões e contactos passem a ser encaminhados exclusivamente através destes novos canais.

Mais se informa que, a partir de hoje, os canais anteriormente existentes deixam de estar ativos, nomeadamente:

[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]

O Conselho Diretivo da AGSE contará sempre convosco, do mesmo modo que nos propomos a que contem connosco, para juntos prestarmos um serviço educativo de excelência.

Com os melhores cumprimentos,

O Presidente da Agência para a Gestão do Sistema Educativo

Raúl Capaz Coelho

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Os Substitutos Para o EduQA

Porque todos eles foram nomeados em Regime de Substituição…

 

Despacho n.º 2650/2026, de 2 de março

 

Ficam aqui os nomes das Unidades, os seus Coordenadores, assim como a data de entrada em funções de cada Unidade.

1 – São designados, em regime de substituição, para exercer os cargos de coordenadores de unidade, cargos de direção intermédia de 2.º grau, a seguir indicados, respetivamente, as seguintes personalidades cujas notas curriculares, em anexo ao presente despacho e que dele fazem parte integrante, evidenciam a competência técnica, a aptidão, a experiência profissional e a formação adequadas ao exercício daqueles cargos:

a) Unidade da Comunicação – Ana Paula Leal Cruz;

b) Unidade de Educação de Infância – Lina Maria Martins Varela Trindade Silva;

c) Unidade dos Ensinos Básico e Secundário – Isolina Maria Gomes da Silva Frade;

d) Unidade do Ensino Profissional e Artístico Especializado – Luísa Madalena Batista de Oliveira da Encarnação;

e) Unidade de Estratégia e Monitorização – Cristina Maria Correia Palma;

f) Unidade de Dinamização de Ações com Escolas – Ana Cristina Cabral de Freitas Martins Monteiro;

g) Unidade de Apoio à Qualidade e Inclusão – Carlota Alexandra da Conceição Brazileiro;

h) Unidade da Qualificação de Adultos – Miguel Jorge Mirão Martins Silva;

i) Unidade da Qualificação de Jovens – Teresa Paula de Almeida Batista Duarte de Carvalho Chaves;

j) Unidade da Avaliação Externa Nacional – Jorge Manuel Madeira Cachucho;

k) Unidade dos Estudos Internacionais – Alexandra Isabel Francisco Duarte;

l) Unidade do Plano Nacional de Leitura – Elisabete da Loura Soalheiro;

m) Unidade da Rede de Bibliotecas Escolares – Maria João dos Santos Batalha Caetano Filipe;

n) Unidade de Sistemas Digitais Educativos – Hugo José Arezes Martins Branco;

o) Unidade de Desenvolvimento Educativo Digital – Luís Miguel Folgado Ferreira;

p) Unidade de Gestão Orçamental e Patrimonial – Inês Sofia Caiado Marques Lopes Bernardo;

q) Unidade de Recursos Humanos e Apoio à Gestão – Margarida Maria de Lança Matos;

r) Unidade de Sistemas de Informação e Infraestruturas Tecnológicas – Rui Miguel Cordeiro Gaspar.

2 – A presente deliberação foi aprovada na reunião do conselho diretivo do EduQA, I. P., no dia 03 de fevereiro de 2026, e produz efeitos a 09 de fevereiro de 2026, para a generalidade das unidades, com exceção da Unidade dos Ensinos Básico e Secundário, a qual produz efeitos a 20 de fevereiro de 2026 e da Unidade de Comunicação, que produz efeitos a 1 de março de 2026.

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O Que se Tornou Normal por Todo o País

E se o MECI pretende esticar o lençol para o sul do país vais destapar a parte superior do país.

 

Aposentações de professores: março começa com menos 250 docentes nas escolas

 

Ao DN, Arlindo Ferreira, diretor do agrupamento de escolas Cego do Maio, Póvoa de Varzim, e autor do blogue “ArLindo” (dedicado à Educação), mostra-se preocupado com a situação. “Dou-lhe um exemplo, há uma escola da Póvoa que tem alunos de 12.º ano sem professor de Português há um mês e não há perspetivas de se conseguir um docente para acompanhar esses alunos. São alunos que vão fazer exame nacional. Isto era ‘normal’ em Lisboa e não na zona Norte. Tem implicações em várias disciplinas fundamentais e nos exames de Secundário”, explicou este sábado, 28 de fevereiro, ao DN.

As aposentações, refere, são uma das causas, mas não a única. O responsável relembra tratar-se de um problema estrutural, que já deixou de estar circunscrito apenas ao Sul do país. Na próxima segunda-feira, no arranque de um novo mês, as escolas contarão com menos 250 docentes por aposentação (ver em baixo).

Recorde-se que, aquando da publicação do concurso de professores para o ano letivo 2025-2026, Arlindo Ferreira já tinha alertado para as dificuldades que se previam na substituição de professores. Isto porque, após as colocações dos docentes de quadro, restaram 20.060 docentes contratados para colocar ao longo do ano letivo. Esses docentes são os que asseguram as substituições por baixa médica ou aposentações. “É um número inferior ao de outros anos. Já houve 40 mil. Entretanto baixou para os 30 mil, mas este é o número mais baixo dos últimos muitos anos”, afirmou.

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Apreciei a Atenção por Quem Se Pode Aposentar para o Apuramento de Vagas

O MECI começa a ter todos os dados dos docentes na suas plataformas e esta situação permite de uma forma mais eficaz proceder a um apuramento de vagas ao concurso interno.

As escolas já receberam as suas propostas de vagas e apreciei a forma como a AGSE teve em atenção ao  número de docentes que se podem aposentar em 2026/2027 para abrir vaga no concurso interno.

 

À partida e olhando para a proposta do MECI para o agrupamento não vi ainda nenhuma situação para não considerar as vagas propostas, o que merece para já o meu aplauso.

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A Versão 2 do Tema 2 da Reunião com o MECI

 

O documento em pdf encontra-se aqui.

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Retomando um Hábito Antigo

Quem comentar este artigo e caso  saía o primeiro prémio ele será dividido por todos os que tenham comentado.

É muito dificil saber o que fazer sózinho com 174 milhões.

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A Pontualidade da AGSE Não Parece a Mesma da DGAE

A AGSE anunciou no dia 25 de fevereiro que o apuramento de vagas seria feito em novo formato e que a informação seria disponibilizada no dia 3 de março na plataforma SIGRHE para análise das escolas validação ou não das vagas a disponibilizar.

A DGAE tinha por hábito (mas nem sempre) lançar as plataformas pelas 10:00 da manhã, a AGSE já sabemos que não irá cumprir esta prática e que se calhar lá mais para o fim do dia a plataforma estará disponível.

Vamos ver se sairá alguma nota informativo ou manual a acompanhar este pedido.

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O STOP Falhou a Reunião no MECI

Porque preferiu manter a manifestação na rua.

São opções.

 

Sindicato recusa parar protesto e fica fora de reunião negocial com Ministério da Educação

 

Após uma hora a aguardar o início da reunião, o Stop foi informado que negociações só aconteceriam se o protesto terminasse. O sindicato escolheu não interrompê-lo, ficando de fora das conversações.

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O Que Diz a FNE Após a Reunião de Hoje

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O Que Diz a Fenprof Após a Reunião de Hoje

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Reserva de Recrutamento 40

Reserva de Recrutamento 40 / Reserva de Recrutamento Concurso Externo Extraordinário 2 – 2025/2026

Estão disponíveis para consulta as listas definitivas de colocação, não colocação e retirados da 40.º Reserva de Recrutamento 2025/2026 e as listas definitivas de colocação e não colocação da 2.ª Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 2025/2026.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de terça-feira, dia 3 de março, até às 23:59 horas de quarta-feira, dia 4 de março de 2026 (hora de Portugal continental). 

SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato

Listas – Reserva de Recrutamento n.º 40

Docentes de Carreira

Listas de colocação

Grupo 110 – 1º Ciclo do Ensino Básico
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 250 – Educação Musical

Listas de não colocação

Grupo 120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 210 – Português e Francês
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 240 – Educação Visual Tecnológica
Grupo 250 – Educação Musical
Grupo 260 – Educação Física
Grupo 310 – Latim e Grego
Grupo 330 – Inglês
Grupo 340 – Alemão
Grupo 360 – Língua Gestual Portuguesa
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 530 – Educação Tecnológica
Grupo 560 – Ciências Agropecuárias
Grupo 610 – Música
Grupo 620 – Educação Física
Grupo 920 – Educação Especial 2
Grupo 930 – Educação Especial 3

Candidatos à Contratação

Listas de colocação

Grupo 100 – Educação Pré-Escolar
Grupo 110 – 1º Ciclo do Ensino Básico
Grupo 120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 260 – Educação Física
Grupo 300 – Português
Grupo 330 – Inglês
Grupo 400 – História
Grupo 500 – Matemática
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 620 – Educação Física
Grupo 910 – Educação Especial 1

Listas de não colocação

Grupo 100 – Educação Pré-Escolar
Grupo 110 – 1º Ciclo do Ensino Básico
Grupo 120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 210 – Português e Francês
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 240 – Educação Visual Tecnológica
Grupo 250 – Educação Musical
Grupo 260 – Educação Física
Grupo 300 – Português
Grupo 310 – Latim e Grego
Grupo 320 – Francês
Grupo 330 – Inglês
Grupo 340 – Alemão
Grupo 350 – Espanhol
Grupo 360 – Língua Gestual Portuguesa
Grupo 400 – História
Grupo 410 – Filosofia
Grupo 420 – Geografia
Grupo 430 – Economia e Contabilidade
Grupo 500 – Matemática
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 530 – Educação Tecnológica
Grupo 540 – Eletrotecnia
Grupo 550 – Informática
Grupo 560 – Ciências Agropecuárias
Grupo 600 – Artes Visuais
Grupo 610 – Música
Grupo 620 – Educação Física
Grupo 910 – Educação Especial 1
Grupo 920 – Educação Especial 2

Retirados

Lista de retirados

Retirados

Listas – Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário n.º2

Listas de colocação

Grupo 100 – Educação Pré-Escolar
Grupo 120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 240 – Educação Visual Tecnológica  
Grupo 300 – Português  
Grupo 330 – Inglês
Grupo 350 – Espanhol
Grupo 400 – História
Grupo 410 – Filosofia
Grupo 420 – Geografia
Grupo 430 – Economia e Contabilidade
Grupo 500 – Matemática
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 540 – Eletrotecnia
Grupo 550 – Informática
Grupo 600 – Artes Visuais

Listas de não colocação

Grupo 100 – Educação Pré-Escolar
Grupo 120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 210 – Português e Francês
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 240 – Educação Visual Tecnológica
Grupo 250 – Educação Musical
Grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica
Grupo 300 – Português
Grupo 330 – Inglês
Grupo 350 – Espanhol
Grupo 400 – História
Grupo 410 – Filosofia
Grupo 420 – Geografia
Grupo 430 – Economia e Contabilidade
Grupo 500 – Matemática
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 530 – Educação Tecnológica
Grupo 540 – Eletrotecnia
Grupo 550 – Informática
Grupo 600 – Artes Visuais
Grupo 910 – Educação Especial 1

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Eu não sou maluco para ir ao Psicólogo…

Afirmação ouvida, frequentemente, em contexto escolar: “Eu não sou maluco para ir ao Psicólogo…”

 

Apesar de nos últimos tempos ter ocorrido muita discussão sobre Saúde Mental, propalada nos mais variados lugares e a propósito de inúmeras circunstâncias, a verdade é que subsistem, ainda, em contexto escolar, alguns preconceitos, quanto à aceitação de acompanhamento psicológico, em particular por parte de alguns alunos adolescentes, às vezes quase maiores de idade, mas também de certos pais/encarregados de educação…

 

Quanto a estes últimos, infere-se, por vezes, a existência de algum receio quanto ao que os seus educandos pudessem revelar acerca do funcionamento do agregado familiar…

 

E também existem jovens que usufruem de acompanhamento psicológico, mas que recusam qualquer possibilidade de ser dado conhecimento desse facto aos respectivos pais/encarregados de educação… Frequentemente, alguns desses jovens referem que os seus pais nunca iriam compreender e, talvez, nem sequer aceitar, a sua procura de ajuda junto de um Psicólogo…

 

Ao invés do anterior, também acontece com alguma frequência a existência de pais que expressam a vontade de verem os seus filhos acompanhados por Psicólogos, mas cujos filhos enjeitam essa possibilidade… Obviamente que nesta situação não pode deixar de prevalecer a vontade e a decisão dos filhos…

 

A propósito do anterior, costumo afirmar, em tom de brincadeira, que mesmo que todos quisessem, incluindo o Presidente da República e o Papa, que um aluno tivesse acompanhamento psicológico, tal não será possível de se concretizar desde que o próprio não o aceite…

 

Na verdade, a eventual intervenção de Psicólogos ainda é vista, por muitos, como algo a evitar, sobretudo por se associar isso à existência de qualquer forma de insanidade mental…

 

Ir ao Psicólogo não pode deixar de ser um acto voluntário, naturalmente aceite por quem se constitui como alvo da intervenção psicológica…

 

Sabendo que a intervenção dos Psicólogos nunca poderá ser imposta por terceiros, em particular quando se trata de jovens ou adultos, coloca-se o problema de existirem alunos que necessitariam de acompanhamento psicológico, mas que acabam por não usufruir desse apoio porque os próprios rejeitam esse tipo de abordagem…

 

E os Psicólogos serão só para “malucos”? Quem vai ao Psicólogo não é “normal”?

 

À partida, muito dificilmente alguém que procura um Psicólogo poderá ser considerado como “maluco”, desde logo porque teve o discernimento ou a lucidez de solicitar algum tipo de ajuda… Por outras palavras, a consciência de que se pretende aconselhamento face a algo que é visto/sentido como um problema ou como um desejo de mudança muito dificilmente poderá ser sinónimo de insanidade mental, muito pelo contrário…

 

Já o conceito de “normalidade” costuma ser, como todos sabemos, altamente subjectivo e questionável… Ainda assim, talvez se possa afirmar, de forma sucinta, que a “normalidade” corresponderá a um conjunto de atitudes, comportamentos e desempenhos esperados numa determinada faixa etária, observados na maior parte dos sujeitos que integram esse grupo etário, ou seja, típicos desse grupo…

 

Mas, e sem dramas desnecessários, não nos esqueçamos destas palavras de Caetano Veloso, com as quais, por sinal, concordo plenamente: “De perto, ninguém é normal”

 

Como já afirmei noutras ocasiões, contrariamente a alguns mitos, os Psicólogos também são gente, em vez de criaturas “assépticas”, a quem está vedada a expressão de sentimentos, emoções ou estados de alma e também têm que cuidar da sua Saúde Mental…

 

Afinal, os Psicólogos também choram, também riem, também se indignam, não são sempre serenos e, às vezes, também sofrem, mesmo que isso não seja visível… De resto, se assim não fosse muito dificilmente conseguiriam ser Psicólogos…

 

Recorrendo ao humor, o resumo da vida profissional de um Psicólogo talvez possa ser ilustrado desta forma:

 

– Quantos Psicólogos são necessários para mudar uma lâmpada?

– Apenas um, mas a lâmpada tem que querer mudar…

 

Nas escolas, há, frequentemente, “lâmpadas que não querem mudar”…

 

E não, não, estou a falar só de alunos… Mas também não estou a excluir os próprios Psicólogos…

 

Urge desconstruir o preconceito e desmistificar a intervenção dos Psicólogos, nomeadamente em contexto escolar…

 

(Escrito sem recurso a qualquer forma de IA).

 

Paula Dias

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Obrigado, Dona Clarice. – João André Costa

 

A Dona Clarice não era apenas a nossa professora da Primária.

Não. A Dona Clarice era uma instituição na forma de uma pessoa só.

A Dona Clarice sempre perfumada num desafio claro a Cronos e ao peso dos anos.

A Dona Clarice não queria saber. E não se importava dentro do seu cabelo impossível, encaracolado até à teimosia, negro por natureza, ou talvez não, e a velhice é para ser enganada à custa de tanta tinta.

Quanto a nós, petizes sentados em carteiras demasiado pequenas para tamanha agitação dentro do corpo, pouco mais fazíamos para além de esperar por quem cometesse o primeiro erro, não para aprender, mas para medir toda a extensão da régua mais o peso da madeira.

Ou seja, a culpa é equivalente à distância entre a régua e a palma da mão.

E a culpa era sempre nossa. Indiscutível. Fatal. Certíssima. Justa. Merecida.

E um castigo não se discute se ninguém nos ensinou a discutir.

É de propósito.

E se chorávamos, lágrimas rápidas, também elas a querer fugir às farpas da madeira gasta à custa de tantos anos, tantas palmas, tantos alunos, tantas crianças.

E mesmo assim, no meio do choro, havia qualquer coisa parecida com respeito, ou medo, ou talvez as duas coisas embrulhadas uma na outra, como pão com manteiga a meio da manhã.

Porque falámos com o colega do lado.

É verdade.

Porque copiámos no teste.

É verdade.

Porque chegámos tarde.

É verdade.

Porque existimos, e existir, naquele tempo, já era uma forma de culpa.

A sala era um mundo inteiro, da primeira à quarta classe, idades misturadas como vozes numa igreja, os mais velhos a fingirem não ter medo, mas tinham, e os mais novos a aprenderem cedo a ordem natural das coisas a vir de cima e com força.

Sejamos claros: o exercício da violência e da agressão física não era apenas permitida, era socialmente aceite, era incentivada, e a culpa não era da Dona Clarice.

A Dona Clarice era a nossa professora.

E nós uma turma inteira ainda hoje com a síndrome de Estocolmo.

Só pode.

E em cada reguada a assinatura dos pais por baixo e não é preciso assinar a caderneta.

E nós, pequenos cidadãos desta distopia imensa dentro dos nossos lindos bibes verdes, a distopia dentro dos bibes e não nós, entenda-se, assinávamos igualmente por baixo.

Por não conhecermos outra língua senão esta, a da régua, o silêncio é para ser imposto e a obediência cega é a virtude máxima.

Porque a Dona Clarice era a ternura encarnada, era a dedicação de manhã à noite, a mãe de todos e de ninguém.

A Dona Clarice com as costas curvadas de tanto cansaço às cavalitas dos ombros diante das crianças a testar os limites mais a existência do mundo.

Um suspiro antes de abrir o livro, o mesmo suspiro antes de explicar, um suspiro antes de repetir e outro ao sabor da régua, porque é preciso bater e educar é endireitar à força.

Hoje, quando penso na Dona Clarice, não penso na dor da régua, penso nas mãos, nas mãos a escrever no quadro, as mãos a folhear cadernos, a corrigir erros numa paciência seca.

As mãos de uma professora pobre num país pobre, a fazer quanto sabia e quanto lhe tinham ensinado a fazer.

A Dona Clarice já não está entre nós. Há muitos anos. E, no entanto, não me esqueço. Não consigo.

E não guardo rancor. Guardo saudade. E trago comigo um perdão ainda hoje por dizer.

P.S.: O nosso 25 de Abril? Foi quando a Dona Clarice partiu a régua contra uma mesa. Ainda hoje vejo diante dos olhos aquela metade a voar pela sala fora para morrer junto à parede. Naquela noite, a liberdade. E nunca mais houve reguadas. Pelo menos com aquela régua.

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Hoje Está a Ser Dia de Muitas Despedidas

Hoje já recebi e-mails de dirigentes do MECI que se despedem e outros nas redes sociais a anunciarem a despedida dos lugares que têm ocupado nos últimos anos nas diversas estruturas do MECI.

Sendo hoje o último dia útil de fevereiro, a maioria das restruturações entram em vigor já na segunda feira e os seus lugares são extintos.

Na minha opinião foi uma mudança demasiado brusca que vai deixar muitos serviços em stand by nos próximos meses.

A todos eles deixo aqui publicamente o meu agradecimento por tudo o que serviram na Educação em Portugal e desejo que muito do que foram construíndo em diversos setores do MECI não se perca pelo caminho.

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João Costa Refere que a Fusão Entre Ciclos Não Pode Ser Feita Com Base na Falta de Docentes

Mas acho que sobre isso estamos todos de acordo.

Mas em que moldes poderá ser feito ainda é uma incógnita e tenho muitas dúvidas que isto se venha a aplicar para 2026/2027, tanto mais que as vagas de professores para esse ano letivo começam a ser trabalhadas a partir da próxima terça-feira.

Começar com uma experiência piloto até pode ser uma boa ideia, mas já se percebeu que as experiências piloto fracassam quase sempre.

No meu ponto de vista o 1.º e 2.º ano de escolaridade deve manter sempre a monodocência e aceito de alguma forma que a partir daí se possa passar para um alargamento do número de docentes em cada um dos anos, tal como agora existe com o Inglês no 1.º ciclo a partir do 3.º ano.

Considero que as AEC devem acabar e que em sua substituição possa ser implementado no currículo dos alunos áreas artísticas ou físicas com a criação de novos grupos de recrutamento ou mantendo-se os grupos atuais, alargando a sua abrangência a partir do 3.º ano de escolaridade.

No caso do 2.º ciclo a matriz curricular, que se deveria iniciar no 3.º ano poderia ser mantida, criando-se assim um novo ciclo do 3.º ao 6.º ano com as mesmas áreas curriculares.

No fundo, este novo ciclo poderia ser único, com especificidades nos dois primeiros anos de escolaridade que mantinha a monodocência intacta e uma pluridocência a partir daí com um currículo pensado para 4 anos, antecipando uma entrada num ensino secundário a partir do 7.º ano onde já poderia haver áreas de escolha por parte dos alunos, como agora existe no 10.º ano.

Mas a mudança do 3.º ciclo e ensino secundário não está no programa do governo por isso nem vale muito a pensa pensar nisso para já.

Fusão 1º e 2º ciclo. “Não pode ser com base na falta de docentes”

 

 

Ouvir no Spotify aqui

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Reuniões MECI/Sindicatos a 2 de Março

Reunião de negociação entre FNE e MECI sobre a revisão do ECD (tema 2) marcada para 2 de março

 

A Federação Nacional da Educação (FNE) e o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) reúnem-se na próxima segunda-feira, 2 de março, às 16h00m, nas instalações do MECI, na Av. Infante Santo, nº 2.

Este encontro terá como ponto único na ordem de trabalhos:

 – Apresentação de proposta sobre “Habilitação para a docência, recrutamento e admissão”, de acordo com alínea b) do n.º 1 do Artigo 2.º do Protocolo negocial.

A FNE fez chegar ao MECI um documento com os seus contributos adicionais sobre esta matéria negocial e reafirma que o Tema 2 da negociação assume um papel central, pois não haverá verdadeira valorização da carreira sem regras claras, estáveis e justas no que respeita à habilitação para a docência, ao recrutamento e à admissão.

A revisão do Estatuto da Carreira Docente constitui uma oportunidade essencial para reforçar a identidade, a valorização e a sustentabilidade da profissão docente.

E por isso, a FNE manifesta, por isso, total disponibilidade para aprofundar este diálogo no âmbito do processo negocial, contribuindo de forma construtiva para um ECD que responda aos desafios presentes e futuros do sistema educativo.

Porto, 27 de fevereiro de 2026
A Comissão Executiva da FNE

 

A FENPROF foi convocada pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) para uma reunião negocial no âmbito do processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD).

De acordo com comunicação remetida pelo MECI, tal corresponderá ao prosseguimento do processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente, através de uma reunião negocial a realizar no próximo dia 2 de março de 2026, às 17H00, nas instalações sitas na Avenida Infante Santo.

A ordem de trabalhos integra um ponto único: Apresentação de proposta revista sobre “Habilitação para a docência, recrutamento e admissão”.

A FENPROF confirma a sua participação nesta reunião, no quadro do processo negocial em curso, reafirmando disponibilidade para discutir soluções que valorizem a profissão docente, garantam rigor na habilitação para a docência e assegurem transparência e justiça nos mecanismos de recrutamento e admissão.

Importa, contudo, sublinhar que a FENPROF já emitiu um parecer profundamente crítico, tanto no plano político como no plano jurídico, relativamente às orientações e propostas apresentadas pelo ministério e pelo governo nesta matéria. Nesse parecer, a Federação alerta para riscos sérios de desvalorização da profissão docente, neles incluindo o aligeiramento das exigências de qualificação e possíveis desconformidades legais, para além de a proposta do governo indiciar a intenção de fragilização dos vínculos, de dissolução da carreira docente no quadro global da Administração Pública, de descaracterização da profissão e de pôr fim à carreira de corpo especial dos professores e educadores.

O referido parecer pode ser consultado na íntegra no site oficial da FENPROF .

Tendo em conta a complexidade, a importância e necessidade de perceção da opinião pública relativamente às ameaças de desvalorização da profissão docente, a FENPROF espera poder contar com a presença dos/as senhores/as jornalistas.

 

Da parte do STOP está marcado um Plenário/Concentração à porta do MECI, às 14:00

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Tantas Outras Escolas Precisam Dessa Revisão Também

Porque não é apenas a chuva, o sol e o mau tempo que afetam a qualidade das escolas.

Tantas por aí fora existem em funcionamento com péssimas condições para estarem abertas.

 

Ministério da Educação vai rever rede escolar nos concelhos mais afetados pelo mau tempo

 

Será feita uma recomposição da oferta escolar em vez de soluções temporárias, anunciou o ministro.

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Para Quando o Concurso Interno?

Até há alguns dias pensei que o MECI estaria a ultimar o tema 2 da negociação com os sindicatos para fechar novas regras para os concursos de 2026/2027.

Pelo que percebi do comunicado da FNE da semana passada “As alterações dificilmente entrarão em vigor no ano letivo 2026-2027, sendo mais provável a sua aplicação a partir de 2027-2028“. Assim, o mais certo é que a abertura do concurso não esteja dependente desta negociação e que a qualquer momento se iniciem os procedimentos para o concurso 2026/2027.

A primeira etapa do concurso será verificar o número de vagas a preencher pelo concurso interno.

Para isso a AGSE deve questionar as escolas pelas suas necessidades permanentes para a abertura dessas vagas (positivas ou negativas).

Até hoje ainda nada se sabe sobre este pedido às escolas.

Também importa saber se alguém que ficou na AGSE tem conhecimento destes procedimentos, pois a DGAE extingui-se recentemente.

 

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Informação da FNE Sobre a Reunião com o MECI

Desconheço se a vontade do MECI em substituir o período probatório pelo ano de indução já se está a aplicar este ano, visto que em final de fevereiro ainda não existe qualquer lista publicada dos docentes que dispensam ou não do período probatório.

O ano passado a lista foi publicada em 5 de fevereiro.

Será que como já me disseram a AGSE não tem as palavras passe da DGAE?

 

 

INFORMAÇÃO – Reunião FNE com MECI de 18 de fevereiro (ECD – Tema 2)

 

A Federação Nacional da Educação reuniu com o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), no âmbito da negociação relativa à habilitação para a docência, recrutamento e admissão à carreira.

Na abertura da reunião, o Secretário de Estado apresentou a proposta de articulado enviada à FNE no dia anterior, salientando:

  • O reforço da “carreira especial de docente”, consagrado logo no artigo relativo aos princípios do recrutamento;
  • Que a referência à avaliação como “positiva” ou “negativa” pretende apenas evitar condicionar futuras designações das menções a definir no âmbito da avaliação do desempenho;
  • A intenção de simplificar o articulado, solicitando o envio de contributos concretos para aperfeiçoamento da redação.

A FNE apresentou as suas posições e colocou diversas questões, tendo sido obtidas as seguintes clarificações e garantias:

1. Contratação mantém-se nacional, centralizada e por graduação

O MECI garantiu que:

 

  • O concurso continuará a ser nacional e centralizado;
  • Será mantido o respeito pela lista de graduação profissional;
  • O vínculo permanece no âmbito da Administração Pública.
Esta é uma garantia essencial para assegurar estabilidade, transparência, equidade e objetividade no acesso à profissão docente.

2. Período probatório substituído por período experimental

O Ministério propõe substituir o atual período probatório por um período experimental, que corresponderá a um ano de indução à profissão, integrando:

  • Acompanhamento por um docente com perfil ainda a definir;
  • Avaliação no primeiro ano de vinculação.

O MECI manifestou abertura para analisar condições de isenção do período experimental, em linha com o regime atualmente aplicável ao período probatório.

A FNE considera que esta matéria exige especial cuidado, nomeadamente quanto:

  • À definição do perfil e condições do docente acompanhante;
  • À clarificação do modelo de avaliação;
  • À garantia de condições de trabalho adequadas no ano de indução.

O objetivo deve ser assegurar rigor, credibilidade e justiça, evitando transformar este mecanismo num fator de instabilidade.

 

3. Formação pedagógica mantém-se obrigatóriaFica expresso que o exercício de funções docentes exige formação pedagógica na área da docência e que não haverá redução das exigências de habilitação, mesmo face à escassez de professores.

Foi igualmente reconhecida a necessidade de:

  • Garantir igualdade de oportunidades aos docentes que necessitem de profissionalização;
  • Criar soluções que permitam responder às necessidades do sistema sem comprometer a qualidade do ensino.
 A FNE reafirma que a valorização da carreira docente começa pela exigência e qualidade da formação.

4. Situação dos docentes que concluem profissionalização este ano

Foi identificada uma situação potencial de injustiça relativamente aos docentes que terminam a sua formação inicial ou profissionalização até julho.

O MECI reconheceu a necessidade de:

  • Analisar a possibilidade de enquadrar estes candidatos no concurso nacional do próprio ano;
  • Procurar uma solução que evite penalizações decorrentes de desajustes de calendário.

A FNE acompanhará esta matéria com particular atenção.

5. Articulação com legislação subsidiária e ECD

Foi ainda esclarecido que:

  • A negociação da legislação subsidiária relacionada com esta matéria decorrerá em paralelo com a negociação do ECD;
  • Tal ocorrerá a partir do momento em que se transite para o Tema 3 do processo negocial.
A FNE sublinha a importância de assegurar coerência entre o regime de recrutamento, o Estatuto da Carreira Docente e a restante legislação aplicável.

6. Entrada em vigor

As alterações dificilmente entrarão em vigor no ano letivo 2026-2027, sendo mais provável a sua aplicação a partir de 2027-2028.

Perguntas e Respostas: ECD – Tema 2
1 – O recrutamento vai deixar de ser nacional?
Não. O MECI garantiu que continuará a ser nacional, centralizado e por lista de graduação.
2 – Vai acabar o vínculo à Administração Pública?
Não. Mantém-se o vínculo à Administração Pública.
3 – Vão baixar as exigências para ser professor?
Não. Mantém-se a obrigatoriedade de formação pedagógica na área da docência.
4 – O que muda no período probatório?
Passará a designar-se “período experimental”, correspondendo a um ano de indução com docente acompanhante e avaliação no primeiro ano. As condições concretas ainda serão negociadas, incluindo eventuais regimes de isenção.
5 – Quem termina a profissionalização este ano pode concorrer ao concurso nacional?
Existe risco de impedimento por razões de calendário. O MECI reconhece o problema e admite procurar solução.
6 – A legislação complementar será negociada?
Sim. A legislação subsidiária será negociada em paralelo com o ECD, quando se avançar para o Tema 3.

A FNE continuará a intervir com propostas concretas, reafirmando que a mesa negocial é o espaço próprio para garantir estabilidade, justiça e valorização da profissão docente.

Consulte aqui o documento elaborado pela FNE

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E Agora Quem Faz o Deferimento dos Pedidos de Acumulação?

Até agora os pedidos de autorização de acumulações de funções eram deferidos pela DGAE, após parecer prévio do diretor do agrupamento. E só a partir desse deferimento é que os docentes podiam acumular funções.

Em diversos casos, é condição essencial para a acumulação de funções esse deferimento da DGAE, que agora tarda em ser dado na plataforma SIGHRE.

Existem formadores para os diversos Centros de Formação que não podem começar as suas ações de formação enquanto esse deferimento não for dado.

Será que alguém na AGSE ficou encarregado de dar esse deferimento?

 

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Uma Espécie de Nota Informativa Sobre a MI do CEE

Porque deixaram de ser publicadas para o público em geral.

 

Caro/a Diretor/a,

 

A AGSE informa que foi publicada a Mobilidade Interna do Concurso Externo Extraordinário (CEE).

 

Colocações por mobilidade interna CEE (MICEE):

  • As colocações agora publicadas caducam no final do ano escolar 2025/2026;
  • A aceitação da colocação decorre no SIGRHE, no prazo de 2 dias úteis, após a publicitação da lista de colocação;
  • A apresentação decorre no SIGRHE, no prazo de 5 dias úteis, após a publicitação das listas definitivas de colocação. O não cumprimento do dever de apresentação determina a anulação da colocação obtida;
  • Os candidatos colocados na MICEE, que à data da colocação se encontrem em exercício de funções em AE/EnA da rede MECI, devem manter-se em funções até à efetivação da sua substituição;
  • Os candidatos não colocados na MICEE, que à data da colocação se encontrem em exercício de funções em AE/EnA da rede MECI, devem manter-se no AE/EnA até à colocação nas reservas de recrutamento do CEE e respetiva substituição;
  • Os candidatos não colocados na MICEE, que não se encontrem em exercício de funções em AE/EnA, devem apresentar-se no AE/EnA que efetuou a validação da candidatura. Deverá aceder ao separador do SIGRHE “Gestão de colocação/Contratos 2025/2026 > Vinculações CEE” para indicar a data de apresentação do/a candidato/a.

 

A AGSE permanece disponível para quaisquer esclarecimentos que considere necessários.

 

 

Com os melhores cumprimentos,

O Presidente da Agência para a Gestão do Sistema Educativo

Raúl Capaz Coelho

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As Notas Informativas Foram à Vida?

E neste momento vai ser preciso andar aos “papéis” com as notas informativas anteriores.

Foram ontem publicadas as colocações e não colocações da Mobilidade Interna do Concurso Externo Extraordinário e os docentes não colocados não sabem onde se vão apresentar na próxima semana.

Fica aqui a nota informativa da Mobilidade Interna do CEE do ano passado que se deve aplicar novamente este ano.

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Reserva de recrutamento 38

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação e Retirados – 38.ª Reserva de Recrutamento 2025/2026.

 

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 23 de fevereiro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 24 de fevereiro de 2026 (hora de Portugal continental).

SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato

Listas – Reserva de Recrutamento n.º 38

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Reserva de Recrutamento 36

Reserva de Recrutamento 36 – 2025/2026

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação e Retirados – 36.ª Reserva de Recrutamento 2025/2026.

 

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de quinta-feira, dia 12 de fevereiro, até às 23:59 horas de sexta-feira, dia 13 de fevereiro de 2026 (hora de Portugal continental).

SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato

Listas – Reserva de Recrutamento n.º 36

Docentes de Carreira

Listas de colocação

Grupo 100 – Educação Pré-Escolar
Grupo 110 – 1º Ciclo do Ensino Básico
Grupo 120 – (Inglês 1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 210 – Português e Francês
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 240 – Educação Visual Tecnológica
Grupo 250 – Educação Musical
Grupo 260 – Educação Física
Grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica
Grupo 300 – Português
Grupo 310 – Latim e Grego
Grupo 320 – Francês
Grupo 330 – Inglês
Grupo 340 – Alemão
Grupo 350 – Espanhol
Grupo 360 – Língua Gestual Portuguesa
Grupo 400 – História
Grupo 410 – Filosofia
Grupo 420 – Geografia
Grupo 430 – Economia e Contabilidade
Grupo 500 – Matemática
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 530 – Educação Tecnológica
Grupo 540 – Eletrotecnia
Grupo 550 – Informática
Grupo 560 – Ciências Agropecuárias
Grupo 600 – Artes Visuais
Grupo 610 – Música
Grupo 620 – Educação Física
Grupo 910 – Educação Especial 1
Grupo 920 – Educação Especial 2
Grupo 930 – Educação Especial 3

Listas de não colocação

Grupo 100 – Educação Pré-Escolar
Grupo 110 – 1º Ciclo do Ensino Básico
Grupo 120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 210 – Português e Francês
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 240 – Educação Visual Tecnológica
Grupo 250 – Educação Musical
Grupo 260 – Educação Física
Grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica
Grupo 300 – Português
Grupo 310 – Latim e Grego
Grupo 320 – Francês
Grupo 330 – Inglês
Grupo 340 – Alemão
Grupo 350 – Espanhol
Grupo 360 – Língua Gestual Portuguesa
Grupo 400 – História
Grupo 410 – Filosofia
Grupo 420 – Geografia
Grupo 430 – Economia e Contabilidade
Grupo 500 – Matemática
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 530 – Educação Tecnológica
Grupo 540 – Eletrotecnia
Grupo 550 – Informática
Grupo 560 – Ciências Agropecuárias
Grupo 600 – Artes Visuais
Grupo 610 – Música
Grupo 620 – Educação Física
Grupo 910 – Educação Especial 1
Grupo 920 – Educação Especial 2
Grupo 930 – Educação Especial 3

Candidatos à Contratação

Listas de colocação

Grupo 100 – Educação Pré-Escolar
Grupo 110 – 1º Ciclo do Ensino Básico
Grupo 120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 210 – Português e Francês
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 240 – Educação Visual Tecnológica
Grupo 250 – Educação Musical
Grupo 260 – Educação Física
Grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica
Grupo 300 – Português
Grupo 310 – Latim e Grego
Grupo 320 – Francês
Grupo 330 – Inglês
Grupo 340 – Alemão
Grupo 350 – Espanhol
Grupo 360 – Língua Gestual Portuguesa
Grupo 400 – História
Grupo 410 – Filosofia
Grupo 420 – Geografia
Grupo 430 – Economia e Contabilidade
Grupo 500 – Matemática
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 530 – Educação Tecnológica
Grupo 540 – Eletrotecnia
Grupo 550 – Informática
Grupo 560 – Ciências Agropecuárias
Grupo 600 – Artes Visuais
Grupo 610 – Música
Grupo 620 – Educação Física
Grupo 910 – Educação Especial 1
Grupo 920 – Educação Especial 2
Grupo 930 – Educação Especial 3

Listas de não colocação

Grupo 100 – Educação Pré-Escolar
Grupo 110 – 1º Ciclo do Ensino Básico
Grupo 120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
Grupo 200 – Português e Estudos Sociais-História
Grupo 210 – Português e Francês
Grupo 220 – Português e Inglês
Grupo 230 – Matemática e Ciências da Natureza
Grupo 240 – Educação Visual Tecnológica
Grupo 250 – Educação Musical
Grupo 260 – Educação Física
Grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica
Grupo 300 – Português
Grupo 310 – Latim e Grego
Grupo 320 – Francês
Grupo 330 – Inglês
Grupo 340 – Alemão
Grupo 350 – Espanhol
Grupo 360 – Língua Gestual Portuguesa
Grupo 400 – História
Grupo 410 – Filosofia
Grupo 420 – Geografia
Grupo 430 – Economia e Contabilidade
Grupo 500 – Matemática
Grupo 510 – Física e Química
Grupo 520 – Biologia e Geologia
Grupo 530 – Educação Tecnológica
Grupo 540 – Eletrotecnia
Grupo 550 – Informática
Grupo 560 – Ciências Agropecuárias
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Mais Números Sobre os Alunos Sem Aulas

Fenprof diz que alunos sem professores aumentaram para mais de 158 mil em Janeiro

 

Fenprof vai atravessar o país entre 19 de Fevereiro e 4 de Março para dar visibilidade à falta de professores, ao envelhecimento da profissão docente e a outros problemas que afectam a profissão.

A Federação Nacional dos Professores alertou esta terça-feira para um aumento do número de alunos sem aulas face ao ano passado, estimando que a falta de professores tenha afectado mais de 158 mil estudantes em Janeiro.

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Mais Números do CEE

Maioria dos “novos professores” que o ministério diz que vincularam já estavam, afinal, no sistema e a média de idades ultrapassa 41 anos

 

A média de idades dos docentes que vincularam no último Concurso Externo Extraordinário, a 26 de janeiro, ultrapassa os 41 anos. Há mesmo docentes que foram colocados e que estão a menos de dois anos da reforma

 

A média de idades dos 1.639 professores que foram colocados no último Concurso Externo Extraordinário (CEE) lançado pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), cujas listas foram conhecidas a 26 de janeiro, é de 41,4 anos. Dos mais de 1.600 professores que vincularam, apenas 396 são efetivamente novos no sistema. Os outros já davam aulas, mas não pertenciam aos quadros do MECI. Quando se olha para os docentes novos no sistema, a média de idades sobe para os 43,6 anos.

A análise dos dados resulta de uma parceria entre o movimento Missão Escola Pública (MEP) e o professor Davide Martins. É no pré-escolar que a situação é mais expressiva. Neste grupo de recrutamento, a média de idade dos educadores de infância agora vinculados é de 53 anos. “As faixas etárias mais representadas são as dos 45–49 anos (305 colocados) e dos 40–44 anos (260 colocados)”, nota a MEP, em nota enviada às redações.

Mas, na análise destes dados, merecem destaque os seis docentes que têm mais de 65 anos. O professor mais velho a vincular tem 66 anos. Ou seja, está, no máximo, a um ano e nove meses de se reformar.

Além disso, há 396 professores com redução de componente letiva por causa da idade. A partir dos 50 anos, os docentes vinculados beneficiam de reduções na componente letiva (duas horas a partir dos 50 anos, quatro horas a partir dos 55 e oito horas a partir dos 60). Os professores contratados não têm direito a essa redução. “Portanto, questionamo-nos até que ponto estes concursos externos extraordinários não estão a agravar o problema de alunos sem aulas. Um recurso que, enquanto contratado, estava a assegurar 22 horas letivas, passa a assegurar só 20, 18 ou 14 horas. As outras horas dão lugar a outras tarefas na escola que não correspondem a aulas”, sublinha Cristina Mota, porta-voz da MEP.

Quando comparados o número de professores com menos de 30 anos colocados no último CEE com o número de professores com mais de 50 igualmente colocados, é possível concluir que há mais colocados em idade de redução da componente letiva (396) do que jovens a entrar na profissão (352). Há mesmo grupos de recrutamento que não têm na lista de colocados nenhum professor abaixo dos 30 anos. É o caso do Pré-escolar, de Português e de Estudos Sociais/História do 2.º Ciclo.

Além dos docentes com mais de 50 anos, há outros 697 que não têm formação pedagógica e que foram integrados no sistema com a premissa de fazerem essa profissionalização em quatro anos. Os docentes que estão a fazer a profissionalização também beneficiam de uma redução de quatro horas na componente letiva, o que significa que também não podem assegurar um horário completo.

“De maneira nenhuma estamos contra os colegas que vincularam. Vincularam, têm direito à redução de horário e claro que devem usufruir dela. Mas esses colegas podiam vincular, por exemplo no concurso anual que deverá abrir no próximo mês”, sublinha Cristina Mota.

A MEP defende que os dados que agora apresenta desmontam a narrativa do MECI de que o CEE está a renovar o corpo docente e levanta questões sérias sobre a eficácia da medida. “O ministério está a adotar medidas que, em termos economicistas, são prejudiciais ao próprio ministério, quando esse dinheiro poderia estar a ser investido em medidas como valorização salarial, que efetivamente iriam trazer professores novos ao sistema e não professores novos, que afinal são velhos”, defende ainda a porta-voz da MEP.

O movimento diz que “está igualmente em causa uma questão de justiça na carreira docente”. “Num momento em que o Parlamento discute a correção das ultrapassagens, o CEE cria novas ultrapassagens, permitindo que docentes – alguns sem qualificação profissional – ultrapassem outros que estão há anos no sistema”, acrescenta.

Em causa estão professores que vincularam sem profissionalização e também “professores que vêm do privado e passam à frente de docentes que estão há anos a assegurar o funcionamento da escola pública”.

A Missão Escola Pública questiona, assim, se os concursos externos extraordinários “não estarão, afinal, a agravar o problema que dizem querer resolver: mais horários sem professor, mais alunos sem aulas, mais injustiça numa carreira já profundamente fragmentada”.

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250 Docentes Aposentados em Março de 2026

Na listagem mensal de aposentados com efeitos ao dia 1 de março são aposentados 250 docentes da rede pública do MECI, de Portugal Continental.

Mais um conjunto de antigos subscritores que não os que considero nesta análise.

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Não Falhei um Cêntimo no Vencimento Base dos 10 Escalões

No dia 22 de dezembro publiquei o vencimento base dos 10 escalões da carreira docente que mostro novamente aqui:

O IGEFE publicou ontem no Processamento de Vencimentos 2026 as tabelas dos 10 escalões e não falhei um único cêntimo em nenhum dos escalões.

No dia 6 de janeiro já tinha publicado os valores com base das retenções para 2026.

Sinal que isto já podia ter sido processado no vencimento de janeiro em vez de termos de aguardar pelo mês de fevereiro para receber o mês de janeiro com retroativos.

 

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Novo Calendário das Provas Ensaio

Podia ao menos o MECI ter a preocupação de mudar o calendário para os mesmos dias da semana de cada prova.
Porque assim bastava apenas mudar o dia em vez de ser necessário rever toda uma calendarização.

 

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Para Quando o Concurso Interno?

Já diversos professores me questionaram quando irá abrir o concurso interno de 2026.

Geralmente ele abre no mês de março, conforme comprova o quadro seguinte com as datas dos concursos desde 2020.

 

Este ano até poderá atrasar a abertura do concurso interno porque em cima da mesa negocial encontra-se para discussão  o tema “Habilitação para a docência, recrutamento e admissão”.

Esta primeira reunião para a negociação deste tema estava prevista para o dia de ontem, mas o MECI por motivos de força maior adiou a reunião.

Se o primeiro tema da negociação MECI/SIndicatos demorou perto de um mês a ser concluído e tendo em conta que este segundo tema é bem mais sensível que o primeiro é provável que a negociação apenas termine em finais de março.

Portanto, o mais provável é que apenas no mês de abril abra o concurso interno com as novas regras a negociar com os sindicatos.

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