Rui Cardoso

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Os professores sabem separar as águas…

… Mas o espirito de missão há muito que acabou.

Tiago, se assim não fosse, os resultados não eram o que são e a escola já tinha caído…

 

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, acredita que as lutas que estão a travar pela contagem do tempo de serviço congelado não irão afetar o empenho dos professores no trabalho letivo com os alunos. “Só quem não entende o trabalho dos nossos docentes, nas nossas escolas, é que pode pôr em cima da mesa que os docentes, todos os docentes do nosso país, não tenham o profissionalismo, a sobriedade e a lucidez para entenderem que por um lado estão as suas reivindicações sindicais, que eles entendem como justas – e é importante que lutem por elas – mas por outro lado está o trabalho pedagógico feito nas suas comunidades educativas”, disse em entrevista àRádio Renascença.

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Finalmente a escola! – João André Costa

 

Finalmente a escola!

Deixo aqui uma confissão: eu gostava de ir à escola. Ao contrário da maioria dos meus colegas e restantes alunos da Secundária, eu gostava de ir à escola e, apesar dos Verões e do calor, apesar da praia, dos mergulhos no mar e noites sem fim, mal podia esperar pelo regresso às aulas.
Porque nas aulas, na escola, havia um propósito, um objectivo muito claro desde tenra idade, entrar para a universidade, tirar Biologia, e um sonho, salvar os Ursos Polares, sonho proficuamente partilhado na turma e motivo de chacota geral.
Mas de pouco importa a chacota quando em casa temos quem nos apoie entre a minha mãe e os avós, felizes num longo, simples mas inesquecível abraço e beijo a cada nota, a cada excelente, a cada 5 primeiro, a cada 18 depois.
Sim, e se a escola teve um papel preponderante na minha formação, a verdade é que metade do que aprendi, aprendi em casa, na família, pela família, e o sucesso da escola dependerá sempre do bem estar familiar.
E sim, no final de cada Verão ansiava por voltar a ver amigos, aqueles professores mais chegados e, acima de tudo, poder continuar a viver e a sonhar aquela paixão do ano anterior, ainda e sempre por concretizar, pela rapariga mais gira da turma, que entretanto já tem namorado.
Mas eu não queria saber, e escrevia poemas de amor.
A escola foi, e ainda é, a minha vida, hoje como professor. Incentivado, aprendi a importância do saber, da partilha de conhecimentos, experiências, emoções, e sair da escola, partir os muros e saber o mundo, para no fim voltar sempre à escola, depois de mais um Verão, sequioso de viver.

 

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O desafio do Tiago na Rádio…

O Tiago foi à Rádio Renascença responder a perguntas dos ouvintes. Falou, falou… e mais não digo.

 

 

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A luta entre os professores e a SS continua… na rua.

Hoje, em Braga, foi assim…

Cerca de 20 professores manifestaram-se hoje em frente à Segurança Social de Braga.

(apela-se ao bom senso da tutela…)

 

Fonte: Diário do Minho

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A amena conversa (de ontem) entre Mário e António…

 

 

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O dito relatório que diz que os Professores portugueses são ricos…

Deixo uma pergunta a quem me souber responder…

Alguém foi verificar os dados ou, apenas, foi na onda de um jornalista tendencioso?

É necessário perceber um pouco de Economia para escrever uma noticia destas… está visto que há quem se meta em caminhos sem o calçado necessário…

Fica o relatório para que quem perceba possa analisar…

Education at a Glande 2018- Portugal

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Cartoon da noite – Os professores descobrem que são ricos. – Paulo Serra

 

 

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Este torrão no seu melhor e no seu pior…

 

Portugal é um dos países mais democráticos e um dos mais corruptos… Será que uma coisa tem alguma coisa a ver com a outra, ou é só coincidência?

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Procurarei esclarecer a onda de ataque soez aos professores – Santana Castilho

 

Procurarei esclarecer a onda de ataque soez aos professores

Não vou dizer que há uma cabala organizada. Mas que há uma coincidência de publicações insidiosas sobre os professores e o contexto profissional que vivem, é factual.

Convidaram-me para estar na SIC Notícias amanhã às 11.00. Procurarei contraditar tanta malícia, tanta ignorância, tanto ódio.

Julgo que o Professor António Teodoro estará também.

 

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Cartoon do dia – Docentes portugueses: velh@s mas ric@s! – Paulo Serra

 

 

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Geringonça de acordo quanto à recuperação dos “942”

 

Para quem ainda tinha esperança de um volte-face parlamentar na questão da recuperação da totalidade do tempo de serviço ficam as declarações, à imprensa, dos outros líderes partidários da Geringonça.

Catarina Martins – “A contagem do tempo de serviço dos professores foi decisiva no Orçamento passado. Votamos que em todas as carreiras [da administração pública] o tempo de serviço [congelado] seria contado. Pela nossa parte é uma matéria a que não voltaremos no próximo Orçamento.”

Jerónimo de Sousa – “O Orçamento do Estado para 2018 consagrou a reivindicação dos professores.”

Questionado sobre se a questão dos professores seria uma condição para o PCP votar a favor do OE 2019.

 Jerónimo de Sousa – “Não.”

Cada um que tire as suas conclusões e proceda de acordo com a sua consciência…

 

 

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Manifestação pela contabilização dos 30 dias de trabalhos à Segurança Social

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Publicação das Listas finais provisórias de graduação dos candidatos relativas aos procedimentos concursais para a Direção da Escola Portuguesa de Cabo Verde – CELP e da Escola Portuguesa de S. Tomé e Príncipe

 

Publicação das Listas finais provisórias de graduação dos candidatos relativas aos procedimentos concursais para o provimento dos cargos de Diretor e Subdiretores da Escola Portuguesa de Cabo Verde – Centro de Ensino e da Língua Portuguesa (EPCV/CELP) e da Escola Portuguesa de S. Tomé e Príncipe – Centro de Ensino e da Língua Portuguesa (EPSTP/CELP).

 

Procedimento concursal para a Direção da Escola Portuguesa de Cabo Verde – Centro de Ensino e da Língua Portuguesa (EPCV/CELP)
Lista final provisória de graduação para o cargo de DiretorLista final provisória de graduação para o cargo de Subdiretor 

Procedimento concursal para a Escola Portuguesa de S. Tomé e Príncipe – Centro de Ensino e da Língua Portuguesa (EPSTP/CELP)
Lista final provisória de graduação para o cargo de DiretorLista final provisória de graduação para o cargo de Subdiretor

 

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Cartoon do dia – Afinal… Pesadelo acordado! – Paulo Serra

 

 

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É assim que se negoceia em democracia…

 

A onda de indignação cresce a olhos vivos, os professores estão revoltados…  Sim, REVOLTADOS…

 

Vamos por partes. Vivemos numa democracia; Democracia é o regime político em que a soberania é exercida pelo povo. Será que é isto que está a acontecer no nosso país? Será que não são elites disfarçadas que nos governam, escondidas atrás de um mato de populismo que serve os interesses dessas mesmas elites e em detrimento dos interesses do povo? Será que chegamos a esse ponto? (não me venham com conversas do outro senhor, esse não negociava com ninguém, mas não se escondia atrás de nenhum manto, todos sabiam com que regras se jogava)

Negociação é uma forma de resolução de conflitos em que as partes dialogam diretamente. O que aconteceu nestes últimos tempos não se pode chamar de dialogo, mas pode-se chamar de prepotência. Quando se apela à cedência, mas não se está disponível a ceder, só se pode apelidar de prepotente. É a prepotência de uma elite que se julga dona da vontade de um povo que não lhe conferiu esse mesmo poder.

Podemos também recordar toda, a habitual, campanha de ataque a uma classe, na praça pública, com declarações, promessas que, agora, se revelaram falsas, interpretações desconexas, estudos publicados em datas sensíveis,… enfim toda a campanha pouco respeitosa e isenta de ética entre parceiros.

Mas a pergunta que se põe é: E AGORA? A essa pergunta ainda ninguém respondeu. Mas podemos começar por exigir responsabilidades entre nós, ainda antes de responsabilizarmos aqueles que sabemos também responsáveis, e uma vez que a esses só o poderemos fazer nas urnas. Sim, nas urnas e não se esqueçam de lá ir…

Os “entre nós” têm que tirar as conclusões de, mais, uma negociação em que os direitos dos professores não foram defendidos com todas as armas de que se dispunha e abriram mais cisões do que uniões. Até houve quem se aproveitasse disso e lançasse “novas lutas”…  Sobre tudo isso, há que enveredar por uma mudança de paradigma, de pensamento e de “cabeça”. (isto é uma opinião, cada um tem a sua, e está provado que a “cabeça” não se deixa ser cortada. Há também cabeças que ainda não se revelaram e surgirão como uma Fénix)

Voltando aos principais responsáveis, temos que dizer que, neste país se fazem leis que nada mais são do que palavras ocas, leis para não cumprir e escritas de forma a suscitar duvidas, quanto mais melhor, para depois interpretar como nos der jeito. (nunca acreditei quando, batiam no peito, referindo a inscrição na LOE davam a luta como vencida e como se fosse uma obrigação o seu cumprimento) Ainda está para nascer a LOE que irá ser cumprida, por qualquer um dos governos desta dita democracia, por isso, qualquer coisa que lá venha a ser inscrita não passa de uma serie de baboseiras a que a própria lei obriga e que, apenas, serve para dar a impressão de estado democrático.

Está na hora de se começar a discutir esta democracia, dentro e fora da instituição…

Deixar de considerar a democracia como um dado adquirido, definido de uma vez e para sempre intocável. Num mundo que se habituou a discutir tudo, uma só coisa não se discute, precisamente a democracia. Melífluo e monacal, como era seu estilo retórico, Salazar, o ditador que governou o meu país durante mais de quarenta anos, pontificava: «Não discutimos Deus, não discutimos a Pátria, não discutimos a Família.» Hoje discutimos Deus, discutimos a pátria, e só não discutimos a família porque ela própria se está a discutir a si mesma. Mas não discutimos a democracia. Pois eu digo: discutamo-la, meus senhores, discutamo-la a todas as horas, discutamo-la em todos os foros, porque, se não o fizermos a tempo, se não descobrirmos a maneira de a reinventar, sim, de a re-inventar, não será só a democracia que se perderá, também se perderá a esperança de ver um dia respeitados neste infeliz planeta os direitos humanos. E esse seria o grande fracasso da nossa época, o sinal de traição que marcaria para todo o sempre o rosto da humanidade que agora somos.

José Saramago

 

 

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Comunicado – Governo avança com proposta de recuperação de tempo de serviço dos professores sem acordo dos sindicatos

 

Governo avança com proposta de recuperação de tempo de serviço dos professores sem acordo dos sindicatos

O governo irá aprovar um decreto-lei no sentido de permitir que a partir de 1 de janeiro de 2019, aos docentes do ensino básico e secundário cuja contagem do tempo de serviço esteve congelada entre 2011 e 2017, seja atribuída uma bonificação de 2 anos, 9 meses e 18 dias a repercutir no escalão para o qual progridam a partir daquela data.
Esta decisão surge na sequência do processo negocial que o governo manteve ao longo dos últimos meses com os sindicatos, que não apresentaram qualquer contraproposta, não tendo sido por isso possível alcançar um acordo.
A solução apresentada pelo governo significa uma aceleração muito significativa das progressões a partir de 1 de janeiro de 2019, no limite do esforço financeiro que o país pode fazer.
Esta solução tem subjacente uma visão global do sistema de emprego público, a diversidade das carreiras e dos respetivos mecanismos de desenvolvimento remuneratório nos termos em que foi reconhecida pelas decisões tomadas nas sucessivas LOE no período do congelamento.

LOE 2018 descongelou carreiras nos mesmos termos do seu congelamento O Programa do XXI Governo Constitucional determina como objetivo primordial aumentar o rendimento disponível das famílias, designadamente, para a Administração Pública, através “do descongelamento das carreiras a partir de 2018”. Este compromisso foi cumprido com a LOE 2018 (Lei do Orçamento do Estado para 2018).
Neste ano, o descongelamento veio remover o bloqueio que foi introduzido pelas sucessivas LOE entre 2011 e 2017. O descongelamento não alterou quaisquer regimes de carreira, não alterou regras gerais do sistema de emprego público nem alterou retroativamente as regras do congelamento. Veio, sim, descongelar cada carreira tal como foi congelada, passando a ser permitidas as valorizações remuneratórias que decorram dos respetivos regimes.
Foram estas leis que reconheceram uma distinção entre:
1) carreiras nas quais o elemento determinante para a progressão são os módulos de pontos que decorrem da avaliação de desempenho; estes pontos foram expressamente salvaguardados pelas sucessivas LOE entre 2011 e 2017;

2) carreiras nas quais o elemento determinante para a progressão são os módulos de tempo expressamente definidos nos respetivos regimes especiais; isto não significa que as progressões dependam unicamente do tempo, pois é em regra previsto pelo menos um momento de avaliação que ativa o efeito do módulo de tempo (desde que positiva); mas sem o decurso desse módulo de tempo, a progressão não se verifica; nestas carreiras, o tempo não contou.
O artigo 18.º da LOE 2018 opera o descongelamento de todas as carreiras, nada estabelecendo quanto à recuperação do tempo de serviço.
Deste modo, também a carreira docente descongelou a partir de 1 de janeiro de 2018, abrangendo todos os professores, os quais progredirão na carreira à medida que reúnam requisitos para tal. Ao longo do ano de 2018 vão progredir cerca de 46.000 docentes, processo que já foi concretizado até agosto para cerca de 30.000 desses docentes que completaram os respetivos módulos de tempo, desde 1 de janeiro, data em que o tempo voltou a contar.
Este foi o primeiro compromisso cumprido.
Governo cumpre Art.º 19 da LOE 2018 para mitigar efeitos do congelamento Questão diversa do descongelamento é a da recuperação do tempo de serviço. Esta questão nunca constou do Programa do XXI Governo Constitucional, tendo sido colocada pelos sindicatos e sendo, portanto, uma questão nova.
É também um assunto de elevada complexidade, pois implica reequacionar o regime do congelamento que nunca foi invalidado e poderia ter um impacto financeiro muito significativo.
Nesta matéria o governo nunca assumiu o compromisso de contar o tempo. Assumiu, sim, o compromisso de negociar com os sindicatos para avaliar formas de mitigação do congelamento do tempo, e a compatibilização com os recursos disponíveis.
O governo também cumpriu este compromisso de negociar. Com boa-fé e sentido de responsabilidade.
Em sede negocial, o governo e os sindicatos representativos dos professores dos ensinos básico e secundário e dos educadores de infância assinaram em 18 de novembro de 2017 uma declaração de compromisso que, entre outras matérias, estabeleceu o início de um processo negocial com vista a mitigar o impacto do congelamento, tendo em conta a especial natureza da carreira docente, enquanto carreira unicategorial.
Assim, a declaração de compromisso estabelece dois pressupostos fundamentais para a negociação:

1) a relevância do tempo, devendo ser construído um modelo assente em três variáveis – o tempo, o modo de recuperação e o calendário em que a mesma ocorrerá; e 2) a distribuição no tempo dos impactos orçamentais associados, num quadro de sustentabilidade e compatibilização dos recursos disponíveis face à situação financeira do país, com início da produção dos seus efeitos nesta legislatura e prevendo o seu final no termo da próxima.
O artigo 19.º da LOE 2018 1 reafirma ambos os pressupostos, remetendo a consideração do tempo para processo negocial com vista a definir o prazo e o modo para a sua concretização, tendo em conta a sustentabilidade e compatibilização com os recursos disponíveis.
Sobre a solução proposta
Assentando nestes pressupostos, a proposta apresentada pelo governo permite mitigar os efeitos do congelamento.
N as carreiras gerais, um módulo padrão de progressão corresponde a 10 pontos – que em regra são obtidos ao longo de 10 anos. Na carreira docente o módulo padrão é de 4 anos. Assim, os 7 anos de congelamento correspondem a 70% do módulo de uma carreira geral. De forma similar, 70% de 4 anos na carreira docente correspondem a 2 anos, 9 meses e 18 dias.

Lisboa, 7 de Setembro de 2018

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Reserva de recrutamento n.º 1

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa – 1ª Reserva de Recrutamento 2018/2019.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 10 de setembro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 11 de setembro de 2018 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

 

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Não há acordo…

 

Governo só vai reconhecer aos professores 30% do tempo de serviço congelado

A reunião de hoje acabou sem acordo e o ministro da Educação anunciou que o governo vai aprovar um decreto lei que só vai reconhecer dois anos, nove meses e 18 dias aos professores. Sindicatos prometem uma luta forte no arranque do ano letivo e dizem que a reunião foi deserta sem proposta do executivo.

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Na expectativa…

Expectante…

O que irá sair hoje da reunião entre Governo e sindicatos dos professores? Uma pergunta que assola o pensamento de dezenas de milhar de professores que, como eu, esperam que as negociações cheguem a bom porto e que o governo apresente mais do que na última proposta.

Será que as posições se vão aproximar? O governo considera que o congelamento foi de sete anos e propôs devolver 2 anos, 9 meses e 18 dias, 30% do tempo considerado. Os sindicatos falam e sempre falaram no tempo real de congelamento, 9 anos, 4 meses e 2 dias. Temos também a proposta que inclui a aposentação para quem o entender…

Nos Açores, já foram recuperados 2 anos 4 meses e 2 dias, o governo regional espera pelos desenvolvimentos no continente para avançar. Na Madeira os docentes vão ver todo o tempo recuperado.

É desta que o OE será lei para se cumprir?

 

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Concurso anual com vista ao suprimento das necessidades de contratação de pessoal docente, da Casa Pia de Lisboa, I.P., para o ano escolar de 2018/2019

Concurso anual com vista ao suprimento das necessidades de contratação de pessoal docente, da Casa Pia de Lisboa, I.P., para o ano escolar de 2018/2019

 

Informa-se que se encontra aberto, a partir de 5.ª feira (inclusive), 6 de setembro de 2018, pelo prazo de 5 dias úteis, concurso anual com vista ao suprimento das necessidades de contratação de pessoal docente, da Casa Pia de Lisboa, I.P., para o ano escolar de 2018/2019.

– Aviso n.º 12802-W/2018

Nota prévia: Informa-se que o formulário online se encontrará disponível 5.ª feira, 6 de setembro de 2018, até às 23 horas e 59 minutos, hora de Portugal Continental, do dia 12 de setembro de 2018.

– Formulário de Candidatura

 

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Opinião – Parentes pobres das escolas – Manuel Molinos

 

Uma escola não se faz de alunos e professores. Também não fica completa sem os pais. Mas enquanto todos não valorizarem devidamente a categoria dos assistentes técnicos, com a dignidade e o respeito que merecem, nunca teremos uma verdadeira comunidade educativa.

Os auxiliares têm sido, sistematicamente e ao longo dos anos, o parente pobre do sistema. São poucos, insuficientes, desempenham tarefas que garantem o funcionamento dos estabelecimentos de ensino e não têm os sindicatos a defendê-los da mesma forma que o fazem por outras classes profissionais.

Em contagem decrescente para o início do ano letivo, o Ministério da Educação contratou mais de 500 assistentes técnicos. Vão trabalhar menos de quatro horas diárias e vão receber 3,82 euros por hora.

Se já é grave, mau exemplo e imoral, o Estado contratar precários, como é possível garantir o normal funcionamento das escolas com medidas destas? Infelizmente, a escola não é um lugar seguro. É a própria UNICEF que o afirma. Metade dos alunos, em todo o mundo, passa por situações de violência nos estabelecimentos de ensino.

É, pois, com preocupação que os pais devem encarar o início de um novo ano. Já bastava o cenário de greves dos professores. Já chegava a confusão com os vouchers para os manuais e o atraso nos novos descontos dos passes. E esperemos, tal como a secretária de Estado adjunta e da Educação garantiu, que o ano letivo não arranque sem videovigilância em mais de mil escolas do Ensino Básico do 2.o e 3.o ciclos de todo o país. Mas também, se tal acontecer, não há problema. É que, segundo o Ministério de Educação, a situação não põe em causa a segurança das escolas uma vez que a monitorização de imagens só é feita após o encerramento dos estabelecimentos letivos. Traduzindo: no fim das aulas e com a escola fechada, os alunos nunca criam problemas. Ou melhor, se os criam já não é da responsabilidade da escola. Alguém que a assuma.

In JN

 

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Concurso aberto para professores para AEC – Póvoa de Varzim

 

Concurso aberto para professores para AEC
Nos dias 5, 6 e 7 de setembro encontra-se aberto o concurso para assegurar as Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) no concelho. Todas as candidaturas que tenham sido submetidas anteriormente ou posteriormente a estas datas não serão consideradas.

O Aviso da oferta de trabalho para ocupação de 26 postos no mapa de pessoal do Município da Póvoa de Varzim para assegurar as atividades de enriquecimento curricular ensino do inglês e atividade física e desportiva está publicado aqui.

Ref.ª 01/DECS/1º CEB/AECEI/2018 – 8 técnicos de Inglês (sendo um a preencher por pessoa com deficiência, com um grau de incapacidade igual ou superior a 60%).

Ref.ª 02/DECS/1º CEB/AEAFD/2018 – 18 técnicos da Atividade Física e Desportiva (sendo um a preencher por pessoa com deficiência, com um grau de incapacidade igual ou superior a 60%).

A efetiva contratação irá refletir as necessidades reais, em função dos recursos de Técnicos de cada Agrupamento, razão pela qual o número de Técnicos contratados poderá ser inferior ao atrás indicado.

Os técnicos vão ter como locais de trabalho as Escolas Básicas do 1º Ciclo da rede pública dos Agrupamentos de Escolas de Aver-o-Mar, Rates, Dr. Flávio Gonçalves e Cego do Maio do Município da Póvoa de Varzim.

 

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Onde estão as previsões orçamentais para a devolução dos “942”?

Nem se falou disso…

O reposicionamento dos docentes que integraram o quadro já vem previsto nas intenções do governo, assim como as terceira e quarta parte do faseamento da subida de escalão/índice remuneratório e um reforço para Assistentes Operacionais nas escolas de 10 milhões de euros, mas nada mais…

Será que amanhã haverá novidades, ou será mais uma reunião vazia e oca de intenções?

 

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Aumentos salariais em 2019?… Mais um jogo de palavras…

 

Os trabalhadores do Estado vão ter um aumento salarial de 3,1% no próximo ano, resultado do descongelamento das carreiras, diz o Governo. A medida vai custar 750 milhões de euros.

Este aumento é a remuneração dos 50%, restantes, das subidas de escalão. Não é nenhum aumento. É o pagamento do que é devido há muito e que ainda não foi pago por ter sido sujeito a “prestações” sem direito a juros.

A medida custará pouco em relação ao que foi sonegado, durante 9 anos, 4 meses e 2 dias aos professores e outros funcionários públicos para pagar a incompetência de governantes, banqueiros e outros que tal… e não devolve os 11,9% de perda de poder de compra que os funcionários públicos perderam desde 2010, não vamos mais atrás…

Este tipo de discurso tem como objetivo a clara ausência de intenções em aumentar os funcionários públicos, nada mais do que isso.

 

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Retificação do Decreto-Lei n.º 55/2018

Retificação do Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho, da Educação, que estabelece o currículo dos ensinos básico e secundário e os princípios orientadores da avaliação das aprendizagens, publicado no Diário da República, 1.ª série, n.º 129, de 6 de julho de 2018

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Permutas comigo? Professores têm até amanhã para trocar de escola

 

Mais um trabalho jornalístico baseado nas ferramentas do Blog DeAr Lindo…

 

Permutas comigo? Professores têm até amanhã para trocar de escola

Os contactos decorrem de modo informal nas redes sociais (só num blogue, já há 348 compatibilidades possíveis). Trocar entre concelhos é fácil, ir do Algarve para o norte nem por isso

Mas o encontro de vontades não é feito de modo oficial, uma vez que a plataforma da DGAE não serve apenas para formalizar a permuta. É antes informal, através das redes sociais ou do Blogue de ArLindo. “Com a Internet a permuta ficou facilitada”, admite a equipa do blogue à SÁBADO. E tem que se realizar em tempo recorde, porque os professores têm exactamente uma semana desde que conhecem as colocações (este ano foi na quinta-feira, 30 de Agosto).

 

 

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“Não há baixas fraudulentas.”

 

“Se provarem o contrário façam queixa à Ordem dos Médicos. Força, estou à espera”

Esta é a reação do bastonário da Ordem dos Médicos.

 

“Não há baixas fraudulentas.” Ordem dos Médicos recusa atestados falsos na Educação

“Uma coisa é dizer que o doente já não precisa de baixa, que a pessoa que foi visitado pela junta [médica] naquele momento já não precisa de baixa e pode ir trabalhar, outra coisa é dizer que existem baixas fraudulentas.”

“Não sabemos se as baixas são de curta ou longa duração, que tipo de baixas estamos a falar, se estamos a falar de doenças objetiváveis através de exames, como doenças oncológicas, por exemplo, ou de depressões.”

 

 

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A pressão no orçamento e as coincidências temporais…

 

Seria estranho, se não fosse reconhecido como uma estratégia, antiga, de “politiqueirisse”…

Já não é estranho o surgimento de noticias e relatórios defensores de uma certa posição perto de uma data decisora, aliás, tornou-se uma tradição. Este tipo de relatórios exercem um certo peso na opinião pública para  legitimar posições a tomar pelo poder. Não é só por cá que isto acontece, mas é esclarecedor das posições, das influências e objetivos de certos setores, no país e na Europa…

 

Bruxelas avisa que negociações com os professores “pressionam” OE

Relatório da Comissão Europeia pede continuação da consolidação orçamental em Portugal, referindo “pressão significativa” provocada pelo custo potencial das progressões e pelo alargamento da aplicação das 35 horas semanais no sector da saúde

“As modalidades precisas do descongelamento de algumas carreiras específicas (em particular a dos professores) estão ainda a ser negociadas e podem colocar uma pressão significativa em alta no custo total da medida de descongelamento [das carreiras]”

 

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Opinião – Anormalidades de um ano “normal” – Santana Castilho

 

Anormalidades de um ano “normal”

 

Tiago Brandão Rodrigues, em registo que já constituiu padrão, disse várias tolices a propósito do início do ano-lectivo, a saber: “estão criadas todas as condições para que o ano escolar possa começar a tempo; pudemos fazer algo que não acontecia até 2016. Em 2016, 2017, e acreditamos que também em 2018, começámos com normalidade e tranquilidade os anos-lectivos e em Setembro; há pouco tempo tivemos anos-lectivos que se iniciaram em Outubro e Novembro”.

Anos-lectivos a começarem em Novembro? Só quando o pequeno ministro era ainda mais pequeno e usava fraldas. Nunca há pouco tempo.

Vejamos, agora, detalhes de um ano-lectivo que para o ministro começa com normalidade e tranquilidade, mas que para o vulgar dos mortais arranca com uma pesada dúvida: os sindicatos ameaçam com uma paralisação de aulas logo em Outubro.

É pouco chamar obscena à colocação de professores a 30 de Agosto, por parte de um Governo que, ao invés de os proteger, os agride desumanamente. Porque é desumano, até ao último dia das férias, muitos professores não saberem se têm trabalho ou se têm que ir para a fila de um qualquer fundo de desemprego; porque é inumano, depois disso, dar-lhes 72 horas para arranjarem alojamento e escola para os filhos, algures a dezenas ou centenas de quilómetros de casa, como se não tivessem família nem vida pessoal. Esta forma com que o Governo tratou os seus professores esteve ao nível da insensibilidade patenteada por quem o representa, quando afirmou que a desgraça de Monchique foi a “excepção que confirmou a regra do sucesso”.

A coberto do Decreto-Lei de Execução Orçamental, o Governo cativou recentemente mais 420 milhões de euros de despesa pública, que se somam aos 1.086 inicialmente previstos. E sobre quem recaiu boa parte destas cativações adicionais? Sobre as despesas relativas aos estabelecimentos de ensino básico e secundário, onde a cativação quintuplicou, passando de 4,9 para 25,1 milhões de euros, e sobre os serviços auxiliares de ensino, onde a cativação triplicou, passando de 7,2 para 23,9 milhões de euros.

No início do ano-lectivo passado, o ministro prometeu contratar mais 500 auxiliares, particularmente destinados ao pré-escolar. No início deste, os directores pedem-lhe que cumpra, porque destes funcionários auxiliares nem a sombra se viu. Em resposta aos directores, veio o Ministério da Educação dizer que os auxiliares serão colocados através do Acordo de Cooperação com as Autarquias, tendo sido já comunicado aos municípios com quantos mais cada qual pode contar. Só que subsiste um pequeno problema: há um movimento, que se começa a generalizar, de rejeição da transferência de competências, feita, assim o dizem, à revelia dos autarcas. Das 17 câmaras que constituem a Área Metropolitana do Porto, 11 vão decliná-las (Porto, Vila Nova de Gaia, Vila do Conde, Trofa, Matosinhos, Valongo, Vale de Cambra, Santa Maria da Feira, Paredes, Espinho e Póvoa de Varzim). A estas câmaras, noticiou a comunicação social, juntar-se-ão Braga, Setúbal, Sesimbra, Boticas, Palmela, Évora, Mafra, Barreiro, Moita, Sobral de Monte Agraço, Oeiras, Montijo e Odivelas. Do mesmo passo, o ano inicia-se com a crónica situação de centenas de assistentes operacionais em falta nas escolas, porque estão com baixas médicas prolongadas e não foram substituídos.

Lembram-se da Iniciativa Legislativa de Cidadãos para a contagem de todo o tempo de serviço dos professores? Depois de reunir 20.839 assinaturas, foi admitida a debate como projecto-lei e recebeu o número PJL/944/XIII/3. Após a admissão, estranhamente, os proponentes foram notificados de que 3.555 assinaturas foram consideradas inválidas. Para corrigir a borrada pela qual são responsáveis, os serviços da AR, magnanimamente, concederam mais 90 dias, contados a partir de 8 de Agosto. Quando o prazo terminar a 9 de Novembro, o orçamento de Estado para 2019 estará decidido. Quem acredita no Pai Natal considera normal o estrangulamento da iniciativa na secretaria. Eu não! Parabéns aos parlamentares e aos partidos que foram poupados ao incómodo. Bela chapelada!

In “Público” de 5.9.18

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Audição escrita

 

Encontra-se disponível a aplicação que permite aos docentes efetuarem audição escrita em conformidade com o disposto no art.º 18 do Decreto-Lei n.º132/2012, de 27 de junho, na redação em vigor.

 

SIGRHE – Audição escrita

 

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Opinião – Tempo para fazer as malas – Inês Cardoso

 

Tempo para fazer as malas

Ensinamos aos nossos filhos que não se estuda apenas na véspera dos testes. O Ministério da Educação parece, ironicamente, um aluno que de repente olha para o calendário e tenta recuperar o tempo perdido, à procura de uma nota positiva. É assim no concurso de colocação de professores, divulgado em cima da data de apresentação nas escolas. Ou no concurso para as empresas que monitorizam os alarmes e a videovigilância nas escolas, lançado demasiado tarde e sem evitar o fim do contrato antes de outro estar assegurado.

Num tempo em que a tecnologia facilita os procedimentos, não se percebe a dificuldade de antecipar as colocações. Milhares de professores acabam por saber para que escola vão apenas nas vésperas de terem de se apresentar. E não adianta alegar que todos os anos a divulgação resvala para os últimos dias de agosto, o argumento óbvio quando nos acomodamos aos serviços mínimos e abdicamos de melhorar. Porque o dever de quem governa é precisamente corrigir o que se sabe estar, ano após ano, errado.

Respeitar os professores é dar-lhes, no mínimo, tempo para fazer as malas. Tempo para procurarem uma casa numa localidade desconhecida. Tempo para verem as creches ou escolas em que vão inscrever os filhos. E até para se adaptarem mentalmente ao local para onde vão, numa vida nómada que desgasta e mói.

Respeitar os professores é perceber o impacto que a instabilidade tem na motivação e no arranque das aulas. Porque começar um ano letivo não é apenas abrir portões e salas. E há maus hábitos instalados que vão de cima para baixo, de tal forma que muitas escolas também já consideram normal só divulgar o dia exato de início das aulas em cima do acontecimento. Numa cadeia sucessiva de desorganização, acabamos por ser todos alunos que só se lembram de estudar em cima do teste.

in JN

 

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Comunicado do Grupo de Docentes Lesados a 25 de Agosto

 

Comunicado à Imprensa do Grupo de Docentes Lesados a 25 de Agosto às recentes declarações da Sra. Secretária de Estado Adjunta e da Educação, Dra. Alexandra Leitão, relativas ao concurso de Mobilidade Interna de 2018.

 

Exmos Srs,

Na sequência da publicitação das listas de colocação do concurso de Mobilidade Interna para 2018/19 e das recentes declarações da Sra Secretária de Estado Adjunta e da Educação, Drª Alexandra Leitão, o Grupo de Docentes Lesados a 25 de Agosto, vem por este meio:
1) Regozijar-se pelo cumprimento por parte do Ministério da Educação da Lei nº17/2018, aprovada por todos os grupos parlamentares, excepto o PS e o PAN.
2) Realçar que o número de horários incompletos disponibilizados – 3000 – reflectem um acentuado decréscimo face a 2017, em que tinha em posse 6027 que não disponibilizou nesta fase do concurso.
3) E faz saber o seguinte:
a) em 2017, ano em que foram suprimidos os tais 6027 horários incompletos (muitos distribuídos posteriormente a docentes do quadro que não obtiveram colocação a 25 de Agosto) e em que o número de contratações deveria ter sido menor devido à integração extraordinária de 3500 docentes, o Ministério da Educação contratou mais 2911 professores ao longo do ano lectivo, comparativamente a 2016. Note-se que, no total, em 2017/18 foram contratados 23946 docentes, o número mais elevado dos últimos anos. Assim, não se compreendem as declarações da Sra. Secretária de Estado Adjunta e da Educação, Drª Alexandra Leitão, pois em momento algum se refere aos números supracitados.
b) na realidade, em 2017, o Ministério da Educação gastou bem mais do que estava orçamentado para despesas de pessoal em Educação, como pode ser comprovado pelos Dados da Execução Orçamental, e que revelam uma derrapagem de 9%. Deste modo, o aumento de custos anunciado agora – “Professores custam mais 60 milhões” – (manchete do Correio da Manhã na edição de 31/08), assim como a alegada poupança de 44M€ que serviu de base ao pedido de fiscalização interposto pelo Governo ao Tribunal Constitucional, devem ser entendidos como circunscritos e irrisórios nos custos finais.
c) as colocações obtidas no concurso de Mobilidade Interna de 2018, fruto da aplicação da Lei nº17/2018, permitiram efectivamente aos seus opositores uma significativa redução da distância casa-escola, criando condições para a estabilidade da função docente, objectivo expresso no preâmbulo do Decreto-Lei que regulamenta o concurso e que foi manifestamente desrespeitado em 2017.
d) não se compreende, mais uma vez, a declaração da Dra. Alexandra Leitão – “puderam de novo concorrer a horários incompletos” – quando se sabe que os opositores a este concurso manifestam preferências por escolas, agrupamentos, concelhos ou zonas pedagógicas e não por tipologia de horário.

Pelo Grupo de Docentes Lesados a 25 de Agosto

Anexo-2-Comparativo-da-Dist__ncia-no-trajeto-respostas-reais-via-fB (1)

 

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Primeira Reserva de Recrutamento é a 7 de setembro

Segundo o Ionline a primeira RR será esta semana…

 

Ministério vai colocar mais professores esta semana

Primeira reserva de recrutamento (concurso semanal) de colocação de professores está prevista para esta sexta-feira, adianta ao i a tutela. Vão ficar disponíveis todos os horários que ficaram por preencher durante o concurso anual.

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Atribuição da componente letiva

 

Encontra-se disponível a aplicação que permite às escolas procederem à atribuição da componente letiva.

 

SIGRHE – atribuição da componente letiva

 

 

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Sugestão de Leitura – Desafios matemáticos que te vão enlouquecer, de Inês Guimarães

 

Vamos aplicar o teorema de Pitágoras ao voleibol de praia?

Queres adivinhar o número do cartão de crédito do teu amigo com a ajuda da teoria de números? Descobrir o dia da semana de uma determinada data, ou a idade da vizinha através de um simples cálculo?

Queres ajudar a tua avô a fazer um bolo delicioso? Perceber finalmente o que significa o fator dos protetores solares?

E chegar à percentagem do amor? Ou resolver o dilema das bolas de gelado? Aprender a dividir uma limonada entre amigos? Pode vir a dar jeito…

Neste livro a youtuber Inês Guimarães, mais conhecida como MathGurl mostra-te como a matemática não é só para os cromos, nem fica fechada na escola. Esta ciência faz parte do teu dia a dia, pode ajudar-te a resolver valentes quebra-cabeças, a fazer um figurão entre amigos e familiares e, claro, é super divertida!

Tenta lá resolver estes 51 problemas sem enlouquecer!

LANÇAMENTO 14 SETEMBRO 21H30 FNAC MARSHOPPING

 

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Registo Criminal 2018/2019

 

Já está disponível a aplicação do Registo Criminal 2018/2019

 

 

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180 docentes fora da afetação na Madeira

 

 

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Homologação das Aprendizagens Essenciais

 

Despacho n.º 8476-A/2018

Homologa as Aprendizagens Essenciais das disciplinas dos cursos científico-humanísticos de Ciências e Tecnologias, Ciências Socioeconómicas, Línguas e Humanidades e Artes Visuais

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O SIGRHE já se encontra acessível…

Podem ir aceitando…

 

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Verbete definitivo, aceitação da Colocação e recurso hierárquico – contratação inicial

 

Encontra-se disponível a aplicação que permite ao candidato efetuar a aceitação da colocação da contratação inicial, das 10:00h do dia 31 de agosto até às 23:59h de Portugal continental do dia 3 de setembro de 2018.

Pode consultar o verbete definitivo do candidato a contratação inicial.

Caso pretenda interpor recurso hierárquico, a aplicação encontra-se disponível das 10:00h do dia 31 de agosto até às 18 horas de Portugal continental do dia 6 de setembro de 2018.

 

SIGRHE – verbete definitivo, aceitação de colocação e recurso hierárquico

 

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