Venho expressar a minha indignação e tristeza relativamente à forma como a Administração conduziu o processo de transição para a AGSE, mais concretamente no que respeita aos docentes que exerciam na DGAE funções, em regime de requisição, ao abrigo do ECD.
Houve um procedimento de mobilidade estatutária em 2025, em que a DGAE voltou a renovar as mobilidades para o ano escolar de 25/26. O procedimento teve lugar em Julho. Nessa altura, seguramente o MECI já tinha planeado a reconversão agora efetivada. Ainda assim firmou com os docentes o compromisso de uma mobilidade para um ano, impedindo que os mesmos fossem ao concurso de mobilidade interna para aproximação a residência.
Houve uma absoluta falta de informação relativamente aos trabalhadores desde a publicação do DL n.º 99/2025.
Fomos informados através de um e-mail, sem qualquer informação pessoal, da cessação da mobilidade estatutária e da obrigatoriedade de apresentação na escola no prazo de três dias úteis tendo de imediato sido retirados todos os perfis de acesso as plataformas que permitem desenvolver o trabalho.
Parece ainda mais um caso para ser verificado pela ACT
Com pedido de não identificação




48 comentários
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Acabou a mamadeira, colegas! Voltem para a sala de aulas, que é onde são precisos…
Eu sempre fui critico do excesso de professores nos diversos serviços do Ministério da Educação., mas nunca lhe chamaria mamadeira.
Achei estranha a recondução (ou aprovação) das mobilidades estatutárias para os diversos serviços do ministério, uma vez que ja se conhecia publicamente da reformulação (e extinçao) dos mesmos. Efetivamente os colegas que tiveram mobilidade aprovada, por um ano letivo, estão a ser discriminados, ou melhor, passados a ferro com tamanha injustiça. No mínimo, no presente ano letivo deverse-iam apresentar em escola da área da mobilidade autorizada.
É só professores, que estudaram para dar aulas, que não o querem fazer!!! Vergonha!
Vinde, vinde para as escolas que só vos faz bem. É DGAEs e outros serviços administrativos, é CPCJs, é Seguranças Sociais, é direções de agrupamentos e mil e um adjuntos… O que vocês querem sabemos bem. Vinde para a sala de aula partir pedra.
Malandros!
Pelo contrário.
Fiquem lá pela DGAE e não venham empestar as escolas.
Não os queremos cá a chatear.
Estou cheio de pena. Vou já acender uma velinha em honra desse pessoal, cuja mama acabou!
Agora já só faltam os srs e sras diretores/as…
De facto, azedo és com toda a certeza. Nojento haver professores (provavelmente de 5 categoria) como tu!
Mas qual mama? E por acaso os serviços do ministério não são necessários? Onde tu gostas de mamar sei eu… Oligofrénico.
Pelo teor do seu comentário, quer na forma quer no conteúdo, ficamos a saber a qualidade da sua formação.
Se é professor(a), o que duvido, tenho pena das crianças que lhe caiam nas mãos.
Se te apetece chorar, então chora… Mas chora com vontade!
Nem mais… deve ser daqueles que foram para professores porque não tinham alternativa. Uns frustrados toda a vida, há que ter algum dó.
Há pessoas invejosas e mentalmente perturbadas. Deve ser o seu caso.
A ACT apenas atua em contratos privados.
Tem razão. Houve má fé.
Houve gestão de recursos humanos, isso sim!
O lugar dos professores é na escola, é na sala de aula.
Deita-te fora, ó p! Chegano de m.
Quando precisar de ajuda para concorrer ou quando tiver alguma dúvida sobre os concursos ou sobre as áreas relacionadas com a carreira docente, lembre-se que os “Acabou a mamadeira” não estarão lá para o ajudar.
Um professor que não sabe concorrer, não deveria dar aulas. Quem não sabe o básico…
O básico é ter educação que me parece não ser o caso do senhor. E sim, existem professores que têm dúvidas em relação aos concursos. Mas parece-me que o senhor é um dos iluminados que não tem dúvidas. Ainda para si.
Se há legislação específica e até manuais para orientar os concursos e mesmo assim os professores não sabem concorrer, eh pá… São limitados, burros e analfabetos e devem ser exonerados por défice cognitivo.
Tu deves ser um génio da mila russa, ó chegano de m. Estás a precisar de uma lição à Charlie Kirk.
É só professores, que estudaram para dar aulas, que não o querem fazer!!! Vergonha!
Vinde, vinde para as escolas que só vos faz bem. É DGAEs e outros serviços administrativos, é CPCJs, é Seguranças Sociais, é direções de agrupamentos e mil e um adjuntos… O que vocês querem sabemos bem. Vinde para a sala de aula partir pedra.
Malandros!
Cale-se, seu energúmeno! Parece um disco riscado, sempre com o mesmo discurso.
Energúmeno foi quem te deu educação, quem te talhou essas orelhas asininas e, Lulu, se te apetece chorar, chora… Mas chora com vontade. Baba e ranho!
Acabou-se a MAMA toda!
Já tu devias ir para a rua, tal não deve ser a qualidade das tuas aulitas. Falta de caráter é o que te assiste, palermoide.
Tu gostas é de mamar na quinta pata do cavalo, ó azedo fdp.
Esse pessoal estava a chupar a mama… agora a teta secou….
Oupa labutar… o Trabalho enaltece o povilheu…
O único fascista bom é um fascista morto.
É impressionante, a inveja é ressabiamento que existe nesta classe!
Se estavam destacados é porque se lhes permitiu!
Nada é eterno, se fazem falta nas escolas e são professores, devem regressar às mesmas. Mas tal deve ser feito com respeito e consideração pelos profs envolvidos!
Este ME com aquela cara de palonço, é um déspotazinho, deve ser bom para o seu ego.., explique mas é o imbróglio das vagas de medicina da U do Porto…
O que estão a fazer aos colegas destacados não se deve fazer. Com 3 dias de antecedência, dizem lhes que vão para a escola, depois de terem assinado a requisição!!!
Se fosse eu metia lhes um processo. Há uma requisição assinada. E há expectativas criadas.
E em alguns casos nem já deve haver lugar na escola.
Não se faz! Tivessem acabado a requisição em Maio. Assim as pessoas já sabiam como orientar a sua vida.
Somos chutados em todo o lado. Na escola. Nós diversos organismos do MECi, etc, etc.
Chego à conclusão de que este país não merece ter professores.
Alarmantemenre lamentável e assustador o nível de linguagem e de caráter de alguns comentadores! É impossível serem professores. Porque caso sejam profs, então tenho que me render à atitude do ME que tão mal tem tratado estes profissionais, à cabeça o nível de míseros vencimentos atribuídos, tanto no início como no fim de carreira. A que nível se chegou!
É verdade que os governantes estão em adequada correspondência a este tipo de pequenez, dadas as abstrusas medidas que impõem.
Não posso deixar de registar o meu apreço pelos PROFESSORES verdadeiramente distintos e com um nivel discursiva e de pensamento correspondente à sua categoria..
A situação descrita sobre a cessação de mobilidades é verdadeiramente de regimes estranhos, nitidamente de falta de lideranças equilibradas.
Um bom docente domina todos os niveis linguisticos,…
Até podiam ter dado mais uns meses para estes professores terem um tempo confortável para os “desmame”, mas enquanto isso milhares de alunos estão sem professor!
Saiam do poleiro e vão ao auxílio dos alunos já! Afinal, não passamos o tempo a apregoar o superior interesse dos alunos?
Isto é muito simples e válido para o MECI ou qualquer instituição ou empresa: a partir do momento em que foi assinado contrato por um ano não é efetivamente legal alterar tudo a meio (ou no princípio) do caminho, ou tudo é uma perfeita bandalheira. Portanto, é óbvio que os professores destacados visados deveriam, no mínimo, ter direito a uma indemnização mesmo muito grande. Tudo o resto, a conversa da mama etc., é conversa fiada de gentinha sem princípios.
Já estavam a mamar e ainda quereriam mamar mais uma indeminização? Lá está, depois não querem que lhe chamem “mamadeira”!
Tu, no mínimo, és burro como uma porta, pá. E como é impossível debater com burros, embora espere que a vida te corra mal como obviamente mereces, e que depois não tenhas a enorme lata de te queixares, só tenho a dizer adeus. Fica mal.
Este gosta que o dinheiro dos seus impostos sirva para alimentar os inúteis MAMÕES das xafaricas que não servem para absolutamente nada!
Burro. Como uma porta. Não percebes nada de nada e reges-te por instintos primários negativos. Muito pior que os animais.
Tu queres é “TACHO”, mas a mama acabou! Estatutices, sindicalices e mamices do género acabaram, e muito bem, já ontem era tarde..
Os mamões fazem falta é na sala da aula (e longe dos cargos de liderança, já agora) – porque um mamão é mamão hoje e sê-lo-á sempre.
Eu? Tacho? Mama? Ena pá, ainda és mais burro do que imaginava possível! Lol. Encheram-te o neurónio com as palavras “tacho” e “mamões” e tu lá as vais repetindo como um papagaio zangado.
Já estás a fugir ao tema em análise “Mamadeira” e levá-lo para o domínio em que te sentes mais confortável “Burrice”, de modo que dou por encerrado o debate.
Dás por encerrado o debate porque és incapaz de debater. Simples.
Este mainada é um mamão de primeira categoria…. quer meter a boca a tudo que pinga….
Que bando de otários, custa a crer que sejam educadores… Não achas, ó top of the pops, que se fosse um “mamão”, palavra muito na moda, nem sequer professor seria? Vocês, para além de provocadores gratuitos, vivem numa espécie de realidade paralela e completamente delirante.
Deve ser daqueles lambe cus, sempre na Direção…
Uma coisa não ando a fazer, que tu certamente adoras: lamber o cu ao Andrezinho das moções.
Não devia, mas estou farto de rir com estas postas e respostas. A gente ri do mal.
Concordo que deviam ir para as escolas. Só estavam por lá para infernizar a vida, com projetos, questionários, “apoio” numas equipas de autonomia e flexibilidade, planos, embaixadores, etc. Era bullying o que faziam sobre as escolas.
Todos eles? Não, claro, havia quem tivesse trabalho útil para os colegas e para o sistema.
Mereciam este tratamento pelo ME? Não! Isto é desrespeito e desumanidade.
Mereciam este tratamento aqui no blogue? Nunca! Houve por aqui muito exagero linguístico.
Esta gente julgava que seus lugares eram garantidos à vida, uns até aproveitaram se das suas posições decisivas para vinganças pessoais agora sentem na pele o que infligiram a alguns docentes sob julgamentos erroneos e sem um pingo de compaixão para permitir lhes dar uma oportunidade. Lição : nada é garantido um pouco de humildade precisa-se. Tratem os outros como gostariam que vos tratassem.