Uma coisa é um Diretor apresentar o seu apoio, ou ser candidato a um órgão municipal, que não interfira na área do seu poder de influência, outra é esse apoio ou essa candidatura ser feita para o município onde gere o seu agrupamento.
E no caso de Famalicão não há qualquer dúvida que pode haver interferência de um cargo de gestão pública no apoio a um candidato do seu município.
Comissão Nacional de Eleições notifica Mário Passos e diretor do agrupamento de escolas de Joane




7 comentários
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Trampolins…
Não é caso único! E, só este caso é que chega a público???
Também é estranho…
Boa tarde! Ontem, em Braga, aproveitei uma pausa no trabalho para experimentar o spinogambino. Comecei a jogar sem grandes expectativas, só para espairecer um pouco. No início parecia que não ia correr bem, mas depois veio uma jogada surpreendente que recuperou todas as perdas. O que mais gostei foi a rapidez do jogo e como prende a atenção. É daqueles passatempos que se encaixam bem em momentos curtos, quando só queremos desligar a cabeça durante uns minutos.
Que novidade!
A maioria dos diretores é isso que faz! O cargo serve de trampolim para outros voos que começam logo a ser preparados!
No concelho do Agrupamento ou no do lado é igual! Em politica os compadrios são mais que muitos!… Vergonhoso!…
Ambição por poder
e cadê os outros?!
e cadê os outros?!
Que palhaçada de país!
As autarquias nomeiam os seus boys para diretores, de acordo com a legislação em vigor(…), e depois escandalizam-se que estes apoiem o presidente candidato!!!!
FARSAS!