Aprendizagens Essenciais de Cidadania e Desenvolvimento

Resolução do Conselho de Ministros n.º 127/2025, de 29 de agosto, aprovou a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (ENEC), enquanto referencial da componente curricular de Cidadania e Desenvolvimento.

No âmbito da revisão curricular em curso, conferiu-se à componente curricular de Educação para a Cidadania uma abordagem pedagógica mais clara, estruturada e alinhada com os princípios fundamentais democráticos, por forma a capacitar crianças e jovens para o exercício pleno da condição de cidadãos.

Paralelamente, e para sua valorização no currículo, foram elaboradas as Aprendizagens Essenciais (AE) de Cidadania e Desenvolvimento (componente curricular criada ao abrigo do Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho) que definem o que se considera essencial que todos os alunos desenvolvam até ao final de cada nível/ciclo de escolaridade. Este documento permite a mobilização e a complexificação gradual de conhecimentos, capacidades, atitudes e valores, acompanhando a intensificação e o alargamento das experiências de aprendizagem e as vivências dos alunos.

 

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10 comentários

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    • Alberto Santos on 2 de Setembro de 2025 at 13:50
    • Responder

    Mais grelhas, mais reuniões, … mudará o governo e lá vai tudo para a reciclagem. Enfim! Mais um risco na parede.

    1. E as editoras esfregam as manápulas. Sabem bem a quem dar o cabrito. Não, não é aos zecos.

    • Se os políticos se focassem no que importa outro galo cantaria on 2 de Setembro de 2025 at 13:50
    • Responder

    às 1:35 pm
    O início de cada ano letivo é um desafio monumental para qualquer professor, devido à intensidade, o peso é quase insuportável.

    Tal como um atirador de elite que se prepara meticulosamente para um único momento de precisão, também o professor precisa de uma concentração implacável e de uma capacidade de adaptação sobre-humana. A diferença é que a sua mira não se foca num alvo estático, mas sim numa sala cheia de alunos, cada um com as suas próprias necessidades, problemas e ritmos.

    A injustiça aqui é flagrante. Enquanto outras profissões de alto stress e risco, como as forças de segurança ou os bombeiros, são reconhecidas e valorizadas pelo desgaste físico e psicológico que causam, o ensino continua a ser visto como uma carreira segura e “convencional”. No entanto, o stress de um professor não é menor. Ele enfrenta diariamente o ruído, a pressão de resultados, a burocracia interminável, o choque de personalidades e a responsabilidade de moldar o futuro. Cada decisão, cada palavra, cada correção pode ter um impacto duradouro.

    O desgaste não é apenas mental, é físico. As longas horas de trabalho, muitas vezes sem interrupções, as noites a corrigir testes e a planear aulas, o esforço vocal e a tensão constante provocada por derivas políticas que eternizam o modelo de gestão autocrático e as constantes mudanças legislativas redundantes e eufemísticas levam a problemas de saúde que não são reconhecidos como doenças profissionais.

    A falta de reconhecimento desta realidade é uma falha grave do sistema, que ignora as evidências científicas e o testemunho de quem vive esta realidade todos os dias.

    É tempo de reconhecer que a profissão de professor, é uma profissão de risco e de desgaste rápido. A ausência deste reconhecimento não é apenas uma questão de dignidade profissional, mas sim de justiça social e de saúde pública.

    Se continuarmos a ignorar o stress e o desgaste dos professores, estaremos a comprometer a qualidade da educação e, por extensão, o futuro das nossas crianças e jovens!

    Estaremos também a sobrecarregar o sistema de saúde e a comprometer a humanidade que deve pautar o acto de ensinar e os procedimentos básicos de uma sociedade que se considere civilizada!

    E neste blogue não coloco a bibliografia porque não parece ser frequentado por gente que se interesse por leituras e não é um blogue apartidário e desinteresseiro!
    A referência ao galo tem a ver com a área geográfica dos promotores do blogue.

      • mirbr on 2 de Setembro de 2025 at 14:10
      • Responder

      Na mouche!

      • An on 2 de Setembro de 2025 at 20:34
      • Responder

      Ninguém quer saber dos professores. Essa é que é essa.
      Que se f*****.

  1. E as editoras esfregam as manápulas. Sabem bem a quem dar o cabrito. Não, não é aos zecos.

    • James Bond on 2 de Setembro de 2025 at 17:01
    • Responder

    CAMBADA DE RESSABIADOS DE DIREITA

      • An on 2 de Setembro de 2025 at 20:35
      • Responder

      Os de esquerda são mer da também.
      O sistema educativo está entregue à bicharada. Isto não vai melhorar. Coitados dos que lá estão e dos novos (os poucos bons) que são enganados a virem para isto.

    • Escola = fardo on 3 de Setembro de 2025 at 15:35
    • Responder

    Pela justiça no concurso de mobilidade interna. Chega de pouca vergonha e de colegas menos graduados a ficarem à frente de colegas com maior graduação:
    https://peticaopublica.com/mobile/pview.aspx?pi=PT127107

    • TOP on 4 de Setembro de 2025 at 11:11
    • Responder

    Eu nessa disciplina de Cidadania aproveito.para dar outros assuntos…
    Até calha bem!!!

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