… que já foram noticiados na comunicação social.
Tudo o resto para mais logo ou amanhã, por questões de ética, principalmente.
E não se esqueçam que o que surgiu é apenas uma proposta e que não se conhecendo as vagas será indiferente dizer que deviam concorrer os que tiverem mais de 5 anos de serviço ou de 10 anos.
Será irrelevante esta questão se as vagas não chegarem nem para os que tenham mais de 15 anos de serviço.
Uma coisa é certa, quantas mais vinculações existirem mais fácil será cumprir a meta de redução de contratados pelo MEC.




39 comentários
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Daqui a uns dias o esterismo daqueles que veêm isto como uma oportunidade dará,lugar a desilusão porque: ou as vagas serão poucas ou nenhumas; ou a malta do privado passa toda à frente e no fim equivale a injustiças gritantes… Mas são as lutas que temos e as ideias de alguns iluminados… Se queremos algo sério que se abram lugares reais e que se deixe efectivar quem tenha mais de 3 anos de serviço efectivo como qualquer empresa…. Mas isto daria muito pano para mangas…
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Leste bem os critérios?
3600 equivale a 10 anos.
Se não tiver 3600 pouco importa se tem 3 ou mais anos no público.
10 ANOS !!!
ERRATA: onde se lê público seria privado
A ser assim, será mais justo. Mas não deixo de ficar indignado quando vejo que em todos os outros organismos públicos a vinculação acontece ao fim de 3 anos.
Apurar as vagas “reais” também me parece ser dificil. Há horários ocupados por contratados quando na verdade voltarão mais tarde ou mais cedo aos seus “donos”. Adjuntos, Diretores…
Histeria e não esteria (problema de teclado intelecto no iPad)
Oh pá, Arlindo, no outro post, isto comeu-me um comentário! 🙁
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Libertei-os todos do spam.
João Leal, “histeria” em vez de esteria 🙂
E os critérios são os que qualquer pessoa de bom senso aceitaria na actual conjuntura. Se em tempo de vacas gordas não se efectivou quem tinha 3,5,7,10 ou 15 anos de serviço, vai ser em tempos de vacas escanzeladas?
Espero que não nos enganem com as vagas. Ou seja, que sejam reais e muitas.
Já se verificaram muitas reformas e, considero que até dezembro serão ainda mais. Portanto, se cruzarem todos esses fatores…
Arlindo,
segundo li um dos critérios é ter 3600 dias de serviço no ensino público. Será mesmo assim?
E quem tem algum tempo de serviço no particular que junto com o público até tem mais de 4000 dias??? É injusto ser tempo apenas do público. Onde está o principio da equidade???
eu receio isto: 300 vagas no total, por ex.
Vinculação extraordinária: abrem 200 .
0 201 lixa-se ( pela graduação pelo TS) porque para agradar a gregos e troianos, as 100 que restam vão para o concurso pela graduação tradicional.
O 201 terá de ir para a vinculação ordinária, naturalmente… Tem de acabar sempre em algum número, haverá sempre alguém que será o primeiro dos últimos.
Ist n me está a deixar entrar os comentários!!!! : 🙁 :
Eu receio isto:
300 vagas, por ex
para vinculação extraordinária, entram 200 pelo TS.
o 201, esse já se lixa porque vai para o concurso tradicional, porque vão deixar 100 vagas para agradar a gregos e a trioanos.
Obgd, Arlindo 🙂
Continuo com uma dúvida: os 3600 dias são contados até 31 de Agosto de 2012?
Desde já um obrigado ao Arlindo pelo seu excelente trabalho neste blog.
Concordo com a regra dos 3600 dias no público. Se este critério cai, e acredito que cairá, vai ser uma festa.
Acha que vai ser uma festa porquê???
Porque acha que vai ser uma festa???
Muitos professores que só se dedicaram ao ensino público seriam ultrapassados.
ok Daniel, é o seu ponto de vista …
E quanto à obrigatoriedade de concorreram a nível nacional, era previsível, alguém acha que o país está em condições admitir professores para logo a seguir ficaram com horário zero?
Acho que apenas olhar para os dias é um pouco “ligeiramente injusto”, na minha lista ordenada supondo por exemplo 200 vagas não vão ser os 200 mais graduados a entrar….
Outra questão que também é muito pertinente no meu grupo de recrutamento, contam a soma dos dias antes e após, só os após?
Por favor qualquer critério que exclua a lista graduada, independentemente do tempo de serviço, é injusto. Um candidato acabou a universidade com 15 valores e tem 9 anos e um qua acabou com 12 e tem 10 anos passa a frente e na lista graduada está muitos lugares acima!!!!!
Se calhar o que terminou com 15 licenciou-se numa privada, e o de 12, numa pública. Percebe, que nao se pode agradar a gregos a a troianos?? !!
Isso é bem verdade! E então porque razão o tempo de servço dessas duas pessoas (de 12 da pública e de 15 da privada) foi conseguido segundo a lógica da graduação e agora a efetivação vem de outra lógica diferente!? É que se tivessem sempre feito essa distinção o da pública já teria os 3600 dias e os da prvada não! Está a perceber porque não se pode agradar a Gregos e a Troianos!?
Dai existir a lista graduada, quer dizer andamos nós aqui a reclamar das OE por darem prioridade a quem já lá esteve em detrimento da lista graduada e agora já se concorda? Então? Ou isto é conforme dá jeito a cada um?
Lista graduada e concurso publico para tudo.
Tem toda a razão, mas isto é conforme dá mais jeito… a alguns claro!
Porquê 3600 dias? Foi algum número imposto pela Troika ou saiu no Euromilhões? No caso das outras funções todas não é três anos? Os professores são ET’s?
Considero absurda a obrigatoriedade de concorrer a todas as vagas! Onde está a liberdade de cada um??
isa, não precisa de concorrer ao concurso extraordinário. Se não quer concorrer a nível nacional, concorra só ao concurso ordinário que se realizará em Março. Aí já pode escolher para onde quer ir.
Colega Isa,
isto ainda é uma proposta. Penso que esta será negociável.
Seria pior se os 3600 dias pudessem ser no privado (e mesmo assim ainda não há certezas de nada…). Saliento que são obrigados a concorrer a TODAS as vagas. TODAS. E quem está no topo quer deslocar-se no mapa de Portugal?
Os ideais não podem ser aqueles que nos dão mais jeito na altura (e não quero com isto referir-me a ninguém). Isto é, no privado (empresas) três contratos seguidos dão direito a entrada no quadro. Assim, se é essa a vontade, que se faça como se deve e não com um número aleatório. 4,5,6,…10…20, porquê? Se, como muitos defendem, é igual porque não vão existir vagas para todos e serão estes os que vão entrar, então nada impede que se coloquem os tais 3 anos.
Sendo 3600 dias no público isso equivale a meia dúzia de pessoal e sobretudo em grupos que não terão vagas. Ou seja, o resultado prático será nulo.
O privado quer igualdade com o público. Por mim tudo bem. MAS, TODAS AS VAGAS DO PRIVADO ficam disponíveis a concurso PÚBLICO. Aí a música seria outra…
Como disse, o histerismo será passageiro e rapidamente, quando perceberem o presente envenenado, irão preferir que nada disto tivesse acontecido.
“Arlindovski” agora li o documento e fico com outra opinião. Não muito diferente, mas mais satisfeito. Porém, só depois de ler em DL que os 3600 dias são SÓ em escolas públicas e não há excepões para IEFP, Escolas com contratos de associação,… é que fico mais satisfeito. Completamente satisfeito, só se colocassem os tais 3 anos seguidos como nas empresas.
“jak” estava no iPad e depois de escrever este alterou o formato do que escrevi. Deve ler-se histerismo e não esterismo. Peço desculpa e obrigado pela correcção.
Este concurso extraordinário vem minado de injustiças. Há muitas pessoas que dão aulas há mais de 10 anos e que graças a horários de 20 horas não conseguem alcançar a meta dos 3600 dias de serviço. Depois a questão da graduação que será esquecida, é para mim uma brutalidade. Há colegas com média final de 12 que irão ultrapassar outros com médias de 15 ou mais. E não venham com a história da imoralidade das notas altas. Não podemos nivelar sempre por baixo. Há pessoas com melhor média que fizeram os cursos nas mesmas Universidades de outros colegas. Há algo chamado mérito caso todos se queiram esquecer. Há cursos que não são feitos em ESES ou privadas. Conheço várias pessoas que andam nisto há dez anos e mais, que nos últimos sete ou mesmo mais anos tiveram horário anual completo e que iram ficar de fora.
Tem toda a razão! Isto será só para agradar a alguns? Os sindicatos não deveriam permitir esta injustiça!
Obrigada pelo seu comentário. Não sendo opositora a este concurso, revejo-me nas suas observações; claras e objectivas. Parabéns.
Não estão em causa os meus interesses, pois não entro neste concurso. Não posso, no entanto, deixar de perguntar para que servem as listas de graduação? as que servem para colocar os professores em todos os concursos deixam agora de ter validade? alteram-se os critérios em nome de que? Para que agora o tempo de serviço? Em que ficamos? Porque não a lista de graduação, mesmo que seja para 2 ou 3 vagas? A graduação é o único critério justo, o mesmo que o MEC adopta para as colocações e que é aceite e reivindicado por todos os professores como válido.. Que ninguém se preste a servir interesses, sob pena de desacreditarmos toda a classe.