9 de Agosto de 2016 archive

ME proíbe TPC nas AEC

Sim, havia. Mas agora o ME tomou uma posição e bem tomada…

 

As entidades promotoras das Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), destinadas aos alunos do 1.º ciclo, devem evitar que estas sejam “um prolongamento de actividades formais de ensino” e garantir que tenham um carácter “eminentemente lúdico”, estipulou o Ministério da Educação num conjunto de normas que foram agora enviadas às escolas.

As AEC são de oferta obrigatória, embora a sua frequência seja facultativa, ou seja, os pais podem decidir se os filhos as realizam ou não. O ME já estabeleceu também que estas só poderão realizar-se após o termo das aulas, às 16h30, e não antes do seu início ou durante o período lectivo, como sucedia com frequência. Nas normas enviadas às escolas, o ministério frisa que estas actividades devem responder “às expectativas das crianças e da sua formação integral, aumentando o leque de experiências que cada um dos alunos vivencie”.

Deste modo, acrescenta, no momento de planificação das AEC as escolas devem, entre outras vertentes, “valorizar as expressões culturais locais”, “criar oportunidades para que os alunos possam escolher livremente entre diferentes actividades e projectos” e “privilegiar a metodologia de projecto com a intenção primordial de dar voz aos alunos, a fim de gerar aprendizagens significativas e uma visão global das situações”.

(clicar na imagem) in Público by Clara Viana

Aec

 

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Entrevista a José Verdasca sobre o PNPSE

(A sigla, parece a de um partido politico…)

De facto, este senhor, quer deixar a sua marca no panorama educativo nacional… Resta saber que tipo demarca vai deixar.

Os problemas do PNPSE já começaram, a falta de recursos humanos para o implementar é o que mais se destaca até agora, as infinitas reuniões que se fizeram e continuarão a fazer durante o ano letivo, não deixam ninguém agradado com o Programa…

Vai funcionar?

Vai, de certeza… Basta saber como o pôr a funcionar (com, ou sem os resultados pretendidos).

 

Fica a entrevista. in Público by Clara Viana 06/08/2016

Verdasca

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Fases do Concurso de Professores 2016/2017 e Previsões de Datas

Este artigo pretende compilar todas as fases do concurso de professores 2016/2017 bem com todos os prazos dessas mesmas fases.

O que se encontra a vermelho são datas anunciadas pela DGAE e que se prevê que sejam cumpridas.

Tudo isto consta no Aviso nº 3597-K/2016, de 16 de Março, com excepção das datas anunciadas pela DGAE neste calendário e actualizado aqui em 1 de Julho.

 

Candidatura ao concurso externo e à contratação inicial17 a 31 de Março

1ª Validação por parte das escolas1 a 7 de Abril 

Aperfeiçoamento da candidatura8 a 12 de Abril 

2ª Validação por parte das escolas 13 a 15 de Abril 

 

Publicação das Listas Provisórias3 de Maio

Reclamação – 4 a 10 de Maio

Desistências – 4 a 10 de Maio

 

listas definitivas de ordenação, de exclusão, de colocação e de candidatos não colocados no concurso externo – (30 de Junho)

Recurso hierárquico – 5 dias úteis após a publicação das listas definitivas (1 a 7 de Julho)

Aceitação da colocação do concurso externo – 5 dias úteis após a publicação das listas de colocações (1 a 7 de Julho)

Indicação pelas escolas dos docentes que dispõem de componente letiva – 1.ª Disponibilização (18 a 22 de Julho)

Indicação pelas escolas dos docentes que dispõem de componente letiva – 2.ª Disponibilização (1.ª quinzena de Agosto)

 

Candidatura à mobilidade interna – 5 dias úteis em data a divulgar após a colocação dos docentes no concurso externo (28 de Julho a 3 de Agosto)

Validação da Mobilidade Interna (4 a 9 de Agosto, a decorrer)

Manifestação de preferências à contratação inicial e Reserva de recrutamento – 5 dias úteis a divulgar após a colocação dos docentes no concurso externo (6 a 12 de Julho foi alargado até dia 13 de Julho)

Desistências totais ou parciais de candidatura à contratação inicial e reserva de recrutamento – (1ª quinzena de Agosto)

Publicitação de listas definitivas de ordenação, exclusão e colocação dos candidatos da mobilidade interna e da contratação inicial – (possivelmente nos dias 26, 29 ou 30 de Agosto – minha previsão)

Aceitação das colocações em MI e CI – 48 horas, correspondentes aos dois primeiros dias úteis após a publicação das listas de colocações

Apresentação – 72 horas após a respectiva colocação

Recurso Hierárquico – 5 dias úteis após a publicação das listas de colocações

 

Mobilidade por Doença 

Preenchimento e extracção do relatório médico da aplicação electrónica. (13 de Julho a 1 de Agosto)

Elaboração do pedido e upload do relatório médico. (1 a 5 de Agosto)

Validação e comprovação de dados do pedido. (8 a 12 de Agosto a decorrer)

 

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Escolas públicas perderam quatro vezes mais professores que as privadas

Não é nada que quem todos os dias caminha pelos corredores das escolas já não saiba. Mas a confirmação, pelos números, vem chamar a atenção para um problema que tem tendência a piorar. Isto vem trazer enfoque ao desinvestimento na Escola Pública, mas não só…

 

Ao longo da última década, um quarto dos professores que ensinavam nas escolas nacionais deixou a profissão. O facto não é uma novidade para quem acompanha o sector, mas o relatório sobre o Perfil do Docente publicado, no final do mês passado, pela Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) permite perceber que a saída dos docentes teve quatro vezes mais impacto nas escolas públicas do que nos colégios e que três quartos destas saídas aconteceram durante os anos de intervenção da troika.professoresNoActivo

De acordo com aquele relatório, cuja última actualização diz respeito ao ano lectivo 2014/2015, nos dez anos anteriores 42.165 docentes deixaram as escolas nacionais, o que representa mais de um quarto (27%) do total de efectivos que estavam ao serviço em 2004/2005. O número dos que saíram foi superior no 3.º ciclo e ensino secundário (menos 16.224 professores, ou seja, 40% do total das saídas), mas a tendência foi transversal aos diferentes níveis de ensino.

Quando se analisam os dados da DGEEC percebe-se, no entanto, que esta realidade afectou de forma particular as escolas públicas. Foi nos estabelecimentos de ensino da rede do Estado que se concentrou a quase totalidade dos abandonos dos docentes ao longo da última década (98%). Já os colégios privados perderam menos de mil profissionais em dez anos (920), o que significa uma quebra de 6,5% do total de efectivos. As escolas públicas perderam 25% dos professores, ou seja, tiveram quatro vezes mais saídas.

 

(clicar na imagem) in Público by Samuel Silva

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Aposta Para Hoje

… para 29 milhões.

 

euromilhoes 9 agosto

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Formadores Externos – Ponta Delgada, Açores

red

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