Já por aqui tinha referido alguns aspetos que as escolas e os professores devem deixar de fazer de forma sistemática. Muitas vezes são pedidos informações que já tinham sido pedidas em anos anteriores não havendo a preocupação de criar uma base de dados que armazene essas mesmas informações. Esta situação é mais evidente quando existem concursos de professores em que todos os anos é necessário voltar a preencher sempre os mesmos dados.
Também não ficava nada mal centralizar os processos individuais dos docentes na DGRHE, mesmo para evitar algumas mudanças de escalão um pouco estranhas e evitar as normais chatices que esses problemas acarretam.
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O primeiro passo, indicou, é a desburocratização para que a escola possa concentrar-se na função pedagógica.
O secretário de Estado avançou, a este respeito, que está feito o trabalho para as várias direções gerais deixarem de pedir às escolas individualmente o mesmo tipo de dados em vários momentos.
“Vai ser criada uma base de dados para que a recolha de dados ocorra de uma só vez, cabendo depois a cada direção geral ficar apenas na posse dos dados que precisa”, afirmou.
Já em 29 de Novembro recebi por mail a seguinte resposta a questões que coloquei sobre a pertinência de as escolas questionarem os docentes sobre as suas formações:
Relativamente ao que sugere, esta Direcção-Geral já está a preparar procedimentos nesse sentido, que, por não se encontrarem finalizados, justificou o pedido feito através de inquérito.
Com os melhores cumprimentos
Gabinete de Apoio à Avaliação


