Pelo sim, pelo não


Um balde?
Um balde AMARELO?
Para quê um BALDE AMARELO?
Daqui a pouco já explicamos para que serve um ou… MUITOS BALDES AMARELOS!…

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6 comentários

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    • Anónimo on 22 de Outubro de 2011 at 17:05
    • Responder

    Para minimizar os danos desta medida radical existe um caminho.

    O desmembramento da disciplina em duas, Trabalhos Manuais e Educação Visual. Em que T.M continuaria com par pedagógico e E.V com apenas 1 professor. Ambas com 90 minutos, ou seja 2 tempos lectivos cada (actualmente EVT tem 180min correspondente a 4 tempos lectivos com 2 professores em permanência).

    Com isto reduziríamos os danos (desemprego, impossibilidade de cumprir com a componente tecnológica) de 50% para 25% e ficaríamos em pé de igualdade com os currículos do resto da Europa, onde a componente tecnológica é dada por 2 professores.

    Se nunca tivessem acabado com os T.M e E.V, tal como existiam, nada disto se estaria a passar agora.

    • Anónimo on 22 de Outubro de 2011 at 17:12
    • Responder

    Devemos procurar consensos com o MEC. A proposta acima descrita pode ter aceitação. Temos de fazer propostas ajustadas aos tempos que vivemos.

  1. Podem ser encontradas muitas outras soluções.
    Uma delas também pode passar por integrar a educação artística no currículo do 1º ciclo com professores de EVT.

    • on 23 de Outubro de 2011 at 0:10
    • Responder

    Complicado…O programa, aliás, todo o currículo tem de ser reorganizado.
    O programa de EVT tb é demasiado extenso…não perdia nada se fosse houvesse o tal desmembramento de TM e EV. Mas se o objectivo é poupar dinheiro, tanto faz. Até a disciplina eles fazem desaparecer do currículo, se necessário. 🙁

    • Anónimo on 23 de Outubro de 2011 at 12:29
    • Responder

    Nos tempos que correm ou oferecemos uma proposta que inclua alguns cortes ou…….
    A proposta que acima escrevi pederá mesmo colocar-nos numa posição mais fundamentada no futuro, mais credível.
    A defesa da nossa disciplina passa sobretudo por defender os TM. Porquê???!!!! Porque a “arte não enche barriga” mas a técnologia sim. A produtividade a capacidade técnica/produtora. É ESTE DISCURSO QUE A REVISÃO CURRICULAR NÃO PODE CONTRARIAR E A QUE OS POLITICOS TEEM DE SE VERGAR.

    • Anónimo on 23 de Outubro de 2011 at 12:34
    • Responder

    Discursos de defesa da arte e da estética e outros floreados não teem acolhimento.
    Em tempo de crise nimgém compra flores. A não ser para fazer o funeral á disciplina se é isso que querem!!!!????

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