6 de Outubro de 2011 archive

DACL não colocados no grupo 110 na BR4

Está é a primeira listagem de DACL ainda não colocados no grupo 110 que se conhece. Como os docentes dos quadros não têm acesso à aplicação de forma a saber a ordem da sua não colocação deixo aqui está listagem.

São 412 docentes dos quadros no 1º ciclo ainda por colocar e quase de certeza que a totalidade destes docentes são dos distritos de Bragança e Vila Real.

Clicar na imagem para aceder ao documento em pdf.

 

 

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Já não há vergonha

Professor precisa-se, mas cigano

Ser cigano é um dos requisitos pedidos num dos anúncios disponíveis na Bolsa de Recrutamento de professores, disponível no site da Direcção-Geral de Recursos Humanos da Educação (DGRHE).

Já não há vergonha para o que se vai passando na contratação de escola. Abstenho-me de qualquer comentário a esta notícia, apenas trancrevo o que alguém deixou no Sol.

Ando à procura de emprego.

Não sou cigano, nem sou preto.

Não sou ucraniano, nem chinês, nem moldavo.

Sou português e sou licenciado.

Tenho alguma hipótese???!!!

Adenda: Para memória futura fica aqui disponibilizado o Print Screen da referida Oferta que afinal pede um mediador e não um professor.  Conhecendo minimamente a etnia cigana parece normal que esta oferta seja destinada a alguém de raça cigana e mesmo sendo de étnia cigana existem outros critérios que devem pesar na seleção deste candidato. Pela cultura deste povo este mediador não pode ter conflitos com os membros ou familiares do grupo em causa. Existem especificidades de ofertas que tendo em conta o panorama de desemprego que existe na classe docente podia muito bem ser colocado numa outra aplicação de concurso de forma a não se criar uma confusão desnecessária.

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UM ENORME SENHOR

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É um bailinho sim senhor

A nova sede do sindicato, que junta quase metade dos cerca de 7500 professores na Madeira, custou 3,8 milhões de euros.

Finaciados pelo Jardim ou custeados pela Fenprof?

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Escolas acusadas de viciar concursos

Escolas acusadas de viciar concursos

Concursos abertos pelas escolas para contratar directamente professores estão viciados, acusam docentes e sindicatos. Dezenas de casos suspeitos têm sido publicados em blogues de professores e enviados para a redacção do CM. E corre na internet uma petição/manifesto contra as contratações de escola que será entregue a Parlamento e Governo.

Os critérios de selecção, aprovados pelas escolas em conselho pedagógico, são colocados na plataforma do Ministério da Educação e Ciência quando é aberto concurso. O critério mais polémico é o da continuidade pedagógica, que privilegia docentes que leccionaram na escola em detrimento de outros com mais graduação profissional.

Outra forma de viciar concursos, acusam, é atribuir peso determinante ao factor entrevista ou elencar critérios demasiado específicos, que indiciam ser feitos à medida de alguém.

Penso que terá sido a primeira vez que a comunicação social deu destaque como título de notícia aos critérios “manhosos” usados pelas escolas para a contratação de professores. Não terá sido o Correio da Manhã o único jornal a receber as inúmeras queixas com a denúncia de casos concretos, tenho conhecimento que centenas de reclamações são enviadas para as escolas questionando os critérios escolhidos pelo Conselho Pedagógico com o pedido de dococumentação que confirmem a conivência daquele órgão na definição dos critérios e que os mails são enviados com conhecimento às estruturas do MEC, aos sindicatos e à comunicação social em alguns casos são também enviados ao Conselho Geral e Associação de Pais de cada uma das escolas em causa.

Manuel Pereira “Percebe que docentes mais graduados se sintam lesados, mas do ponto de vista da escola, é legítimo escolher um professor com provas dadas em vez de um que não conhecemos. É até possível que o outro fosse melhor, mas as escolas não têm espaço para arriscar.”

O MEC nada diz o que me leva a crer que o teste para a autonomia total das escolas na contratação dos professores está a ser feito.

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