O anúncio (quase oficial) do fim de EVT

Não deixa de ser curioso que em final de Outubro tudo isto faça parte ainda de um pensamento. Não se muda uma disciplina de um dia para o outro e é preciso muito mais do que um pensamento para fazer uma reformulação curricular com este alcance.

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9 comentários

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    • Fátima on 31 de Outubro de 2011 at 12:16
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    Eu já estava à espera disso.São todos iguais.Se o governo P.S. queria o fim do par pedagógico, estes iriam pensar na mesma coisa.
    Não haja ilusões. O fim de EVT vai mesmo acontecer.

    • Alcina Lisboa on 31 de Outubro de 2011 at 12:49
    • Responder

    O mais grave é q o Sr Ministro acha que só deve existir Port+Mat.
    Depois repetem-se os erros do passado recente: despreza-se o saber-fazer, a ligação ao mundo do trabalho, a valorização social do trabalho …….acaba-se com o ensino técnico e os resultados estão ai.
    As medidas a tomar têm que resultar da avaliação do que existe, da reflexão de outros paradigmas e de um projeto para o futuro.
    Precisamos de alunos q aprendam a pensar os problemas, projetem soluções e as realizem os projetos …….. e este trabalho de base tem que começar na escola, no 2º e 3º ciclo.
    Por isto e por muito mais é que EVT é tão importante: Os outros Países, mais ricos q o nosso, como a Suécia, Inglaterra, Finlândia (vejam os seus curriculos) sabem-no.
    Será que o Sr Ministro desconhece a realidade?
    ..

      • Resumindo on 31 de Outubro de 2011 at 13:47
      • Responder

      Acaba-se a EDUCAÇAO

    • Anónimo on 31 de Outubro de 2011 at 14:36
    • Responder

    A argumentação do par pedagógico só é válida quando associada á defesa do trabalho manual da disciplina. Por favor corrija-me se eu estiver errado!!! Esta é uma imprecisão lógica que não precisa de grande dissecação para percebermos que estamos a defender uma causa com meia razão…. É curto para derrubar o muro de uma maioria absoluta legitimada por uma urgência em cortar a direito para salvar o pais da ruína!!!! Defendamos o que é defensável. Temos toda a legitimidade na defesa do par em ET.

    • Anónimo on 31 de Outubro de 2011 at 15:08
    • Responder

    Alguém pode fazer uma recolha dos currículos dos principais países da EU para podermos fazer uma comparação com o nosso no que diz respeito a EVT? Seria interessante!!!!

    • Maria Cerqueira on 31 de Outubro de 2011 at 15:29
    • Responder

    Se o problema é ter 2 prof na mesma sala é facil de resolver: desdobre a turma Sr Ministro.
    Esta entrevista é pura demagogia q n consegue esconder o objetivo destas medidas: n renovar contratos e dispensar prof dos quadros

    • Joana Silva on 31 de Outubro de 2011 at 15:34
    • Responder

    Tem piada: um ministro preocupado com os 1858 prof do quadro com o horário zero.
    A preocupação é tanta que propõe q mais 10 000 prof se junte ao grupo com horário zero.
    O 2º ciclo ( sem ilusões todos os grupos) é o grande martir desta saga destruidora da escola no sec XXI.

    • JJLA professor de ET 3º ciclo on 1 de Novembro de 2011 at 12:47
    • Responder

    “Estamos a pensar é numa reforma curricular que permita ter as duas disciplinas em separado”. Se assim for, eu, aprovo. Isto, na minha modesta opinião, justifica-se. Aliás, vem tentar contrariar aquilo que o “par pedagógico”, talvez por comodidade, criou. Todos sabemos que a fusão da Educação Visual com os Trabalhos Oficinais / Manuais resultou numa subjugação da vertente tecnológica face a visual. No fundo, na esmagadora maioria dos pares pedagógicos leccionam unicamente Educação Visual. São gritantes as lacunas ao nível de competências tecnológicas com que os alunos chegam ao 3º ciclo. Penso ser consensual estarmos na era tecnológica. Assim sendo, não faz sentido pensar num sistema de ensino que não privilegie essa vertente. Acontece também, que para a nossa actividade merecer o devido reconhecimento é necessário sermos nós os primeiros a valorizá-la, e por isso, tal como costuma dizer Carlos Gomes, não podemos passar a vida a fazer “a capa”. Os Trabalhos Manuais ajudam-nos a transmitir técnicas, mas Educação Tecnológica vai para além disso. O mundo moderno precisa jovens criativos, de consciência crítica e autónomos. O ensino destas disciplinas pode e deve servir para levar os alunos a evoluir progressivamente no ensino pela descoberta. Acho imperioso fazer-se uma formação dos professores de Educação Tecnológica ao nível da componente científica. É uma vergonha os operadores fornecidos pelo ministério, em muitas das situações por esse país fora, estarem dentro das malas.

    • TAMBOR on 1 de Novembro de 2011 at 16:09
    • Responder

    De acordo JJLA. . É nesta base pragmática, que deve assentar Revisão Curricular no que respeita a EVT. Políticos e economistas tem vindo, nos últimos anos, a alertar para a falta de qualificação técnica dos portugueses e as consequências que dai advém para a economia. Esta é uma das razões mais apontadas para o enfraquecimento da competitividade das nossas empresas relativamente às da Europa de leste ou às potências económicas emergentes.

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