Novembro 2010 archive

E quem salva o FMI?

Nouriel Roubini, o economista que previu a actual crise financeira e económica global, coloca um cenário assustador numa entrevista à CNBC: o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a União Europeia (UE) estão a «salvar» os países insolventes. Mas isso é apenas «chutar» o problema para o patamar superior. E quando a crise chegar a esse nível, quem os salva a eles?

Não contem comigo, ok?

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A pluralidade mora ali

Com o aval dos seus associados?

Concerteza que o PCP consultou as suas bases. 😆

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Minuta Relatores

E quem não vir reduzida a sua componente lectiva ou não receber as horas extraordinárias já sabe onde se dirigir.

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Contratados/Desempregados

Mais informação clicando na imagem.

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Pré-Aviso de Greve dia 24

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Pré-aviso de greve em pdf 

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A "fila" das novas oportunidades

…está a chegar aos centros de novas oportunidades.

Na minha escola que tem um CNO foram chamados 1700 desempregados para a primeira reunião que está a ser realizada em várias sessões.

Mete dó olhar para esta nova realidade.

Junto ao portão da escola, nas pausas para um cigarrinho, deparo-me não com a correria das crianças a entrar na escola nem com os berros e gritarias da inocência de alguns, mas sim com o desânimo de quem está perto da aposentação e tem de regressar a uma escola que nada lhes diz.

Como Francisco Madelino alertou estas medidas mais não servem para: quem recusar a formação, perder o subsídio que está a receber

… e não leva o computador, digo eu.

Assim vai a cegueira do Socialismo quando não percebe que o RVCC não é um processo formativo e não pode cortar qualquer subsídio a quem não pretende ver validadas as suas competências.

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Organização do Tratado do Atlântico Norte

Da Wikipédia.

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN ou NATO[2]), por vezes chamada Aliança Atlântica, é uma organização internacional de colaboração militar estabelecida em 1949 em suporte do Tratado do Atlântico Norte assinado em Washington a 4 de Abril de 1949. Os seus nomes oficiais são North Atlantic Treaty Organization (NATO), em inglês, e Organisation du Traité de l’Atlantique Nord (OTAN), em francês. Em Portugal utiliza-se mais frequentemente a palavra NATO (sigla em inglês) por, paradoxalmente, se parecer mais com uma palavra portuguesa.[3] O seu secretário-geral é, desde 1 de Agosto de 2009, o dinamarquês Anders Fogh Rasmussen.[4]

Se queriam mesmo criar uma sigla parecida com uma palavra bem aportuguesada, eu sugeria TONA 😆

Com a falta de brilho de outros tempos:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=8P5m8af9vsg]

Mas esta aqui um que parece querer brilhar sempre:

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Cortes na Função Pública são PARA SEMPRE

Cortes na Função Pública são PARA SEMPRE

via Economia – Cortes na Função Pública são para sempre.

Teixeira dos Santos já o tinha esclarecido na apresentação do PEC III quando Sócrates se tinha atrapalhado com a situação.

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Resolução do Secretariado Nacional da FNE

A avaliação de desempenho deve ser corrigida, simplificada e devem iniciar-se os procedimentos de determinação de um novo modelo de avaliação para 2011/12.

O Secretariado Nacional da FNE, reunido em Lisboa em 17 de Novembro de 2010, e perante as informações de que dispõe sobre a forma como está a decorrer o processo de avaliação de desempenho de docentes, considera necessário eliminar orientações que ultimamente têm sido divulgadas e que se revelam desconformes a um processo de avaliação que seja justo e rigoroso.
Com efeito, é um erro afirmar que o processo de avaliação de desempenho está a decorrer com normalidade nas nossas escolas.
Nem está a funcionar normalmente e dificilmente seria possível que estivesse a decorrer normalmente, quando se está em presença da implementação generalizada de um processo complexo de avaliação que se dirige a um universo muito elevado de destinatários (todos os docentes), com procedimentos que só agora começam a ser instalados e que em muitos casos nunca foram testados ou experimentados. O que seria desejável é que o Ministério da Educação reconhecesse como naturais as dificuldades e que admitisse publicamente que o processo encontra dificuldades, em vez de continuar a pretender “esconder o lixo debaixo do tapete”.
Ao insistir numa lógica do “faz de conta que corre bem”, sem reconhecer os problemas, o Ministério da Educação só está a contribuir para a desacreditação do modelo e, o que é pior, do próprio princípio da avaliação de desempenho como factor de desenvolvimento profissional e de melhoria de práticas. Não é saudável para a preservação do envolvimento das pessoas nos processos de avaliação que se escondam as dificuldades e que se admitam todas as soluções, fazendo acreditar que o “vale tudo” pode ser solução credível e aceitável.
Não aceitamos que se brinque à avaliação ou que se brinque com a avaliação.
Um dos factores que a FNE sempre colocou como crítico no modelo de avaliação foi o da garantia de que os avaliadores tinham de ser reconhecidos como competentes pelos avaliados e portanto deterem competências específicas como avaliadores. Insistimos inúmeras vezes na exigência de que aos avaliadores fossem disponibilizadas formações que lhes permitissem exercer essas funções, com a totalidade das dimensões que o modelo integra, nomeadamente o da observação das aulas.
A tentativa de universalização do modelo está a conduzir à verificação de que em muitas escolas são professores em início de carreira que são chamados a avaliar docentes com mais experiência profissional; admite-se que um docente de uma qualquer disciplina possa avaliar um docente de uma qualquer outra disciplina. Ou seja, verifica-se que não existem condições para que o modelo se aplique com dignidade em todas as circunstâncias.
Impõe-se ainda assinalar a inconsistência e até mesmo a ilegalidade de orientações que têm estado a ser desmultiplicadas, nomeadamente na definição dos critérios relativos à consideração do tempo de trabalho dos relatores na respectiva componente lectiva, na atribuição de Relatores a docentes em avaliação e não recurso ao “empréstimo” de turmas para garantir a observação de aulas.
O Ministério da Educação tem de estar consciente de que, no modelo de organização das nossas escolas, não há professores com as condições mínimas para assegurarem a concretização da totalidade do modelo tal como ele está concebido.
Ignorar estas realidades é não estar à altura da responsabilidade de promover para os docentes portugueses um modelo de avaliação aplicável que seja justo e rigoroso.
A FNE quer contribuir para que se defina esse modelo de avaliação de desempenho e considera que estão reunidas as condições para que, por um lado, se conclua o processo de avaliação deste ano, com mecanismos simplificados para a sua operacionalização, de forma a respeitar-se a sua credibilidade, e que ao mesmo tempo se inicie, a partir de Janeiro de 2011, o processo de negociação de um novo modelo de avaliação, o que constitui um dos pontos do acordo celebrado entre a FNE e o ME em 8 de Janeiro passado.
Assim, a FNE vai solicitar uma reunião de urgência com a Ministra da Educação, para análise do desenvolvimento do processo de avaliação. Nessa reunião, a FNE quer
. apresentar propostas concretas de simplificação para a operacionalização da avaliação de desempenho, com correcção de algumas das medidas recentemente anunciadas e que nos parecem totalmente desajustadas e inadequadas, a serem adoptadas para o presente ano lectivo, e tendo em conta as dificuldades já identificadas;
. propor o estabelecimento de um Grupo Misto (FNE e ME) para acompanhamento das dificuldades novas que ainda vierem a ser identificadas, com a finalidade de apresentar à Ministra da Educação propostas de soluções adequadas;
. propor que se inicie em Janeiro de 2011 o processo de negociação das alterações a introduzir no modelo de avaliação de desempenho, a serem adoptadas no ciclo de avaliação de 2011/2013.
Lisboa, 17 de Novembro de 2011
O Secretariado Nacional

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Blogosfera – Edukare

Hilariante…

A propósito daquele preciosismo que discrimina positivamente -para efeitos de progressão na carreira- colegas anteriormente designados “titulares”, uma directora perguntou a um dos representantes do Ministério da Educação que esteve no Algarve:

– Afinal?!! Acabaram os titulares, ou não acabaram?
Ao que ele respondeu:
– Sabe? Esta lei tem uma mãe e um pai!
E a directora ripostou:
– Eu só conheço a mãe, não sou sindicalizada!
À saída alguns dirigentes sindicais entregavam panfletos. Notava-se a ausência do “pai” que a essa hora ainda deveria estar com as orelhas a arder.

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Cortes Salariais

Cortes salariais

Eduardo Dâmaso

Uma questão que se vai discutir por muito tempo neste País é a da constitucionalidade dos cortes salariais na função pública. Como Marcelo Rebelo de Sousa bem explicou na TVI, se os cortes forem pontuais e justificados pela crise não haverá problema.

Se eles vierem para ficar, contudo, a medida do Governo guina claramente para o terreno da inconstitucionalidade. Este debate levanta, aliás, outras questões. Se vier a concluir-se por uma espécie de relativismo constitucional nesta matéria (hoje em dia já tudo é possível…), então devemos começar a levar mais a sério o debate da criminalização do enriquecimento ilícito. Este crime, tal como foi adoptado em alguns países, é uma última arma contra o desmoronamento de uma sociedade em que se banalizou a corrupção, o ataque organizado ao erário público por verdadeiros gangs da alta finança, o tráfico de influências e a desagregação da economia e das contas públicas.

Portugal cabe cada vez mais neste retrato e se a crise abre espaço a medidas penalizadoras de direitos constitucionalmente consagrados, como as que o Governo tem tomado, também deve justificar o recurso a armas mais fortes contra a penúria em que vivemos. A constituição não há-de proibir um instrumento de tamanha eficácia para melhorar os nossos dias…

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Secreto, mas nem tanto

Director das secretas bate com a porta

O Director do Serviço de Informações Estratégicos de Defesa (SIED), Jorge Silva Carvalho, demitiu-se. A decisão está relacionada com os cortes orçamentais do SIED. 

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Mais de 200 escolas vão fechar no final deste ano lectivo

As últimas primárias com menos de 21 alunos – pelo menos 200 – desaparecerão do mapa no final do ano lectivo. Os agrupamentos horizontais (constituídos apenas por escolas do mesmo nível de ensino) também são para extinguir, com as escolas que os integram a ser redistribuídas.

A decisão consta da portaria 1181/2010, publicada ontem em Diário da República, que vem regulamentar o processo de “reorganização da rede” lançado em Junho com a resolução 44/2010 do Conselho de Ministros.

Em relação às primárias, trata-se de chegar ao número – 900 – avançado em Junho pela ministra da Educação, Isabel Alçada.

Antes do arranque deste ano lectivo, após bastante contestação da parte de municípios, sindicatos e associações de pais, o ministério acabou por reduzir as estimativas iniciais para 701 escolas. E mesmo nessa lista houve estabelecimentos autorizados a funcionar a título transitório. Em 2011, porém, já não deverá haver excepções.

O verão de 2011 promete ser intenso se ainda existir governo é claro. E mesmo que não exista …

… já está tudo decidido.

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Olé!

Fala-se castelhano em centros educativos privatizados

“Na Madeira e em Vila do Conde fala-se quase exclusivamente em castelhano nos centros educativos”. A denúncia foi feita pela deputada do PSD Teresa Morais na audição com a equipa do Ministério da Justiça.

O secretário de Estado João Correia garantiu que nesses centros há técnicos a falar Português, mas admitiu que a gestão foi entregue a espanhóis. E justificou: “Houve um concurso público internacional e ganharam empresas espanholas. Tudo foi claro e transparente”.

Mas deviam conhecer o luxo do Centro Educativo de Santa Clara em Vila do Conde inaugurado no dia 30 de Outubro.

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