Por vezes dá-me curiosidade de perceber qual o público que vem a este blog, tenho consciência que a sua grande maioria são professores contratados, contudo resolvi fazer esta sondagem para perceber claramente quem por aqui passa. Assim pedia a vossa colaboração para o preenchimento das seguintes sondagens.
As Próximas 4 sondagens destinam-se apenas a docentes dos quadros.
Pertenço a lugar de quadro do grupo…
As Próximas sondagens destinam-se apenas a docentes contratados.
As próximas perguntas têm resposta múltipla e podem colocar os grupos para os quais possuem habilitação profissional estando a trabalhar ou não nesse grupo de recutamento.
Por não ser possível utilizar todos os grupos de recrutamento numa única sondagem dividi em duas colocando os grupos da Educação Especial em ambas. Se têm habilitação profissional para o ensino especial e mais um grupo de recrutamento coloquem a habilitação da Educação Especial apenas na sondagem do vosso grupo.
Esta é a última sondagem para verificar a vossa situação profissional neste momento.
INTERPRETAÇÃO: VELVET CAROCHINHA (GRUPO VOCAL DA ESCOLA BÁSICA 2/3 DA MAIA)
SOLISTA: CÁTIA PONTE
LETRA: JOANA COSTA & PEDRO TEIXEIRA (adaptação)
DIREÇÃO MUSICAL / PRODUÇÃO: PEDRO TEIXEIRA
MAIO DE 2012
—–PROJETO ESCOLAR SEM QUALQUER INTENÇÃO COMERCIAL—–
“Este Blog destina-se a todos os meus alunos, colegas e amigos.
Também pretendo que sirva de apoio às aulas de Educação Musical,
alargando os conhecimentos musicais e
levando os alunos a inteargir com a professora.”
Validação da Candidatura – 30 de abril a 7 de maio de 2012 (5 dias) Aperfeiçoamento da Candidatura – 8 a 10 de maio de 2012 (3 dias) Validação do Aperfeiçoamento – 11 a 14 de maio de 2012 (2 dias)
…foi publicada em Despacho n.º 5634-F/2012 que vem em contra-ciclo com os princípios organizacionais educativos dos países mais desenvolvidos.
Levará décadas para se emendar as asneiras megalómanas que começaram a ser implementadas no governo anterior e que terão a sua conclusão em 31 de Agosto de 2013 com o encerramento de processo de agregações. Tenho muitas dúvidas que as vantagens financeiras compensem o prejuízo que será feito à organização das escolas, à identidade de cada um dos agrupamentos e às relações entre todos os intervenientes das novas unidades organizacionais.
Falta saber quem pagará, se é que alguém pagará, pelos erros cometidos com estas mega-asneiras.
Há consenso entre autarquia, agrupamentos e juntas de freguesias. Proposta será entregue na DREC depois de reunido o Conselho Municipal de Educação
São cinco as escolas que encerrarão em Coimbra no próximo ano lectivo. Pelo menos, é esta a proposta que a Câmara Municipal de Coimbra entregará na Direcção Regional de Educação do Centro (DREC), tendo o número sido definido depois de reuniões tidas entre a autarquia, directores de agrupamentos de escolas e ainda os presidentes de junta de freguesias das 12 escolas do concelho com menos de 20 alunos no início deste ano lectivo.
Se for a primeira vez que concorrem e não têm tempo de serviço além desta declaração têm de enviar cópia do BI e Certificado de Habilitações.
Se a entidade de validação for a DGRHE os documentos têm de ser enviados pela aplicação em formato pdf, inclusivé a declaração de oposição ao concurso, antes da submissão da candidatura.
Confirmem no aviso de abertura “VIII — Documentos a apresentar” se todos os documentos já estão na escola de validação sob pena de exclusão das listas provisórias e de não admissão no caso de não entregarem a declaração de oposição ao concurso. Existem documentos específicos a entregar conforme for a situação do candidato.
Se alguém não entregou a declaração de oposição ao concurso e a escola de validação se encontra distante podem fazê-lo por correio registado até ao final do dia de hoje.
INTERPRETAÇÃO: VELVET CAROCHINHA (GRUPO VOCAL DA ESCOLA BÁSICA 2/3 DA MAIA)
LETRA: JOANA COSTA & PEDRO TEIXEIRA (adaptação)
DIREÇÃO MUSICAL / PRODUÇÃO: PEDRO TEIXEIRA
MAIO DE 2012
—–PROJETO ESCOLAR SEM QUALQUER INTENÇÃO COMERCIAL—–
As siglas EVT aparecem em 28 ocorrências no documento síntese que o MEC elaborou dos pareceres que recebeu para a revisão da estrutura curricular.
Esta é uma primeira análise em bruto as ocorrências mais importantes da sigla EVT. Alguns pareceres utilizam o nome completo da disciplina e ainda não cheguei a essa fase, embora tenha colocado nesta primeira análise a posição da ANDE e da ANAPET.
1. Conjunto das propostas/sugestões constantes dos contributos provenientes de Conselhos Pedagógicos, Conselhos Gerais, Direções Escolas/Agrupamentos de Escolas, bem como de Colégios Particulares
Na impossibilidade de manter a disciplina de EVT no modelo de funcionamento atual, lecionação de EV e ET em sistema de desdobramento de turma. Assim, a turma deveria repartir-se entre EV e ET em dois blocos de 90 min por semana.
No próximo ano letivo, no 6.º ano, manutenção da disciplina de EVT com a carga horária atual e com dois docentes. Assim, o novo desenho curricular só se aplicará aos alunos em início de ciclo. Atribuição, na disciplina de Educação Visual, nos 5.º e 6.º anos, de uma carga letiva de 90 + 45 min semanais.
2. Conjunto das propostas/sugestões constantes dos contributos provenientes das várias Associações, Sociedades Científicas, bem como Instituições de Ensino Superior
Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE) – Proposta de que a responsabilidade pela organização, em monodocência, da Educação Visual e da Educação Tecnológica, bem como a organização dos apoios ao estudo sejam entregues aos Agrupamentos de Escolas.
Conselho de Escolas – Proposta de manutenção da disciplina de ETV no 2.º ciclo.
Escolas dos Salesianos em Portugal – Não consideram necessária a divisão de EVT em 3 disciplinas.
Federação Regional de Lisboa das Associações de Pais – Manutenção da disciplina de EVT e do par pedagógico
3. Conjunto das propostas/sugestões constantes dos contributos provenientes das várias Associações de Professores, Associações Sindicais e Organizações Políticas
Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual (APECV) – A substituição da disciplina de EVT por duas disciplinas e a criação de uma terceira (TIC) aumenta a dispersão em vez de a reduzir.
Associação Nacional de Professores de Educação Técnica e Tecnológica (ANAPET) – Proposta de manutenção da disciplina de Educação Visual e Tecnológica, enquanto unidade curricular autónoma
Associação Nacional de Professores de Educação Visual e Tecnológica (APEVT) – Defende a manutenção da disciplina de EVT no 2.• ciclo do ensino básico, com o atual regime de docência, pois promove a integração disciplinar, um modelo de sucesso e de melhoria da qualidade do ensino e das aprendizagens.
FNE – Não entende as vantagens da desagregação da disciplina de Educação Visual e Tecnológica em duas disciplinas, considerando mais vantajosa a manutenção do regime anterior/ pelas potencialidades que cria o trabalho de equipa nesta disciplina. Não é possível-por razões de segurança, de prática letiVa, por razões pedagógico-disciplinares, de rentabilidade e aquisição de competências, que as disciplinas de EVT/ET/EV sejam lecionadas por um só professor e com a turma inteira, assim como numa aula experimental de Físico-Química ou Ciências da Natureza;
FENPROF – A substituição de EVT por duas disciplinas, das quais se desconhecem os programas e que aumentam a dispersão curricular. Manifesta a sua clara oposição à eliminação da disciplina de EVT e do seu funcionamento em par pedagógico.
Organização Nacional de Estudantes Socialistas do Ensino Básico e Secundário (ONESEBS) – Tendo em conta que os empregos do futuro terão incontornavelmente uma componente tecnológica muito mais avançada, a JS considera que a proposta de eliminar a disciplina de EVT, criando três disciplinas separadas, assim como de eliminação de ET e de TIC no 9.º ano, irá resultar na perda de competências tecnológicas dos estudantes.
FENEI/SINDEP – Deve ser assegurada a manutenção da disciplina de EVT, justificando-se esta, por um lado, pela vantagem de não aumentar o número de disciplinas do 2.2 cicloe por outro, em termos pedagógicos por permitir a integração dos conceitos das artes e tecnologias
4. Conjunto das propostas/sugestões constantes dos contributos provenientes de professores, encarregados de educação e cidadãos a título individual
Manutenção da disciplina de EVT no 2.º ciclo, tendo em conta que as orientações programáticas existentes já contemplam os conteúdos de Educação Visual, de Educação Tecnológica e de TIC. Manutenção do regime de funcionamento atual, com um par pedagógico, tendo em conta as questões de segurança e de acompanhamento individual dos alunos.
Um documento muito interessante para analisar e perceber se os 1600 contributos vieram pedir o fim da EVT e da ET do currículo nacional.
O documento apresenta-se em imagem inserida em pdf e neste momento estou a passar o documento para word de forma a permitir a pesquisa no documento.
Um documento para analisar nos próximos dias.
Clicar na imagem para aceder ao documento em pdf que ocupa 8,3 MB.
Quadro com todos os horários pedidos por grupo de recrutamento, Desenvolvimento de Projetos e Técnicos Especializados até ao dia 30 de Abril de 2012 distribuídos pelo nº de horas em concurso.
No final das contratações de escola e antes do período de manifestação de preferências irei fazer uma longa tabela com a distribuição das contratações de escola por QZP e Concelhos.
INTERPRETAÇÃO: VELVET CAROCHINHA (GRUPO VOCAL DA ESCOLA BÁSICA 2/3 DA MAIA)
SOLISTAS: CRISTIANO VICENTE & NICOLE FERREIRA
LETRA: (original José Barata Moura) JOANA COSTA & PEDRO TEIXEIRA (adaptação)
DIREÇÃO MUSICAL / PRODUÇÃO: PEDRO TEIXEIRA
MAIO DE 2012
—–PROJETO ESCOLAR SEM QUALQUER INTENÇÃO COMERCIAL—–
Isto irá. Daqui a uma semana é 1º de maio. Ser-te-á prestada homenagem, quando já estivermos mais repostos. Os teus amigos farão outra coisa: festejarão o teu aniversário.
INTERPRETAÇÃO: VELVET CAROCHINHA (GRUPO VOCAL DA ESCOLA BÁSICA 2/3 DA MAIA)
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: HELFIMED (www.helfimed.com)
LETRA: (original José Barata Moura) JOANA COSTA & PEDRO TEIXEIRA (adaptação)
GUITARRA: TIAGO MATIAS
DIREÇÃO MUSICAL / PRODUÇÃO: PEDRO TEIXEIRA
MAIO DE 2012
—–PROJETO ESCOLAR SEM QUALQUER INTENÇÃO COMERCIAL—–
A única novidade relativamente aos meses anteriores é que o grupo 620 – Educação Física teve mais horários em concurso que o grupo 100 – Educação Pré-escolar.
Nos próximos dias acrescento os horários de Abril aos restantes para fazer um novo balanço antes do último mês das contratações de escola do ano 2011/2012.
Antes da saída das listas da BR 26 e no grupo 100, Pré-Escolar, a escola é avisada que vai ser colocada uma colega que para espanto de todos, verifica-se que a colega já está aposentada. Foi colocada a situação da respectiva professora/educadora por via telefónica à DGRHE e depois por escrito. Até agora nenhuma resposta. Mesmo assim, saiu a lista BR 26 com a professora incluída.
Pouco depois toca o telefone doutra colega que também está em DACL e é dessa escola onde foi colocada a educadora aposentada. Pergunta o porquê desta situação já que a colega apesar de aposentada tinha o número de ordem de colocação superior ao seu. A escola não sabe e diz-lhe que já expôs o caso mas ainda está à espera da resposta.
A Educadora telefona à DGRHE e também lhe dizem para expor a situação por mail. Por telefone ninguém assume os erros. Não se consegue chegar a quem fez ou programou as colocações. É sempre alguém que não está em linha e para isso dão o mail a quem reclama.
Contatou-se com a escola onde a professora aposentada foi colocada para lhe expor o caso e eles logo disseram que na BR anterior também tinham colocado uma educadora que se ia aposentar e agora com a colocação desta já aposentada significa que os alunos vão continuar a ser prejudicados. Isto é uma situação conhecida pelo próprio que a escreve.
Quantas situações e quantos erros neste processo que ninguém assume. Quantos Professores / Educadores serão prejudicados com situações idênticas que ninguém sabe.
Com a vida dos professores/educadores muita gente brinca ..quando acabará?
Nota: Em jeito irónico pode-se afirmar que a oferta de emprego na educação é tanta que são obrigados a chamar os reformados, e esta hein??
SÍNTESE DO ENCONTRO PROFESSORES DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA
21/04/12 – MATOSINHOS
Em conjunto, estivemos 90 professores e representantes das ANAPET (Armando Almeida e Carlos Pinto), da APEVT (Paulo Fernandes) e da FENPROF (Mário Nogueira). Procuramos formas de luta para evitar que a disciplina de ET deixe de constar como obrigatória no currículo. De forma unânime decidimos:
– Enviar uma carta aberta (onde se explica a importância da nossa disciplina no curriculo) subscrita pelos presentes e por personalidades notáveis e entidades representativas que falta dar a assinar.
– Continuar a usar o grupo PROF_ET_Portugal, para promover e facilitar a comunicação entre TODOS os professores de ET; para passar a pertencer a este grupo deve enviar email para [email protected]
– Fazermo-nos representar, pela ANAPET e pela APEVT no dia 3 de maio, na “Tribuna Pública“ promovida pela FENPROF, à porta do MEC.
– Realizar uma concentração simultânea em frente às DREs (DREN, DREC, DRELVT e DREALG) no dia 4 de maio (6ª feira) pelas 17.30h, em que os representantes da ANAPET entregarão um texto (a defender a nossa causa) aos respetivos Diretores Regionais; os professores de ET apresentar-se-ão “de luto”, com cartazes e com adereços “vistosos” com muita imaginação e originalidade!
– Participar no dia 12 de maio (sábado), no Encontro Nacional promovido pela ANAPET (há possibilidade de solicitar transporte para Lisboa), juntando-nos antes de forma a realizar uma marcha de forma “vistosa” até ao local de realização.
O MEC criou o problema, unidos encontraremos a solução! Vamos mostrar que temos força e que vale a pena LUTAR!
fica aqui disponível a pergunta da semana a enviar ao Professor Marcelo que a poderão fazer para o seguinte e-mail [email protected] e com o seguinte assunto: Caducidade de Contrato
O objetivo desta questão não é ter uma resposta cabal no próximo domingo em que seja dito que o MEC tem de pagar esta caducidade mas manter acessa a discussão deste direito num órgão de comunicação social que como sabemos é ouvido por muita gente, também é muito provável que o Professor Marcelo questione o Ministro sobre a resposta do MEC ao Provedor de Justiça e que ao mesmo tempo possa dar alguma pista em quando será paga essa caducidade de contrato.
Seria importante que também fosse anexada alguma ou algumas das decisões dos tribunais que condenam o MEC ao pagamento da caducidade de contrato
Caro Professor Marcelo, conforme tem vindo a ser noticiado, existem pelo menos 9 decisões judiciais no sentido de o MEC regularizar o valor que se recusa a pagar aos professores contratados, relativo à Indemnização por Caducidade de Contrato. Adicionalmente, existe uma forte recomendação do Provedor da Justiça para que o MEC pague os valores, à qual nem sequer se conhece a existência de uma resposta.
Fará sentido continuar a ocupar recursos com os tribunais com algo que o MEC sabe que terá que pagar? Faz sentido termos um Estado que se recusa a pagar um valor de lei aos professores que, além de serem precários, são ainda desrespeitados nos seus direitos? Faz sentido obrigar professores desempregados, em situação precária, a pagar os custos de um processo em tribunal para que veja reconhecido o que é seu, por lei?
Ficam também aqui disponíveis alguns dos documentos em referência no e-mail a enviar ao Professor Marcelo caso queiram anexar.
Circular Nº B11075804B da DGRHE de 08-06-2011, onde informa que os contratos a termo celebrados com vista à satisfação de necessidades docentes transitórias não são objecto de compensação por caducidade de contrato
Recomendação nº 8/A/2011 do Provedor de Justiça para alteração do entendimento divulgado na Circular nº B11075804B, de 08/06/201, no sentido de que o direito à compensação, a que se referem os artigos 252º, nº 3 e 253º, nº 4 do RCTFP, se verifica sempre que a caducidade do contrato a termo não decorra da vontade do trabalhador e este não obtenha uma nova colocação que lhe assegure a manutenção de uma relação jurídica de emprego público; e, em consequência, que promova a revisão das decisões que, com os fundamentos constantes daquela circular, recusaram o pagamento da compensação aos docentes cujos contratos caducaram sem que lograssem obter nova colocação.
Nota: Se me chegarem as decisões favoráveis das várias sentenças coloco-as neste post para poderem ser anexadas.
Tendo em conta que o novo diploma de concursos já prevê regras próprias para mobilidade dos docentes e a intenção do governo é centrar-se nos funcionários públicos menos qualificados e naqueles que estejam ou sejam colocados no regime de mobilidade especial este diploma não irá afetar nenhum docente, pelo menos nos tempos mais próximos.
Se bem que possa parecer estranho que a remuneração base a considerar para o cálculo da compensação não possa ser superior a 20 vezes o salário mínimo (485 euros), ou seja 9700 euros. Haverá assim tantos trabalhadores não qualificados a ganhar cerca de 10000 euros mensais?
Já foi sugerida na caixa de conversa deste blog ser feita uma pergunta ao Professor Marcelo sobre o pagamento da caducidade de contrato que o MEC continua a não dar resposta apesar das inúmeras sentenças que os tribunais têm vindo a dar razão aos professores.
Sendo esta uma questão de uma enorme importância para todos os professores contratados sugiro que durante esta semana possa ser feita uma pergunta que questione o Professor Marcelo sobre o comportamento do MEC face às sentenças favoráveis dos tribunais que dão razão aos professores sobre o pagamento da caducidade de contrato.
Até final do dia fica em aberto a formulação da pergunta na caixa de comentários para ser enviada a partir de amanhã.
Foram publicadas no site do Instituto Camões as listas de exclusão ao Ensino de Português no estrangeiro e decorre até ao dia 7 de Maio de 2012 a audiência dos interessados.
A estes concursos existiram cerca de 2200 candidaturas tendo sido excluídos 611 candidaturas por falta de habilitações ou por não terem comprovado o domínio da língua estrangeira.
Portugal continua a ser um dos países com maior taxa de abandono escolar a nível europeu. Apesar da evolução positiva verificada ao longo da última década, os números nacionais continuam bastante elevados. Cerca do dobro da média europeia. Uma reportagem da jornalista Elisabete Barata.
Quando aumenta a necessidade do reforço do ensino de português no estrangeiro pela crescente emigração dos portugueses despedem-se dezenas de professores do ensino de português no estrangeiro.
A Assembleia da República aprovou hoje por unanimidade uma resolução do BE que recomenda ao Governo que todos os professores de técnicas especiais com vínculo à função pública sejam integrados na carreira docente.
O PSD, pelo deputado Emídio Guerreiro, e o CDS/PP, pelo deputado Michael Seufert, anunciaram a apresentação de declarações de voto sobre este diploma.
Em declarações à agência Lusa, a deputada bloquista Catarina Martins disse que atualmente existem vários professores das disciplinas de Artes que “não têm qualquer enquadramento” e que estão “no reino do nada, como se não tivessem profissão“.
“Houve um grupo de professores que, por um buraco na lei e por nunca ter existido uma visão integrada do ensino artístico e ter sido tudo resolvido sempre portaria a portaria, ficaram na situação muito estranha de ter tido vínculo definitivo à função pública, estarem no quadro da escola, mas nunca terem sido reconhecidos como docentes”, observou.
Catarina Martins adiantou que há vários docentes da Escola Artística Soares dos Reis, no Porto, e da Escola António Arroio, em Lisboa, nesta situação.
A deputada do BE notou que continuam “a existir problemas” e que é necessária uma solução de fundo mas que com a aprovação desta recomendação se resolve “uma questão de justiça e de dignidade profissional”.
Principal informação das notas informativas: Os candidatos a lecionar em escolas TEIP e em escolas com autonomia, mas colocados ao abrigo do Decreto Lei 20/2006 com a redação dada pelo decreto lei 51/2009, devem indicar o tipo de candidato “outros” e poderão manifestar vontade da renovação da colocação durante o período de manifestação de preferências.
Somos uma associação composta por professores de Teatro / Expressão Dramática que têm exercido funções como docentes há vários anos (alguns há mais de 10, a maioria há mais de 3), apesar de sermos considerados “necessidades residuais”. A associação é composta por professores profissionalizados (mas sem grupo de recrutamento) e também por professores com Habilitação Própria.
Para além do trabalho que temos desenvolvido em escolas (e que não tem sido devidamente reconhecido pelos vários governos), temos lutado pelo reconhecimento e desenvolvimento da Educação Artística em Portugal, nomeadamente das disciplinas ligadas ao Teatro e à Expressão Dramática.
Participámos na “discussão pública” da proposta de Revisão da Estrutura Curricular, enviando um documento para o e-mail disponibilizado, mas também em audiências com deputados dos vários grupos parlamentares.
Depois de termos lido e analisado a proposta de Revisão “definitiva” da Estrutura Curricular tornada pública no dia 26 de Março de 2012, vimos por este meio apresentar o nosso parecer sobre a mesma, nomeadamente no que diz respeito à presença do Teatro na Educação.