Gilberto Pita conta pelo menos com esses para suprimir as necessidades das vagas criadas nas escolas, motivadas pela saída de cerca de 300 professores por reforma.
Estes números podem contudo, vir a ser aumentados, segundo o dirigente do Sindicato Democrático dos Professores da Madeira, dependendo do que a Secretaria Regional de Educação vier a apurar.
As escolas do concelho do Barreiro perderam 222 professores desde 2009, apesar de se registar um aumento do número de alunos, alertou esta terça-feira a vereadora da Educação, Regina Janeiro.
“Segundo informações que nos foram entregues, temos uma redução de 23 por cento de professores, ou seja, menos 222 professores nas escolas do 2.º e 3.º ciclos e ensino secundário das escolas do Barreiro”, disse a autarca.
Regina Janeiro explicou que a autarquia fez a ligação da redução de professores com a criação do mega-agrupamento que juntou a Escola Secundária Augusto Cabrita com o agrupamento 2/3, onde o número de professores que saíram foi acima da média.
“Fizemos as contas e, depois da formação do mega-agrupamento, registou-se uma redução de 34 por cento, ou seja, menos 41 professores desde 2009/2010″, defendeu.
A autarca explicou que ao mesmo tempo que saíram 222 professores das escolas do Barreiro desde o ano letivo 2009/2010, o número de alunos aumentou.
“Temos um aumento de 570 alunos nestes ciclos de ensino. Isto faz-se com o aumento do número de alunos por turma, com a redução da carga horária de algumas disciplinas e com redução de pessoas nos conselhos diretivos”, disse.
Já em tempos recebi um mail de um docente que fruto de uma decisão do tribunal conseguiu redução da componente letiva ao abrigo do artigo 79º enquanto contratado, hoje o blogue ad duo faz um post sobre o tema.
É só uma questão de somar tudo o que se encontra na listagem nº 12/2013 publicada em 28 de Fevereiro para ver quanto o 2º semestre de 2012 custa em termos de transferência de verbas para todas as entidades que vão vivendo à custa do estado.
Ainda não percebo como uma entidade como a DIDÁXIS, que despediu quase uma centena de professores nos últimos dois anos, recebe cerca de 8 milhões de euros de transferência do estado em apenas meio ano.
Dizem-me que com esse valor muitas escolas públicas aguentavam-se por vários anos, mesmo com um quadro de pessoal docente no topo da carreira.
Espero que a inversão de data entre os dois quadros não seja para esconder alguns automatismos que a informática usa para detetar verbas em duplicado isto porque não existe qualquer explicação para uma transferência ser de 03-10-2012 e outra ser de 2012-10-03.
O 1º quadro refere-se a Contratos Desenvolvimento/Cont. Cooperação e o segundo quadro que tem apenas como título EPC e ASE. E tudo isto não será a mesma coisa?
Os portugueses acham que o Governo se prepara para cortar na Saúde, Educação, Segurança Social e Defesa, mas por eles os cortes de quatro mil milhões de euros seriam feitos nas parcerias público privadas (PPP), juros da dívida e Defesa. Mais: Saúde, Educação e Segurança social são as áreas onde menos se deve cortar, de acordo com o barómetro de fevereiro de 2013 do CESOP/UCP, para o DN, JN, Antena 1 e RTP.
Apresento aqui um pequeno quadro que elaborei em 2009 com as vagas positivas e negativas do concurso interno de 2009.
O trabalho de 2009 está aqui e contém dados mais completos por agrupamento e QZP.
Isto para dizer que foram raras as escolas que contabilizaram estes números para o apuramento de vagas enviado até dia 22 de Fevereiro porque se cingiram à portaria n.º 127-A/2007 e aos concursos de Professor Titular de 2007 e 2008, não fazendo caso do mapa de pessoal modificado em 2009, de acordo com o manual de necessidades permanente.
Assim, podem existir menos de 20000 vagas por este simples truque do MEC.
Chamo a atenção para o elevado número de lugares de quadro de agrupamento porque em 2009 os QZP começaram a ser extintos e parte dos lugares foram convertidos em quadro de agrupamento.
Já disse uma vez que seria preferível perder mais tempo com o real apuramento de vagas de forma a evitar-se dissabores no próximo concurso nacional e nas injustiças que ele pode criar para 4 anos.
… a um horário do grupo 400 no Agrupamento de Escolas Miguel Torga em Sabrosa onde 231 candidatos foram excluídos por não apresentarem os elementos necessários para a análise dos sub critérios referentes à avaliação curricular que constava do aviso de abertura que estava apenas publicado no site da escola. Como apenas 5 docentes enviaram os dados e nenhum deles aceitou o lugar fica assim deserto o concurso por exclusão dos restantes 231 candidatos.
O aviso de abertura deste concurso encontra-se aqui.
Vale a pena continuar a perder tempo com este tipo de contratações de escola?
O ministro da Educação vai fazer contratos de financiamento com mais colégios privados, já no próximo ano lectivo, através dos quais financia algumas turmas. Apesar de querer alargar este sistema, porém, o Económico apurou junto de fonte próxima do processo que a tutela de Nuno Crato se prepara para cortar no valor de financiamento atribuído por turma, que hoje é de 85.288 euros anuais.
Até sou capaz de imaginar o que deve vir ai, mas prefiro a confirmação oficial.
Entre o dia de hoje e as 18 horas do dia 6 de Março as escolas têm de proceder à validação da reclamação. Esta é a última fase antes da publicação das listas de colocações ao Concurso Externo Extraordinário.
É provável que a DGAE apenas precise de 15 dias para dar resposta a todas as reclamações de forma a sair a lista de colocações antes da última semana de Março.
Só após a publicação da lista de colocações é que é possível efetuar o recurso hierárquico.
Assim, é provável que o concurso nacional ainda ocorra em final de Março.
Fica aqui o quadro com as datas divulgadas nos comentários deste post para o dia de apresentação no IEFP.
A maior parte dos centros remeteu para o dia 4 de Março o dia da apresentação tendo em conta que o dia 1 foi numa sexta-feira. Se conhecerem outras datas já divulgadas podem continuar a indicá-las na caixa de comentários deste post. Sei que em alguns centros ainda não houve comunicação do dia de apresentação o que pode estar a afligir muita gente que está selecionada.
Conforme prometido disponibilizo hoje mais uma ferramenta deste blog.
Este espaço ainda está em versão de teste, no entanto podem já aceder para o experimentar. O link para o fórum encontra-se aqui e vai manter-se na barra horizontal do blog para acesso fácil.
Este fórum tem como objetivo manter alguma organização nos temas relacionados com a educação, estando os temas divididos por várias categorias. As categorias principais são os concursos, a rede escolar (pública e privada), os diferentes grupos de recrutamento, a legislação, as estruturas educativas (centrais e de âmbito da escola), as organizações sindicais e as associações, bem como um espaço para temas do dia-a-dia e um espaço com utilidades para os professores (partilha de boleias, alojamento, etc…).
Depois de ter a estrutura do Fórum todo montado onde já estavam incluídos na rede escolar todos os agrupamentos deparei-me com problemas técnicos que impossibilitavam o registo de utilizadores através de alguns browsers. Esse trabalho ficou entretanto perdido quando tentava solucionar o outro problema mas com o tempo será reposto, no entanto ainda existem problemas com o registo de novos utilizadores usando determinados browsers (Google Chrome, em especial).
Estes problemas de acesso podem relatar na caixa de comentários que com o tempo vou procurar resolvê-los.
Criei a possibilidade de cada membro registado colocar ficheiro em diversos formatos até um limite de 512KB por ficheiro. Esta possibilidade permite que sejam colocados materiais de apoio ao trabalho do dia-a-dia dos professores como por exemplo testes, fichas de trabalho, planificações e outros.
O Fórum funcionará com moderadores por cada categoria e vão ter um papel importante para manter organizada a informação ai colocada. Quem tiver disponibilidade para moderar alguns dos temas agradecia o envio de mail para aqui.
E quem tiver experiência na área técnica do programa que está na base do Fórum e quiser colaborar na resolução dos problemas que existem e na melhoria do mesmo também pode entrar em contacto comigo.
Associado a criação do Fórum foi também colocada página no FB para complemento dele.
não acho normal que alguém não proteste amanhã.
estamos a ser espoliados de tudo quanto foi construído para o colectivo. estamos a ser roubados de tudo quanto nos protegia e dignificava.
dia 2 de março de 2013 é uma data para que saiamos à rua e reclamemos a nossa história. é um dia para fazermos a nossa história. mandando – porque o povo manda – que as políticas de empobrecimento desumano que estão a ser seguidas sejam interrompidas e outras soluções se encontrem.
contra a fome.
contra a escalada absurda do desemprego.
contra a fragilização das escolas e dos hospitais.
contra a obrigatoriedade da emigração, porque não queremos exportar gente como produtos.
a favor do colectivo. de todo o colectivo. porque sermos um povo tem de significar alguma coisa. tem de significar que juntos somos capazes de fazer melhor por todos.
Maré dos Reformados: 16:00 na APRe! (Associação de Aposentados, Reformados e Pensionistas – Avenida da Liberdade, junto ao monumento aos mortos da Grande Guerra)
Londres:
15:00 na Embaixada Portuguesa em Londres (11, Belgrave Square, SW1X 8PP)
No dia em que previsivelmente seria dado início à prestação de funções nos diversos Serviços de Formação Profissional do IEFP, I.P., depois da divulgação no dia de ontem das listas definitivas no site do IEFP, sei que alguns centros já contactaram os “formadores” (não estranhem esta denominação a partir de hoje porque rapidamente se vão habituar) e por isso importa fazer o ponto de situação por Centro de Emprego.
Podem colocar na caixa de comentários se já foram contactados por alguns dos centros que se identificam em baixo e se já existe data para a assinatura do contrato ou início de funções, porque no site do IEFP também foi alterada data de início de funções que seria 1 de Março para a partir de 1 de Março.
Ao final do dia atualizo o post com as informações colocadas na caixa de comentários.
Águeda
Alcoitão
Alentejo Litoral – Santiago do Cacém
Alto Trás-os-Montes – Chaves
Amadora
Aveiro
Barlavento – Portimão
Beja
Beja – Aljustrel
Braga
Bragança
Castelo Branco
Coimbra
Entre Douro e Vouga – Rio Meão
Évora
Faro
Guarda
Guarda – Seia
Leiria
Lisboa
Médio Tejo – Tomar
Pinhal Interior Norte – Arganil
Portalegre
Portalegre – Ponte de Sor
Porto (Cerco)
Porto (Ciríaco Cardoso)
Santarém
Seixal
Setúbal
Sintra
Viana do Castelo
Vila Franca de Xira – Alverca
Vila Real
Viseu
O Ministério da Educação e Ciência vai propor aos parceiros da área a criação de uma plataforma de entendimento para combater o problema da violência escolar.
A novidade foi avançada esta quinta-feira pelo secretário de Estado da Educação, João Grancho, na abertura do ciclo de conferências “Não à Violência Escolar”, na Fundação Pro Dignitate, em Lisboa.
“Vou desafiar sindicatos de professores e representantes dos pais para assinar um protocolo de entendimento sobre como melhorar a convivência escolar. Havendo um fenómeno de violência desta gravidade temos um problema para resolver e lanço este repto a professores e pais de tentar lançar uma plataforma de entendimento para em conjunto encontrar soluções”, afirmou.
Grancho defendeu que o poder político “tem de ultrapassar esta perspetiva de quase negação” do problema da violência escolar, bem como deixar de “usar o argumento de que a responsabilidade é da sociedade no seu conjunto”.
Recorde-se que, enquanto presidente da Associação Nacional de Professores, João Grancho dedicou-se a este tema, tendo criado a linha SOS Professor para denúncia de casos de violência.
A APPELE (Associação Portuguesa de Professores de Espanhol Língua Estrangeira) vem por este meio solicitar o pedido de divulgação da posição pública, que segue em anexo.
Quase 30% dos professores e formadores colocados no concurso do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) preencheram vagas nos grupos de recrutamento de Português e Matemática.
Estes dois grupos são os que registam um maior número de profissionais colocados, com 138 colocações a Português e 130 a Matemática.
Informática é o terceiro grupo de recrutamento com mais colocações, com 99 vagas preenchidas, mas é também um dos que deixaram lugares por preencher: duas das vagas disponíveis neste grupo de recrutamento não encontraram candidatos aptos.
Dos três lugares não preenchidos, o restante lugar vago pertence ao grupo de recrutamento de Espanhol.
Inglês, História e Economia e Contabilidade são, em conjunto com os três grupos que colocaram mais candidatos, aqueles que viram preenchidas mais de 50 vagas.
De acordo com o IEFP, este concurso surge na sequência da ênfase que o Governo quer dar às vias profissionalizantes, e da “necessidade de uma maior aposta nos cursos de aprendizagem dual e em outras modalidades de formação com uma forte conexão ao mercado de trabalho, de forma a favorecer a adequação das respostas às exigências das empresas, a empregabilidade dos mais jovens, a ativação dos desempregados e a formação contínua dos trabalhadores empregados”.
No entanto, foram ocupadas as sete vagas para o grupo de recrutamento do 1º Ciclo do Ensino Básico, todas nas regiões de Braga e Porto, o que pode denotar a necessidade de dar resposta a formações de adultos nos níveis de escolaridade mais baixos.
O grupo de recrutamento de Educação Tecnológica viu preenchidas as 44 vagas a concurso, um número só por si superior ao total de 27 professores com vínculo ao Ministério da Educação e Ciência (MEC) que se candidataram.
A área de Educação Tecnológica foi fortemente afetada pelo desemprego docente este ano letivo, depois de uma decisão do MEC no sentido de reduzir o número de professores atribuídos para o ensino de Educação Visual e Tecnológica de dois para um por professor por turma, e de por termo ao ensino da disciplina de Educação Tecnológica nos 7º e 8º anos de escolaridade.
Em termos regionais, Norte e Lisboa e Vale do Tejo representam 60% das colocações, com 242 e 300 colocações, respetivamente. O Algarve é a região com a menor percentagem de lugares preenchidos, com apenas 54 professores e formadores colocados.
Na região Centro ficaram colocados 173 professores e formadores, e no Alentejo 145 profissionais conseguiram uma colocação.
… este blog viu mais uma vez reconhecida a razão nas denúncias feitas.
E é fácil perceber o erro do procedimento administrativo quando existiram três candidatos na fase de entrevista que foram preteridos por um quarto candidato.
E as regras sendo boas ou más têm de ser cumpridas.
Assunto: Organização da formação para avaliadores externos da dimensão científica e pedagógica
Exmo. (a) Sr. (a) Diretor (a)/Presidente de CAP
O programa de formação para os avaliadores externos da dimensão científica e pedagógica, que irá decorrer no próximo mês de março, dá cumprimento ao disposto no n.º 4 do artigo 30.º do Decreto Regulamentar, n.º 26/2012, de 21 de fevereiro. Na sequência desta formação, a observação de aulas ocorre nos meses de abril e maio.
Nos casos em que o planeamento do programa de formação assim o exija, deverá ser concedida dispensa de serviço, ao abrigo do artigo 109.º do Estatuto da Carreira Docente, aos docentes que irão desempenhar funções de avaliadores externos para que estes possam frequentar a formação.
As despesas com ajudas de custo e transportes do avaliador externo, nos termos da legislação aplicável, serão suportadas pela escola onde está a exercer funções docentes.
Em cumprimento do despacho do MMO. Juiz de Direito proferido em 08.02.2013, nos autos de Ação Administrativa Especial de Pretensão Conexa com Atos Administrativos, que correm termos no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, sob o n.º 205/13.4BEBRG, em que é Autora Maria da Glória Martins da Silva, procede-se à publicitação do Anúncio relativo à citação dos contra-interessados, nos termos do art. 82.º, n.º 2, do Código de Processo nos Tribunais Administrativos (CPTA).
Representantes do movimento “Maré da Educação” estiveram nesta manhã de quarta-feira em frente ao Ministério da Educação e Ciência, em Lisboa, para anunciar que se vão juntar à manifestação “Que se Lixe a Troika – O povo é quem mais ordena”, do próximo sábado, dia 2 de Março, apelando a que toda a comunidade educativa se junte aos outros setores da sociedade neste protesto.
Fica aqui disponível o quadro com as entradas no quadro por grupo de recrutamento desde o concurso de 2006.
Até 2006 os concursos nacionais eram anuais mas já não existem listas públicas no site da DGAE, por isso ficam aqui apenas os dados desde essa altura.
Oportunamente também farei os quadros sobre a movimentação mudanças de quadro que ocorreram em 2006 e em 2009.
Se entrarem nos quadros no próximo concurso externo menos de 908 docentes e tendo em conta que só voltará a existir concurso de ingresso na carreira em 2017, teremos em mais de uma década uma entrada nos quadros de menos de 5000 docentes.
De forma a fazerem o ponto de situação desta seleção visto que no próximo dia 1 de Março tem início a prestação de funções nos diversos Serviços de Formação Profissional do IEFP, I.P.
Mantém-se a data prevista para o início de funções?
… porque como também já analisei não seriam assim tantos os docentes em horário zero que poderiam ter interesse neste concurso. Segundo as minhas contas apenas 60 poderiam ter concorrido sem que para isso saíssem do seu QZP de origem.
A iniciativa foi inédita, mas os resultados não são encorajadores. Pela primeira vez um concurso para formadores do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) permitiu a candidatura de professores dos quadros do Ministério da Educação e Ciência sem componente lectiva atribuída. Mas dos mais de 700 docentes com “horário zero”, apenas 27 concorreram. Desses, só sete acabaram por ficar colocados.
O concurso ordinário de colocação de professores vai decorrer no final de Março, revelou ao Económico fonte da tutela. Trata-se do concurso nacional que se realiza a cada quatro anos e que permite aos professores dos quadros a mobilidade de escola e aos contratados entrar para os quadros da Função Pública.
Se a FNE conseguiu importantes declarações do MEC em plena avaliação da troika (apesar de serem dadas pelo secretário de estado) a Fenprof além de não ter conseguido nenhuma declaração do género por se ausentar da reunião aposta no clima de terror que nesta altura pode ainda pode ser mais prejudicial.
É que os “escurinhos” podem perder a paciência de tanto ouvirem o Mário Nogueira falar no aumento da carga de trabalho, no fim das reduções por idade e na mobilidade especial e ainda se lembram de lhe entregar esses presentes.
O secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, Casanova de Almeida, reiterou nesta terça-feira à Federação Nacional da Educação (FNE) que “não haverá despedimentos de professores, nem colocação em mobilidade especial contra a vontade do próprio, nem aumento do horário de trabalho dos docentes”, indicou ao PÚBLICO o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva.
O ministro da Educação, Nuno Crato, já o afirmara no Parlamento, mas continua sem se saber que medidas irá adoptar para reduzir despesas na educação no âmbito do corte de quatro milhões de euros nas funções sociais do Estado, que está a ser discutida com a troika na sétima avaliação ao cumprimento do memorando de entendimento, que ontem se iniciou.
Casanova de Almeida indicou à FNE que o ministro convocará uma reunião com os sindicatos depois de concluída a avaliação da troika, o que poderá acontecer dentro de duas ou três semanas.
Nuno Crato iniciou ontem uma visita de cinco dias à China. A sua ausência levou a que a Federação Nacional de Professores (Fenprof) tenha recusado hoje reunir-se com Casanova de Almeida.
Numa nota à comunicação social, a Fenprof diz que “a natureza política” da reunião que tinha solicitado exigia que fosse o ministro a participar, tendo em conta “a transversalidade das matérias” a abordar e o “nível de informação e compromisso político pretendidos”, o que foi reiterado numa carta dirigida a Crato que a federação de sindicatos entregou hoje no ministério, onde solicita o agendamento de um novo encontro.
“É o ministro que tem de debater com os sindicatos a situação actual da educação, nomeadamente numa altura como esta em que as incertezas são enormes”, frisou ao PÚBLICO o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira.
Para este dirigente sindical, os compromissos assumidos por Crato, e hoje reiterados por Casanova de Almeida à FNE, não chegam para diminuir a apreensão entre os docentes. “Não vão aumentar o horário de trabalho para 40 horas, mas estão a preparar-se para mexer no tempo lectivo dos professores”, denuncia.
Entre os cenários que, segundo Nogueira, estarão a ser equacionados contam-se o aumento da componente lectiva que hoje é de 22 horas (num horário semanal de 35 horas); o fim das reduções de horário para os professores com mais anos de docência; e o aumento para 60 minutos do tempo de aula, conforme preconizado pelo FMI — que, num relatório divulgado em Janeiro, aconselhava a dispensa de 50 mil efectivos (professores, auxiliares e outros) da área da educação.
A concretizar-se este último cenário, representará um acréscimo de quatro tempos lectivos por docente, o que levará também à dispensa de mais professores contratados, frisa. Segundo Dias da Silva, estas hipóteses não foram abordadas na reunião de hoje, mas foi dito ao secretário de Estado que a FNE “não aceitará que se mexa na composição do tempo de trabalho dos professores”.
Foram publicados hoje no site da DGAE três documentos com as notificações dos indeferimentos aos pedidos de escusa pedidos pelos professores para o exercício da função de avaliador.
Os três documentos são idênticos constando neles os nomes de todos os que formularam o pedido e que o viram agora indeferido.
Ficam aqui os links para a Informação B13009014Z, do despacho de indeferimento proferido pelo Sr. DGAE em 18-02-2013.pdf, da Informação B12051564R, do despacho de indeferimento proferido pelo Sr. DGAE em 14-12-2012.pdf e da Informação B13001844L, do despacho de indeferimento proferido pelo Sr. DGAE em 14-01-2013.pdf.
… até acho que o e-Bio devia ser do domínio público de forma a evitar as mesmas suspeitas sobre cada um dos candidatos.
Que a responsabilidade dos dados validados recaisse sobre a escola que valida o e-Bio e não sobre o professor que colocou os seus dados.
Porque muitas vezes as suspeitas que existem são infundadas e a confirmação dos dados pelas direções das escolas ilibam o professor das declarações que presta.
É apenas um simples alerta para não surgirem denúncias infundadas.
… porque bastava ter juntado na mesma folha de excel os admitidos e os excluídos e retirar só depois os duplicados. Isto porque alguns candidatos ficaram nas duas listas porque tiveram uma candidatura validada e outra não.
Mesmo assim ainda não percebi alguns números desse comunicado de imprensa (que entretanto me chegou) e para que não restassem dúvidas dos números que o MEC anuncia seria bom que se habituasse a publicar todos estes dados on-line para consulta.
Porque mesmo assim a diferença que existe nos meus números para os do MEC é de 1 candidato e não me apetece perder mais tempo a descobrir onde está o erro.