Category: Arlindovsky

FNE rejeita acordo

FNE rejeita acordo com ministério sobre avaliação e carreira docente

O Ministério da Educação e a Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE) não chegaram a acordo sobre as alterações a introduzir no estatuto da carreira docente e na avaliação de desempenho, anunciou hoje o secretário-geral da organização sindical.

A FNE contesta a impossibilidade de docentes avaliados com “Bom” acederem a patamares salariais superiores

 

“Não houve convergência em algumas matérias consideradas fundamentais”, explicou João Dias da Silva à saída da última ronda negocial entre o ministério e as várias organizações sindicais, a qual contou com a presença da ministra da tutela, Isabel Alçada.

Em declarações aos jornalistas, o dirigente da FNE apontou a impossibilidade de docentes avaliados com “Bom” acederem a patamares salariais superiores como um dos motivos pelos quais a federação não irá assinar a proposta apresentada pelo Governo.

A segunda razão, de acordo com João Dias da Silva, deve-se ao facto de o Governo “recusar que todo o tempo de serviço prestado pelos professores” seja contabilizado para efeitos de reforma.

Apesar de não ter sido alcançado o consenso nestas duas matérias, o secretário-geral da FNE realçou o “esforço feito por ambas as partes” para que houvesse uma convergência de posições.

Para a FNE, a etapa seguinte consiste em decidir se irá solicitar uma negociação suplementar, estando, para já, colocada de parte a possibilidade de serem realizadas novas manifestações de protesto. “Para já, não estamos a ponderar essa via. Estamos, sim, apostados na procura de soluções”, sublinhou o representante da federação.

Questionado sobre a eventualidade da avaliação de desempenho voltar a ser tema de debate parlamentar, João Dias da Silva sublinhou que a FNE manifestou sempre a vontade de chegar a acordo com o Governo. “Mas sabemos que esta questão pode transitar para a Assembleia da República”, admitiu.

Já no final, o secretário-geral da federação garantiu que continuará a lutar por uma carreira docente “exigente”, mas que “ofereça aos professores expectativas e motivações”.

Durante a tarde, prosseguirão as reuniões do Ministério da Educação com as restantes organizações sindicais.

Nota: o público terá errado quando escreve “A segunda razão, de acordo com João Dias da Silva, deve-se ao facto de o Governo “recusar que todo o tempo de serviço prestado pelos professores” seja contabilizado para efeitos de reforma.”  não deve ser reforma, mas sim transição de carreira“.

E ainda bem que não cedeu nesta questão, já aqui e aqui  tinha deixado escrito que não se podia abdicar deste princípio.

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Esmiuçando as quotas

Tendo em conta a proposta de “Acordo final do ME” conhecida ontem, vou esmiuçar o sentido das contingências criadas para aceder ao 3º, 5º e 7º escalão, lembro que tinha equacionado uma solução parecida, mas clara, no dia 19 de Dezembro.

A proposta do ME prevê:  

O despacho governamental que fixar para o ano de 2010 o número de vagas para progressão ao 3º, 5º e 7º escalões assegurará contingentes suficientes para permitir a progressão de, respectivamente, pelo menos 80%, 50% e 30% dos candidatos estimados a cada um desses escalões.

Tendo em conta que esta proposta ainda remete para os erros das alterações da estrutura da carreira de MLR., analisemos agora o número de candidatos estimados ao abrigo do Dec Lei 270/2009:

Estão posicionados no 2º escalão: 18865, no 4º escalão: 14317 e no 6º escalão: 9305+5731 que são ex-titulares, ou seja 15036.

Se todos os que obtiverem Muito Bom ou Excelente progridem automáticamente e existindo quotas para essas menções (não definido em qualquer lugar do projecto) é fácil de constatar que para esses escalões irão subir ao mesmo tempo docentes com a nomeação de BOM, sendo necessário proceder ao desempate em função da classificação final.

Imaginando as quotas existentes, sem considerar a avaliação externa da escola, que são de 5% para o Excelente e 20% para o Muito Bom.

Exemplo prático para subida ao terceiro escalão:

Se dos 18865, considerarmos que 1/4 por ano sobem de escalão, temos: 4717 professores em condições de progredir: Se 25% obtiverem classificações de Muito Bom e Excelente automaticamente progridem 1179. Para a quota dos 80% progridem juntamente mais 2594 ‘Bons’. Nestas contas de merceeiro ficariam mais um ano no 2º escalão 944 docentes avaliados com ‘Bom’.

Os 944 docentes subiriam automaticamente no ano seguinte pois seriam prioritários relativamente aos Bons desse ano e encaixavam-se nas quotas que medeiam entre os 25% e os 80%.

A pergunta que é necessário fazer, é?

Para que vale o sacrifício que as escolas terão de fazer em gastos e burocracia para se atrasar um ano na progressão a 944 docentes neste escalão?

Como articular uma progressão com quotas anuais com uma avaliação bi-anual?

Na subida ao 5º escalão podemos exercitar o seguinte:

Dos 14317 docentes dividimos por 4 o que dá 3579 docentes com possibilidade de progressão: 895 sobem directamente em função da sua menção de avaliação. 894 Bons têm também essa possibilidade, mas agora 1790 Bons ficam de fora das quotas e terão de agurdar por vaga no ano seguinte. Como nesse ano estão novamente a usar das menções de Muito Bom e Excelente mais 25% de candidatos à progressão e sobram apenas mais 25% de lugares ficam 25% de Bons mais um ano a aguardar vez.

Até aqui o pior do BOM perdeu 3 anos.

Na passagem ao 7º escalão o procedimento é o mesmo , só que bastante pior, visto que a margem  que existe na diferença entre a quota de 30% com a percentagem de Muito Bons e de Excelentes é reduzidíssima (5%).

Esta barreira torna quase impossibilitada a subida de escalão aos que obtêm a menção de BOM.

Nota: Fez-me luz que o procedimento para o 7º escalão não é o mesmo, pois não estão previstas aulas observadas nesta fase. Porque será?

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Proposta Final do ME

Eis a proposta final do ME

Alexandre Ventura MENTIU ao afirmar que todos os docentes avaliados com BOM poderão chegar ao índice 370.

Pelas minhas contas e com o que perdi nas transições mesmo com avaliação de Muito Bom ou Excelente poderei lá chegar com 40 anos de serviço, ou seja aos 65 anos. É este o tempo útil??

Nota: Descobri mais uma vez um documento em pdf protegido pelo ME. E desta vez a sua protecção está diferente, como não estou para chatear-me muito para explicar ao ME como se tira as protecçóes dos documentos pdf segue o mesmo desprotegido.

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Negociações sobre avaliação e Estatuto dos professores e educadores

Negociações sobre avaliação e Estatuto dos professores e educadores.

Eu não quero ver assegurada uma situação correspondente àquela que é determinada pelo Estatuto da Carreira Docente actualmente em vigor. Quero ver assegurada a contagem de todo o tempo de serviço para a nova estrutura.

É difícil perceber isso?

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Que prenda de Natal Isabel Alçada entregará aos professores?

Na passada reunião de dia 16 a João Dias da Silva questionou Alexandre Ventura se era possível a FNE trabalhar para uma solução em que qualquer professor que tenha sempre a menção de ‘Bom’ tenha a garantia absoluta de que chegará ao topo da carreira em tempo útil e a resposta foi sim.

Ao final do dia Alexandre Ventura garantiu que “Os docentes a quem sejam atribuídas as menções de «Bom» têm garantida a possibilidade de atingir o topo da carreira docente”, acrescentando mais à frente: “com contingentação”.

A análise que convém fazer neste momento é, como a contingentação se pode fazer em tempo útil.

Passemos então à análise:

Actualmente são raros os professores que aos 30 anos de idade se podem considerar estavéis na sua vida profissional. Seria interessante ter dados concretos sobre este assunto. Vou supôr que a média de tempo de serviço aos 30 anos são 3 anos.  Uma coisa sabemos, a idade de aposentação é aos 65 anos, por enquanto, mas não será necessário fazer uma análise com outro cenário.

O Ministério da Educação propõe uma carreira com contingentação que na melhor das hipóteses permite ao professor chegar ao índice 370 com 34 anos de serviço.

O tempo útil da vida profissional de um docente, em média, andará entre os 35 e 38 anos.

O sentido da contingentação que Alexandre Ventura pode equacionar será o de atrasar 1 ano cada patamar contingentado aos que obtiverem bom (3º, 5º e 7º escalões) para que seja possível os docentes com avaliação de apenas ‘Bom’ chegarem ao topo da carreira com 3 anos de atraso relativamente à carreira proposta pelo ME.

Esta solução permitiria que aos 37 anos de serviço todos os que tiverem apenas Bom chegassem ao último escalão.

É possível considerar útil este tempo?

Sempre seria uma solução melhor do que aquela que existe actualmente para a generalidade dos professores. Será esta solução a hipótese para a  possibilidade de um acordo com os Sindicatos?

Por uma solução deste género acho que deverão ser equacionados os seguintes cenários:

  • abreviar a chegada ao topo para uma carreira de 32 anos com a eliminação de um escalão intermédio;
  • a contabilização de todo o tempo de serviço que resultou em ‘percas’ com a entrada em vigor do Dec Lei 15/2007;
  • Declaração de princípio em que o tempo de serviço do período congelado possa vir a ser recuperado no âmbito de negociações com os Sindicatos da Administração Pública num futuro próximo.

Fico a aguardar por uma prenda de Natal.

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Documentos ME enviado às escolas

ESTRUTURA DA CARREIRA DOCENTE DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA E DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO
PROPOSTA DE PRINCÍPIOS SOBRE TRANSIÇÃO ENTRE MODELOS
PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO MODELO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
Príncipios da Revisão do Estatuto da Carreira Docente e da sua articulação com a avaliação de desempenho

Parece que estes documentos se encontravam protegidos para publicação. Não sei se o ME sabe, mas pela net existem programas freeware que retiram a proteção aos PDF’s em apenas alguns segundos.
Se não sabe fica agora a saber que a massa cinzenta da classe docente está bem acima do que pensam.
Portanto, para a próxima escusam de proteger os documentos.

Além do mais são documentos antigos que se conhecem desde o dia 2 de Dezembro, com excepção do segundo.

Lembro também do trabalho realizado por mim com o PDF do aviso de abertura para o concurso 2009/2013 de igual forma protegido.

Mas mais importante que fazer uma leitura destes documentos será:

  • prever as razões que poderão levar a um acordo do ME com sindicatos;
  • perceber o que existe para lá das palavras escritas nos documentos;
  • como Sócrates sairá de um acordo que terá uma avaliação como aquela que ele próprio disse que não existia.

Verei se tenho tempo de durante o fim-de-semana expôr aqui os meus pensamentos.

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os números

DISTRIBUIÇÃO DOS PROFESSORES DO QUADRO POR CATEGORIA, ESCALÃO E ÍNDICE

Retirados daqui

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Novos contributos dos Sindicatos

Foram entregues dia 7 de Dezembro novos contributos das organizações sindicais (FNE e FENPROF) para as reuniões que se realizam hoje, dia 9 de Dezembro.

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JS vs AV

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Criação Artística??

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Proposta ME 2 de Dezembro

Depois de enviadas as respostas da FNE e da Fenprof surge o documento do ME de 2 de Dezembro.

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Já Se Podem Encomendar As Faixas?

Já Se Podem Encomendar As Faixas?

Ainda é cedo, ainda é cedo…

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Homenagens

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Projecto de Resolução do PSD

Projecto de Resolução nº ___/XI

Recomenda que, no âmbito do processo negocial em curso e no prazo de trinta dias, seja revogada a divisão da carreira docente

nas categorias hierarquizadas de “Professor” e “Professor titular” e seja concretizado um novo regime de avaliação do desempenho dos docentes

O XVII Governo Constitucional introduziu, através do Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro, profundas alterações ao Estatuto da Carreira Docente que careceram de um entendimento alargado entre os parceiros sociais. Esse facto contribuiu para que, desde o início da sua aplicação, tivesse merecido a contestação de uma ampla maioria daqueles que eram os seus destinatários.

Por sua vez, a regulamentação do referido Estatuto da Carreira Docente foi igualmente acompanhada de episódios de tensão e conflituosidade entre os diferentes intervenientes, designadamente, no que respeita ao modelo de avaliação do desempenho docente.

Sucede que, entre as alterações introduzidas ao Estatuto, a carreira docente foi dividida, passando a desenvolver-se pelas categorias hierarquizadas de “professor” e “professor titular”.

A experiência de concretização desta cisão na carreira permite evidenciar a sua artificialidade, não sendo reconhecida, pelos docentes, a razão para a distinção em causa. Acresce que a ponderação limitada aos últimos sete anos de carreira, para efeitos do primeiro concurso de acesso à nova categoria, originou legítimos sentimentos de injustiça na comunidade docente ainda hoje significativamente perceptíveis.

De igual modo, o actual Estatuto não leva em conta a especificidade da carreira docente, não pondera a singularidade do trabalho nas escolas, não promove o mérito e não incentiva a desejável melhoria de desempenhos. Pelo contrário, tem sido causa de injustiça, angústia e desmotivação para muitos professores.

Para tal contexto, também o modelo de avaliação de desempenho dos docentes e a imposição administrativa de percentagens máximas para a atribuição das classificações de “Muito Bom” e de “Excelente” por escola (quotas) têm contribuído decisivamente.

Ora, um processo de avaliação deve ser exigente e distinguir a excelência. E deve ser um instrumento indutor de melhorias do desempenho.

A divisão na carreira e as referidas quotas não contribuem para este desiderato.

A acção do Governo deve concentrar-se na melhoria das condições de ensino e de aprendizagem, não abdicando, em momento algum, de uma rigorosa avaliação a todo o sistema educativo: escolas, alunos, professores, programas, curricula, manuais, materiais didácticos, etc.

Em consequência, a progressão na carreira docente e os correspondentes escalões remuneratórios deverão ser acompanhados de um sistema de avaliação do desempenho que seja justo, exequível e que premeie a dedicação e o mérito individuais.

Nenhum destes princípios é posto em causa se a carreira docente não se encontrar hierarquizada nas categorias de “professor” e “professor titular”.

 E esses princípios serão mesmo valorizados se não se impuser um sistema de quotas que, administrativamente, possam olvidar a efectiva avaliação do docente, gerando graves distorções e injustiças.

 Não compete à Assembleia da Republica interferir nas negociações que decorrem entre o Ministério e as estruturas representativas dos professores.

 Contudo, é da responsabilidade do Parlamento expressar posições políticas e contribuir construtivamente para a melhoria da qualidade do ensino nas escolas do nosso País.

A Educação é a melhor e mais duradoura solução para ultrapassarmos os momentos difíceis que o País atravessa.

Só prestigiando a função do professor na sala de aula e na sociedade e, assim, devolvendo às escolas a imprescindível serenidade para o sucesso do ensino e das aprendizagens, estará criada uma conjuntura favorável para a superação dos desafios que se nos colocam. Só com alunos empenhados e professores motivados, o País caminhará para o salto qualitativo no ensino de que tanto carece.

É tempo de fazer regressar a paz à comunidade educativa.

Assim, nos termos da alínea b) do artigo 156.º da Constituição da República Portuguesa e da alínea b) do n.º 1 do artigo 4.º do Regimento, na esteira de um entendimento alargado com os parceiros sociais, a Assembleia da República resolve recomendar ao Governo que, no prazo de trinta dias:

1. Elabore as normas do Estatuto da Carreira Docente e legislação complementar, designadamente, extinguindo a divisão da carreira docente entre as categorias hierarquizadas de “Professor” e “Professor titular”;

2. Estabeleça um novo modelo de avaliação do desempenho docente que seja justo, exequível, que premeie o mérito e a excelência e que contenha uma componente de avaliação orientada para o desenvolvimento profissional e melhoria do desempenho dos docentes, e que contribua para o aprofundamento da autonomia das escolas; 

3. Crie as condições para que do 1º ciclo de avaliação não resultem penalizações aos professores, designadamente para efeitos de progressão na carreira, derivadas de interpretações contraditórias da sua aplicação.

 

Assembleia da República, 13 de Novembro de 2009.

Os Deputados,

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49.000 avaliados?

A propósito deste post, referi o seguinte:

O PS de sócrates saiu de um mandato completo sem ter avaliado 10% dos professores.
Conseguiu num mandato longo que apenas 10% de professores progredissem na carreira.

Grande exigência.

Espero com alguma paciência provar estes números num futuro próximo.

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Como passar a gostar de reuniões!!!

Chegado por mail.

Os professores adaptam-se mesmo bem a qualquer situação.
 Mas se estiverem atentos esta estratégia também se pode aplicar às reuniões de empresas, repartições públicas, hospitais, etc. Basta mudar um ou outro termo técnico e já está. Aprendam meus caros e fazem um brilharete.

Colega:
Costumas dormir durante as reuniões?
Sentes um tédio imenso com toda a panóplia de reuniões a que te obrigam e que não servem para nada? 
Chegou o método eficaz para combater esses problemas!

O BINGO DAS REUNIÕES!
Imprime o quadro abaixo antes de começar a reunião, seminário, conferência, etc.
Sempre que ouvires a palavra ou expressão contida numa das casas, marca a mesma com um (X).
Quando completares uma linha, coluna ou diagonal, basta gritar ‘ BINGO’!!! 
 

Planificação
Alunos
Objectivos
Estudo
Disciplina

Reunião
Pais
Substituição
Educação
Estratégia

Apoio
Ministério
Educandos
Competências
Recuperação

Optimização
Avaliação
Curricular
Titulares
Recursos

Resultados
Paradigma
Projecto
Implementação
Integração
Testemunho de jogadores satisfeitos:
a.- ‘A reunião só tinha começado há 5 minutos quando ganhei!’;
b.- ‘A minha capacidade para ouvir melhorou imenso desde que comecei a jogar Bingo das Reuniões’;
c.- ‘A atmosfera da última reunião foi muito tensa porque 8 professores estavam à espera de preencher a 5ª casa’;
d.- ‘O director de turma ficou estupefacto ao ouvir oito pessoas gritar ‘BINGO’, pela 3ª vez numa hora’;
e.- ‘Agora, vou a todas as reuniões da minha escola, mesmo que não me convoquem’.

E NÃO É SÓ ISSO…

AINDA LEVAS INTEIRAMENTE GRÁTIS O GUIA ‘COMO IMPRESSIONAR NAS REUNIÕES QUE REQUEREM PARTICIPAÇÃO ACTIVA, QUANDO NINGUÉM VAI PRESTAR MUITA ATENÇÃO AO QUE DISSERES ‘

A tabela abaixo permite a composição de 10.827 frases: basta combinar, em sequência, uma frase da primeira coluna, com uma da segunda, da terceira e da quarta.
O resultado sempre será uma frase correcta, mas sem nenhum conteúdo .
Experimenta na próxima reunião. Ainda te vão propor para titular com direito a uma medalha da Ministra da Educação.
 

Coluna 1                                        Coluna 2                                     Coluna 3                                 Coluna 4
Caros colegas,         a execução deste projecto          obriga-nos à análise das nossas opções de desenvolvimento futuro.
 

Por outro lado,     a complexidade dos estudos efetuados  cumpre um papel essencial na formulação  das nossas metas educativas e administrativas.
 
Não podemos esquecer que    a actual estrutura da escola   auxilia a preparação e a estruturação    das atitudes e das decisões da direcção.
Do mesmo modo,   o novo modelo estrutural aqui preconizado    contribui para a correcta determinação   das novas proposições.
A prática mostra que    o desenvolvimento de formas distintas de actuação   assume importantes posições na definição    das opções básicas para o sucesso educativo.
Nunca é demais insistir que    a constante divulgação das informações    facilita a definição   do nosso sistema de formação de professores.
A experiência mostra que   a consolidação das estruturas   prejudica a percepção da importância   das condições apropriadas para uma pedagogia de sucesso.
É fundamental ressaltar que   a análise dos diversos resultados   oferece uma boa oportunidade de verificação   dos índices pretendidos.
 

O incentivo ao avanço tecnológico, assim como   o início do programa de formação de atitudes   acarreta um processo de reformulação   das formas de ação.
 

Assim mesmo,    a expansão de nossa actividade    exige precisão e definição   dos conceitos de participação geral

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Dia 1 do novo ME

Dia 10 de Novembro de 2009, reunem-se ME e Sindicatos de forma a ultrapassar um impasse político que se arrasta há bastante tempo.

Se a posição dos sindicatos é apoiada por toda a oposição, o governo PS não parece querer dar sinais de cedências, mas não significa que ceda, pois está refém da sua minoria Parlamentar.

FNE e FENPROF apoiam-se nas suas propostas para alterar o ECD e a ADD. As posições públicas para esta primeira reunião estão expressas aqui por parte da FNE e aqui por parte da FENPROF. São em tudo semelhantes e apostam em primeiro lugar na eliminação da divisão da carreira por categorias eliminando todos os procedimentos para o acesso à categoria de Professor Titular. O segundo aspecto é a suspensão de todo o processo de avaliação para o ciclo avaliativo 2009/2011, bem como a anulação dos efeitos decorrentes do último ciclo avaliativo.

Esta reunião servirá em primeiro lugar para verificar que peso político vai ter a nova Ministra da Educação. Aguardo com alguma esperança uma nova forma de condução destas reuniões. Mais do que uma anulação completa e um compromisso para o futuro espero ver como será o comportamento da nova equipa ministerial. Tudo o resto ficará para novas reuniões.

Não tenho esperança alguma numa mudança radical logo na primeira abordagem. Ambos estarão à “mesa” medindo forças.

Quem se sentir mais forte levará a água ao seu moinho.

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Até breve o tanas, até nunca!

MM

 

Segunda feira será anunciado o novo Director Regional,  faço aposta em como será o actual Adjunto, Dr. António Leite.

Muda a “sensíbilidade” da DREN.

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O João Jardim foi a inspiração

Veto de Scharzenegger manda rival “f…-se”

JJScharz

Se a moda pega o Alberto João terá de pedir direitos de autor.

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Ajudantes dos boys e das girls

O Senhor Primeiro-ministro propôs hoje a S. Exa. o Presidente da República a nomeação dos seguintes Secretários de Estado do XVIII Governo Constitucional:

– Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro, Dr. José Manuel Gouveia Almeida Ribeiro

– Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Prof. João Titterington Gomes Cravinho

– Secretário de Estado dos Assuntos Europeus, Mestre Pedro Manuel Carqueijeiro Lourtie

– Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Dr. António Fernandes da Silva Braga

– Secretário de Estado Adjunto e do Orçamento, Mestre Emanuel Augusto dos Santos

– Secretário de Estado do Tesouro e Finanças, Mestre Carlos Manuel Costa Pina

– Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Prof. Dr. Sérgio Trigo Tavares Vasques

– Secretário de Estado da Administração Pública, Mestre Gonçalo André Castilho dos Santos

– Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Dr. Laurentino José Monteiro Castro Dias

– Secretária de Estado da Modernização Administrativa, Profª. Drª. Maria Manuel Leitão Marques

– Secretário Estado da Administração Local, Dr. José Adelmo Gouveia Bordalo Junqueiro

– Secretária de Estado da Igualdade, Drª. Elza Maria Henriques Deus Pais

– Secretário de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar, Dr. Marcos da Cunha e Lorena Perestrello de Vasconcellos

– Secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, Dr. José Manuel Vieira Conde Rodrigues

– Secretário de Estado da Administração Interna, Drª. Maria Dalila Correia Araújo Teixeira

– Secretário de Estado da Protecção Civil, Dr. Vasco Seixas Duarte Franco

– Secretário de Estado da Justiça, Dr. João José Garcia Correia

– Secretário de Estado da Justiça e da Modernização Judiciária, Dr. José Manuel Santos de Magalhães

– Secretário de Estado Adjunto, da Indústria e do Desenvolvimento, Mestre Fernando Medina Maciel Almeida Correia

– Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, Dr. Fernando Pereira Serrasqueiro

– Secretário de Estado do Turismo, Dr. Bernardo Luís Amador Trindade

– Secretário de Estado da Energia e da Inovação, Prof. Doutor José Carlos das Dores Zorrinho

– Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Eng. Rui Pedro de Sousa Barreiro

– Secretário de Estado das Pescas e Agricultura, Dr. Luís Medeiros Vieira

– Secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações, Dr. Paulo Jorge Oliveira Ribeiro de Campos

– Secretário de Estado dos Transportes, Dr. Carlos Henrique Graça Correia da Fonseca

– Secretário de Estado do Ambiente, Prof. Doutor Humberto Delgado Ubach Chaves Rosa

– Secretária de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, Dra. Fernanda Maria Rosa do Carmo Julião

– Secretário de Estado da Segurança Social, Mestre Pedro Manuel Dias de Jesus Marques

– Secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Mestre Valter Victorino Lemos

– Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Idália Maria Marques Salvador Serrão de Menezes Moniz

– Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Dr. Manuel Francisco Pizarro Sampaio e Castro

– Secretário de Estado da Saúde, Dr. Óscar Manuel de Oliveira Gaspar

– Secretário de Estado Adjunto e da Educação, Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura Silva

– Secretário de Estado da Educação, Dr. João José Trocado da Mata

– Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Prof. Doutor Manuel Frederico Tojal de Valsassina Heitor

– Secretário de Estado da Cultura, Dr. Elísio Costa Santos Summavielle

Lisboa, 28 de Outubro de 2009.
A Assessoria de Imprensa

 

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Igualdades?

Dia 3 do XVIII Governo Constitucional

Pais de alunos com gripe A precisam de atestado médico para justificar faltas por causa dos filhos

É um “paradoxo”: os alunos com síndrome gripal afastados das escolas durante sete dias para evitar contágios foram dispensados de obter uma declaração médica, sendo as faltas justificadas pelos pais no boletim escolar; mas os pais continuam teoricamente a necessitar de atestado médico para poderem ficar em casa a acompanhar os filhos doentes. A crítica é do vice-presidente da Associação Portuguesa de Médicos de Clínica Geral, Rui Nogueira, que confessa não entender a solução adoptada para dar resposta à necessidade de colocar em quarentena alunos infectados nas escolas.

A justificação das faltas vai ser o factor potenciador da “maior confusão” num futuro próximo, quando os casos de gripe A nas escolas se começarem a multiplicar, antecipa Rui Nogueira. “Já devíamos estar a acertar estes canais, valia a pena simplificar estes processos”, defende o médico, para quem “não faz sentido” que, por um lado, as autoridades aconselhem as pessoas a ficar em casa e, ao mesmo tempo, as obriguem a ir a um centro de saúde obter uma declaração médica. “É um paradoxo. É um problema meramente administrativo, não é ainda um problema médico, mas vai sê-lo”, prevê.

E esta questão é importante porque vai ser sobretudo nas escolas que o sinal de alarme da epidemia vai soar, em primeiro lugar. Mas até agora ainda não se fez ouvir com intensidade: o máximo observado durante uma semana foram nove clusters de infecção pelo vírus da gripe A (H1N1) em estabelecimentos de ensino, adianta Mário Carreira, da Direcção-Geral da Saúde e coordenador deste organismo para a monitorização dos serviços de urgência. “Ainda estamos no início da subida da curva epidémica”, explica o especialista. Os hospitais e centros de saúde não estão assoberbados de trabalho por causa da nova gripe. Pelo contrário. Os serviços só vão começar a sentir os efeitos da epidemia quando for ultrapassada a chamada “linha cinzenta” (30 casos por 100 mil pessoas) e apenas vão senti-los “a sério” quando se passar a barreira dos 90 casos por 100 mil habitantes, concretizou.

Vários casos de quarentena

Seja como for, já há alguns sinais de que a situação pode estar a complicar-se. Ontem, em pelo menos quatro escolas foram detectados vários casos de infecção, que obrigaram as autoridades de saúde a decidir ou a ponderar a colocação de turmas inteiras em quarentena.

Em Aveiro, três casos confirmados numa turma do 11.º ano da Escola Secundária Mário Sacramento levaram a delegação de saúde pública a manter os alunos nas suas casas até segunda-feira. Neste caso, as autoridades sanitárias concluíram que se justificava a suspensão das aulas porque 13 dos 28 alunos apresentavam sintomas de gripe, adiantou a Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro.

Também na região Centro, um surto de gripe que atingiu 19 alunos (três casos confirmados) levou à suspensão das aulas numa turma do 6.º ano do Agrupamento de Escolas de Miranda do Corvo até quinta-feira, segundo confirmou à agência Lusa o director, Fausto Luís. Na Escola Básica do 1.º Ciclo de Miranda do Corvo estava também confirmado um caso de infecção pelo vírus H1N1 no 4.º ano, mas na turma do aluno infectado as aulas decorriam normalmente.

Uma outra situação foi noticiada pela RTP: na Escola Básica de Carvide, concelho de Leiria, terá sido detectado “um número anormal de casos” de alunos com síndrome gripal mas o delegado de saúde achou que não se justificava a suspensão da turma inteira. Não havia ainda nenhum caso confirmado laboratorialmente, esclareceu mais tarde a ARS. Em Almada, na Escola Secundária António Gedeão, com três casos confirmados e vários a aguardar resultados das análises laboratoriais numa turma do 10.º ano, os pais aguardavam a decisão das autoridades de saúde, a comunicar numa reunião marcada para a noite.

Com o conhecimento de casos a que tem tido acesso exclusivamente pela comunicação social, Albino Almeida, da Confederação Nacional das Associações de Pais, acredita que tudo está a funcionar “com normalidade”. “O facto de não haver más notícias é bom sinal”, nota.

Anteontem, apesar do arranque das campanhas de vacinação em vários países, Portugal incluído, a comissária europeia da Saúde, Androulla Vassilou, disse acreditar que um terço da população europeia poderá ser infectada pelo novo vírus. De acordo com o último balanço, na Europa foram até agora registados 63 mil casos de infecção e 261 mortes.

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CDS quer ajudar a resolver a avaliação de professores

O CDS-PP tem esperança de que o seu projecto seja uma peça essencial para encontrar uma solução para esta polémica, embora ainda não tenha havido qualquer negociação formal com o PS.

Nesse sentido, os centristas vão apresentar no Parlamento um projecto-lei que recupera o essencial do diploma discutido na legislatura passada e que teve o voto favorável de todos os partidos, à excepção do PS.

Uma proposta em 5 pontos, explicados pelo dirigente Diogo Feio: “Em primeiro lugar [pretendemos] uma avaliação de base pedagógica e científica e não tanto de funções que têm a ver com a organização da escola”.

 “Em segundo lugar, uma ligação entre quem avalia e a área do avaliado. Em terceiro, a possibilidade de arbitragem, que venha a resolver de forma rápida, possíveis conflitos. Quarto, uma avaliação simples, que seja perceptível e, em quinto lugar, muitíssimo importante, uma avaliação que tenha direcção, direcção de natureza pedagógica na forma como é feita” – explicou o dirigente centrista.

Do lado dos sindicatos, a FNE assume que o projecto do CDS é um bom ponto de partida “para que rapidamente se encontre uma solução transitória”.

“Temos vindo a defender que, tendo em conta que um novo modelo de avaliação consistente e duradouro poderá demorar um pouco mais de tempo, se tenha que estabelecer um processo provisório e esta proposta do CDS-PP pode, rapidamente, criar um consenso na Assembleia” – considerou, em declarações à Renascença, João Dias da Silva, da Federação Nacional da Educação.

Menos aberta à proposta está a FENPROF, que, pela voz do seu secretário-geral, Mário Nogueira, considera que “o modelo do CDS não tem qualquer conexão com a actual estrutura de carreira”.

“Eu não estou a defender a estrutura de carreira que temos. Acho que ela deve ser rapidamente alterada. Agora, não é possível alterar o modelo de avaliação no vazio e à margem de todo o estatuto [da carreira docente]” – explicou Mário Nogueira.

Para já não é conhecida a solução do novo Governo num processo de calendário apertado: até ao final da semana, as escolas têm que definir os seus planos de avaliação para o ano lectivo.

Se a proposta fosse a do PCP que diria MN?

Será que os professores se revêm na proposta do “PCP” para a Avaliação de Desempenho Docente?

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Estado garante até mil milhões ao BPN

Dia 2 do XVIII Governo Constitucional.

 

bpn

 

O Banco Português de Negócios (BPN) vai poder financiar-se até mil milhões de euros com recurso a garantia do Estado.

A operação, organizada pela Caixa Geral de Depósitos e que prevê recurso a emissão de papel comercial, foi divulgada esta terça-feira em ‘Diário da República’.

No despacho número 23497/2009 pode ler-se que o objectivo da medida é “assegurar o financiamento de todas as necessidades de tesouraria do BPN decorrentes das responsabilidades pecuniárias assumidas na sequência dos apoios de liquidez prestados pela CGD no contexto da nacionalização”.

O despacho assinado pelo secretário de Estado do Tesouro e das Finanças, Carlos Costa Pina, fixa uma taxa de garantia de 0,2 por cento ao ano.

 

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Primeiro Fax

Dia 1 do XVIII Governo Constitucional

 

Primeiro fax

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Posição Individual

Posição Individual dedicada a todos os que pensavam que eu me tinha submetido a esta ADD.
luar

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Isabel Alçada vista pelo Antero

ia

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A morte de Bunny Munro (Nick Cave)

amortedebunnymunro

Bunny Munro, caixeiro-viajante, casado e com um filho de nove anos. Este é o improvável protagonista de uma história dura e cruel, mas que se entranha na mente do leitor de uma forma indelével. Quando a mulher de Bunny se suicida, e este parte com o seu filho numa viagem pela costa sul de Inglaterra, o seu objectivo é esconder-se na vida boémia e vulgar que sempre levou, a fazer o seu trabalho. À medida que os eventos se sucedem, contudo, o que parece ser apenas mais uma viagem transforma-se numa descida à ruína e à degradação. Este é um livro forte e directo, sem misericórdia. À medida que o autor nos conduz através dos passos de Bunny Munro, não somos poupados às sombras, ao asco, ao horror e à tragédia. E, ao longo das páginas que constituem este livro, Nick Cave mistura, de forma magistral, o sexo, as drogas e a decadência da vida, com um elemento que é, ao mesmo tempo, esperança e mau presságio: um fantasma. Não há floreados neste livro, para tornar a história mais suave. Tudo nesta história é frio e duro e é assim que o autor a apresenta: clara, dura e precisa. E, à medida que o fim se aproxima, também a ligação do leitor ao protagonista vai mudando, desde o nojo inicial até uma compaixão quase inconsciente. Afinal, esta não é só uma história de decadência: é também uma reflexão sobre a redenção. Não será um livro para agradar a todos os leitores. A sua escrita dura e sem subterfúgios, acentuada por um forte cariz sexual e agressivo de alguns momentos, requer uma mente forte e aberta para ser compreendida em pleno. Para quem conseguir apreciar este tipo de livro, contudo, frio e, por vezes, violento, mas devastador na sua realidade, então A Morte de Bunny Munro será um livro inesquecível.

Magnífico.

Nick Cave will be hosting a series of events throughout Europe to coincide with the publication of his new novel The Death of Bunny Munro. Taking place in intimate theatre settings these unique shows will be a mix of readings and live music, with Cave joined by Warren Ellis and Martyn Casey.

Cave will read selected extracts from his new novel accompanied by live music from Ellis and Casey. The trio will also play a selection of songs from Cave’s extensive catalogue and fans will be given a rare opportunity to interact with the shows, as Cave takes questions from the audience. These shows will be nothing like a traditional concert.

“It will be informal, intimate and strange” says Nick Cave.
The score for the novel was composed by Nick Cave & Warren Ellis and features on The Death of Bunny Munro audiobook, which is available now to download from Audible/iTunes and also as a deluxe 7 CD and bonus DVD package. The audiobook was produced and directed by British artists Iain Forsyth & Jane Pollard, who have also created the lighting and visuals for these very special live performances.

October 2009

Sun 11thLondon, UKPalace
Mon 12thDublin, IrelandVicar
Tue 13thEdinburgh, UKPicture HouseSOLD OUT
Wed 14thAmsterdam, The NetherlandsRoyal Theater Carre
Thu 15thAntwerp, Belgium
Sat 17thHamburg, GermanyKampnagel
Mon 19thParis, FranceThéâtre Marigny
Tue 20thStockholm, SwedenChina Theatre
Thu 22ndMilan, ItalyTeatro Dal Verme
Sat 24thBarcelona, SpainCasino Aliança Poble Nou
Sun 25thLondon, UKPalace

Aguarda-me umas horitas no site www.ryanair.com a ver o que encontro de mais vantajoso.

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Todas falharam no terceiro

CDS surpreendeu e só um estudo de opinião deu mais votos aos partidos da Direita juntos.

O terceiro lugar conseguido pelo CDS contrariou as sondagens publicadas nas vésperas das eleições. Não foi o BE o mais votado após o PSD e o PS. Quanto ao último lugar, só uma não acertou na CDU. E apenas uma também deu vantagem à Direita unida.

Dos 36,56% de votação nos socialistas, quatro sondagens estiveram a cerca de 1,5% de distância, uns para menos, outros atribuindo uma maior percentagem do que aquela que viria a verificar-se. Um dos estudos de opinião duplicou essa margem de erro.

A sondagem publicada no Jornal de Notícias foi uma das que deram mais 1,5% ao PS, atribuindo 38% ao vencedor. E a distância em relação ao PSD foi de 8%, semelhante à do escrutínio, que é de 7,47%. Ou seja, o estudo deu 30% ao PSD em vez de 29,09%.

As previsões lançadas pelo Público e TVI foram muito próximas também: 38% para o partido de José Sócrates e 29,9% para o de Ferreira Leite. A distância prevista pelo Correio da Manhã entre os dois era ainda maior, de 9,7%. Mas foi o que esteve mais perto do resultado conseguido pelo PSD.

A distância menor surge na sondagem do Expresso e SIC: apenas 34,9% para o PS contra os 31,6% dos sociais-democratas. Foi nos resultados previstos pelo Diário Económico e TSF que o partido do Governo chegou mais longe, com 40%, ou seja, mais perto da maioria absoluta.

O BE manteve-se, nas sondagens publicadas até dia 25, no terceiro lugar, com uma votação entre os 9% atribuídos no Diário Económico e os 11% publicados no JN e DN. O CDS-PP ficou, em todas, no quarto lugar, com excepção para o Público e TVI. Neste caso, eram atribuídos mais votos à CDU, com 8,4% contra os 7,7% dos democratas-cristãos. Ou seja, só aqui os comunistas não ficaram na última posição, enquanto, no Expresso, surgiu um empate entre CDS e CDU em termos de percentagem. Os resultados de ontem vieram confirmar o pior cenário para Jerónimo de Sousa: apenas 7,88% contra os 9,85% do BE e os 10,46% do CDS-PP.

Entretanto, se o partido de José Sócrates conseguiu 36,56%, os dois maiores partidos de Direita somam 39,55%.

Voltando às sondagens, aquela que foi publicada pelo Jornal de Notícias dava os mesmos 38% à Direita do que ao PS sozinho. No Público, CDS e PSD somavam 37,6% contra os 38% socialistas. A sondagem do Correio da Manhã previa 37,7% para os dois partidos de Direita e 38,8% para o PS. No Diário Económico, a distância foi mais curta, dos 39,8% totalizados por CDS e PSD até aos 40% do PS.

Apenas no estudo de opinião divulgado pelo Expresso, SIC e Renascença, os dois partidos da Direita conseguiram ultrapassar juntos a percentagem dos socialistas. Neste caso, a soma foi de 40% contra os apenas 34,9% previstos para o PS.

INCOMPETENTES

Até eu acertei.

Para lembrar as minhas previsões de dia 25:

PSD: 31,12

PS: 31,09

CDS/PP: 9,99

BE: 9,98

CDU: 6,50

Pois, eu sei. Errei no vencedor, mas também não conheço ninguém que viva do RSI. 😆

Mas estava a fazer uma sondagem tendenciosa como as outras e pronto, foi no que deu.

Se alguma empresa de sondagens utilizasse os meus dados, quem sabe se não seriam estes os correctos.

E mais, não utilizei aquelas margens de erro que dão para qualquer lado. Foram tiros certeiros, às centésimas.

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Caderno de Encargos do CDS

cds

 

CADERNO DE ENCARGOS

1. Reforço da autonomia das escolas e dos contratos de autonomia.

2. Alargamento do conceito de autonomia das áreas pedagógicas, de contratação de professores, gestão de espaços e património e ligação à comunidade, nomeadamente às empresas, dentro de balizas gerais comuns.

3. Avaliação objectiva das escolas, dos programas e dos manuais.

4. Avaliação dos professores inspirada no modelo em vigor no Ensino Particular e Cooperativo.

5. Revisão do Estatuto da Carreira Docente, com base na proposta por nós já apresentada, terminando com a distinção injusta entre professores e professores titulares.

6. Introdução gradual de exames no final de cada ciclo escolar.

7. Revisão do Estatuto do Aluno baseada numa cultura de assiduidade, disciplina e esforço e mérito.

8. Objectivação, transparência e rigor no sistema de produção dos exames nacionais, que deve basear-se no sistema de “banco de perguntas”, testado com a colaboração das sociedades científicas e profissionais.

9. Aposta nos percursos diferenciados no ensino secundário e na ligação às necessidades do mercado.

10. Alargamento de cobertura de oferta pré-escolar a partir dos 3 anos.

 

Para memória futura.

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Mudanças

resultados

Gostei do resultado.

Toda a análise que o Paulo Guinote fez vai de encontro ao que fui afirmando ontem antes do resultado final. Para mim foi importante que fosse impossibilitada uma aliança PS+BE. Tinha receio dessa união, afirmei que tal seria possível e previsível, agora não vou poder confirmar essa situação. Assim o BE saí um dos maiores vencedores desta eleição. Contínua na oposição com um papel reforçado e não fica com responsabilidade governativa nenhuma. Para isso é bom o BE.

As políticas educativas e não só, vão ter de se virar à direita com o apoio do CDS.

Como membro de uma organização sindical, valorizo o papel de extrema importância que os sindicatos irão ter daqui para a frente. Essa responsabilidade vai cair em cima de todas as organizações sindicais para uma mudança nas políticas de educação. E felizmente mesmo nessa área a conjugação de resultados irá favorecer a mudança.

Um PCP fragilizado (quer queiram ou não) que manterá a FENPROF no seu caminho de luta constante e uma FNE que propõe um modelo de avaliação e de estrutura de carreira na qual o CDS foi beber quase toda a informação.

Está estabelecido um cenário de mudança e em pouco tempo será abolida a divisão da carreira conforme a conhecemos actualmente. Voltaremos ao tempo em que se firmarão os acordos com a FNE, ficando a FENPROF com o papel de duro e do mauzão e daquele que nada assina porque senão perde a classe. A plataforma terminará e cada um seguirá o seu caminho. No meio disto tudo espero que os professores voltem a ganhar muito do que foram perdendo desde o tempo em que o Jorge Sampaio afirmou num seminário da UNICER que os professores finlandeses trabalhavam 50 horas por semana. Não foram apenas 4 anos e meio, acho mesmo que vão em 6 anos de destruição da imagem do professor.

No meio disto tudo fico com o dia 5 de Outubro livre para quem sabe, ir à praia.

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Continuação H1N1

Açores

 

Ora bem, cá estou eu outra vez com mais notícias…
    Já recebi um telefonema em que me perguntaram: “estás bem? Como é ter essa gripe?”. Para já (e espero que por muito tempo mais) não tenho gripe, estou saudável. Mas obrigado pela preocupação.
    Como vos prometi aqui estão novidades…algumas noticias de jornal e o link do telejornal da tvi24. Aviso já que a senhora que fala como presidente do executivo não se chama Claudete Rodrigues. A nossa presidente chama-se Susete Câmara! Estou para perceber onde a jornalista foi desencantar este nome (deve ter sido devido ao sotaque).
    Quando vinha agora para casa ouvi na tsf que uma escola da amadora já tinha 4 casos confirmados. Apenas fiquei supreendido pelo facto de ter tanto destaque. Pelos vistos em Portugal continental as pessoas são mais importantes, pois, aqui já vai em 44 e quase que não se sabe de nada. Quanto a medidas…até`às 14.30h estava tudo igual, ou seja, “ide mas é trabalhar”! Todos os alunos continuam a ir à escola (não fecharam turmas).
    Divirtam-se a ver as novas informações.
 
    Um Abraço…Pedro Teixeira

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Notícias da Gripe de quem a vive por dentro

h1n1

 

Como sabem a minha escola é muito à frente.
Em Junho disse-vos que estavamos à frente no acordo ortográfico, lembram-se?
Agora tenho uma nova…GRIPE A. Mais uma vez, e como o slogam da rtp “somos os primeiros”…
Pois é, já temos 40 casos confirmados e mais de 100 alunos a faltar. O mais caricato é que o delegado de saúde ainda nada fez. Em Agosto a ministra dizia que nestes casos as escolas iam fechar total ou parcialmente, mas este delegado de saúde deve pensar como o outro dos contemporâneos “vai mas é trabalhar”.
Deixo aqui uns links para provar a minha história.
 
http://ww1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=1505&e_id=&c_id=3&dif=tv&dataP=2009-09-23     (colocar o cursor aos
17:50 min);
 
http://ww1.rtp.pt/acores/?article=10570&visual=3&layout=10&tm=7     (colocar cursor aos 2min).
 
 
 
P.S. (que raio de abreviatura) _
 
Não se preocupem que estou bem. Mas não me convidem para jantar durante o Natal, sou um homem perigoso !!!

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Barómetro de uma Bola de Cristal

bola-de-cristal

O meu barómetro até às centésimas.

Muito mais fiável que o que tem passado por ai.

Foi uma bola de cristal que me contou.

PSD: 31,12

PS: 31,09

CDS/PP: 9,99

BE: 9,98

CDU: 6,50

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Incomodado, eu?

Por estas e por outras do género cairam Ministros da Educação.

Fico a aguardar o desenvolvimento de novos acontecimentos.

 

Dia 16 Setembro, cerca das 20:00

Cand. n/ xxxxxxxxx coloc. CN, no grupo xxx, horário completo, xxxxxx – Agrupamento de Escolas xxxxxxxx

Dia 17 Setembro, cerca das 04:00

Foi-lhe enviado um SMS, que não lhe era destinado. Pedimos desculpa pelo incomodo. DGRHE

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Promessas

Em post que coloquei no Blog do Paulo Guinote sugeri uma peregrinação a Fátima no dia 5 de Outubro (Dia Internacional do Professor) caso o PS perca as eleições de dia 27 de Setembro.

A carga simbólica de uma concentração de professores no fim de semana seguinte a uma derrota do PS seria a forma de a escola portuguesa (não apenas pública) ter uma esperança de mudança e de salvação.

A força de todos servirá para marcar um novo rumo e uma nova vida.

Dia 5 de Outubro espero estar em Fátima.

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O Zé Faz falta?

Por isso estavas mansinho. Essas amizades são assim tão intensas, ou estás à espera de um lugarzinho?

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Qual o mecanismo de colocação pelas DACL?

Depois de publicado o manual para candidatura ao DACL este não esclarece qual o mecanismo de colocação e que poderá colocar em risco as opções dos candidatos a este concurso. Se o QZP de origem e o do anexo VII entram em pé de igualdade junto das preferências manifestadas ou não.

Pelo que me apercebo existem candidatos que querendo sair do seu QZP optam por colocar nas preferências o seu QZP de origem no final das opções. Mesmo indicando outro QZP do anexo VII estão a demonstrar que querem ficar no QZP do qual pretendem sair.

Se as colocações obedecerem a um critério de colocações por fases:

  1. Manifestações de preferências;
  2. QZP de origem;
  3. QZP(s) do anexo VII

os candidatos estão a fazer uma tremenda asneira:

O mecanismo obedecendo a esta lógica de colocação, a DGRHE deverá primeiro esgotar as preferências manifestadas por todos os docentes, só depois o QZP de origem e apenas no caso de todas as opções estarem esgotadas o(s) QZP(s) do anexo VII.

A exemplificação prática poderá ficar para mais logo, mas agora é necessária alguma cautela na escolha de preferências.

 

Exemplificação prática 1:

  • Um candidato do QZP X concorre a 20 escolas do seu QZP
  • Um candidato do QZP Y concorre às mesmas 20 escolas e a mais uma (escola Z) do QZP X
  • Não existem mais candidatos a terem concorrido à escola Z

Existindo uma vaga na escola Z, quem fica?

O candidato do QZP X que é desse QZP, ou o candidato do QZP Y que manifestou preferências pela escola Z?

De acordo com o número 3 do artº 58-A, aplicação electrónica selecciona o candidato respeitando a ordenação do artigo 38º-A e as preferências manifestadas

Ou seja, embora o candidato do QZP X seja desse QZP quem fica nessa escola é o candidato do QZP Y porque manifestou preferência pela escola Z.

Exemplificação prática 2:

  1. Ninguém manifestou preferências pela escola Z do QZP X

Quem fica?

O mais graduado de DACL que ainda não tenha tido colocação e que seja do QZP X.

Exemplificação prática 3:

  • Ninguém manifestou preferências pela escola Z do QZP X
  • Não há candidatos por colocar em DACL do QZP X

Quem fica?

O mais graduado que no anexo VII tenha colocado o QZP X

 

Se não estiver contemplado esse QZP no anexo VII, ou se já não existir nenhum candidato que tenha manifestado interesse nesse QZP através do anexo VII, entra um…

um…

um…

…. CONTRATADO

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Concurso de DACL – A minha previsão

Muito se tem especulado nos últimos dias em como se irá processar este concurso. Não sou vidente, mas já conheço bem o pensamento que está subjacente ao mecanismo dos concursos por parte da DGRHE.

  • Racionalização, racionalização e mais racionalização.

Como se poderá conjugar esse objectivo com:

  • a existência de QZP’s com DACL’s em excesso;
  • a não obrigatoriedade de os docentes manifestarem preferências por outros QZP’s
  • as necessidades que existem depois de apuradas as vagas reais de outros QZP’s;
  • a LEI.

Acredito que neste pensamento gostassem de distribuir os QZP’s em DACL das zonas com excesso para outras com maiores necessidades com a criação de mecanismos ilegais, impedindo a entrada de professores contratados logo no dia 31 de Agosto. 

Passemos à análise da lei do Dec. Lei 51/2009 e do aviso 5432-A/2009 nas passagens sobre os DACL.

A lei de facto dá a possibilidade de os DACL concorrerem de acordo com o artigo 12º, ou seja, a 100 Agrupamentos, 50 Concelhos e 23 QZP’s  e são ordenados na 2ª prioridade na ordenação às necessidades transitórias, logo atrás dos docentes dos quadros de agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas objecto de extinção, fusão, suspensão ou restruturação não colocados no concurso interno.

Em lado nenhum os DACL’s estão impedidos de concorrerem em primeiro lugar para um agrupamento de outro QZP, contudo têm surgido rumores de que primeiramente ficarão no seu QZP, e só no caso de não terem lugar poderão sair para outros agrupamentos fora do seu QZP, acredito que essa seja a vontade da DGRHE, mas é contraditória com a legislação actual.

Existe ainda o dever do Decreto Lei ou o poder do Aviso de abertura de manifestarem preferências pelos (e não por) Agrupamentos ou escolas não agrupadas do âmbito geográfico de um outro quadro de zona pedagógica de entre os identificados no anexo VII do aviso de abertura para o respectivo grupo de recrutamento para não integrarem a lista nominativa a partir de 1 de Janeiro e manterem-se na Bolsa de recrutamento para colocação. Caso não optem por esta via serão colocados administrativamente em funções docentes lectivas ou não lectivas no âmbito do seu QZP.

Assim, poderão os docentes QZP’s em DACL seguir o mesmo procedimento que os Quadros de Escola que concorrem de igual forma a DACL manifestar preferências pelo indicado no artigo 12º e em caso de não colocação entram na bolsa de recrutamento do seu QZP e em outro identificado no anexo VII do aviso de abertura para o seu grupo de docência, caso tenham optado por concorrer pelos agrupamentos  de outro QZP (presumo que seja a todo um QZP).

Tenho algumas dúvidas se todas as preferências manifestadas em concurso entrarão para a bolsa de recrutamento ou se apenas entram os agrupamentos do QZP de origem e outro que possam ter optado estando o docente sujeito as novas regras de colocações pela bolsa de recrutamento (colocações automáticas).

Mas prevejo que só poderão entrar para bolsa os agrupamentos do QZP de origem e do outro opcional que é restritivo.

 Aguardemos.

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Os problemas dos concursos voltaram, ou não

Hoje, dias 22 a FNE e a FENPROF alertam para os problemas que estão a surgir na aplicação elecrónica dos concursos de Contratação, DCE e DAR.

Vou centrar-me no maior problema e naquele que está a afectar a maioria dos professores contratados:

FENPROF

Para efeitos de contratação não se conseguem introduzir códigos da mesma escola quando as candidaturas se destinam a fins diferentes (horários anuais / horários temporários);

FNE

Inúmeros problemas na aplicação electrónica da página da DGRHE (Direcção Geral dos Recursos Humanos da Educação) têm impedido que os docentes manifestem as suas preferências tal como nos anos anteriores, em que poderiam repetir as referidas preferências quer para contratos a celebrar durante o primeiro período do ano lectivo com termo a 31 de Agosto, quer para contratos a celebrar durante o primeiro período com termo a 31 de Agosto e contratos de duração temporária.

Vou tentar explicar a razão desta impossibilidade. (mas que dia 20 e 21 foi possível)

Quem opta por concorrer a horários temporários concorre igualmente a anuais.

Até 31 de Agosto só são atribuídos apenas horários anuais.

Para a bolsa de recrutamento é indiferente a colocação primeiro do horário anual para depois colocar o horário anual e temporário, visto o mecanismo de colocações já não ser de forma cíclica, mas sim imediata.

Quem coloca uma temporária, independentemente de a seguir ter uma opção apenas de anual será colocado automaticamente na escola que pedir o tipo de horário e a duração previsível do mesmo pela graduação do candidato e pela ordem de preferências do candidato que tenha optado por esse horário.

Ou seja, já pouca diferença faz em deixar as opções  temporárias para o fim da lista tendo colocado antes as anuais.

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incongruências

Solicito a ajuda de quem souber resposta para a seguinte dúvida.

  • Um professor de QZP não obteve colocação em Quadro de Agrupamento e vai concorrer a DACL.
  • Esse professor por força das circunstâncias também concorre a DCE.

Segundo a legislação e a nota informativa da DGRHE de 13 de Julho os candidatos da alínea b) e c) devem instruir o processo com uma declaração de Impossibilidade de o tratamento a prestar ser efectuado no concelho de colocação; bem como de uma declaração de Possibilidade de o tratamento a prestar ser efectuado no concelho para onde pretende concorrer; e apresenta na nota final o seguinte: 

 

os docentes dos Quadros de Zona Pedagógica que não obtiveram colocação em quadro de agrupamento de escolas ou escola não agrupada, na Declaração de Impossibilidade de o tratamento a prestar ser efectuado no concelho de colocação, devem ter por referência o concelho do agrupamento de escolas/escola não agrupada de afectação.

Questão:

Esse professor que vai a DACL e DCE está afecto no concelho para onde existe esse tratamento. Como soluciona a questão da declaração de impossibilidade de o tratamento a prestar ser efectuado no concelho de colocação se é incompatível com a outra declaração?

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Fico giro, não fico?

“SOU O 3º MINISTRO DA ECONOMIA MAIS ANTIGO DA UNIÃO EUROPEIA”

Manuel Pinho, Sic Notícias 1/07/2009

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