Parem com esta vergonha, senhores políticos! Porque nós estamos fartos de ver a educação ser tratada como uma mulher de alterne, por quem se vive uma paixão que logo desaparece na legislatura seguinte
Chegou a hora de pararmos de obedecer cega e estupidamente a este desnorte! Somos profissionais pensantes. Queremos mudanças! Queremos o tempo de serviço a que temos direito (nem sequer estamos a pedir retroativos)! Exigimos qualidade! Exigimos respeito! Se somos nós que no terreno lutamos diariamente contra os muitos constrangimentos do sistema, seremos nós também que temos de mostrar aos nossos políticos que não estamos interessados nos seus jogos de poder. Sem medo, colegas!
Dando cumprimento à Declaração de Compromisso assinada, a 18 de novembro de 2017, entre o Governo e as Organizações Sindicais, para o início de uma reflexão sobre o desgaste dos professores e os seus horários de trabalho, foi objeto de negociação sindical o Despacho de Organização do Ano Letivo, que estabelece princípios para a distribuição de serviço.
O ministério refere que, “inscrevem-se as reuniões de carácter regular para fins pedagógicos na componente não letiva de estabelecimento, como forma de fomentar o trabalho colaborativo entre professores sem sobrecarga da sua componente individual”. Estas reuniões terão de ficar, assim, “assinaladas no horário dos professores”. Convida as escolas a fomentar as equipas pedagógicas evitando a dispersão dos professores e rentabilizando o seu trabalho e reduzindo o número de reuniões. Estas e outras mudanças como podem verificar na leitura do documento.
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O Governo dos Açores e uma delegação representativa de professores estiveram hoje reunidos, mas o titular da pasta da Educação reiterou que não vai negociar e irá adotar na região a solução que for encontrada a nível nacional.
Têm filhos(as) em idade pré e adolescente?
Aqui fica uma sugestão…
A Susana Tavares escreveu um livro sobre uma adolescente de 15 anos viciada em redes sociais que vai parar a uma aldeia sem nada daquilo que parece dar sentido à sua vida…
Entre uma greve e outra, podemos sempre ter tempo para ler…
Anda tudo distraído com a Greve dos professores, diga-se que muito se tem feito a este nível, mas na penumbra negoceia-se a passagem de quase tudo e todos para as Autarquias.
Ninguém discute, ninguém fala, ninguém noticia ou comenta, tudo calado para não haver ondas…
O que passa para as autarquias?
Passa a administração de todos os edifícios e o pessoal não docente, para já…
Os números já são conhecidos, 797 milhões para a gestão das escolas, passarão para as autarquias a partir do orçamento de estado.
No futuro o que passará para a alçada das autarquias?
Vá-se lá saber ou adivinhar…
Este momento é de organizar uma Greve por uma causa mais do que justa, mas não se esqueçam que eles andam aí e é preciso andar atento…
Abertos os concursos interno, externo, afetação aos quadros de zona pedagógica, mobilidade interna, contratação inicial e de reserva de recrutamento, para seleção e recrutamento do pessoal docente da educação, dos ensinos básico e secundário e do pessoal docente especializado em educação e ensino especial, com vista ao suprimento das necessidades permanentes e temporárias, estruturadas em horários completos, na Região Autónoma da Madeira.
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O Ministério da Educação convocará, eventualmente, ainda hoje, uma reunião para (re)início do processo negocial sobre os aspetos relacionados com a concretização da contagem do tempo de serviço. Esta informação está a ser transmitida pelos 10 sindicatos ligados à “coligação sindical”.
A reunião terá lugar dia 11 de julho, quarta-feira da próxima semana, da parte da tarde.
Esperemos que, desta vez a proposta não seja insultuosa…
Manter a luta, agora mais do que nunca, mostrará o que queremos ver defendido.
Publica-se, seguidamente, as listas definitivas dos concursos para contratação de docentes dos grupos de recrutamento 100, 110 e 510, de acordo com os respetivos avisos oportunamente divulgados.
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Publica-se, seguidamente, as listas definitivas do concurso para contratação de docente do grupo de recrutamento 910, de acordo com o respetivo aviso oportunamente divulgado.
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Colegas, como sabem a classe docente está a ser alvo de um ataque ignóbil. Não só nos tentam roubar cerca de 25% de todo o tempo da nossa carreira, como nos tentar enganar/mentir, chantagear e agora chegam mesmo a tentar atropelar o nosso legítimo direito à greve com o serviços mínimos. Isto sem falar nos milhares de colegas contratados e das AEC que nem sequer carreira têm e que todos os anos estão sujeitos a uma precariedade que nos devia envergonhar a todos como país (por isso também uma das principais reivindicações do pré-aviso de greve do S.TO.P. é combater a precariedade docente).
Perante a dimensão deste ataque o S.TO.P., como é do conhecimento público, convidou a 21 de junho todos os sindicatos/federações sindicais docentes para reunir com urgência para equacionarmos a realização de uma grande manifestação nacional. Infelizmente até hoje nenhum sindicato/federação respondeu a esse nosso convite/email oficial…
Apesar disso, muitos colegas continuam a considerar que, para reforçar a luta nas escolas, era fundamental ter um protesto nacional para tentar quebrar o isolamento das lutas nas escolas e para tentar trazer mais destaque mediático para a nossa luta.
Reafirmamos o convite a todos os sindicatos/federações sindicais (docentes e não docentes), a toda a população em geral (independentemente da profissão) para que se solidarize e participe neste protesto nacional em defesa da liberdade/democracia na Escola Pública!
SE FICARMOS NEUTROS PERANTE UMA INJUSTIÇA, ESCOLHEMOS O LADO DO OPRESSOR!
Sexta, 6 de julho, às 10h à frente do parlamento (a chamada casa da democracia). O professor Santana Castilho já confirmou presença e irá intervir oralmente ao nosso lado. JUNTOS SOMOS + FORTES!
“Exmos. Senhores Diretores de Escola/Agrupamento de Escolas
Exmos. Senhores Presidentes de CAP
Face a informações de que há docentes que não estão a cumprir os serviços mínimos decretados no processo de Arbitragem dos Serviços Mínimos, n.º 7/2018/DRCT-ASM, através de acórdão arbitral datado de 26 de junho de 2018, importa comunicar o seguinte:
1) Os serviços mínimos foram decretados por um colégio arbitral, nos termos do artigo 404.º da LTFP, equivalendo a decisão arbitral a uma sentença de um tribunal de primeira instância, pelo que é obrigatória, nos termos da Constituição e da lei;
2) Violam os serviços mínimos os docentes que:
2.1. Não entreguem todos os elementos de avaliação necessários “…para que possa surtir efeito a deliberação a tomar”, tal como é referido expressamente no acórdão arbitral;
2.2. Tendo sido designados pelo Diretor do AE /ENA para estar presente no conselho de turma em cumprimento dos serviços mínimos não compareçam ou, comparecendo, não concluam o processo de atribuição de notas aos alunos, o qual só termina quando está em condições de ser ratificado pelos Diretores;
3) A violação dos serviços mínimos faz os infratores incorrer na violação dos deveres previstos no artigo 73.º da LTFP, incluindo faltas injustificadas, constituindo, por isso, infração disciplinar.
Assim, devem os Senhores Diretores dos AE/ENA proceder ao registo das presumíveis infrações para efeitos de apuramento da responsabilidade disciplinar individual por parte da entidade competente, caso esta assim o venha a considerar.”
Está publicado o relatório anual “Estatísticas da Educação” da Direção-Geral de Estatísticas de Educação e Ciência relativo a 2016/17. Além de se dar continuidade à divulgação regular de dados sobre o sistema educativo, são de destacar os seguintes aspetos:
– Evolução muito positiva das taxas de transição e conclusão dos alunos. Em resposta ao esforço colocado pelas escolas no desenvolvimento das estratégias locais, no âmbito do Programa de Promoção do Sucesso Escolar (lançado em 2016), há uma redução do insucesso escolar que alcança os 19%, 13% e 15% nos 1.º, 2.º e 3.º ciclos de escolaridade, respetivamente, e de 4% no ensino secundário, face ao ano letivo anterior. Será importante destacar que, a partir 2016, o atual governo colocou em marcha um conjunto de medidas educativas inovadoras e ambiciosas, tais como o referido Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, o apoio tutorial específico ou o reforço da Ação Social Escolar, no sentido de permitir a todos os jovens as condições adequadas para uma escolaridade bem-sucedida, combatendo aliás um dos problemas estruturais que vinham sendo identificados em Portugal, em contraste com a grande maioria dos outros países europeus: as elevadas taxas de insucesso escolar.
– Regista-se igualmente um aumento do número de alunos a frequentar o ensino secundário (+2,1%), que não acompanha os efeitos da quebra demográfica, evidenciando o sucesso do alargamento da escolaridade obrigatória até aos 18 anos, em linha com a já recentemente observada quebra do abandono precoce da educação e formação. Este resultado é também uma consequência do aumento das taxas de conclusão no ensino básico, contribuindo assim para o objetivo de qualificação de todos os jovens portugueses.
– Observa-se ainda uma muito evidente evolução positiva do número de adultos inscritos em programas de formação, duplicando os valores do ano letivo anterior, em resultado do primeiro ano de implementação do Programa Qualifica.
Isto já roça o gozo… “Ao fazer obra no IP3, estamos a decidir não fazer evoluções nas carreiras ou vencimentos” (António Costa) Se não é gozo é uma provocação. É a falta de respeito a que nos habituaram…
O mais importante num professor é a relação com os alunos
De que professores se lembram? Que professores deixaram uma marca? Eu lembro-me dos professores que se lembravam de mim. Eu lembro-me da professora Margarida. A professora Margarida deixou uma marca.
A professora Margarida foi a nossa professora de Matemática do 7º ao 9º ano, três anos por inteiro, e se nunca fui um às a matemática (não sou, a minha mãe é professora de matemática e em casa de ferreiro…), passei a ver a matemática como um desafio onde quem tivesse a nota mais alta do teste recebia um chocolate da professora, estando outro chocolate reservado para quem resolvesse o problema-mistério no fim de cada prova.
Se me perguntarem que imagem tenho da professora Margarida, vem-me logo à memória o seu sorriso, grande, aberto, feliz, um sorriso que ria com os olhos apenas por rir, um sorriso de quem está em paz com o mundo, sem expectativas, numa alegria simples de viver.
E talvez tenha sido isso, o sorriso, a conquistar-nos logo de início, ainda no 7º ano, verdes e ao vento, ainda receosos do chão pisado agora na escola Secundária. A professora Margarida acolheu-nos, e nós encolhemo-nos no seu regaço, no seu cuidado.
E o tempo, a professora Margarida tinha sempre tempo, tinha a porta sempre aberta e a vontade e o carinho, escutando os nossos anseios, confortando-nos e dando conselhos, de igual modo ajudando os que, por medo ou inocência, não sabiam pedir ajuda.
Em cada Natal e no fim do ano, a professora Margarida escrevia um cartão para cada um dos seus alunos, ainda guardo os meus, principalmente o do 8o ano, quando os meus pais se separaram e as suas palavras disseram tudo. Não sei onde está a professora Margarida. Já não está na escola, a última vez que a vi passou por mim a sorrir na Faculdade de Ciências, por acaso e de repente, e entretanto já passaram 20 anos.
No final do 9º ano despedimo-nos da professora Margarida, ainda em choque, incrédulos, dependentes e, outra vez, receosos dos nossos passos, prestes a entrar para o 100 ano onde cada um seguiria a sua estrada, uns para Desporto, eu para Ciências mais meia dúzia de colegas, outros para Humanidades. Acho que não nos despedimos como devia ser, não nos queríamos despedir, eu não queria, e a euforia do fim do ano e das férias esbarrou na tristeza de uma turma inteira.
E nunca mais nos esquecemos de si. E aqui ficou o verdadeiro legado da professora, da nossa professora, a relação, a marca, a saudade que nos faz voltar, que nos torna melhores, a querer vencer e andar em frente, todos os dias, porque um dia recebemos amor e hoje queremos dar de volta todo o amor, mas a dobrar.
Gostava de lhe poder agradecer, por tudo, pela ajuda, pelo tempo, as conversas, as palavras amigas, o apoio sempre que precisámos, pela amizade.
Ah, e graças à matemática, desenvolvi uma memória para números e uma capacidade de análise estatística preponderantes no emprego que hoje tenho. Não, nunca fui um ás a matemática, mas agora sei para que é que serve.
Uma forma de protesto simples de concretizar e que chama a atenção de quem passa…
Caros Colegas,
No dia 2 de julho, às 8 e às 10 horas, na portaria da nossa escola-sede, vais encontrar um PIQUETE de greve simpático, criativo e convicto da justiça da nossa luta.
No nosso Agrupamento alguns professores estão a lutar pelos direitos de todos.
No dia 2 de julho junta-te a esta luta, trazendo uma fita larga, de tecido ou plástica (reutilizada), para colocar um laço colorido no portão da escola-sede. O número de laços será proporcional ao número de professores do nosso Agrupamento descontentes com o Ministério da Educação. A diferença de cores demonstrará que esta luta não segue movimentos partidários e transcende os sindicatos.
Estas ações ocorrem no Agrupamento de Escolas de XXXXXXXXXX, mas podem ser divulgadas para outros colegas de outras escolas/agrupamentos.
Acrescentar ao kit de luta um adereço da seleção também pode ser uma opção.
As dez organizações sindicais que convocaram a Greve às Avaliações que se iniciou a 18 de Junho (onde se inclui a FENPROF) estão a promover, até ao final do dia 3 Julho, uma consulta aos professores e educadores.
O que se pretende é conhecer a opinião da classe docente sobre as reivindicações que têm justificado o seu envolvimento, em elevadíssimo número, nesta luta e o prosseguimento da luta.
Sobre a consulta, o Secretário-Geral da FENPROF disse à comunicação social – “Queremos provar ao Governo que não é uma teimosia dos sindicatos pedir a recuperação de todo o tempo de serviço correspondente ao período em que as carreiras estiveram congeladas”. A comunicação social conclui – “Mário Nogueira acredita que a esmagadora maioria dos professores não irá abdicar de uma hora que seja do tempo que trabalhou e que concordará com esta posição.”
Como participar nesta consulta:
Aos sócios dos Sindicatos já foi enviado um email que tem uma ligação, a partir da qual podem responder a um questionário. Assim, apelamos a quem ainda não o tenha feito para que o faça o mais rapidamente possível, de preferência até ao fim do dia de hoje, domingo;
Porém, a consulta, embora seja de primordial importância que seja feita em primeira mão junto dos associados, terá de envolver os colegas que não são sócios ou são-no de outro sindicato, pelo que pedimos aos Delegados e Dirigentes do SPRA que recolham a opinião de um grande número de colegas. As respostas podem ser individuais ou em grupo (por exemplo, reunindo colegas na sala de professores ou em reuniões de qualquer tipo que estejam a decorrer). O questionário tem espaço para assinalar uma das duas situações. Anexamos o questionário e pedimos que imprima alguns exemplares ou que passe pela sede do SPRA e levante os exemplares de que necessita;
Em nenhum caso é pedida a identificação do professor. Na resposta feita no formulário online está garantida a confidencialidade;
As respostas devem ser devolvidas até às 18.00 horas (hora dos Açores) do dia 3 de Julho para [email protected], fotografando ou digitalizando o resumo das respostas aos questionários, ou para o FAX 296 629 498. Também podem ser entregues na sede do SPRA. Basta enviar o lado do questionário onde se encontram as perguntas e as respetivas respostas.
ESTA CONSULTA É MUITO IMPORTANTE PARA A LUTA DOS/AS PROFESSORES/AS E EDUCADORES/AS.
Pedimos a sua ajuda na sua concretização.
O governo tem que perceber que a contagem do tempo de serviço é mesmo uma exigência sentida por todos nós.
Publica-se, seguidamente, os nomes dos candidatos colocados através dos concursos para contratação de docentes dos grupos de recrutamento 240, 410 e 620, de acordo com os respetivos avisos oportunamente divulgados.
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Investigação de Isabel Santos da Universidade de Aveiro
LEMA: plataforma online auxilia crianças com autismo
Chama-se LEMA e é o primeiro site português nascido para ajudar na Matemática as crianças com perturbação do espectro do autismo (PEA). Criado por Isabel Santos durante o Doutoramento em Multimédia em Educação na Universidade de Aveiro (UA), o LEMA, para além do desenvolvimento do raciocínio matemático destas crianças, quer ainda auxiliá-las nas áreas da linguagem, da leitura, do planeamento ou da gestão de emoções.
“Os resultados obtidos nas sessões de aferição com crianças e com professores e educadores da Educação Especial permitem assumir o LEMA [das iniciais em inglês de Learning Environment on Mathematics for Autistic children] como um importante instrumento de apoio à promoção do desenvolvimento do raciocínio matemático em crianças com PEA”, congratula-se Isabel Santos a autora da plataforma facilmente acessível a partir do link http://lema.cidma-ua.org.
Para além da Matemática, “o LEMA é também um auxiliar aos desenvolvimentos da linguagem e leitura, do planeamento, da memorização, da gestão de emoções, da atenção e concentração e da interação entre pares”. Assim, aponta Isabel Santos, o ambiente digital “poderá constituir-se como um instrumento pedagógico relevante para a premissa de uma escola inclusiva, garantindo o acesso e equidade de crianças com PEA ao processo de ensino e de aprendizagem, preparando a sua transição para uma vida ativa em sociedade”.
Destinado a crianças entre os 6 e os 12 anos diagnosticadas com PEA, o LEMA contém dois perfis de utilizadores – um para o educador e outro para a criança – e integra 32 classes de atividades de matemática, cada uma delas subdividida em cinco subclasses, de acordo com níveis de dificuldade.
Decreto Legislativo Regional n.º 9/2018/M altera ao Decreto Legislativo Regional n.º 28/2016/M, de 15 de julho, que regula o regime jurídico dos concursos para seleção, recrutamento e mobilidade do pessoal docente da educação, dos ensinos básico e secundário e do pessoal docente especializado em educação e ensino especial da Região Autónoma da Madeira
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XVIII Encontro Nacional de Educadores e Professores organizado pelo SPZC na Guarda. Juntou cerca de 600 professores aposentados. Na cerimónia de abertura os professores presentes demonstraram a solidariedade com a luta dos professores no ativo.
O PSD/Açores vai entregar, no início da próxima semana, um projeto de decreto legislativo regional para recuperação do tempo de serviço, começando em 1 de janeiro de 2019 e prolongando-se durante cinco anos, de modo a que em 2023 esse tempo de serviço possa estar totalmente recuperado”, afirmou Duarte Freitas, em declarações aos jornalistas, no final de uma reunião com a direção do Sindicato Democrático dos Professores dos Açores.
É necessário dizer que nos Açores já foi recuperado o tempo de serviço que esteve congelado entre 2005 e final de 2007.
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As duvidas têm chegado em catadupa e quem de direito ou não sabe ou não quer esclarecer, fica aqui um FAQ da DGERT sobre Greves e Serviços Mínimos.
Peço-vos especial atenção para:
Quem designa os trabalhadores que ficam adstritos à prestação de serviços mínimos?
Os trabalhadores adstritos à prestação de serviços mínimos devem ser designados, com 24 horas de antecedência relativamente ao início da greve, pelos representantes dos trabalhadores (em regra, o sindicato que declarou a greve), e se estes o não fizerem, compete ao empregador fazê-lo (art. 538.º/7).
Qual a consequência do incumprimento da prestação de serviços mínimos?
A inobservância da obrigação da prestação de serviços mínimos legitima o Governo a determinar a requisição civil nos termos previstos no Decreto-Lei n. 673/74, de 20 de novembro.
As visualizações do blog nunca foram segredo, pelo contrário, o Arlindo costuma publicar as estatísticas anuais. Já outros nunca foram claros quanto às suas estatísticas, quer nos sites, quer nos seus seguidores, “cotizados” ou não. Ainda, um dia, gostava de comparar estatísticas…
Ficam os números do ultimo mês para se verificarem as centenas transformadas em dezenas de milhar diários, isso dever-se-á sabe-se lá a quê…
O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues recebe a comunicação social, no Ministério da Educação em Lisboa, a propósito do novo modelo de avaliação do ensino básico já divulgado. 12 de janeiro de 2016. PEDRO NUNES/LUSA
… valham-me os santos, Buda e outras divindades…
Uns aguardam pelos outros, os outros aguardam pelos uns e nada se resolve, ninguém toma a iniciativa… parecem os miúdos a fazer birra.
Ontem, os sindicatos, disseram, em conferência de imprensa, que estavam à espera de uma convocatória por parte do ME para retomarem as negociações.
O ministro considera que o próximo passo a dar nas negociações sobre a progressão nas carreiras deve ser dado pelos sindicatos dos professores. Isso estará para breve, diz o governante.
Está para breve, está… os sindicatos aparecem por aí segunda-feira.