Para a generalidade dos professores beneficiários, os valores mantêm-se inalterados: 150 euros para aqueles entre 70 e 200 quilómetros de casa, 300 euros para os docentes que estão entre 200 e 300 quilómetros e 450 euros para os que dão aulas a mais de 300 quilómetros da residência.
No entanto, e ao contrário do que previa o diploma aprovado pelo parlamento em março, o Governo introduz agora uma majoração para os professores que estejam a lecionar em escolas inseridas nas áreas geográficas de quadros de zona pedagógica considerados deficitários.
Nesses casos, os docentes vão receber mais 15 a 50 euros, dependendo da distância: 165 euros mensais se estiverem a menos de 200 quilómetros, 335 euros entre 200 e 300 quilómetros e 450 euros se a distância for superior a 300 quilómetros.




3 comentários
A minha dúvida é se, quem já usufruiu no ano passado e não havendo alterações, tem de submeter novo pedido?
Quais serão os quadros de zona pedagógica deficitários? Os apoios serão para todos os professores inclusive os do quadro ?
São uns iluminados. Esta gente maluca, burra e sem respeito mandam este decreto num espaço temporal em que alguns (muitos) profs já submeteram o seu concurso de mobilidade.
Vejamos a seguinte situação (que por coincidência é a minha e de muitos outros colegas):
Pertenço a um dos qzp’s ditos carenciados. Sendo do norte do País, naturalmente, faço o meu concurso MI de norte para sul. Com este apoio vindo destes iluminados, teria feito o concurso de outra forma, pois que, não me compensa ficar a 50 a norte do meu QZP carenciado!
Brincam, são bem remunerados, burros, não pensam.
Nunca pensei dizer isto mas CHEGA. Começo a duvidar que o CHEGA consiga ser pior que esta gente…
Boas férias!