Limitação do direito à greve pode chegar às escolas: Governo quer reverter alterações do Governo de Costa
Executivo alarga serviços mínimos a atividades de apoio a crianças. Ministério não exclui que possa abranger as escolas. Mexidas em mais de 100 artigos tem como intenção reverter grande parte das reformas dos governos de Costa e leva a mais um afastamento do Executivo em relação ao PS





17 comentários
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Limitações à lei da greve são um atentado contravtodos nós. Quero ver quem são os professores sádicos e masoquistas, claramente perturbados, que aqui virão defender a medida (não deveriam ter direito, para começar, à RITS)…
Cada vez mais me distancio deste governo.
É pena. Começaram bem, mas começam a ter tiques algo “estranhos”.
É fundamental evitar que a falta de uma educadora implique que os pais das crianças não possam ir trabalhar.
Calha bem. Isso não é para mim . Nunca falto nem mesmo quando estou um pouco doente. Quando eu não conseguir trabalhar quero ir directamente para Céu. Descanso lá. Os meus alunos ficavam muito aborrecidos e mal dispostos se eu colocasse a hipótese de faltar. Um disse-lhes que me ia embora e eles fizeram um baixo assinado para o diretor da escola que, por coincidência, não gostava nada de mim . Por isso, sempre desejava faltar era com rescisão do contrato e sem avisar ninguém.
Trabalhem, pois o trabalho enaltece e ajuda os outros. Descansam depois de mortos.
O ideário fascisto-stalinista da formiguinha. Muito bem, assumamos que arbeit machts frei e tudo isso… Que é que tem a ver diretamente com o direito à greve e às razões que lhe poderão estar subjacentes? Zero. Zerinho. Seria bom que te tirassem o direito à RITS (conseguido graças às greves), uma vez que ficarias todo contente com os teus aluninhos. Porque é que será que o diretor não gostava de ti? Serás um complicador? Ah, mas sempre cheio de razão, claro!
Mainada, és diretor ?
Saberás que outros também têm direitos não és só tu quem os tem .
Os pais também têm direito de ir trabalhar se não forem professores.
Ó meu, se não estás num blog de professores a defender os professores, isso tem nome: és um troll.
Gostava de saber qual a posição do Chega relativamente a esta cena da greve.
Isso é que importa. Se o Chega votar contra a coisa não passa.
O CHEGA demonstra claramente que é um aliado da classe operária.
Hipocrisia pura do PS.
Estão indignados.
Aquando das greves do STOP, foi o PS que impôs serviços mínimos nas escolas.
O que foi, muito mais tarde e em tempo inútil considerado ilegal pelos tribunais.
Agora parece que têm amnésia, não é nada com eles.
O meu indiretor escolheu a dedo os colegas a que injustificou faltas por motivo de greve.
Felizmente o sindicato reverteu a situação e teve que engolir as faltas injustificadas (tadinho dele)
Agora este Gverno dará primazia aos lambe cus e os fura greves serão dispensados pelo servilismo de minimalistas da lista de pretendentes ao céu polítiqueiro .
No fundo, o direito à greve, era só para alguns professores. Toda a gente sabe isso! Os professores do ensino profissional que fazem greve num dia de turmas do professional, têm que repor essas horas mais tarde! Aconteceu-me a mim ter que repor dois dias inteiros de greve (em dias diferentes) às aulas do ensino profissional. Quem me obrigou? A lei e um diretor de uma escola e, na altura, até fazia parte do Comite Central do Partido Comunista.
Todos os cursos financiados (Profissionais, EFA…) são assim. Nesse caso, a regra europeia sobrepõe-se à regra nacional. No que me diz respeito, o diretor até podia ser ideólogo do Chega, não foi culpa dele. Podemos sempre considerar que é injusto, mas isso é outra coisa. E certamente que não motivo para apertar com as greves. Piorar tudo porque uma coisa está mal não faz qualquer sentido. É a velha inveja portuguesa…
Nada do que me acusa é correto! Incorreto é o sindicato afirmar que se pode fazer greve sem ter de repor essas aulas, quando sabem que têm de ser repostas. Não sou contra a existência das greves, são legítimas e um direito fundamental. Contudo, há atropelos cada vez maiores ao direto à greve por parte dos patrões e os sindicatos nada fazem! Por exemplo, funcionários em greve que são substituídos, turmas em blocos fechados que são transferidas para outros blocos, blocos a funcionarem sem funcionário. Queixas apresentadas por estes funcionários e nunca resolvidas!
Ok, percebo.
Pois é caros colegas, se os direitos que tínhamos enquanto docentes (ou a falta deles) já se equiparam às demais profissões do sector privado, será que vale a pena sequer ficar nisto? Se for pelo salário digo-vos já que não.
Com a gradual diminiução no orçamento para a Educação, qualquer dia o Estado ainda transforma o universo dos AEs em PPPs tal como fizeram na Inglaterra há uma década atrás.
Só quero lembrar que esta página realizou um referendo antes das eleições e a esmagadora maioria disse que ia votar PSD. É caso para dizer: “Você votou nisto!”