1 de julho de 2025: Mais um passo na recuperação do tempo de serviço
O decreto-lei aprovado concretiza a recuperação do tempo de serviço que esteve congelado, num total de seis anos, seis meses e 23 dias, equivalentes a 2.393 dias. Essa recuperação decorre de forma faseada, a um ritmo médio de 25% por ano, entre 2024 e 2027, com a seguinte distribuição: 25% a 1 de setembro de 2024; 25% a 1 de julho de 2025; 25% a 1 de julho de 2026; e 25% a 1 de julho de 2027.
Hoje cumpre-se o marco da segunda tranche, um momento que merece ser destacado por representar não apenas mais um passo na reposição do tempo de serviço congelado, mas também pela concretização da dispensa de vagas para acesso aos 5.º e 7.º escalões a todos os docentes abrangidos por este processo.
Para a FNE, este acordo constitui um ato de justiça para os docentes, resultado do compromisso e do diálogo que permitiram alcançar uma solução justa, equilibrada e sustentável. Representa também um avanço com impacto real na vida dos professores, traduzindo o reconhecimento e a valorização do trabalho que desenvolveram ao longo dos anos.
Esta medida foi possível graças ao acordo alcançado entre o MECI e sete das doze organizações sindicais representativas dos docentes, tendo sido determinante o entendimento celebrado com a FNE, que permitiu desbloquear um processo há muito reivindicado pelos professores e educadores.




42 comentários
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Se a FNE ainda tivesse alguma vergonha e respeito pelos professores, pelo menos, calava-se. Este texto ofende dezenas de milhar de professores. Eu sou um deles. Porque raio será? Porque sou mau professor?
Concordo! Então os 13000 que estão no topo da carreira,? Que vão ficar com a carreira contributiva altamente penalizada?
Deviam ter vergonha, classe da trampa!!
Por acaso, algum professor/a vai recuperar um único dia do tempo de serviço que esteve congelado /a para efeitos contributivos? Se tivesse ficado congelada no 2° escalão ou 3° escalão depois de ser reposicionado/a na carreira em função do indice salarial em que estava na altura, em vez do tempo de serviço, sabia perfeitamente o que é injusto. Por isso, pense duas vezes antes de se queixar de estar a ser injutiçado/a.
Fiquei congelado no 1.º escalão.
Vou ser prejudicado na minha carreira toda e na minha reforma à conta disso.
Nunca chegarei ao topo, por mais que faça.
Com a porcaria da necessidade de vagas e de ter notas de Excelente ou MB para progredir para alguns escalões, nunca passarei do 5.º ou do 7.º, sabendo que só se ganha razoavelmente a partir do 7.º.
Talvez nem tenha reforma quando lá chegar.
E ainda há gente que se queixa de estar no 10.º, reformar-se no 10.º e ganhar “pouco”?!
Não gozem, por favor.
Por isso dou-lhe razão, Ultracongelado.
Ainda de referir que graças à porcaria das ultrapassagens, há quem tenha menos tempo de serviço do que eu, que está há minha frente há anos.
É o gozo total.
Gozo é não respeitar quem já passou por muito e quem vos ensinou@
Tenha vergonha e cale-se! Pelo menos ainda conseguiu chegar ao topo da carreira! Mais de metade dos congelados não vai conseguir chegar lá ou se chegar será à beira da reforma. Por isso, cale-se! Já agora, apesar de estar no topo da carreira e se estar a cagar para os que não estão, que tal umas aulinhas observadas de quatro em quatro anos e relatórios anuais de avaliação?
Quer a minha idade, os meus calos, os cabelos brancos, as artroses e a calvície?
Por acaso, algum professor/a vai recuperar um único dia do tempo de serviço que esteve congelado /a para efeitos contributivos? Se tivesse ficado congelada no 2° escalão ou 3° escalão depois de ser reposicionado/a na carreira em função do indice salarial em que estava na altura, em vez do tempo de serviço, sabia perfeitamente o que é injusto. Por isso, pense duas vezes antes de se queixar de estar a ser injutiçado/a.
Ainda não se lembraram da recuperação do tempo de serviço que perdemos enquanto aguardavamos vaga para o 7⁰ escalão, quando aqueles que ainda estavam no 6⁰ escalão tiveram direito a todo o tempo em que aguardavam vaga no 6⁰ escalão. As ultrapassagens são uma vergonha e o sindicato nada faz
Concordo consigo!
Por que razão ninguém fala desta situação?!!! Há docentes que perderam meses de tempo de serviço a aguardar vaga para passarem ao 5º e 7º escalões. Será que agora, e uma vez que os docentes não necessitam de aguardar vaga, terão todo o tempo contabilizado? Se for assim, na verdade, é vergonhoso. Estou a aguardar mais esclarecimentos sobre esta situação para posteriormente poder manifestar-me.
Já eu fui ultrapassado pelo DR 119/2018 e há gente com menos tempo de serviço do que eu que está 1 escalão à frente!
Esta vergonha é constantemente calada!
Que treta! E se a plataforma do IGeFE funcionasse corretamente? Mudei de escalão a 30/06/2024 (mais tarde recebi com retroativos) e no IGeFE tenho a indicação de que mudei a 01-09-2024 Não reúne requisitos (!), 01-07-2025 Não iniciado e a brilhante indicação “Não reúne o tempo de serviço de permanência obrigatório para efeitos de progressão de carreira”, o que é uma perfeita falsidade. Já protestei para lá, mas o certo é que continuamos a não mudar de escalão na data correta e vá-se lá saber porquê!
Vá-se lá saber porquê mesmo… No entanto, enviei uma reclamação e foram muito céleres a resolver a situação. Ok. Agora, vamos ver quanto tempo a escola demora a validar a validação…
Maior roubo de sempre contra professores e discriminação inconstitucional: tirar a uns para dar a outros, com a conivência de pressupostos sindicatos.
Deviam ter considerado o tempo de serviço na mesma proporção para descontar no tempo que falta para aposentação ou rever o valor da aposentação.
Até o anterior ministro do governo do Costa contabilizou tempo (algum) igual para todos os professores.
Tem toda a razão. Uns são filhos e outros enteados. Enfim… E ainda dizem que estamos numa democracia.
Por acaso, algum professor/a vai recuperar um único dia do tempo de serviço que esteve congelado /a para efeitos contributivos? Se tivesse ficado congelada no 2° escalão ou 3° escalão depois de ser reposicionado/a na carreira em função do indice salarial em que estava na altura, em vez do tempo de serviço, sabia perfeitamente o que é injusto. Por isso, pense duas vezes antes de se queixar de estar a ser injutiçado/a.
Quando houve titulares e alguns incharam com a soberba, nessa situação já não se importavam, pois eram os filhos e os outros é que eram enteados.
Para que se faça justiça, assinem a petição:
“Pela contabilização integral do tempo de serviço a todos os educadores de infância e professores dos ensinos básico e secundário inclusive os que estavam no topo da carreira”.
Em:
https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT126079 .
No topo da carreira ainda querem mais?
Eu Governante esclarecia isso facilmente:
-aulas observadas
80% do topo da carreira nunca entrou na faculdade.
Logo aulas observadas por metodologos fa faculdade.
Seria de rir.
Ganhem vergonha
Ridiculo deveria ser o teu nome. Obviamente que nunca foste professor. Se o fosses sabias bem que dos 55 para cima são os mais qualificados ( mestrados, doutoramentos, cursos de especialização). O tempo dos orofessores sem habilitações foi há 60 anos. Já morreram. É que os professores morrem , adoecem e envelhecem, seu neoliberalóide da treta!. Foram os que agora estão no tipo de carreira que gramaram com troikas, tricas, larápios Sócrates e outros roubos. Nunca viram um tostão da suposta recuperação do tempo de serviço. Fizeram-nos recuar nos escalões em 2005 e perder dezenas de euros, nem os compensaram para a reforma! Aguentaram os chulos todos, mesmo os que estavam pendurados no privado pertinho de casa e a sugar do Estado que agora entram em barda para o topo por existir falta de professores. Fartinho de ser esmifrado, escravizado e roubado por xicos-espertos que também andam na fne.
A FNE não tem vergonha nenhuma!
Aquele que disse aquelas asneiras, referia-se aos professores primários do 10.⁰ escalão que nunca puseram os pés numa universidade.
E ISTO É A VERDADE.
Essa foi mais uma asneira que se pode agradecer à FNE! Fez a carreira única , com a Manuela Teixeira. Por todos esses serem equiparados salarialmente aos que fizeram licenciaturas de 6 e 6 anos é que rebaixaram a todos ao máximo e mediram todos pelo mesmo baixo nível!
Por acaso, algum professor/a vai recuperar um único dia do tempo de serviço que esteve congelado /a para efeitos contributivos? Se tivesse ficado congelada no 2° escalão ou 3° escalão depois de ser reposicionado/a na carreira em função do indice salarial em que estava na altura, em vez do tempo de serviço, sabia perfeitamente o que é injusto. Por isso, pense duas vezes antes de se queixar de estar a ser injutiçado/a.
Diretor, és um ignorante, nao sabes nada e so vomitas trampa
Mentira total.
Nenhum professor pode-o ser sem ter um curso superior.
Vá dizer mentiras para outro lado!
Nunca contei com exte tempo , caiu do Céu
Viva o PSD
Na minha escola até há 5 anos atrás havia 6 professores com apenas o antigo 5° ano dos liceus. Eram do grupo artes e oficinas…
Como se sabe que tivemos direito a essa recuperação de serviço? Onde está essa informação? Agradecida
Boa tarde. Como sabemos que fomos abrangidos pela recuperação de serviço? Onde está essa informação? Agradecida
Ainda bem que a FNE assinou o acordo.
Deste modo consegui passar do 4º para o 6º escalão e no fim da recuperação estarei no 8º.
Pela FENPROF aposentava-me com o 4º escalão.
Ainda bem para ti. Mas pergunto, com real curiosidade: como é que se passa do 4 para o 6, ou seja, dois escalões de uma vez?
Não foi obviamente de uma vez só.
Com a antiga Lei não passaria do 4º por causa das quotas.
Fiz os 4 anos do 4º escalão e tive aulas assistidas, tive avaliação de BOM.
Como descongelou a carreira passei para o 5º.
O 5º escalão são 2 anos, com a primeira tranche da RTS passei para o 6º.
E pelas contas que me foram apresentadas irei até ao fim da RTS passar para o 8º.
Mas não foi fácil porque só em Fevereiro deste ano consegui resolver tudo, graças a um senhor da secretaria que percebe muito disto e conseguiu resolver o imbróglio.
Pelo que percebi, existe ainda muita confusão e falta de informação para resolver isto tudo.
Pelo que me foi explicado, quando fiz os 4 anos do 4º escalão, em maio de 2024, deveria ter passado para o 5º, mas a progressão só poderia estar registada na antiga plataforma SIGRHE.
Em setembro, com a 1º tranche, fiz os 2 anos para o 5º escalão e a progressão fica registada na nova plataforma, IGEFE.
Obrigado pela explicação.
Eu pergunto-me é porque tenho eu de levar com esperas por causa de estar no 4.º ou no 6.º escalões. Enquanto que outros é automático.
E as ultrapassagens?!
Disto parece que poucos ou nenhum fala!
Se não me engano, pelo menos para todos os que estiveram congelados não há essas barreiras. E *acho* que vão desaparecer depois da RITS.
E acrescento que (depois de ter estado no 7 escalão antes da bruxa Rodrigues) estive parado no 4 escalão 500 anos.
Eu ainda não recebi nada!.
Subi no ano passado do 3 para o 4.
Vi logo no IRS. Este ano, vou pagar IRS. Há 30 anos que não pagava irs.
Fizeram bem as contas. Devolvem aos professores uma mão cheia de nada!
É só roubar!
Que confusão. Que palhaçada. Este país não tem solução. A educação bateu no fundo.
E andam a fazer pedidos sobre onde se poderia desburocratizar… Mas esta gente tem noção?
Despeçam essa gentalha toda que se anda a passear pelo ministério de educação- se ainda é possível acreditar. Chega, chega, chega – e que os vossos alunos façam o mesmo… Não há outra solução.
Justo, justo, era reposicionar as pessoas pelo tempo que, efetivamente, têm no registo biográfico. Isto é uma palhaçada, pois docentes que entraram depois de 2011, com menos tempo de serviço estão 1 a 2 escalões à minha frente!!!!!
A maior vergonha é os sindicatos não verem ou não quererem alterar essa situação.
Ver colegas com menos tempo de serviço e estarem a ganhar mais do que eu ,só pelo facto de terem ingressado na carreira após 2011. Entretanto estiveram sempre perto de casa enquanto eram contratados e eu #O Burro do Mato# a percorrer o país para ter tempo de serviço anual completo.
Premeia-se os espertos. É o Ministério que temos,