Duvidosos não digo mas, são 1728€ ilíquidos a recibos verdes, segundo me disseram, ou seja: -25% de IRS, SS cerca de 200€, mais Seguro de acidentes de trabalho (que é obrigatório). Não há duodécimos, subsidio de férias, nem de refeição e o IVA que o IEFP paga é devolvido trimestralmente ao Estado. Como o “outro” dizia, “é fazer as contas…”
A Fenprof quer negociar com o Governo as condições de contratação de professores para o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), referindo problemas como perdas salariais e um regime de contratação a recibos verdes de “legalidade duvidosa”.
(clicar na imagem) in TVI24




9 comentários
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existir tantos professores de EVT no desemprego com qualificação profissional e não têm qualquer hipótese de poder dar aulas no IEFP apesar de muitos até serem formadores acreditados noutras disciplinas como inglês, alemão, francês, informática… Tudo isto é mau demais.
Também há falta de Enfermeiros nos hospitais…
Raisparta a falta de vergonha na cara! É só faltas de respeito para com a classe que devia ser mais considerada! É preciso, mesmo, um enorme espelho, para ver ,se tais decisores se enxergam!! Indecente! A saga da pouca vergonha contra a classe docente parece um filme patético e caricato!
Caros colegas,
Aconteceu-me algo que considero insólito e estou um pouco de mãos atadas para tentar resolver. Denuncio aqui para tentar recolher ajudas quanto aos procedimentos a tomar.
Concorri ao último concurso IEFP. Tudo estava preenchido e submetido a tempo e horas. Contudo, com o adiamento do prazo de concurso, chegou a oficialização do tempo de serviço que havia solicitado. Tentei editar habilitações e. como foi possível, corrigi o referido tempo de serviço. Tive o cuidado de ver se havia alguma indicação quanto à necessidade de voltar a preencher os dados da candidatura, mas nada me foi indicado senão o estado de submetido da minha candidatura. Achei muito estranho não haver um comprovativo a imprimir, de modo a garantir a conclusão do processo, mas o estado era de submetido, por isso fiei-me na conclusão do processo.
Eis o meu espanto quando saem as listas e o meu nome não consta nem nos admitidos nem nos excluídos. Envio então um e-mail a solicitar informações para o IEFP, ao qual me respondem, dizendo que mudando as habilitações teria que preencher tudo de novo. Contra-argumentei, salientando que eram dois campos distintos e que um não alterava o outro, além de em lado nenhum constar essa informação. Por outro lado, nem sequer estava nos excluídos, como era isso possível.
O IEFP defende-se então, argumentando que a DGAE é que é responsável pelo processo. Pergunto então para quem devo fazer nova reclamação. Dizem que tem de ser na mesma para eles, para o e-mail que estou a usar e de onde não me aparece nenhuma solução para o problema. Percebo que isto vai continuar em transferência de culpas, pelo que denuncio aqui o caso, esperando poder receber algum feedback sobre o procedimento mais célere e eficaz que posso seguir, pois penso que é ridículo este caso
eu também alterei as minhas habilitações e tive de meter novamente as minhas candidaturas, o concurso terminava as 18 horas, e eram 17:45 quando fiz a alteração depois tive de meter 26 candidaturas em 15 min…
De facto estes concursos do IEFP deveriam ter uma fase de aperfeiçoamento e outra de validação. Os candidatos não têm hipótese nem de emendar nem de completar nada.
E o descongelamento das carreiras já este ano? A FENPROF acha que temos que aguentar sem carreira mais dois anos? #@÷%#. Mais uma capinha de jornal com uma reinvidicação justa mas que apenas visa quem é ou gostava de ser contratado. Nem sei como é que depois dos concursos externos-extraordinários ainda há tanta gente de quadro sindicalizada. Será que há? Será que os sindicatos limpam as listas dos seis associados quando estes desistem?
Vamos iniciar uma petição em favor da transparência administrativa, que as listas de associados dos sindicatos seja pública, não gostaria de vir a saber que o meu nome era usado pela FENPROF ou pela FNE em situações que me ptejudicam ou que me prejudicaram, como foram os concursos extraordinários e ilegais dos últimos anos.
Fala-se de tudo por aqui. Mas e a contagem do tempo por doença,
ficou esquecida? A Fenprof tem ido buscar todas as injustiças e esta
não é suficientemente mediática?
Pelo que sei já houve esclarecimentos da DGAE e a contagem do tempo por doença superior a 30 dias já foi (no meu caso foi) contado como tempo de serviço efetivo. Esclareça-se, pois há uma Nota informativa da DGAE que diz isso mesmo. Os Agrupamento (alguns) é que esperaram até ao último segundo para dar o seu ao seu dono.